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Despetização pode levar Gladson a perder secretário de Educação

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Caso o governador Gladson Cameli (Progressistas) leve à risca sua promessa feita por meio de uma mensagem de voz no WhatsApp – e divulgada por ac24horas no sábado (5) – de que a despetização na estrutura do estado é uma ordem sua e que será colocada em prática, ele precisará fazer cortes logo no primeiro-escalão.

Pesquisa feita por ac24horas junto ao sistema de filiação partidária do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostra que o secretário de Educação, Mauro Sérgio Ferreira da Cruz, é filiado ao Partido Socialista Brasileiro (PSB), longeva legenda aliada do PT na Frente Popular do Acre nos últimos 20 anos.

A informação preliminar foi tornada pública a partir de uma postagem feita por Missilene Neri, irmã da prefeita de Rio Branco, Socorro Neri (PSB). A filiação do secretário ao PSB foi confirmada por checagem feita pela reportagem. No sistema do TSE, Mauro Sérgio tem a filiação classificada como regular.

“Pergunta que não quer calar: Quem indicou, avalizou e levou ao governador o nome do Mauro para ser o gestor da Secretaria de Educação?”, questiona, na postagem, Missilene Neri.

Além dele, a publicação mostra que outros nomes da atual equipe da Secretaria de Educação e Esporte (SEE), em especial da que trata da educação especial – estavam até o ano passado vestidos de vermelho nas campanhas eleitorais do PT.

A manutenção de petistas dentro da SEE também já foi alvo da reclamação de Rosana Nascimento (PPS), aliada de Gladson Cameli e presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), maior entidade sindical do estado.

Na mensagem [OUÇA AQUI], o governador disse já estar chateado com as frequentes cobranças de despetização em seu governo, e que aliados que balançaram a bandeira da outrora oposição serão abrigados na estrutura do estado.

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TCE publica acórdão que condena Edvaldo Magalhães a devolver mais de R$ 190 mil aos cofres públicos

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O Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE/AC) publicou na edição desta terça-feira, 15, do Diário Eletrônico de Contas o acórdão que confirma a condenação do deputado estadual Edvaldo Magalhães (PCdoB) , na época em que era diretor-presidente do Departamento Estadual de Pavimentação e Saneamento (DEPASA), a devolver mais de R$ 190 mil aos cofres públicos.

O ex-gestor da pasta foi condenado após o TCE realizar uma Auditoria de Conformidade no fornecimento e no consumo de combustível do Depasa no ano de 2015. De acordo com o Conselheiro José Augusto Araújo de Faria, relator do processo, Edvaldo Magalhães, diretor-presidente na época, e Solange da Costa, diretora-executiva do Departamento, foram condenados a devolverem solidariamente aos cofres do Tesouro Estadual, a importância de mais de R$ 190 mil. O relator determina ainda o encaminhamento de cópia da decisão ao Ministério Público Estadual para eventual Ação Civil Pública de improbidade administrativa.

Segundo o TCE, os gestores autorizavam o abastecimento de veículos não oficiais ou sem vínculo institucional ou sem condições de uso e também pelo abastecimento acima da capacidade dos tanques de combustíveis dos carros.

Procurado por ac24horas, Edvaldo Magalhães, que toma posse do cargo de deputado em fevereiro, afirmou que isso é uma condenação de novembro do ano passado e que não valeria a pena “requentar” tal matéria. Ele esclarece que está recorrendo da Decisão do TCE e enfatiza que o uso do combustível foi no período em que o Acre teve a sua maior cheia, no início de 2015, e sua pior seca, no final do mesmo ano. “Temos provas documentais que o combustível era usado em carros pipas e até mesmo em parceria com o Corpo de Bombeiros para ajudar as pessoas que mais precisavam. Na época apresentamos a situação ao TCE, que não aceitou os argumentos, mas acreditamos que podemos reverter a decisão”, disse o ex-gestor aparentando tranquilidade.

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Comissão eleitoral confirma reeleição de José Adriano na Fieac; grupo ligado a Salomão diz que pedirá anulação de pleito

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Contando com o apoio da maioria dos presidentes dos sindicatos ligados a Federação da Indústria do Estado do Acre, o empresário José Adriano, dono da MAV Construtora, foi confirmado na tarde desta segunda-feira, 14, como o presidente eleito da Fieac pelos próximos 4 anos. O candidato vitorioso teve 6 votos, enquanto João Salomão teve apenas 4.

Adriano contou com os votos de Francisco Nailton, do Sincepav, João Paulo Pereira, do Sindimineral, Francisco Augusto Nepomuceno de Souza, do Sindimoveis, Marcio Valter, do Sindoac, José Afonso Boaventura, do Sindgraf, e Raimunda Holanda, do Sincon. Já Salomão contabilizou os votos de Adelaide de Fátima, do Sindusmad, Carlos Afonso, do Sinduscon, José Luis, do Sinpal, Abrahão Felício e do representante do Sindpan.

Apesar do resultado confirmado pela Comissão Eleitoral, a eleição da Fieac deve ter novos capítulos no campo da justiça. Um agravo regimental deve ser impetrado no Pleno do Tribunal Regional do Trabalho da 14ª Região para que seja revisada a decisão monocrática do desembargador do TRT, Francisco José Pinheiro Cruz, que derrubou as três decisões da 4ª Vara do Trabalho de Rio Branco, que determinava que os delegados do Sindicatos das Indústrias de Olaria (Sindoac), Gráficas (Sindigraf) e Confecções (Sincon) teriam poder de voto nas eleições., o que poderia ter modificado o resultado da eleição, dando vantagem para o então candidato Salomão, por 7 votos a 3.

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A movimentação durante a votação nesta segunda-feira, 14, foi tão tensa que despertou o interesse da imprensa. Nunca uma eleição na Fieac foi tão alardeada devido a troca de acusações entre os candidatos. De um lado, Adriano ressalta que havia fortalecido os sindicatos e isso despertava o descontentamento dos empresários ligados a Construção Civil, que sempre comandaram a Fieac desde a sua fundação. Já na outra ponta, o ex-presidente Salomão, acusava seu adversário de usar a Federação como trampolim político, com intuito de lançar candidatura a prefeitura de Rio Branco em 2020.

Adelaide de Fátima, uma das líderes do grupo ligado a Salomão, informou ao ac24horas que recorrerá na justiça para anular o pleito. “Confiamos na justiça. Temos provas que esse processo eleitoral foi conduzido por Adriano em benefício próprio”, disse.

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Adriano e Salomão se mantêm distantes durante votação para presidência da Fieac

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A votação para a escolha do presidente da Federação das Indústrias do Estado do Acre (Fieac) apesar de aparentemente tranquila trava uma guerra jurídica silenciosa entre advogados ligados ao atual presidente, José Adriano, e o concorrente a cadeira, João Francisco Salomão.

Enquanto os dois candidatos mantém distância um do outro, apenas se reservando a troca de olhares, os advogados ligados aos dirigentes dos sindicatos que foram afetados por um uma decisão monocrática do desembargador do Tribunal Regional do Trabalho, Francisco José Pinheiro Cruz, que derrubou as três decisões da 4ª Vara do Trabalho de Rio Branco, que determinava que os delegados do Sindicatos das Indústrias de Olaria (Sindoac), Gráficas (Sindigraf) e Confecções (Sincon) teriam poder de voto nas eleições, tentam a todo custo, através de recursos, reverter a decisão.

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Os advogados pleiteiam junto ao Pleno do TRT, por meio de um Agravo Regimental, que os presidentes dessas entidades percam novamente o poder de voto, o que poderia causar uma reversão no resultado, tirando a vantagem de Adriano por 6 a 4 e repassando três votos para Salomão, que ficaria com 7 a 3.

Apesar da articulação, segundo a assessoria do TRT, nenhuma petição foi protocolada até às 11h30. As urnas devem ser fechadas às 14h e com isso o resultado deverá ser anunciado, caso não haja uma reviravolta, com vitória de Adriano, que já tem seis votos computados. Os sindicatos que apoiam Salomão ainda não registraram votos.

Ao ac24horas, João Francisco Salomão entende que a eleição não deve terminar hoje. “Existe a possibilidade que essa eleição seja anulada. Estamos esperando uma decisão do pleno”, disse.

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