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70 toneladas de pupunha movimentam mercado municipal

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Chegou o tempo da pupunha, uma das frutas mais completas que a Amazônia produz. Além disso, dentre os frutos que tem origem em terras brasileiras, com certeza a pupunha está entre que mais trazem benefícios ao corpo. Fruto de uma árvore nativa da região Amazônica, chamada de pupunheira, a pupunha é rica em nutrientes essenciais ao bom funcionamento do nosso organismo – mas igualmente importante é a relevância da fruta na economia das comunidades, especialmente as de Rio Branco e Senador Guiomard, os grandes centros de produção e comercialização do produto no Estado.

De acordo com a Central de Abastecimento de Rio Branco (Ceasa), em 2018, foram comercializadas na unidade 35.535 toneladas da fruta, sendo que em Rio Branco o negócio movimentou 9.129 toneladas e Senador Guiomard, 26.406 toneladas. Especialistas estimam que o comércio real seja o dobro disso, levando-se em conta a movimentação das feiras, varejistas e mercados públicos. Ou seja: é previsível que sejam comercializadas mais de 70 toneladas ao ano em Rio Branco e Senador Guiomard.

É em Senador Guiomard que está localizada a antiga Fazenda  Bonal, hoje um projeto de reforma agrária. Os assentados usaram os plantios de pupunha e a estrutura deixados pelos fazendeiros e conseguiram avançar processando o palmito. Depois, enfrentaram um revés mas agora estão comercializando apenas o fruto. Um cacho chega a custar R$20.

Trata-se de uma espécie de palmito, sendo por isso também  chamada de palmito de pupunha, que possui um alto valor energético e nutricional, podendo substituir o palmito comum (juçara) e o açaí, outros alimentos provenientes da região norte do país. Com cachos coloridos em verde, vermelho e amarelo, o fruto pode ser encontrado facilmente à venda nessa localidade, onde é consumido amplamente pela população. “Vende bem”, confirmou o feirante Francisco Nascimento, do Mercado Elias Mansour. Levando em conta média dos valores cobrados, a safra deste ano deverá movimentar mais de R$200 mil, promovendo importante distribuição renda entre feirantes e
agricultores familiares.

Segundo o portal Tudo Ela, dentre os principais benefícios da pupunha para a saúde estão o seu poder de fortalecer o nosso sistema imunológico e, ainda, prevenir o desenvolvimento de doenças degenerativas. Na culinária, os seus usos são inúmeros e diversificados, podendo servir como matéria-prima na produção de outros produtos, como pães, bolos, sorvetes, vinhos, doces e até para fazer uma espécie de azeite, bem semelhante ao de oliva.

Como se não bastasse tudo isso, há quem diga, ainda, que a pupunha também é excelente substituta do milho quando usada para ração animal.

 

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Prefeita Socorro Neri apresenta Plano de Contingência 2019

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Com o objetivo de minimizar danos e prejuízos que venham a ser ocasionados por possível enchente do Rio Acre e tendo em vista a elevação do nível das águas, que na medição realizada às 6h da manhã desta terça-feira (15) atingiram a marca de 13,11 cm, a prefeita de Rio Branco, Socorro Neri, apresentou hoje, na sede da Associação dos Municípios do Acre – AMAC, o Plano de Contingência Operacional de Enchente 2019.

A apresentação contou com a participação de secretários e assessores municipais, vereadores, equipes das comissões municipal e estadual de Defesa Civil e do chefe da Casa Civil do governo do estado, José Ribamar Trindade, que representou o governador Gladson Cameli.

O plano especifica as ações que todos os órgãos da administração pública municipal terão que desenvolver no caso de possível transbordamento das águas do rio Acre e dos demais mananciais que cortam o município de Rio Branco, principalmente a retirada e abrigamento das famílias, caso necessário.

De acordo com a prefeita Socorro Neri, o objetivo é alinhar as ações no âmbito do Município, Estado, e posteriormente também na esfera federal. “Estamos analisando a possibilidade de uma alagação e preparando as ações que serão executadas para prestar atendimento às famílias que porventura venha a ser afetadas”, afirmou.

O coordenador da Defesa Civil Municipal (COMDEC), coronel George Santos, informou que os níveis pluviométricos estão sendo monitorados. Ele relatou que os municípios de Assis Brasil, Brasileia e Xapuri registraram vazantes no leito do Rio Acre, enquanto que em Capixaba houve uma considerável elevação do nível das águas, porém nas 24 horas houve uma pequena estabilização.

Segundo a Defesa Civil, em apenas 15 dias já choveu 90% do previsto para todo o mês de janeiro de 2019. Todas as medidas necessárias para minimizar os impactos que venham a ser ocasionados por uma eventual enchente do rio Acre e enxurradas dos igarapés e mananciais que cortam Rio Branco estão sendo tomadas pelo Município. “Estamos atentos a esses fenômenos, prontos para intervir, caso seja necessário”, afirmou George Santos.

Aplicativo

Durante a apresentação do Plano de Contingência Operacional de Enchente 2019 foi lançado o aplicativo Alerta Rio Branco, desenvolvido pela empresa Estartups Gran Sistemas. A ferramenta permite, via internet, o acesso a informações disponibilizadas pela Defesa Civil em tempo real.

De acordo com o analista de sistemas Vander Nicácio, que desenvolveu o sistema, o aplicativo é muito simples e não depende de login nem senha. “É muito simples de baixar e ter acesso às informações”, explicou.

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Desembargadores do TRT negam recursos de três delegados de Sindicatos ligados a Salomão

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Os desembargadores do Tribunal Pleno do TRT da 14ª Região negaram recursos para que as eleições da Federação das Indústrias do Estado do Acre (Fieac), realizadas nesta segunda-feira, 14, que reelegeu o empresário José Adriano, dono da Mav Construtora. fossem anuladas até a análise do mérito.

Os impetrantes dos recursos foram os delegados dos sindicatos das Indústrias de Olaria (Sindoac), Gráficas (Sindigraf) e Confecções (Sincon), que até domingo, dia 13, tinham poder de voto nas eleições no lugar dos presidentes das categoria, porém, a decisão foi cassada monocraticamente pelo desembargador Francisco José Pinheiro Cruz, e confirmada na noite desta segunda ao negar recursos dos insatisfeitos.

Além do desembargador Francisco José, a desembargadora Marlene Alves de Oliveira, convocada para proferir a decisão, negou os recurso baseada no Regimento interno dos sindicatos que somente os presidentes das categorias tem direito ao voto. Os advogados dos delegados afirmavam que a decisão de José Francisco continha vícios com efeitos que poderia modificar o resultado da eleição, que segundo os próprios magistrados, não têm fundamentos.

Adelaide de Fátima, uma das líderes do grupo ligado a Salomão, informou ao ac24horas que os advogados irão recorrer para que o mérito seja analisado pela 4ª Vara do Trabalho de Rio Branco.

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Nas eleições, Adriano contou com os votos de Francisco Nailton, do Sincepav, João Paulo Pereira, do Sindimineral, Francisco Augusto Nepomuceno de Souza, do Sindimoveis, Marcio Valter, do Sindoac, José Afonso Boaventura, do Sindgraf, e Raimunda Holanda, do Sincon. Já Salomão contabilizou os votos de Adelaide de Fátima, do Sindusmad, Carlos Afonso, do Sinduscon, José Luis, do Sinpal, Abrahão Felício e do representante do Sindpan.

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Energia solar avança e chega às aldeias e fazendas do Acre

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A energia solar fotovoltaica está mudando a paisagem da Região Norte. Painéis fotovoltaicos instalados nos telhados de residências, hotéis, frigoríficos, restaurantes, supermercados e propriedades rurais estão se tornando cada vez mais comuns. A empresa Sisasolar Sistemas Solares Alternativos, criada há cerca de cinco anos em Rio Branco, está contribuindo com esta transformação. Nesse período, instalou cerca de 2 mil painéis fotovoltaicos na capital e no interior acreano.

Segundo nota divulgada nesta segunda-feira (14) a empresa já implantou painéis fotovoltaicos em 15 aldeias indígenas: na aldeia Puchuã , foram 40 painéis e 40 baterias que são usados no processamento de coco e açaí; na terra dos Ashaninka, os peixes são guardados em freezers do supermercado ecológico, que os comercializa. Nas fazendas do Acre, a energia fotovoltaica bombeia água para as caixas d’água e viabiliza diversas atividades. Uma fábrica de gelo está economizando 70% de energia.

O sistema fotovoltaico para uma família com quatro pessoas custa atualmente cerca de R$ 12 mil, que podem ser parcelados em 6 vezes ou financiado pelo Banco Santander (taxa de juros mensal de 0,99%), em até 36 meses. O valor da parcela é o mesmo de uma conta de energia, argumenta. O investimento é pago em 3,5 anos, e a partir daí, o custo de energia será zero, durante mais de 20 anos. No primeiro ano, a manutenção do sistema é feita gratuitamente pela empresa, e nos demais, dependerá apenas de uma limpeza anual dos painéis.

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