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Você é concurseiro?

Confira alguns aplicativos que podem te ajudar nas provas em 2019

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Torna-se cada vez mais comum conhecer ou ouvir falar de estudantes que estão ingressando no concorrido universo dos concursos. Com o crescimento do uso dos aparelhos celulares, os aplicativos de questões têm ganhado popularidade e ajudado a complementar o ciclo de estudos. E o melhor é que eles podem ser incorporados à metodologia de quem deseja ser aprovado para cargos do ensino médio quanto para o ensino superior.

Além da resolução de questões, as principais funcionalidades do apps incluem acesso aos comentários de professores, filtros por regiões de interesse, notificações sobre o anúncio dos certames e fazer simulados com questões atualizadas. Existem ainda aplicativos com funções complementares que contribuem para a produtividade e permitem elaborar planos de estudos.

Adriana Alves, de 39 anos, começou a acompanhar os editais desde o início de 2018 e acredita que a maior vantagem dos aplicativos é a praticidade. “O celular está na palma da mão. Eu trabalho, tenho filhos. Ou seja, minha rotina é muito intensa mas procuro sempre resolver exercícios e assistir às videoaulas nos apps”, assegurou.

Essa tendência também pode ser confirmada ao analisar os dados Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílio Contínua (PNAD Contínua), anunciados em 2018, que apontam que 94,6% dos brasileiros usam o celular para acessar à internet. O equipamento assumiu a primeira posição como o dispositivo mais utilizado, desbancando microcomputadores (usados por 63%) e tablets (16%).

Confira agora alguns aplicativos e escolha a melhor opção para você:

  1. Alerta Concurso

O Alerta Concurso é um aplicativo gratuito que envia notificações sobre concursos públicos abertos ao longo do ano com informações sobre prazo de inscrições, áreas e cargos, além de locais de interesse. De acordo com o desenvolvedor, o app permite buscar certames a partir de filtros diversos, baixar editais e visualizar informações mesmo sem conexão com a internet.

Sistemas Operacionais: Andoid e iOS

 

  1. Aprovados

O Aprovados permite gerenciar as horas de estudo, programar alarme para indicar a finalização das atividades, criar gráficos e relatórios para acompanhar a evolução do desempenho. Os recursos podem ser visualizados no celular, em tablets e computadores. É possível estudar sem acesso à internet e sincronizar os dados posteriormente, quando realizar a navegação online. O aplicativo pode ser utilizado tanto por concurseiros quanto por vestibulandos.

Sistemas Operacionais: Android e iOS

 

  1. Concursos de Bolso

O Concurso de Bolso disponibiliza mini aulas, questões comentadas, resumos e simulados para a avaliação de desempenho. De acordo com o desenvolvedor, é possível consultar o Vade Mecum atualizado, ler notícias de concursos, resumos exclusivos e obter dicas diárias de estudo. O material pode ser acessado off-line. São disponibilizadas questões de Tribunais, de Carreiras Jurídicas e Legislativas e das áreas Fiscal, Bancária e Policial. Disponível nas versões gratuita e paga.

Sistemas Operacionais: Android e iOS

 

  1. Easy Study

O Easy Study permite criar planos de estudos em três etapas. É preciso especificar as matérias, a quantidade de disciplinas que deseja estudar nos dias da semana e aprovar o plano de estudo. Após a aprovação, é gerado um ciclo de estudo que permite saber quais são as próximas disciplinas a serem estudadas e visualizar os conteúdos vistos anteriormente. O usuário também tem acesso a questões do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e do exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Sistemas Operacionais: Android e iOS

Agência Educa Mais Brasil

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Notícias

Racismo “estrutural” ou pauta progressista?

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Imagem da internet 

No mundo todo tem se falado cada vez mais em racismo e anti-racismo. O tema virou pauta principal das TV’s e jornais, a mídia mainstream encontrou nessa questão mais uma forma de, fracionando a população, impulsionar o progressismo globalista que se alimenta, principalmente, do identitarismo distribuído em pacotes numa sociedade órfã das utopias do século XX.

O assassinato de um homem negro em um supermercado de Porto Alegre, vítima do despreparo e excesso de dois dos vigilantes da Loja foi, imediatamente, sem nenhum indício, transformado em crime de racismo. Na tentativa de parir um George Floyd brasileiro, a esquerda, de cima a baixo, do Supremo Tribunal Federal – STF à ONG da esquina, se locupletou intelectualmente na mídia. Soube-se depois, tratava-se de um criminoso vulgar, agressor contumaz de mulheres e, pasmem, dado a insultos racistas. Quem diria!

O crime, abominável sob todos os aspectos, repercutiu até na ONU, onde a dona Michelle Bachelet, ex-presidente e responsável direta pela derrocada chilena e hoje assentada no alto comissariado para direitos humanos, apressou-se a declarar que o Brasil é um pais racista e precisa reconhecer-se como tal. Chegou a pedir uma investigação “independente” sobre a morte que a TV mostrou do inicio ao fim. Ela quer um “VAR” internacional sobre o pênalti no Carrefour.

Os fatos são conhecidos e indubitáveis, porque foram vistos à exaustão. Em sequência, um desentendimento entre Alberto e a funcionária, o chamado da segurança, a condução pacífica do cliente até o estacionamento, o soco do Alberto em um dos seguranças e a reação aloprada, desnecessária, estúpida e abjeta, que levou à morte do homem. Ponto. Nenhum insulto racista, nenhuma palavra, nenhum gesto atinente a um eventual racismo foi registrado ou testemunhado. Apesar disso, sendo o dia seguinte, 20 de Novembro, o dia da “Consciência Negra”, era fatal que a ocorrência fosse transformada em lastro para que da academia, dos jornalistas, dos políticos oportunistas e das celebridades vezeiras na telinha, emergisse o tal racismo “estrutural” no Brasil.

Por negar essa versão midiática, o Vice-Presidente Hamilton Mourão quase foi linchado nos telejornais. Ora, sabemos todos que o racismo no Brasil não resiste a um bom contrato num time de futebol, um hit na parada musical, uma personagem na novela, um bom emprego público, uma profissão bem remunerada, uma empresa de sucesso, enfim, todo ele se dobra à alta conta bancária e ao cartão platinum – o nosso “apartheid” é socioeconômico.

Interessante notar que quando um trabalhador negro, motorista de Uber, é assaltado e humilhado por homens negros, o racismo “estrutural” sai correndo pra gaveta do professor de história. Quando um policial negro é assassinado por traficantes negros, o racismo “estrutural” some da goela demagógica do político oportunista.

É de se perguntar por que a insistência de certos setores em lacrar o racismo “estrutural”. A resposta é simples, quase óbvia. Sendo estrutural, somente transformações estruturais na sociedade o removerão. Adivinhe quem está a postos para realizar essa revolução. Ela mesma, a esquerda “humanista”, que não consegue sequer reconhecer seus milhões de cadáveres e os fracassos históricos de todas as experiências em que se meteu desde que saiu dos livros.

O que está por trás de tudo isso é que, existindo racistas – lamentavelmente eles existem, existindo homofóbicos – eles também existem, existindo machistas – eles existem aos montes, existindo quaisquer “istas” indignos, deles se aproveitará a esquerda globalista para, generalizando a perversão de cada um, dirigir as massas contra a moral, princípios e valores conservadores que nos trouxeram até o século XXI no Ocidente. 

Atentemos. Os branquelos mascarados que incendiaram o supermercado em São Paulo não se importam com o porto-alegrense Alberto. A trama que regeu a mídia nos últimos dias, colocando o Brasil como um país racista perante o mundo, é a mesma que não deu uma palavra sequer quando a mãe lésbica e a companheira, que antes o haviam castrado, mataram e esquartejaram o menino acreano Rhuan, de apenas nove anos de idade em junho do ano passado, porque o garoto não queria ser menina. 

Defensora da pauta LGBT…Z, a mídia e a esquerda nela incrustada logo cuidou de defendê-la de uma generalização. Artistas, intelectuais, jornalistas, sociólogos, filósofos, e mais um tanto de especialistas de bancada de TV, sumiram para só aparecerem na próxima pauta favorável a seus interesses. Resultado: o crime só foi julgado, coincidentemente, nesta quarta-feira, no DF, quase 18 meses depois.

O que muitos não percebem é o alcance que isto pode ter em nosso meio. Palavras fazem sentido, tem força e movem pessoas, multidões, especialmente os jovens. Insuflados pela mídia, principalmente, movimentos e líderes perversos podem ser ativados e causarem danos extraordinários à sociedade. Duvidam? Olhem para a primeira metade do século XX na Europa.

A propósito, repercutem desde o dia 21/11, as declarações de Mamadou Ba, um luso-senegalês, conhecido militante anti-racista, que em uma videoconferência com ativistas brasileiras (não deixe de ver AQUI ao tempo 1:20:00 da conversa), diz textualmente que É PRECISO MATAR O HOMEM BRANCO – assassino, colonial e racista. 

Hein? Peraí, Sr. Mamadou. Quem diz qual é o homem branco que deve morrer? Seria, por acaso, seu tribunal progressista? Por quais critérios? Em que limites? Não há muito subjetivismo aí na sua tipificação criminal? Quem disse que o homem branco, mesmo este a que se refere, detestável, desprezível, está à frente do latrocida, do infanticida, do matricida ou do estuprador na fila da morte?

Não, Sr. Mamadou, o Sr. não tem o direito de acusar, julgar e condenar, amparado em sua  ideologia malsã, quem deve ou não sobreviver à vingança racial, seja histórica ou atual. O Sr. não tem o direito de matar nenhuma branquitude, tanto quanto não há porque matar nenhuma negritude. Creia, Wole Soyinka não calará Luís de Camões.


Valterlucio Bessa Campelo escreve às sextas-feiras no ac24horas

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Acre

Desocupação cresce no Acre e alcança mais de 17% da população

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Foto: Secom-AC

A taxa de desocupação cresceu em 10 unidades da federação. Uma delas é o Acre.

De acordo com dados divulgados nesta sexta-feira, 27, pelo IBGE, o estado teve o quarto maior crescimento da taxa de pessoas desocupadas em comparação ao segundo trimestre do ano. O Acre saltou de 14,2% para 17,1% nos meses de julho, agosto e setembro.

As maiores taxas de crescimento foram nos estados da Paraíba, Pernambuco e Amapá.

Outro dado apresentado pela pesquisa é o de pessoas que trabalham por conta própria. Neste quesito, a liderança é do Amapá, com um percentual de 35,8%. O Acre ficou na 11ª posição entre todos os estados, com 29,2%, bem acima da média nacional que é de 26,4%.

Entre as pessoas que trabalham com carteira assinada, o Acre possui um dos piores índices nacionais, ficando à frente de apenas 8 estados e tendo o segundo pior número na Região Norte. No terceiro trimestre de 2020, apenas 63,3% de quem está ocupado, tem a carteira de trabalho assinada. A média nacional é de 76,5% e o melhor índice é em Santa Catarina com 90,5%.

Um outro índice preocupante é a taxa de informalidade no Acre. De acordo com o IBGE, o número chega a 46% da população economicamente ativa nos meses de julho, agosto e setembro. A média nacional é de 38,4%. A informalidade representa a garantia de menos direitos trabalhistas e pode comprometer a aposentadoria se o trabalhar informal não apostar em um plano de previdência ou não continuar a contribuir com o INSS.

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Cotidiano

Dirigida a servidores, oficina compatibiliza dinheiro em meio à crise da Covid-19 no Acre

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O Governo do Acre apoia a realização da 7ª Semana Nacional de Educação Financeira realizando a oficina “É possível ficar de boas com seu dinheiro em meio a essa crise?”.

O evento será em formato online no dia 1º de dezembro. As inscrições podem ser feitas pelo link rb.gy/zvqaew. A Semana é promovida pelo Governo Federal por meio dos membros do Fórum Brasileiro de Educação Financeira (FBEF).

Esta edição tem como tema “Resiliência financeira: como atravessar a crise?”.

Com a Covid-19, muitas pessoas tiveram suas vidas afetadas não só pela doença, mas também financeiramente, por isso, curso é direcionado aos servidores públicos e a plataforma possui apenas 100 vagas disponíveis. Neste momento de crise, o planejamento das finanças familiares deve ser um assunto que alcance do servidor, pois estando bem informado poderá tomar as melhores decisões financeiras.

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Cotidiano

Fim das coligações reduziu em 25% representação partidária na Câmara de Rio Branco

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O fim das coligações para eleições de cargos proporcionais provocou mudanças importantes nas Câmaras de Vereadores pelo país. Em Rio Branco não foi diferente, segundo levantamento feito pelo G1 com base nos resultados das disputas em mais de 5 mil municípios mostra que, em 73% deles, houve redução no número de partidos com representação nos Legislativos municipais.

No total, diz o levantamento, 11 capitais -entre elas Rio Branco -apresentaram queda de um a cinco partidos com representação. Quatro capitais mantiveram o número de partidos no Legislativo, enquanto outras dez apresentaram aumento, entre uma e quatro legendas.

A capital do Acre saiu de 12 para 9 partidos em representação na Câmara Municipal, redução de 25% neste novo cenário.

No geral, Câmaras com até seis partidos, que até 2016 representavam 50% dos municípios, agora são 82% do total. Em contrapartida, caiu a quantidade de municípios com mais de seis legendas nos Legislativos locais. Em 2016, essas cidades representavam 50% do total; agora, são apenas 18%.

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Bombando

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