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Sisu 2019.1: candidatos já podem conferir o número de vagas disponíveis

O período de inscrição vai do dia 22 a 25 de janeiro

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Ingressar no ensino superior é o sonho da maioria das pessoas. Porém, nem todos possuem condições financeiras para realizar esse desejo. Por esse motivo, em 2010, foi criado pelo Ministério da Educação (MEC), o Sistema de Seleção Unificado (Sisu), que oferece vagas em instituições públicas em todo o Brasil.

No primeiro semestre de 2019, o Sisu vai ofertar 235.576 vagas, que serão distribuídas entre 128 instituições. Em comparação aos anos anteriores, são ofertadas 4.125 vagas a menos do que em 2018.1. O programa seletivo ainda não havia apresentado queda no número de vagas. E, apesar da diminuição de 1,7% do número de vagas nesta edição, os estudantes mantém a expectativa alta.

Natiele Brito, de 24 anos, vai participar do Sisu pela primeira vez. “Me identifico com a área de saúde, mas ainda não decidi que graduação fazer. Estou em dúvida entre Fisioterapia e Nutrição”. A estudante também expressou sua opinião em relação a redução de vagas. “Essa diminuição faz toda diferença. Talvez, muita gente que tenha se preparado, ficará de fora”, lamentou.

Segunda as regras para participar do Sisu, é necessário ter participado do último Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018 e obtido uma nota acima de zero na redação. Segundo o edital do programa, é permitido escolher até duas opções de vaga e sinalizar, por ordem de preferência: instituição de ensino, local de vaga, curso e turno, além da modalidade de concorrência.

Cronograma

Candidatos devem fazer a inscrição no período de 22 a 25 de janeiro, no site do Sisu. O resultado será divulgado no dia 28 de janeiro e as matrículas da chamada regular estão marcadas entre os dia 30 de janeiro a 4 de fevereiro.  Além disso, é importante que cada participante observe os dias, horários e locais de atendimento definidos por cada instituição.

Até a edição anterior, era permitido ao estudante cadastrar duas opções de curso e, ao desistir da primeira vaga, ingressar na lista de espera da segunda opção. A partir de 2019, o processo de inscrição na lista de espera do SiSU mudou. Estudantes selecionados na chamada regular de uma das opções de curso não poderão se inscrever na lista de espera. Caso não seja selecionado, poderá se candidatar à lista de espera de apenas uma das opções. O prazo para manifestar interesse na lista de espera vai de 28 de janeiro a 4 de fevereiro.

Agência Educa Mais Brasil

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Notícias

Racismo “estrutural” ou pauta progressista?

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Imagem da internet 

No mundo todo tem se falado cada vez mais em racismo e anti-racismo. O tema virou pauta principal das TV’s e jornais, a mídia mainstream encontrou nessa questão mais uma forma de, fracionando a população, impulsionar o progressismo globalista que se alimenta, principalmente, do identitarismo distribuído em pacotes numa sociedade órfã das utopias do século XX.

O assassinato de um homem negro em um supermercado de Porto Alegre, vítima do despreparo e excesso de dois dos vigilantes da Loja foi, imediatamente, sem nenhum indício, transformado em crime de racismo. Na tentativa de parir um George Floyd brasileiro, a esquerda, de cima a baixo, do Supremo Tribunal Federal – STF à ONG da esquina, se locupletou intelectualmente na mídia. Soube-se depois, tratava-se de um criminoso vulgar, agressor contumaz de mulheres e, pasmem, dado a insultos racistas. Quem diria!

O crime, abominável sob todos os aspectos, repercutiu até na ONU, onde a dona Michelle Bachelet, ex-presidente e responsável direta pela derrocada chilena e hoje assentada no alto comissariado para direitos humanos, apressou-se a declarar que o Brasil é um pais racista e precisa reconhecer-se como tal. Chegou a pedir uma investigação “independente” sobre a morte que a TV mostrou do inicio ao fim. Ela quer um “VAR” internacional sobre o pênalti no Carrefour.

Os fatos são conhecidos e indubitáveis, porque foram vistos à exaustão. Em sequência, um desentendimento entre Alberto e a funcionária, o chamado da segurança, a condução pacífica do cliente até o estacionamento, o soco do Alberto em um dos seguranças e a reação aloprada, desnecessária, estúpida e abjeta, que levou à morte do homem. Ponto. Nenhum insulto racista, nenhuma palavra, nenhum gesto atinente a um eventual racismo foi registrado ou testemunhado. Apesar disso, sendo o dia seguinte, 20 de Novembro, o dia da “Consciência Negra”, era fatal que a ocorrência fosse transformada em lastro para que da academia, dos jornalistas, dos políticos oportunistas e das celebridades vezeiras na telinha, emergisse o tal racismo “estrutural” no Brasil.

Por negar essa versão midiática, o Vice-Presidente Hamilton Mourão quase foi linchado nos telejornais. Ora, sabemos todos que o racismo no Brasil não resiste a um bom contrato num time de futebol, um hit na parada musical, uma personagem na novela, um bom emprego público, uma profissão bem remunerada, uma empresa de sucesso, enfim, todo ele se dobra à alta conta bancária e ao cartão platinum – o nosso “apartheid” é socioeconômico.

Interessante notar que quando um trabalhador negro, motorista de Uber, é assaltado e humilhado por homens negros, o racismo “estrutural” sai correndo pra gaveta do professor de história. Quando um policial negro é assassinado por traficantes negros, o racismo “estrutural” some da goela demagógica do político oportunista.

É de se perguntar por que a insistência de certos setores em lacrar o racismo “estrutural”. A resposta é simples, quase óbvia. Sendo estrutural, somente transformações estruturais na sociedade o removerão. Adivinhe quem está a postos para realizar essa revolução. Ela mesma, a esquerda “humanista”, que não consegue sequer reconhecer seus milhões de cadáveres e os fracassos históricos de todas as experiências em que se meteu desde que saiu dos livros.

O que está por trás de tudo isso é que, existindo racistas – lamentavelmente eles existem, existindo homofóbicos – eles também existem, existindo machistas – eles existem aos montes, existindo quaisquer “istas” indignos, deles se aproveitará a esquerda globalista para, generalizando a perversão de cada um, dirigir as massas contra a moral, princípios e valores conservadores que nos trouxeram até o século XXI no Ocidente. 

Atentemos. Os branquelos mascarados que incendiaram o supermercado em São Paulo não se importam com o porto-alegrense Alberto. A trama que regeu a mídia nos últimos dias, colocando o Brasil como um país racista perante o mundo, é a mesma que não deu uma palavra sequer quando a mãe lésbica e a companheira, que antes o haviam castrado, mataram e esquartejaram o menino acreano Rhuan, de apenas nove anos de idade em junho do ano passado, porque o garoto não queria ser menina. 

Defensora da pauta LGBT…Z, a mídia e a esquerda nela incrustada logo cuidou de defendê-la de uma generalização. Artistas, intelectuais, jornalistas, sociólogos, filósofos, e mais um tanto de especialistas de bancada de TV, sumiram para só aparecerem na próxima pauta favorável a seus interesses. Resultado: o crime só foi julgado, coincidentemente, nesta quarta-feira, no DF, quase 18 meses depois.

O que muitos não percebem é o alcance que isto pode ter em nosso meio. Palavras fazem sentido, tem força e movem pessoas, multidões, especialmente os jovens. Insuflados pela mídia, principalmente, movimentos e líderes perversos podem ser ativados e causarem danos extraordinários à sociedade. Duvidam? Olhem para a primeira metade do século XX na Europa.

A propósito, repercutem desde o dia 21/11, as declarações de Mamadou Ba, um luso-senegalês, conhecido militante anti-racista, que em uma videoconferência com ativistas brasileiras (não deixe de ver AQUI ao tempo 1:20:00 da conversa), diz textualmente que É PRECISO MATAR O HOMEM BRANCO – assassino, colonial e racista. 

Hein? Peraí, Sr. Mamadou. Quem diz qual é o homem branco que deve morrer? Seria, por acaso, seu tribunal progressista? Por quais critérios? Em que limites? Não há muito subjetivismo aí na sua tipificação criminal? Quem disse que o homem branco, mesmo este a que se refere, detestável, desprezível, está à frente do latrocida, do infanticida, do matricida ou do estuprador na fila da morte?

Não, Sr. Mamadou, o Sr. não tem o direito de acusar, julgar e condenar, amparado em sua  ideologia malsã, quem deve ou não sobreviver à vingança racial, seja histórica ou atual. O Sr. não tem o direito de matar nenhuma branquitude, tanto quanto não há porque matar nenhuma negritude. Creia, Wole Soyinka não calará Luís de Camões.


Valterlucio Bessa Campelo escreve às sextas-feiras no ac24horas

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Acre

Desocupação cresce no Acre e alcança mais de 17% da população

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Foto: Secom-AC

A taxa de desocupação cresceu em 10 unidades da federação. Uma delas é o Acre.

De acordo com dados divulgados nesta sexta-feira, 27, pelo IBGE, o estado teve o quarto maior crescimento da taxa de pessoas desocupadas em comparação ao segundo trimestre do ano. O Acre saltou de 14,2% para 17,1% nos meses de julho, agosto e setembro.

As maiores taxas de crescimento foram nos estados da Paraíba, Pernambuco e Amapá.

Outro dado apresentado pela pesquisa é o de pessoas que trabalham por conta própria. Neste quesito, a liderança é do Amapá, com um percentual de 35,8%. O Acre ficou na 11ª posição entre todos os estados, com 29,2%, bem acima da média nacional que é de 26,4%.

Entre as pessoas que trabalham com carteira assinada, o Acre possui um dos piores índices nacionais, ficando à frente de apenas 8 estados e tendo o segundo pior número na Região Norte. No terceiro trimestre de 2020, apenas 63,3% de quem está ocupado, tem a carteira de trabalho assinada. A média nacional é de 76,5% e o melhor índice é em Santa Catarina com 90,5%.

Um outro índice preocupante é a taxa de informalidade no Acre. De acordo com o IBGE, o número chega a 46% da população economicamente ativa nos meses de julho, agosto e setembro. A média nacional é de 38,4%. A informalidade representa a garantia de menos direitos trabalhistas e pode comprometer a aposentadoria se o trabalhar informal não apostar em um plano de previdência ou não continuar a contribuir com o INSS.

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Cotidiano

Dirigida a servidores, oficina compatibiliza dinheiro em meio à crise da Covid-19 no Acre

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O Governo do Acre apoia a realização da 7ª Semana Nacional de Educação Financeira realizando a oficina “É possível ficar de boas com seu dinheiro em meio a essa crise?”.

O evento será em formato online no dia 1º de dezembro. As inscrições podem ser feitas pelo link rb.gy/zvqaew. A Semana é promovida pelo Governo Federal por meio dos membros do Fórum Brasileiro de Educação Financeira (FBEF).

Esta edição tem como tema “Resiliência financeira: como atravessar a crise?”.

Com a Covid-19, muitas pessoas tiveram suas vidas afetadas não só pela doença, mas também financeiramente, por isso, curso é direcionado aos servidores públicos e a plataforma possui apenas 100 vagas disponíveis. Neste momento de crise, o planejamento das finanças familiares deve ser um assunto que alcance do servidor, pois estando bem informado poderá tomar as melhores decisões financeiras.

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Cotidiano

Fim das coligações reduziu em 25% representação partidária na Câmara de Rio Branco

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O fim das coligações para eleições de cargos proporcionais provocou mudanças importantes nas Câmaras de Vereadores pelo país. Em Rio Branco não foi diferente, segundo levantamento feito pelo G1 com base nos resultados das disputas em mais de 5 mil municípios mostra que, em 73% deles, houve redução no número de partidos com representação nos Legislativos municipais.

No total, diz o levantamento, 11 capitais -entre elas Rio Branco -apresentaram queda de um a cinco partidos com representação. Quatro capitais mantiveram o número de partidos no Legislativo, enquanto outras dez apresentaram aumento, entre uma e quatro legendas.

A capital do Acre saiu de 12 para 9 partidos em representação na Câmara Municipal, redução de 25% neste novo cenário.

No geral, Câmaras com até seis partidos, que até 2016 representavam 50% dos municípios, agora são 82% do total. Em contrapartida, caiu a quantidade de municípios com mais de seis legendas nos Legislativos locais. Em 2016, essas cidades representavam 50% do total; agora, são apenas 18%.

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Bombando

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