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País criou 58,7 mil vagas de emprego formal em novembro, mostra pesquisa do CAGED

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O país criou 58.664 vagas de trabalho com carteira assinada em novembro. É o melhor resultado para o mês desde 2010, quando 138.247 empregos foram criados.

Em novembro de 2017, o país fechou 12.292 postos de empregos formais.

O número é resultado de 1.189.414 contratações no período contra 1.130.750 demissões. As informações são do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), divulgados pelo Ministério do Trabalho nesta 5ª feira (20.dez.2018).

No acumulado do ano, de janeiro a novembro, houve crescimento de 858.415 empregos formais. Já considerando os últimos 12 meses, o avanço no saldo foi de 517.733.

Para dezembro deste ano, a expectativa é que o dado venha melhor que a perda de 340.682 vagas no mesmo mês do ano passado, segundo o diretor de Emprego e Renda do Ministério do Trabalho, Mário Magalhães.

Tradicionalmente, o últimos mês do ano registra saldo negativo na criação de empregos.

“É muito difícil fazer projeções, pois o mercado de trabalho é uma caixinha de surpresas. Mas, se em dezembro de 2018 tivermos 1 saldo negativo menor do que no ano passado, quando fechamos 340.000 empregos, temos perspectiva de gerar mais de 500.000 empregos neste ano”, disse.

Em 2017, o país registrou fechamento de 20.832 vagas. Foi o 3º ano consecutivo de resultado negativo para o mercado de trabalho formal.

COMÉRCIO PUXA ALTA DO MÊS
Na análise por setores da atividade econômica, apenas 2 dos 8 campos analisados criaram vagas de trabalho em novembro.

O comércio foi o destaque do mês, com 88.587 vagas criadas. Seguido pelos serviços, que registrou alta de 34.319 postos.

A indústria de transformação encabeçou as perdas. Foram 24.287 vagas fechadas no período. Eis o saldo por setor no mês:

comércio: 88.587 vagas;
serviços: 34.319 vagas;
indústria de transformação: -24.287;
construção civil: -13.854;
extrativa mineral: -744;
serviços industriais de utilidade pública: -543;
administração pública: -1.122;
agropecuária: -23.692;

No recorte geográfico, 3 das 5 regiões apresentaram saldo de emprego positivo no mês.

Sul: 24.793 vagas;
Sudeste: 35.069 vagas;
Nordeste: 7.031 vagas;
Norte: -932 vagas;
Centro-Oeste: -7.537 vagas.

TRABALHO INTERMITENTE E PARCIAL
Em novembro, foram registradas 10.466 admissões e 2.597 desligamentos por meio do chamado trabalho intermitente. O saldo ficou em 7.849.

Criada por meio da reforma trabalhista, a modalidade permite jornada em dias alternados ou por horas determinadas.

Houve mais criação de vagas nesse sistema nos postos de assistente de vendas, atendente de lojas e mercados e operador de telemarketing ativo e receptivo.

Na modalidade de trabalho parcial, foram 5.498 admissões e 7.764 desligamentos. O saldo, portanto, foi de 1.734 vagas.

As principais altas foram registradas nos postos de operador de caixa, repositor de mercadorias e faxineiro.

SALÁRIO MÉDIO
O salário médio de admissão no mês foi de R$ 1.527,41, alta de R$ 3,20 em relação ao mês anterior. O salário de desligamento foi de R$ 1.688,71, aumento de R$ 22,44 em relação a outubro.

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Crise de ansiedade, depressão? busque o “Plantão Psicológico” com atendimento gratuito

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Se você tem tido pensamentos suicidas, crise de ansiedade, tristeza profunda ou conhece alguém que está enfrentando esses sintomas e não tem condição financeira para fazer um acompanhamento profissional, fique atento com a dica que o ac24horas preparou para você.

A Universidade Federal do Acre (UFAC) e a Faculdade da Amazônia Ocidental (FAAO) realizam “Plantão Psicológico”, com atendimentos gratuitos. Na FAAO, os atendimentos são realizados de segunda a sexta-feira, das 8h às 11h e das 14h às 17h. Aos sábados, das 8h às 11h, no Bloco A – Térreo, na Clínica Escola de Psicologia da FAAO.

Já na UFAC, os atendimentos ocorrem somente as sexta-feira, das 8h às 16h, no Bloco Francisco Bacural, do Campus Rio Branco, mediante agendamento prévio, em obediência ao calendário. Os interessados devem entrar em contato via email: [email protected]

As universidades buscam ofertar atendimento de emergência a pessoas que não têm acompanhamento psicológico profissional e, paralelamente a isso, oferecer aos acadêmicos atividades praticas de formação na área integrando à comunidade.

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Destaque 3

Acre sai da lista de estados que mais produzem queimadas na Amazônia Legal, diz pesquisa

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Apuí no Amazonas é a cidade com mais focos ativos de incêndios. Dados da unidade de situação de monitoramento hidrometeorológico, apontam o Acre em oitavo lugar com 2.533 focos

O clima de estresse entre a equipe ambiental do governo diminuiu com a divulgação de novos dados de satélites pelo Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM) que tiram o Acre da lista de federações que mais queimam em 2019. O município de Apuí que tem 1.754 focos ativos de incêndios, desmatou 154 km². Quem mais queima é quem mais desmata, diz o relatório.

Nenhuma cidade do Acre está no ranking dos dez municípios que mais devastam a Amazônia. Fora Apuí (AM), Altamira no Para e o vizinho Porto Velho, em Rondônia, estão entre os que mais desmatam e queimam. Os cientistas avaliaram focos de incêndio e dados de satélite, acumulado de chuvas e desmatamento.

Equipes do Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac) retornam nesse fim de semana de uma força-tarefa feita nas cidades do interior com maiores focos. Até ontem (22), segundo relatório da unidade de situação de monitoramento hidrometeorológico, foram registrados este ano 53.899 focos de queimadas em toda a Amazônia. O satélite de referência é o (AQUA_TARDE). O Acre é o oitavo do ranking dos estados com 2.533 focos, ou seja, é responsável por (4.7%) das queimadas.

Os municípios de Feijó, Tarauacá e Sena Madureira são os que mais apresentam focos ativos de queimadas. Os incêndios acumulados no mês de agosto, um total de 2.158 é que chamaram atenção das autoridades de controle. Foi nessa área a atuação dos fiscais do IMAC, assim como em Acrelândia e Capixaba. Essas duas ultimas cidades apontadas no relatório do estado, são as que mais acumulam focos de incêndio por quilometro quadrado.

Mesmo com toda pressão internacional, imagens do céu acreano coberto por fumaça voltaram a repercutir em matérias dos grandes telejornais, a equipe ambiental do estado ainda não concedeu nenhuma entrevista coletiva sobre o assunto.

O governador Gladson Cameli decretou estado de emergência, mas vem evitando falar do cheiro forte de fumaça prejudicando crianças e idosos que lotam unidades de saúde e hospitais.

O secretário de produção e agronegócio, Paulo Wadt, também evita dar declarações. Há informações de investigações pelo Ministério Público sobre grileiros atraídos de Rondônia agindo no desmatamento de áreas no Acre.

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