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Nome político da oposição

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O cenário para 2019 na Assembléia Legislativa será o inverso desta legislatura que se encerra. Deputados que eram da oposição ao PT passarão a formar a base de apoio do novo governo eleito pela coligação que apoiaram. E os deputados do PT, cujo partido perdeu a disputa do governo, vão virar oposicionistas. É a velha história da baladeira que virou vidraça e vice e versa. O PT chegará na ALEAC fragilizado. Perdeu dois deputados combativos, Leila Galvão e Lourival Marques. O deputado Jonas Lima (PT) tem as suas limitações. O PCdoB elegeu os deputados Jenilson Lopes e Edvaldo Magalhães. Podem ser um componente forte no contraponto ao governo Gladson Cameli. Mas a aposta para ser o grande protagonista da oposição futura, na ALEAC, está centrada no deputado Daniel Zen (PT). E por muitos motivos. Foi um parlamentar atuante, bom no debate da tribuna, lúcido nas colocações, se expressa bem, enfim, tem todos os requisitos para vir ser o destaque político da oposição em 2019. Uma coisa é líquida e certa na política: é muito mais cômodo ser oposição que governo.

CANDIDATURA MANTIDA

O deputado Géhlen Diniz (PROGRESSISTA) me disse ontem que, a sua candidatura a presidência da Assembléia Legislativa está mantida e que vai tentar se viabilizar.

NENHUM PEDIDO

Géhlen Diniz nega que o governador eleito Gladson Cameli lhe pediu para retirar seu nome da disputa. “Nunca”, disse. E por isso não vê a sua candidatura como confronto com o governo.

JURUÁ FERVENDO

As prisões de advogado, cabo-eleitoral, vereador, empresário, acontecidas em Cruzeiro do Sul, pode ser um grande complicador ao deputado Josa da Farmácia. Delação premiada é moda.

MAIS QUATRO NA ALÇA DE MIRA

A nota com informação de um deputado derrotado de que “cinco” deputados iriam se complicar com a justiça começa a tomar contorno real, com esta operação no Juruá.

ARTICULAÇÃO POLÍTICA

O vice-governador eleito Major Rocha tem atuado como um articulador político do futuro governo com a Assembléia Legislativa. Só esta semana, ele esteve duas vezes na ALEAC.

É DO RAMO

O vice-governador Major Rocha tem a vantagem de ser do ramo ao atuar na articulação política. Na política é mais pragmático se conversar com Vice-Rei, que com o enviado do Rei.

INSISTINDO NA ROUBADA

Os deputados federais derrotados Sibá Machado (PT), Léo de Brito (PT) e o senador Jorge Viana (PT) perderam muitos votos na última eleição por colarem suas imagens ao “Lula Livre!”. O JV aprendeu a lição. Sibá e Léo, não. Estão no grupo patético de vigília natalina ao Lula.

DEMOCRACIA TEM CONTRADITÓRIO

Pode ter sido uma cena patética de derrotados do PT, mas o pequeno grupo que foi se manifestar contra o Gladson Cameli no ato de diplomação, exerceu uma ação democrática.

SAIU POR CIMA

O novo chefe da casa civil, Ribamar Trindade, em que pese a cara feia de alguns políticos aliados, se saiu muito bem na articulação para aprovar a Reforma Administrativa, na ALEAC.

FIM DE ANO CONTURBADO

O ano de 2018 vai se encerrando muito conturbado na área política, com prisões de prefeitos, vereadores, deputado, blitz em prefeituras, e com a perspectiva de novos acontecimentos.

AULA SOBRE PREVIDÊNCIA

O José Anchieta deu uma entrevista esclarecedora ao “Bar do Vaz” sobre o ACREPREVIDÊNCIA. Discutir de quem é culpa não é caso, o governo do Acre desembolsa ao mês 40 milhões para completar a folha dos aposentados. A tendência é que a sangria aumente no próximo governo.

CORDA NO PESCOÇO

A cara de abatimento do Tião Viana e seus secretários na coletiva de ontem, foi visível. Garantido só dezembro e o 13º salário continua incerto para o funcionalismo como um todo. Há garantia de pagamento do 13º só para 17 mil servidores, no qual está incluída a Educação. O restante entre em oração. Cenário desolador. O abacaxi vai cair no colo do Gladson Cameli.

RABO DO VEADO

Os secretários e demais cargos comissionados amarrem a indenização no rabo de um veado, soltem no campo, e vão correr atrás para pegar. A informação que tenho é que será mais um abacaxi a ser jogado no colo do Gladson Cameli. E com certeza não será prioridade para pagamento imediato no futuro governo. Na base do devo, não nego, mas pago quando puder.

APOSTOU ERRADO

Um secretário do governo amigo explicou ontem que o erro do Tião Viana foi não ter feito cortes de comissionados quando a economia escureceu, preferiu apostar na melhoria do FPE. Esqueceram de falar para ele que os repasses dos valores do FPE não são lineares, oscilam.

CLIMA DE PREOCUPAÇÃO

Conversei ontem com membros da cúpula do futuro governo sobre esta situação que será herdada. Nenhum quis fazer uma previsão de pagamento para a primeira parcela do FPE do dia 10. Pelo que deduzi, a tendência é de parcelamento. Mas, eles querem primeiro ver o tamanho financeiro da herança de dívidas do funcionalismo que vão receber para fazer uma projeção. Há outros assuntos preocupantes como a indenização no Pró-Saúde. O vice-governador eleito Major Rocha, com quem falei ontem à noite defende uma auditoria no Pró-Saúde, por ter informação que gente que mora fora recebe e há profissionais de outras áreas recebendo no órgão

CENÁRIO DE MUITA DIFICULDADE

O cenário que está desenhado para o governo Gladson Cameli, é de dificuldades econômicas. Já começa janeiro com 40 milhões reservados para cobrir o déficit do ACREPREVIDÊNCIA.

CONTINUA NA POLÍTICA

A deputada Leila Galvão (PT) não deverá encerrar a carreira política com a sua inesperada derrota. Manterá a mesma rotina de parlamentar e se preparando para a eleição de 2022.

SÉRIA DIFICULDADE

Brasiléia será um município em que a oposição terá dificuldade na eleição de 2020, quando haverá disputa para prefeito. É que quase todas suas lideranças estão encrencadas na justiça.

NOMES SURGINDO

Em Rio Branco nomes começam a surgir como possíveis candidatos a prefeito em 2020. Alan Rick (DEM), Minoru Kinpara (REDE) e Coronel Ulisses Araújo (PSL). A prefeita Socorro Neri não se posicionou se disputará a reeleição, tudo dependerá como estará no ano eleitoral.

COM QUE ROUPA VAI O PT?

No quadro da eleição municipal de 2020 é de se perguntar com que roupa irá o PT para o baile das urnas: com candidatura própria? Apoiará a reeleição da Socorro Neri? Está tudo no ar.

CENÁRIO SEM CARGOS

O PT, no Acre, depois da fragorosa derrota na última eleição ficou fragilizado politicamente. A sua principal liderança que estava na disputa, o senador Jorge Viana (PT), não se reelegeu. E terão que raciocinar em um cenário desfavorável: não há mais o governo para dar cargos.

PERDEU A MILITÂNCIA

O que deu para sentir na última eleição foi que o PT não tinha mais a militância aguerrida de quando era oposição. Seus militantes se transformaram em ociosos burocratas. A campanha foi feita por ocupantes de cargos de confiança, com pouco ativismo, certos que era mais uma eleição ganha. Para a derrota foi um passo. Agora bateu a realidade. Correr atrás de emprego.

EM LIBERDADE

A justiça colocou em liberdade ontem o dirigente do PRB, Diego Rodrigues. Era previsto. Não havia motivo relevante

NÃO ESTAVA EM NENHUM DOS PLANOS

Foi de desolação a entrevista de ontem do governador Tião Viana, cercado de secretários mais próximos. Aquela festa que o PT sempre ostentava quando anunciava o pagamento do 13º salário e o mês de dezembro juntos, se transformou em clima de velório. De velório porque quebra aquele mantra petista de que somente os seus governos pagavam em dias e a oposição incompetente é que atrasava salários. Aliás, este mote foi usado muito durante a campanha para governo pela equipe de marketing político do candidato a governador Marcus Alexandre (PT). Bateram nesta tecla em todos os programas eleitorais. Na verdade, o PT jogou todas as suas fichas que venceria o governo e assim as pendências que ficassem seriam resolvidas pelo sucessor. Deu chabu. A oposição depois de vinte anos ganhou a eleição fazendo como se diz no popular: barba, cabelo e bigode. A política costuma pregar peças aonde menos se espera. E o PT que tanto criticava a oposição por atrasar salários dos servidores, está atrasando. E agora, José?

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Blog do Crica

Tchê: “sem apoio, deixo a liderança do governo”

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O líder do governo, deputado Luiz Tchê (PDT), admitiu ontem ao BLOG DO CRICA de que dependendo da conversa que terá com o governador Gladson Cameli, quando este retornar, poderá deixar a sua liderança na Assembléia Legislativa. A série de trapalhadas da equipe governamental, com a demissão de indicados dos deputados da base governista, sem não dar nenhuma satisfação, quebrando a unidade duramente que ele construiu, são motivos que fazem Tchê repensar seriamente a permanência na função. “Líder fraco, governo fraco”, desabafou Tchê. Ele manifesta um desconforto com o fato de não estar sendo prestigiado. “Não sou convidado para debater nada das decisões políticas do governo. Vim saber da questão dos precatórios pela imprensa. Estou sendo pressionado por colegas que tiveram seus indicados em cargos do governo demitidos sem nenhuma explicação. Assim não dá para continuar”, advertiu. Acha que vai ganhar muito mais e crescer fora do governo, se dedicando às atividades da UNALE. Tchê se mostrou muito determinado ao falar ao BLOG: “sem apoio, do jeito que está, deixo a liderança do governo”. É que ela está vendo ruir todo o trabalha de unificar a base, que quando assumiu a função estava completamente destroçada.

POSIÇÃO COERENTE

A posição do líder do governo, deputado Luiz Tchê (PDT), é coerente. Ficar no cargo desprestigiado, ouvindo reclamações dos deputados da base governista e sem ter como atender, o caminho certo é pegar o boné para não ficar sofrendo desgaste com colegas.

ALGUÉM EXPLICA?

A base do governo estava estraçalhada, a oposição ganhava todas as votações e mesmo sendo minoria, se consegue uma unidade e os projetos do governo passaram a ser aprovados, e o próprio governo colabora agora para quebrar essa unidade, alguém explica? Não entendo.

VEJA COMO É TUDO ATRAPALHADO

Um deputado passou ontem informação ao BLOG de que o presidente do IMC, Carlitinho Cavalcante, foi comunicado que o governo precisava do seu cargo. Quando estava com a trouxa arrumada eis que o governo voltou atrás e o manteve no cargo. Não é atrapalhado?

DEPOIS QUE VER

A candidatura do deputado Fagner Calegário (não será pelo PV) a prefeito de Rio Branco, anunciada ontem pelo próprio é o tipo da notícia na qual só creio depois que ver o registro no TRE-AC. Muito embora diga que esta é uma decisão amadurecida.

O TEMPO ESTÁ CORRENDO

O tempo está correndo contra a “CPI da ENERGISA”. Disse quando da sua criação que não tinha poderes para baixar um centavo na conta de luz e que era uma jogada populista. Levaram até torcida organizada. O tempo está correndo contra a CPI e está comprovando.

VIGA RECLAMA DO POUCO CASO

O deputado Chico Viga estava ontem na ALEAC mostrando o seu desconforto da forma como vem sendo tratado pelo governo. Reclama que, uma indicação de um pequeno CEC-1 que, ele tinha dentro da administração foi demitida. “Não posso aceitar este tratamento”, reclamou.

FOICE NA BASE

A foice está comendo na base do governo na ALEAC. Não atingiu só o deputado Chico Viga, mas também o deputado Vagner Felipe (PR), que perdeu espaço no governo. O deputado Neném Almeida diz não ter visto a cor de um cargo dos que foram aprovados na última reforma. O certo é que há um descontentamento claro em relação ao Gladson Cameli.

A VERDADE DA PESQUISA

No Jardim da Infância da política se aprende que numa pesquisa se soma o Ótimo ao Bom. E jamais se soma o Regular. Portanto, senhores do conselho, a aprovação real do governo Gladson Canmeli é de apenas 37%. Bem abaixo dos mais de 50% com os quais se elegeu. Na realidade houve uma queda de 16% em relação à votação que obteve. Portanto, nada a comemorar. Faço a observação para que o governador não embarque em contas erradas.

ANÁLISE PERFEITA

Recebi a seguinte postagem do leitor Albeci Coelho sobre o dado da pesquisa da RECORD, relativo à pergunta sobre o percentual de eleitores que votariam novamente no Gladson Cameli. Vamos à postagem: “84% não mudaria o voto no Gladson, ou seja, dos 55% (votos válidos) que votaram nele, hoje só 84% votaria de novo. Resumindo: Gladson perdeu 17% dos seus eleitores”. O Albeci acertou na mosca. Não é 84% sobre o 100% dos eleitores. Ponto.

ASSIM O BOI NÃO DANÇA

Chega reclamação de leitor que no domingo não tinha médico para atendimento na UPA da Sobral. Pergunta que não quer calar: o que fez até aqui a secretária de Saúde, Mônica Flores?

UMA PERGUNTA

Quando é que a Comissão de Saúde da ALEAC vai chamar a secretária Mônica Feres para vir dizer o que pensa sobre a Saúde, seus planos para tirar o sistema do buraco em que se encontra, porque desde a sua posse nada melhorou e esta senhora fica num mutismo.

A CULPA É DO MAZINHO

Ontem, enquanto o deputado Gerlen Diniz (PROGRESSISTAS) discursava na ALEAC houve uma queda de energia. Como seu adversário político, o prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim, estava presente, alguém sapecou: “O Géhlen vai acusar o Mazinho de mandar apagar a luz”.

DURO COM OS QUE DISCORDAVAM

Levando para o lado ideológico o Arcebispo Dom Moacyr Grechi foi enquanto comandou a igreja do Alto Acre, uma espécie de ícone da esquerda acreana. Era duro contra os que discordavam dele ideologicamente. Proibiu os queridos Padres Peregrino e José, simpáticos aos governos militares, de rezar missas nas igrejas do Acre. E não voltou atrás na decisão.

NÃO INVALIDA

Mas este fato histórico na invalida o trabalho de Dom Moacyr pelos mais humildes.

MAIS VALE UM GOSTO

De um aliado do ex-deputado Ney Amorim ontem na ALEAC, sobre a saída deste do governo. “Não me arrependo de ter apoiado o Gladson e ajudado a derrotar o Jorge Viana”, disse.

ALÉM DA IDEOLOGIA

O deputado Jenilson (PCdoB) raciocina além da sua ideologia. Cumprimentou ontem na ALEAC, o prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim, como um dos “melhores” prefeitos do Acre.

FALHA DO CERIMONIAL

Apenas a deputada Juliana Rodrigues (PRB) esteve presente na solenidade oficial em comemoração ao aniversário do Estado, na qual estava o governador Gladson Cameli. Os deputados da base do governo reclamaram ontem do Cerimonial do Governo, que não enviou nenhum convite aos deputados e nem comunicou. Depois reclamam dos deputados ausentes.

NÃO SE ADMIREM

Caso o deputado Roberto Duarte (MDB) venha a recuar de disputar a prefeitura da capital, ninguém se admire se o vereador Emerson Jarude se filiar ao MDB e ocupar este espaço.

A QUE PONTO SE CHEGA

Nada contra o Hino de Cruzeiro do Sul. Mas não teve nenhum sentido, ao não ser para agradar o governador Gladson Cameli, ser executado o referido hino, na solenidade de comemoração ao Estado. O que não fazem os nossos burocratas bajuladores para serem agradáveis.

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Blog do Crica

Ney Amorim foi mais um enfeite no governo

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A saída do secretário Ney Amorim do governo tem componentes que não podem ficar restritos aos corredores palacianos. A justificativa que saiu num consenso com o governador Gladson Cameli foi a versão cômoda. No popular, o surrado jogo para a platéia. Na realidade, a queda do Ney se dá porque não foi o protagonista político no contexto que lhe foi prometido. Foi um “articulador político” apenas no nome do cargo, mas não na prática. Como é que iria ser o articulador político do governo apenas no surreal, sem o poder de encaminhar numa conversa com os parlamentares uma indicação para nomear nem um vigia? Esperava-se que pelo seu potencial, ele fosse bem aproveitado no governo, depois do belo trabalho que culminou com a eleição do deputado Nicolau Junior (PROGRESSISTAS) para a presidência da ALEAC. Deram-lhe uma salinha sem nenhum poder. Estava mais como um enfeite num espaço próximo ao gabinete civil. Falando para as paredes. Então, o Ney Amorim fez o que deveria ser feito por alguém que se vê subaproveitado e que tenha o sentimento de pudor: pedir para sair. Saiu sem briga e vai buscar novos caminhos no comando de um partido político, onde deverá abrigar o seu grupo e se preparar para a eleição de 2022. Politicamente, este é um governo embaralhado. Alguém pode até não gostar do Ney, mas da nova geração é um dos políticos mais habilidosos que conheço. E governo Gladson Cameli só perde com o episódio.

QUEM É O ARTICULADOR POLÍTICO?

Afinal, quem é o articulador político do governo? É o grande mistério. O Ney Amorim já saiu. O Vagner Sales também pulou fora. O Alysson Bestene não tem este perfil, e seu cargo de secretário Institucional é uma compensação pela perda da Saúde. E a função ficou à deriva.

COMENTÁRIO NADA OFICIAL

A informação que corria ontem nos bastidores, que dou com ressalvas, por não ser oficial, é de que Ney Amorim estaria se filiando ao PR, partido do qual ficaria como presidente, levando consigo vinte vereadores, dois prefeitos e a promessa que sairá a deputado federal em 2022.

NADA MAIS QUE OBRIGAÇÃO

Quando o governador Gladson Cameli promete repassar pouco mais de 800 mil reais para a prefeitura de Sena Madureira não está fazendo mais que a sua obrigação de levar melhorias ao município, onde foi disparado o mais votado. E com o apoio do Mazinho Serafim. Ponto final.

DUPLA DO BARULHO

A articulação para a ida do vereador Emerson Jarude para o MDB formar chapa com o deputado Roberto Duarte (MDB) na disputa da prefeitura de Rio Branco dará uma dupla do barulho. No bom sentindo, são atuantes na Câmara Municipal de Rio Branco e na ALEAC.

ALFINETADA

O governador Gladson Cameli deu uma bela de uma alfinetada na candidatura do deputado Roberto Duarte (MDB), ao soltar de que o Minoru Kinpara é um bom candidato a prefeito.

TERÁ QUE SE ACOSTUMAR

O governador Gladson Cameli terá que se acostumar com a ideia de que um dos principais opositores ao seu governo na ALEAC, deputado Roberto Duarte (MDB), não arredará de disputar a prefeitura da capital, por ser esta uma decisão já tomada pela direção do MDB.

SAIA JUSTA

Os que ficarão numa saia justa serão os peemedebistas do primeiro escalão no governo, Eliane Sinhasique, Maria Alice, Pádua Bruzugu e Roberto Feres. Numa eleição para prefeito da capital, vão com que roupa: apoiar o candidato do Gladson Cameli ou candidato do MDB?

CANDIDATO A FEDERAL

O deputado Jonas Lima (PT) está inclinado em disputar uma das vagas de deputado federal. Cansou da ALEAC. Já teve conversa com a primeira suplente Leila Galvão (PT), para uma dobradinha em 2022. Jonas pode se afastar para a Leila assumir o mandato por um período.

SITUAÇÃO INCÔMODA

O governador Gladson Cameli está numa situação incômoda: não pode fazer uma campanha publicitária sobre sua administração nestes seis meses, porque não tem licitação. E por isso não pode pagar. A disputa pelo pacote publicitário terminou em recursos e o final está longe.

CONFUSÃO DE METRO

A disputa das 14 empresas para ficar com o bolo publicitário do governo ainda vai dar confusão de metro. Enquanto isso a equipe econômica comemora a economia com a mídia. Os senhores empresários da comunicação não esperem uma solução tão cedo. Eu acho é graça.

FIM DO FAROESTE

A equipe da Segurança deu uma bela de uma freada na cidade de Sena Madureira, tirando de circulação as cabeças das quadrilhas que aterrorizavam a cidade. Tinha virado um faroeste.

FUNDADOR DO PT

O Arcebispo Dom Moacyr Grechi, que faleceu em Rondônia, teve uma atuação política ostensiva no Acre, onde foi a pedra basilar para a fundação do PT, patrocinando a criação das Comunidades Eclesiais de Base e condições financeiras para embalar o partido no nascedouro.

PETISTA DE CARTEIRINHA

Dom Moacyr Grechi, nos idos tempos do PT, foi um dos chamados petistas de carteirinha.

GERAR EMPREGOS OU LUCRO?

No governo passado era cobrada uma taxa de donos de restaurantes pelos dias na EXPOACRE de mil reais. Neste governo subiu para dois mil reais. É uma feira para gerar empregos ou para o governo lucrar? Num Estado com alto índice de desemprego foi uma decisão desfocada.

VAMOS COLOCAR NO DEVIDO LUGAR

Vamos colocar a pesquisa da RECORD na verdadeira leitura que deve ser feita. O governo Gladson teve apenas 37% de aprovação. 9% de Ótimo e 28% de Bom. Não se soma numa pesquisa o Regular. Ou seja, houve uma queda no pouco mais de 50% com que foi eleito. Este é um ponto.

HÁ QUE SE SEPARAR

O governo ficou numa avaliação mediana de 37%, abaixo do ideal. Quando uma maioria esmagadora diz que votaria no Gladson Cameli de novo não é uma aprovação ao seu governo, mas uma clara demonstração que o PT continua num inferno astral de popularidade. E que entre ele e o PT continua preferindo ele. É bom deixar a situação bem clara para não misturar.

PARA SE PREOCUPAR

Os números do governo no setor Segurança não foram nada favoráveis ao Gladson Cameli. 50% consideram que a Segurança está igual a do governo passado, que foi um fracasso. E 27% acham que no atual governo é pior. Traduzindo para o popular, a maioria está descontente.

TAMBÉM PARA SE PREOCUPAR

Pouco difere em termos de rejeição a Segurança da Saúde pelos entrevistados. É só ler os números de maneira fria. 52% dos ouvidos acharam que a Saúde está igual ao no governo anterior, que foi um desastre. E 25% que piorou. Os que aprovam são uma minoria.

CORREÇÃO DE RUMO

Ficou assim claro de que o governo Gladson Camelin tem que mudar a estratégia na Saúde e Segurança porque a maioria na pesquisa considerou que não houve uma melhora. É preciso saber ler os números de pesquisa para não ficar divagando no que não é a realidade.

O QUE TEM DE FICAR NA CABEÇA

O que tem ficar na cabeça do Gladson Cameli é que o céu não é de brigadeiro. O seu governo tem apenas 37% de aprovação e a população está descontente com os caminhos da Segurança e Saúde, que prometeu mudar durante a campanha. Isso é que tem que se preocupar.

NÃO POSSO SER AGRADÁVEL

Não vou fazer uma leitura errada inversa só para ser agradável ao governador.

FICOU PATENTE

O que também ficou muito patente na pesquisa da RECORD é que os entrevistados não estão com saudade do PT no poder. O que é uma preocupação para a eleição do próximo ano. Isso fica claro que, com todos os tombos iniciais ainda preferem o Gladson Cameli ao petismo.

PESQUISA É MOMENTO

Pesquisa retrata apenas um momento, é como as nuvens que mudam, vale para o momento.

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