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Confraternização marca conquistas de servidores do Poder Judiciário do Acre

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O Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário do Acre (SINSPJAC) fechou o ano sob nova direção. O servidor e sindicalista Isaac Ronaltti foi aclamado novo presidente durante Assembleia Geral. A diretoria terá gestão no quadriênio 2019-2022. Ronaltti assume no lugar de Rangel Araújo.

Para o ex-presidente muitas conquistas marcaram seu trabalho à frente do sindicato, “mas a reposição de perdas salariais se destaca” frisou. Ainda de acordo Rangel, outra ação que mudou a cara da instituição foi o investimento na primeira etapa de construção da nova sede.

“Investimos mais de R$ 400 mil nessa etapa. Hoje o servidor se sente mais valorizado e com melhor qualidade de vida. Sabemos que os desafios ainda são grandes, estamos muito agradecidos com o apoio dado por toda categoria”, concluiu Rangel.

A instalação de uma Cooperativa de Crédito para o servidor está entre as metas da próxima gestão encabeçada por Ronaltti, assim como a reposição das perdas salariais inflacionárias, hoje na casa dos 16,32%.

“Temos metas ousadas para o interior, como a integralização do Sistema de Convênios GCARD e as entregas das sedes campestres”, acrescentou o presidente.

Ainda para os próximos quatro anos, o Sindicato quer levar a diante a negociação de todas as verbas a pagar que estiverem no âmbito administrativo do TJ/AC realizada em regime de mutirão.

A conclusão das obras da sede campestre de Rio Branco está nos planos estratégicos da próxima diretoria. Para brindar o ano de conquistas, sindicalistas e servidores se confraternizaram no Afa Jardim no último final de semana, ao som dos MUGS II e com sorteios de vários prêmios.

“A cada ano ampliamos a participação do servidor na confraternização. Isso é resultado de um trabalho sério. O Rangel deixa esse legado de ética e compromisso. Nossa missão é dar sequência nesse trabalho com foco na melhoria da qualidade de vida de nossos servidores” disse Ronaltti.

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Cidades

Mototaxistas dizem que uso de mototaxímetro favorece Uber

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Mototaxistas presentes na Câmara Municipal afirmam que a corrida registrada pelo mototaxímetro sai muito mais caro do que as corridas do Uber.

Atualmente estão cadastrados 642 mototaxistas e tem mais de dez mil carros rodando pelo Uber. Cerca de 50% das motos já tem o equipamento, mas é inviável economicamente instalar mais.

Segundo o Sindicato, não há como concorrer com o Uber. A lei obriga que até outubro desse ano todas as motocicletas do serviço devem completar a instalação do mototaxímetro.

Eles responsabilizam também o monopólio da fabricação do aparelho. Ameaçam, inclusive, paralisar o trânsito da cidade todos os dias se o impasse com o RBTRANS não for resolvida. Lembram que em Porto Velho (RO) a instalação dos mototaxímetro foi cancelada. “Muitos pais de família não conseguem mais sobreviver do serviço de mototáxi”.

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Cidades

Obra da prefeitura piora ainda mais situação da Rua do Passeio, no Taquari

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Uma obra emergencial de recuperação da Rua do Passeio, no bairro Taquari, em Rio Branco, deixou a situação da via ainda mais complicada. Imagens registradas pela moradora Rikelly Araújo mostram que os buracos e a lama se espalharam e continuam prejudicando os pedestres e motoristas que passam por ali.

Há duas semanas, uma equipe do ac24horas esteve no local e mostrou a dificuldade de motoristas em passar no trecho da segunda maior rua da comunidade. Por lá, passam também os alunos da Escola Elias Mansour, que fica a menos de 100 metros da cratera.

Segundo Rikelly, uma equipe da Emurb foi até o local no mesmo dia em que o problema foi noticiado pelo ac24horas, mas com o serviço mal feito, o problema só aumentou. “Agora eu estou quase impossibilitada de entrar na minha casa. Vi crianças indo pra aula com o tênis metade limpo, e metade com lama”, relata a moradora.

Em um dos vídeos enviados, outra moradora entra na lama para mostrar a profundidade do buraco. A lama chega à “canela” da mulher. No vídeo, a narração: “Aqui é a saída onde eu estava trabalhando, carregando barro, doente, e eles vieram aqui e desfizeram tudo que eu tinha feito. Só fizeram uma imundice”, reclama a mulher.

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