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MPF no Acre quer ouvir a sociedade acreana sobre demandas e formas de atuação

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O Ministério Público Federal no Acre (MPF/AC) quer ouvir a sociedade sobre demandas ou formas de atuar que possam colaborar com a prestação dos serviços públicos afetos ao órgão. Para isso, cidadãos, representantes da sociedade civil, de entidades públicas e privadas e de organizações não-governamentais poderão se manifestar, até o dia 20 de janeiro de 2019, sobre temas importantes nos quais o MPF deve atuar.

Através do preenchimento do formulário disponível na página do MPF/AC na internet, o cidadão é chamado a contribuir com sugestões e/ou críticas relacionadas à estrutura física, acessibilidade, atendimento ao cidadão (presencial ou eletrônico), atuação institucional, transparência e proximidade com os cidadãos, dentre outros assuntos.

A consulta pública é o momento ideal para o cidadão apontar mudanças, sugerir ações e destacar medidas que considere relevantes para a melhoria da atuação dos membros e da própria instituição. As sugestões serão analisadas por servidores e procuradores da República para verificar a possibilidade de implementação.

Quem não tem acesso à internet também pode se manifestar comparecendo pessoalmente ao órgão. O atendimento ocorrerá até o dia 19 de dezembro de 2018 e, em 2019, após o dia 6 de janeiro, no horário de 09h às 17h. Em Rio Branco a sede do órgão fica na Alameda Ministro Miguel Ferrante, 340, no Portal da Amazônia (3214-1400). Em Cruzeiro do Sul a unidade do MPF está situada na Cidade da Justiça no bairro Boca da Alemanha.

Para o MPF, consultar a sociedade é uma das formas que a Instituição tem para pautar sua atuação, de acordo com as demandas da sociedade.

Entre as áreas de atuação do MPF estão: a cidadania, o acompanhamento de políticas públicas, o cumprimento das leis, o combate à corrupção e ao crime organizado, os direitos do consumidor e a defesa da ordem econômica, a proteção ao meio ambiente, a defesa dos patrimônios cultural, público e social, e a garantia dos direitos das populações indígenas, de comunidades tradicionais e de outras minorias.

Clique aqui para participar da consulta.

Assessoria de Comunicação
Ministério Público Federal no Acre

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Cotidiano

Fuga em massa: ao menos 12 detentos fogem do presídio Manoel Neri

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Pelo menos 12 detentos fugiram do presídio Manoel Neri, em Cruzeiro do Sul, na manhã desta quarta-feira (20). Segundo a direção da Unidade Penitenciária, os presidiários fizeram uma espécie de buraco na parede do bloco 8, enquanto havia troca de plantão dos agentes penitenciários, por volta das 7 horas de hoje.

Logo após perceberem a fuga, os agente penitenciários, juntamente com os policiais militares, iniciaram as buscas pelos fugitivos. No momento, a direção do presídio está fazendo uma vistoria para contabilizar o número exato de presos que conseguiu escapar na fuga em massa.

A contagem ainda está sendo feita pelo Instituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen-AC). Além disso, forças da Segurança Pública do estado realizam blitz na tentativa de capturar os fugitivos.

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Cotidiano

Endividamento entre jovens: 12 milhões de brasileiros, entre 25 e 29 anos, estão inadimplentes

Dados são da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito

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Nada menos que 12 milhões de jovens brasileiros estão endividados. Os dados são da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e apontam que 46% dos brasileiros, com idade entre 25 e 29 anos, estão inadimplentes. Entre os que têm idade entre 18 e 24 anos, a proporção é de 19% – somados, eles representam cerca de 12,5 milhões de pessoas.

O endividamento nesta fase inicial da vida – em geral, eles ainda moram com os pais e não têm despesas fixas com moradia – é preocupante. Laís Alves, tem 22 anos, trabalha e está no 8ª semestre do curso de Psicologia e também enfrenta o ciclo do endividamento. No caso de Laís, o endividamento foi causado pelo custo mensal da faculdade.

“Eu não tenho bolsa de estudo. Além disso, recebo apenas um salário mínimo e preciso arcar sozinha com os gastos que envolvem a minha graduação”, conta. Entretanto, mesmo cheia de despesas, a estudante tenta organizar a vida financeira. “Anoto todas as dívidas em uma agenda e vou vendo quais são as prioridades na hora de efetuar o pagamento. Também tento não fazer mais gastos mas, às vezes, é inevitável por conta dos imprevistos”, justifica.

Mesmo que com menor pressão financeira, o endividamento entre jovens acontece porque muitos não questionam o custo do crédito e são influenciados por propagandas e pela mídia. Geralmente, são jovens mal informados mas que estão sempre dispostos a pagar, sem contudo, terem dimensão das consequências da inadimplência. Para a coach empresarial especializada em finanças, Zaira Vasconcelos, os principais motivos para o endividamento entre os jovens são: crescimento do desemprego, redução da renda per capita e a falta de planejamento.

“Os jovens não querem se privar de ter uma roupa de marca ou ir para um determinado lugar. Nessa idade, existe a necessidade de inclusão, que faz com que eles extrapolem. Entretanto, na maioria das vezes, agir de forma impulsiva não parte da sua vontade consciente, é a forma que seu cérebro funciona. Imagine que um jovem nunca desenvolveu o hábito de poupar. Por mais que ele saiba que precisa, não fará isso. Porque por mais que ele tenha conhecimento racional, age emocionalmente”, explicou Zaira.

O perfil dos jovens endividados é bem característico, de acordo com a coach. Geralmente, eles estão ingressando no mercado de trabalho. “Nesse momento, a sedução do mercado financeiro é muito grande. E ainda existe o pensamento: Se eu posso comprar parcelado agora, por que juntar dinheiro para comprar daqui a um mês?”. Segundo Zaira, para mudar essa realidade, é necessário investir em educação financeira nas escolas desde o primeiro ano do ensino fundamental. “É necessário que exista também a parceria família e escola”, conclui a especialista.

 

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

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