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OPERAÇÃO SANTINHOS: Pastor Manuel Marcos e Doutora Juliana são alvos de operação da PF

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A Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça-feira, dia 11, em Rio Branco, uma mega operação para apurar o desvio de recursos do Fundo Eleitoral utilizado em financiamento de campanhas esse ano. Na lista dos presos estão o vereador Manuel Marcos e a deputada estadual Dr. Juliana Rodrigues, ambos do PRB.

Manuel Marcus, pastor da Igreja Universal e atual presidente da Câmara Municipal de Rio Branco, foi eleito deputado federal com pouco mais de 7 mil votos. Juliana Rodrigues, que já é deputada estadual, foi reeleita para o cargo no Parlamento Acreano. Os dois receberam cedo a visita dos agentes da PF.

Segundo apurou ac24horas, um total de 17 mandados de busca e apreensão são cumpridos desde as primeiras horas do dia. Além dos dois deputados eleitos, os mais de 100 policiais cumprem mandados judiciais na Câmara Municipal, Assembleia Legislativa, e em outros órgãos públicos. Gabinetes de políticos também são alvo.

Ainda segundo a Polícia Federal, os agentes executam um total de oito mandados de prisão. Os nomes dos alvos, contudo, ainda não foram divulgados oficialmente pela instituição devido ao sigilo do processo de investigação.

As sedes do Procon, PRB e Assembleia Legislativa do Acre e uma gráfica da capital também foram alvos de busca e apreensão.

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Liga junina alega cancelamento de apresentação após saída do governador da Gameleira

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O que era para ter encerrado com festa e diversão na comemoração governamental pelos 57 anos de emancipação do Estado do Acre, nesse sábado, 15, acabou em decepção para mais de 200 integrantes de ligas de quadrilhas juninas de Rio Branco. Isso porque a apresentação do movimento, que estava marcada para ocorrer após discurso do governador Gladson Cameli, a partir das 17h30, foi cancelada em cima da hora, depois que os brincantes já estavam trajados e maquiados no local para dançar.

Segundo o diretor do grupo Matutos da Roça, Jimy da Silva Lima, o fato foi lamentável. Ocorre que os integrantes já estavam preparados para dançar, assim que acabou o discurso do governador, porém, quando a equipe de governo foi embora, a apresentação foi encerrada. Nenhum grupo de quadrilha se apresentou, segundo Jimy. “O ônibus foi buscar a gente e estávamos lá, só que, infelizmente, aconteceu um fato lamentável. O som parou e eles disseram que o fio queimou, mas nunca vi num evento desse um fio queimar”.

Depois de serem sido informados de que um suposto fio havia queimado, os integrantes da Matutos da Roça e da Amor Junino, simplesmente foram obrigados a se retirar da arena de dança. “Disseram que a gente não iria mais dançar”, diz o diretor da liga.

A indignação maior para os dançantes é que o cerimonial do governo não teve a mínima preocupação com os gastos que os integrantes tiveram que investir para estar ali. “Desde as 8 da manhã a gente estava se preparando, era cabelo, maquiagem, figurino, treinos. O trabalho que tivemos durante o dia todo foi em vão. Gastamos com muita coisa e foi prejudicial”, lamenta Jimy.

Situação constrangedora

De acordo com o coordenador da Malucos da Roça, foi realizada toda uma propaganda em todo da apresentação dos grupos juninos, em todos os veículos de comunicação do governo. “Enquanto o governador estava presente, estava tudo normal. Mas depois que ele saiu, desligaram o som no meio da apresentação e pediram pra quadrilha se retirar dizendo já tinha acabado o evento. Foi constrangedor”, diz Danilo dos Santos Guimarães.

A programação divulgada pelo governo acabaria às 22 horas. As duas quadrilhas que iriam se apresentar, não dançaram. Populares e famílias que saíram de casa para prestigiar as apresentações não puderam ver as danças. “Desmontaram o som e simplesmente quiseram levar a gente de volta”, completou Danilo.

As equipes tinham outra programação marcada para depois da, até então, prevista apresentação na Praça da Gameleira, a ser realizada no shopping. Lá, eles relataram o ocorrido para o público, que se compadeceu do fato e enalteceu os grupos prejudicados.

O outro lado

O ac24horas buscou um posicionamento da equipe do governo com relação ao caso. O cerimonial do evento, dirigido por Izabel Barros, afirmou à secretaria de comunicação do Estado que a denúncia não procede e que o que fora relatado pela liga de quadrilha junina não aconteceu.

“O cerimonial passou que essa informação não procede. O que foi definido e que estava, inclusive, no convite do governo, era que a programação seria até às 22 horas e o som estava lá ligado até às 22 horas para todas as quadrilhas que quisessem se apresentar”, informou o cerimonial do governo.

Quanto à afirmação de que a denúncia não procede, o diretor da quadrilha matutos da Roça rebateu a cerimonialista: “é a defesa dela, nós do movimento junino não estamos inventando isso e todos que estavam lá viram. Eles (governo) têm que se defender mesmo, porque foram irresponsáveis”, concluiu Jimy.

 

 

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Destaque 2

Manifestantes tomam centro de Rio Branco e presidente da CUT afirma que manifestação poderia ser maior

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Centenas de manifestantes participam neste momento dos atos da greve geral contra a Reforma da Previdência e contra os cortes nos repasses da educação pública.

Apesar da intensa movimentação, Rosana Nascimento, presidente da Central Única dos Trabalhadores do Acre (CUT), disse que a paralisação poderia ter sido ainda maior. “Quase 100% das escolas ficaram com medo de parar hoje, para não ter que pagar o dia letivo. O que é uma grande perda. As pessoas não têm que ter medo de pagar um dia letivo, têm que ter medo é de perder a aposentadoria integral e a escola pública.

As agências bancárias em sua grande maioria ficaram com atendimento comprometido por conta da greve geral. Segundo Eldo Rafael, presidente do Sindicato dos Bancários do Acre, cerca de 10 agências nem abriram suas portas.

“Nós conseguimos impactar com o ato em todas as agências. Pelo menos em 10, nós conseguimos fechar as portas. Às 10 horas, o movimento se encerra e os servidores abrem as agências até uma da tarde. A única que vai permanecer fechada é a do Bradesco do Centro por causa de casos de assédio moral, nós estamos prorrogando o fechamento até o fim do dia”, afirmou.

Quem se juntou a multidão foi a deputada federal Perpétua Almeida (PCdoB). Em discurso, a parlamentar comunista defendeu a garantia dos direitos trabalhistas. “Estamos dizendo aqui nenhum direito à menos. Bolsonaro quer privatizar tudo. O desejo agora é privatizar a água, para que a gente pague tão caro como pagamos a energia. A Reforma da Previdência tira dinheiro da previdência pública e isso não podemos aceitar”, destacou Perpétua.

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