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Videomaker do ac24horas mostra o cotidiano dos lavadores de carros do Acre

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Os lavadores de carros estão desprotegidos, envolvidos num mundo sem lei, e de fato, é do que mais reclamam. Nego Léo, é o firme representante de uma classe desunida que sabe do que está falando. Se considera um dos primeiros a trabalhar lavando carro de forma profissional. Segundo ele, assumiu a profissão quando precisava descer as barrancas do rio acre, de onde pegava água numa lata para assim poder lavar os carros que estacionavam no bairro da base.

Sem representante, associação ou sindicato, Nego Léo desconhece direitos e obrigações que regem sua categoria. Mas, mesmo com tantas razões para reclamar, ele prefere sorrir e comemorar os dias felizes que consegue ganhar oitenta reais. “Chego a tirar R$ 1.700,00″, comemora.

Não é qualquer um que consegue compreender e juntar fragmentos da historia desses profissionais. O primeiro posto de lavagem que se tem conhecimento foi implantado em Rio Branco na década de 70. Seu Didi, que morreu aos 72 anos poderia dar a certeza. Sem ele, a história pode ser contada por suas filhas e filhos, que com muito boa vontade ajudaram a montar o quebra-cabeça de como fizeram para construir o primeiro posto de lavagem do Acre.

Gorete Souza, hoje aposentada, fecha os olhos demonstrando esforço para lembrar detalhes da época farta e prazerosa de quando os pais tiveram a ideia. Balançando os pés e coçando as mãos, ela diz que o pai promovia competição entre os filhos para ver quem lavava mais carros em menos tempo, usando isso como forma de estímulo para aumentar os rendimentos. “Época feliz que tenho prazer de ter vivido com meus outros irmão e mamãe”, conta ela.

Do ponto tradicional de lavagem do bairro 15, dos apelidos comuns entre os trabalhadores, das tristezas das incertezas da chegada dos clientes e os seis lavadores do posto aberto 24 horas, ao ver o vídeo você sentir que precisa olhar com mais carinho para os lavadores de carros .Assista a reportagem especial de Kennedy Santos na integra:

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Cidades

Sindicato se reúne com vereadores para discutir preços de mototaxímetro

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Portaria 393 do Imetro regulamentou a obrigatoriedade dos equipamentos. O RBTRANS obriga a instalação do mototaxímetro para licenciar o serviço de mototáxi.

A reclamação é de que o preço é incompatível com a realização. Custa R$ 950 reais. Por outro lado, o MP não aceita corridas com preços abusivos sendo cobrados a população. Segundo a promotora Alessandra Garcia Marques, o Rbtrans está agindo dentro da lei ao exigir o equipamento.

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Cidades

Obra da prefeitura piora ainda mais situação da Rua do Passeio, no Taquari

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Uma obra emergencial de recuperação da Rua do Passeio, no bairro Taquari, em Rio Branco, deixou a situação da via ainda mais complicada. Imagens registradas pela moradora Rikelly Araújo mostram que os buracos e a lama se espalharam e continuam prejudicando os pedestres e motoristas que passam por ali.

Há duas semanas, uma equipe do ac24horas esteve no local e mostrou a dificuldade de motoristas em passar no trecho da segunda maior rua da comunidade. Por lá, passam também os alunos da Escola Elias Mansour, que fica a menos de 100 metros da cratera.

Segundo Rikelly, uma equipe da Emurb foi até o local no mesmo dia em que o problema foi noticiado pelo ac24horas, mas com o serviço mal feito, o problema só aumentou. “Agora eu estou quase impossibilitada de entrar na minha casa. Vi crianças indo pra aula com o tênis metade limpo, e metade com lama”, relata a moradora.

Em um dos vídeos enviados, outra moradora entra na lama para mostrar a profundidade do buraco. A lama chega à “canela” da mulher. No vídeo, a narração: “Aqui é a saída onde eu estava trabalhando, carregando barro, doente, e eles vieram aqui e desfizeram tudo que eu tinha feito. Só fizeram uma imundice”, reclama a mulher.

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