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Videomaker do ac24horas mostra o cotidiano dos lavadores de carros do Acre

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Os lavadores de carros estão desprotegidos, envolvidos num mundo sem lei, e de fato, é do que mais reclamam. Nego Léo, é o firme representante de uma classe desunida que sabe do que está falando. Se considera um dos primeiros a trabalhar lavando carro de forma profissional. Segundo ele, assumiu a profissão quando precisava descer as barrancas do rio acre, de onde pegava água numa lata para assim poder lavar os carros que estacionavam no bairro da base.

Sem representante, associação ou sindicato, Nego Léo desconhece direitos e obrigações que regem sua categoria. Mas, mesmo com tantas razões para reclamar, ele prefere sorrir e comemorar os dias felizes que consegue ganhar oitenta reais. “Chego a tirar R$ 1.700,00″, comemora.

Não é qualquer um que consegue compreender e juntar fragmentos da historia desses profissionais. O primeiro posto de lavagem que se tem conhecimento foi implantado em Rio Branco na década de 70. Seu Didi, que morreu aos 72 anos poderia dar a certeza. Sem ele, a história pode ser contada por suas filhas e filhos, que com muito boa vontade ajudaram a montar o quebra-cabeça de como fizeram para construir o primeiro posto de lavagem do Acre.

Gorete Souza, hoje aposentada, fecha os olhos demonstrando esforço para lembrar detalhes da época farta e prazerosa de quando os pais tiveram a ideia. Balançando os pés e coçando as mãos, ela diz que o pai promovia competição entre os filhos para ver quem lavava mais carros em menos tempo, usando isso como forma de estímulo para aumentar os rendimentos. “Época feliz que tenho prazer de ter vivido com meus outros irmão e mamãe”, conta ela.

Do ponto tradicional de lavagem do bairro 15, dos apelidos comuns entre os trabalhadores, das tristezas das incertezas da chegada dos clientes e os seis lavadores do posto aberto 24 horas, ao ver o vídeo você sentir que precisa olhar com mais carinho para os lavadores de carros .Assista a reportagem especial de Kennedy Santos na integra:

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Destaque 6

Acre perdeu 711 postos de trabalho, revela Caged

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O número de desempregados aumentou no Acre em dezembro do ano passado. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, e atestam a contratação de 1.362 pessoas e a demissão de outros 2.073 trabalhadores.

Em novembro, o estado acreano já tinha pedido cerca de 350 postos ocupados. Agora, a baixa no número de trabalhadores empregos continua aumentando. Mais que dobrou o quantitativo em 30 dias. Números que assustam o comércio e o poder público, afinal, menos dinheiro circula na praça.

Rio Branco é a cidade que mais perdeu postos, sendo 510 vagas. Na sequência, Feijó e Sena Madureira tiveram baixas de quatro postos, e Cruzeiro do Sul, a segunda maior cidade, apresentou saldo positivo de seis vagas.

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Destaque 3

Ao lado de general, Gladson anuncia envio de armamento para as polícias do Acre

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Ainda cumprindo agenda na capital federal, o governador Gladson Cameli anunciou, por meio de suas redes sociais, o envio de armamentos pelo governo federal para reforçar a atuação das forças policiais do estado. O anúncio foi feito por Gladson ao lado do secretário Nacional de Segurança Pública, general Guilherme Theophilo.

O Acre receberá 50 fuzis 762, 100.000 munições, cinco novas viaturas, 400 coletes balísticos, 80 pistolas e mais 50 rádios. A crise na segurança pública é um dos principais desafios da nova gestão, sobretudo nas ações de combate às facções criminosas. Dados oficiais colocam o Acre como o segundo estado mais violento do país.

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Destaque 3

ISE do Acre vai capacitar jovens em conflitos com a lei com cursos profissionalizantes

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Foto: Ângela Peres/Secom

Lília Camargo/Secom

O Instituto Socioeducativo do Estado do Acre (ISE) vai reforçar parcerias com outras instituições do estado para promover a prática da ressocialização de menores em conflito com a lei, a chamada ressocialização continuada. Em Rio Branco e no interior do Estado, eles já desenvolvem trabalhos de
pintura, de pequenos consertos e até de roçagem.

“A prática conta como ponto positivo na ficha dos voluntários, que passam por uma avaliação criteriosa”, explica Rogério Silva, diretor-presidente do Instituto Socioeducativo.

“Nós estamos planejando capacitar mais de 100 jovens em conflito com a lei, já no primeiro trimestre deste ano, com esses cursos profissionalizantes. E junto às parcerias com instituições públicas, devemos trabalhar essa ressocialização”, afirmou o diretor-presidente.

Além dos cursos, a nova gestão também já trabalha com atividades cívicas dentro das unidades. Agentes socioeducadores, com policiais militares, promovem atividades direcionadas a incentivar a formação ética e moral dos envolvidos, com momentos de reflexão que despertem o patriotismo e o respeito ao próximo.

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