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Prêmio em homenagem a Jorge Said será lançado nesta sexta-feira

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A prefeita Socorro Neri lança neste dia 7 de dezembro, o Prêmio Jorge Said de Comunicação. A iniciativa vai premiar a abordagem na área de comunicação nas questões pertinentes ao tema das políticas públicas indutoras ao processo de desenvolvimento social, socioambiental, socioeconômico e sustentável do Município de Rio Branco.

Poderão concorrer os trabalhos veiculados no período de 1º de janeiro de 2019 a 30 de outubro de 2019. As inscrições poderão ser feitas na sede da Prefeitura, no Departamento de Comunicação.

Os trabalhos de participantes de outras cidades acreanas ou outros estados deverão ser postados nos Correios com data de envio até o último dia de inscrição, com confirmação via e-mail.

Serão premiados trabalhos nas categorias Jornalismo Impresso, Telejornalismo, Radiojornalismo. Webjornalismo, Fotojornalismo, Universitário (Estudante de Jornalismo) e Charge.

Cada participante poderá concorrer em apenas uma categoria, com até 03(três) trabalhos, que não deverão ter sido premiados em concurso anteriores.

Com lançamento marcado para a semana em que Rio Branco comemora 136 anos, o prêmio Jorge Said de Comunicação objetiva incentivar a produção de material jornalísticos que tragam como tema central políticas públicas no âmbito do Município.

O nome do prêmio é uma homenagem ao Jornalista cruzeirense, Jorge Said. Natural de Cruzeiro do Sul, Jorge Said começou a trabalhar na imprensa em sua cidade de onde depois mudou para Rio Branco, onde comandou programas de entrevistas na TV Gazeta, TV Rio Branco e Rede Vida. Jornalista e apresentador, Said faleceu em 2015, deixando de luto a imprensa acreana, da qual era um integrante querido e respeitado.

O lançamento do Prêmio Jorge Said de Comunicação acontece no Restaurante O Paço, cedido como cortesia para o evento.

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Acre

Governo do Acre ainda não cogita aumentar alíquotas extras

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O governo de Gladson Cameli (Progressistas) não trabalha com a hipótese de cobrar uma alíquota extra de até 8 pontos percentuais dos servidores públicos para cobrir o rombo mensal do Instituto Acreprevidência, que acumula déficit mensal de quase R$ 50 milhões. A informação foi descartada pelo Estado após o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), que se reuniu por duas horas e meia com o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmar que a proposta de reforma da Previdência que será apresentada ao Congresso Nacional nesta quarta-feira (20) terá uma autorização para os estados cobrarem uma alíquota extra.

“Até o momento essa possibilidade não foi levantada. A situação de Goiás é ainda pior que a nossa em relação a previdência. Esse assunto não foi discutido no âmbito do governo do Acre. Nem mesmo como possibilidade”, informou a Assessoria de Gladson Cameli.

Pela proposta, a Constituição incluiria uma autorização para que os governadores enviem às assembleias legislativas um projeto para criar uma alíquota extraordinária e temporária para reduzir o déficit da previdência dos servidores públicos locais. O prazo e o valor da alíquota adicional seriam definidos conforme a necessidade de cada estado.

A maioria dos estados cobra 11% do salário bruto dos servidores públicos locais para financiarem as aposentadorias e pensões. Nos últimos anos, diversos estados elevaram a alíquota para 14%, inclusive o Acre. No caso de Goiás, a contribuição está em 14,25%. Mesmo assim, segundo Caiado, faltam R$ 200 milhões por mês para pagar os benefícios para os inativos locais, diferença coberta pelo Orçamento do estado.

Caiado confirmou que os governadores se reunirão com a equipe econômica na quarta-feira (20) para receber detalhes da proposta de reforma da Previdência. Ele defendeu a aprovação da proposta o mais rápido possível e cobrou o engajamento dos governadores. “Hoje estamos com folha atrasada do governador anterior, com projeção para 2019 de R$ 6,6 bi de déficit e não temos condições de aplicar o mínimo em saúde, educação, segurança pública e muito menos em programas sociais. Não dá mais para ficar enganando, adiando, enxugando gelo em todo minuto”, destacou.

Caiado disse que Guedes não incluirá, na proposta de reforma da Previdência, o uso de ativos de estatais locais para formar um fundo que arcaria com os passivos (dívidas e obrigações) das previdências estaduais. “Eu concordo com essa exclusão. Afinal de contas, a previdência [de um estado] atende de 3% a 4% da população [local], enquanto uma estatal é propriedade de toda a população de um estado”, declarou o governador.

Segundo Caiado, o texto a ser enviado prevê que as mudanças para a Previdência valerão automaticamente para estados e municípios, diferentemente da proposta do governo anterior, que dava carência de alguns meses para que os estados aprovassem regras para a previdência dos servidores locais e que as mudanças só seriam adotadas se nada fosse feito.

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