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Prefeita Socorro Neri inaugura iluminação natalina na Capital

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Famílias inteiras, alunos de escolas, funcionários que saiam do expediente foram para a Praça da Revolução no início da noite desta quinta-feira,6, acompanhar o acender das luzes de natal. O encantamento das luzes natalinas contagiou à todos. As 18 horas a prefeita Socorro Neri, acompanhada da família e das suas netas, deu início à programação natalina, que contou ainda com o coral da Assembleia Legislativa, apresentação da equipe do Centro de Multimeios da secretaria Municipal de Educação e com o Papai Noel, que foi a grande atração para a meninada.

A prefeita disse que o objetivo é garantir que as famílias, as crianças tenham espaço de entretenimento adequado para esta época “e que as luzes de natal acesas agora simbolizam o acender da paz, da fraternidade, amizade, amor e solidariedade. Que dezembro e o restante do ano sejam iluminados para os rio-branquenses”, desejou Socorro Neri, que ganhou presentes de estudantes.

Os alunos da Escola Luís de Carvalho Fontenelle, dona da melhor nota do IDEB em Rio Branco, foram para a Praça da Revolução acompanhados de professoras. Kleber de Souza, disse ter gostado de ir ao local com os colegas de sala de aula. “Nem parece a Praça que a gente vê no dia a dia. Está especial”.

Suzi Oliveira, fez questão de levar os 5 filhos para ver de perto, a iluminação, o presépio e o Papai Noel. “Eles passaram o dia pedindo para vir. Isso aqui já é um presente para eles e a gente fica revigorada com tanta beleza”, explica a dona de casa, que espera mais um filho.

A decoração natalina é composta por cortinas, mangueiras, cordões de lead e figuras metálicas. No total são 600 pontos em copas de árvores, fontes de água, árvores metálicas, num total de 30.000 w de potência.

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Programação Cultural

E por meio da Fundação Garibaldi Brasil, a prefeitura garante também várias atrações artísticas nos finais de semana a partir deste domingo, 9 até o último domingo antes do natal, dia 23. Haverá apresentações de teatro, música e dança. As apresentações vão começar sempre a partir das 19 horas. A banda de música da Polícia Militar, o Forró do Senadinho, e o carimbo da artista Camila Cabeça estão entre as atrações.

No domingo, 9, o Grupo Barulho do Acre apresenta peça Uma história de amor.

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PSD recebe filiados e amigos em almoço na chácara “Boi Cagão”

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Caravanas do interior, políticos, simpatizantes e familiares do senador reeleito Petecão, participaram da festa de confraternização do PSD, ocorrida ontem (15) na chácara Boi Cagão, em Rio Branco.

Anfitrião do evento, o senador teve que se desdobrar para dar atenção aos muitos convidados que prestigiaram o momento.

Na ocasião, Petecão foi homenageado pela direção do PSD e também rendeu homenagens.

Ele entregou uma placa ao publicitário Wagner, dono da produtora que conduziu a mídia de sua vitoriosa campanha.

Dezenas de prêmios foram sorteados e a animação ficou por conta da Banda Trio Furacão.

A deputada estadual mais votada, Meire Serafim e seu esposo, Mazinho Serafim, prefeito de Sena Madureira, foram alguns dos muitos políticos que fizeram questão de cumprimentar o grupo do senador.

Em seu discurso, Petecão voltou a agradecer a massacrante votação que recebeu (244 mil votos) e disse que vai redobrar o trabalho em favor do Acre neste segundo mandato.

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No Acre, 143 candidatos não prestaram contas com o TRE

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Sete dias após o prazo final, cerca de 143 candidatos a deputado federal e estadual não prestaram contas da campanha nas Eleições 2018 com Tribunal de Regional Eleitoral do Acre (TRE-AC).

A lista com os nomes foi divulgada nesta quarta-feira (12). A entrega das contas deveria ter sido feita até o último 6 deste mês.

A lista completa com os nomes dos candidatos e respectivos partidos pode ser acessada no site do TRE-AC.

Sem a prestação, o candidato não recebe a certidão de quitação eleitoral por quatro anos, caso a conta seja julgada não prestada. Com isso, o candidato não pode concorrer nas próximas duas eleições.

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Indigenistas temem impacto sobre índios isolados do Acre

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Os indigenistas da Funai (Fundação Nacional do Índio) de um dos setores mais sensíveis do órgão, o responsável pelo tema dos índios isolados e de recente contato na Amazônia Legal, pediram em carta pública nesta quinta-feira (13) a permanência da fundação na estrutura administrativa do Ministério da Justiça. Eles chamaram a atenção sobre “garantir a vida” desses grupos indígenas.

Segundo a equipe de transição do governo Bolsonaro, a Funai deverá ser deslocada, depois de mais de 30 anos sob o guarda-chuva do MJ, para o recém-criado Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, a ser chefiado pela pastora evangélica Damares Alves. Na semana passada, ela declarou intenção de rever “política do isolamento” de indígenas, concordando com frases anteriores de Bolsonaro. “Já dá para a gente rever se isso é o melhor para o índio, a política do isolamento”, disse Damares.

A carta aberta dos indigenistas foi subscrita pelos coordenadores das onze frentes etnoambientais da Funai e pelos coordenadores da CGIIRC (Coordenação-Geral de Índios Isolados e de Recente Contato) em Brasília.

Essas frentes são postos avançados da Funai em diferentes pontos da Amazônia Legal, nos quais os servidores passam semanas e meses a fio. Localizadas nos estados de Amazonas, Mato Grosso, Rondônia, Acre, Roraima e Pará, são denominadas de Awá, Cuminapanema, Médio Xingu, Waimiri-Atroari, Yanomami, Madeira-Purus, Javari, Envira, Uru-Eu-Wau-Wau, Guaporé e Madeira.

Os indigenistas explicam na carta que a política de proteção dos povos indígenas isolados e de recente contato é executada pelas frentes “com princípios emanados de nossa Constituição de 1988”. “Essa política foi construída tendo por base as trágicas experiências de genocídio anteriores, passando a atuar por meio da proteção territorial e da política de não-contato”, diz a carta. Antes e durante a ditadura militar (1964-1985), grupos indígenas até então isolados sofreram grandes taxas de mortalidade a partir de contatos realizados pelo governo federal.

“A defesa do território é fundamental para a garantia da vida desses povos. As Frentes de Proteção Etnoambiental atuam de forma permanente na vigilância e fiscalização desses territórios. Tais ações já provaram desde há muito sua importância para a nação brasileira, na garantia da vida dos povos isolados, na proteção dos recursos naturais e na presença constante em áreas remotas de nosso território. A exploração ilegal destes territórios, sua destruição e a morte desses povos, podem causar enormes prejuízos à nação – desde sanções econômicas internacionais ao prejuízo à nossa imagem frente ao mundo”, diz o grupo de indigenistas, na carta.

Os servidores da Funai advertem que a atividade de proteção aos índios “não pode ser relegada a segundo plano ou a terceiros, nacionais ou estrangeiros”.

“Por conta da atuação da Funai, a política pública brasileira de proteção de povos isolados e de recente contato é hoje reconhecida como uma política pública de referência por outros países onde também há a presença destas populações. A efetividade dessa política faz com que o Brasil continue sendo o país com o maior conjunto conhecido de povos e grupos indígenas isolados no mundo. Diante dessa relevante responsabilidade, defendemos que o Ministério da Justiça é a instância mais apropriada para o comprimento da missão institucional da Funai, sem o desmembramento de suas atribuições, e para garantia da vida dos povos indígenas isolados e de recente contato”, diz a carta assinada pelos indigenistas.

*Com informações da Folha de São Paulo

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