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“O setor agrícola do Acre não precisa de dinheiro, precisa de gente”, diz secretario da agricultura de Gladson

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“Não preciso de dinheiro para apresentar resultados na área da produção. A agricultura do Acre precisa de gente…”. Assim pensa o pesquisador Paulo Guilherme Salvador Wadt, servidor de carreira da Embrapa, indicado como novo secretário de Agricultura do governo de Gladson Cameli [Progressistas], que assume em primeiro de janeiro de 2019. Firme nas suas convicções de que a terra do Acre é de boa qualidade e que se plantando tudo dá, Wadt já mandou um recado ao governador: “governador, o senhor me desculpa, mas quando quiser me achar não me procure no gabinete, porque o patrão deve estar no chão da fábrica”, se referindo que a presença dele será no campo. Wadt passou no Bar do Vaz nesta quinta feira e falou muito sobre o setor que quer abraçar, o agronegócio, e mudar a realidade da economia acreana. Veja a entrevista.

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Bar do Vaz

Cesário: “foi o povo quem rejeitou o PT”

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A avaliação é sincera e ao contrário de outras, não vem carregada de ódio. Para o presidente do Partido dos Trabalhadores no Acre, Cesário Braga, é hora de reconhecer que o selo de validade do PT venceu, e que o mesmo povo que tantas vezes elegeu suas lideranças, foi o mesmo que se negou a dar continuidade ao projeto político que durante 20 anos comandou no Acre. Em sua opinião, o partido apresentou o melhor que tinha para o eleitor nestas eleições, “mas se esqueceu de descer a base para dialogar e ouvir o que o eleitor tinha a dizer”. Para o dirigente é hora de todos [do partido] falar a mesma língua, ceder e se reconstruir. Assista a entrevista de Cesário no Bar do Vaz,e entenda como o partido vai tentar se reinventar para voltar a ter espaço político.

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Bar do Vaz

Jorge Viana: “Faltou voto, irmão… Eu fui junto com a água da bacia”

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Não será do chefe de gabinete parlamentar a obrigação de desligar as luzes do Gabinete 01 da Rui Carneiro, local que acomodou durante 8 anos o senador Jorge Viana [PT-AC], hoje as 20 horas. Será papel do próprio ex-senador acreano, que se despede nesta quarta feira, 30, da vida pública. Entre alegria e tristeza Jorge volta a ser cidadão comum “com a certeza de ter dado o melhor de mim para honrar o voto recebido dos acreanos”, como ele mesmo faz questão de dizer.

Ontem o líder maior da Frente Popular do Acre, que durante 20 anos governou o Acre, quebrou o silêncio e numa entrevista de 42 minutos ao jornalista Roberto Vaz, falou de temas que evitou discutir desde que perdeu a eleição. Na sua opinião a soberba “de alguns”, contribuiu para o mim do ciclo de poder do PT do Acre.

Demonstrando amadurecimento não culpa o eleitor pela sua não reeleição e prefere dizer que uma série de fatores foram determinantes para não voltar à Brasília para mais um mandato de senador. Tenta tirar das costas do irmão – o governador Sebastião Viana – a responsabilidade pela queda, mas claramente demonstra que continua incomodado pela articulação da candidatura do deputado Ney Amorim para o mesmo cargo ter sido articulada dentro do Palácio Rio Branco.

Jorge nega que tenha interesse de deixar o Partido dos Trabalhadores. Faz questão de afirmar que ainda é muito novo para se aposentar e diz que continuará fazendo política. Apesar de longa você vai gostar da entrevista. Assista:

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Bar do Vaz

Presidente da Fieac afirma que interlocutores do governo interferem em eleição da entidade

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O empresário José Adriano, presidente da Federação das Indústrias do Acre (Fieac), acusa interlocutores do recém-empossado governo Gladson Cameli (Progressistas) de fazer ingerências e pressões políticas no processo de eleição interna da entidade patronal. A revelação foi feita nesta sexta feira, 4, durante entrevista ao jornalista Roberto Vaz,  no Bar do Vaz.

De acordo com ele, chantagens, ameaças e promessas de benefícios estariam sendo feitas por emissários do Palácio Rio Branco para que os industriais acreanos não apoiarem sua reeleição.

José Adriano diz que as provas das acusações seriam ligações telefônicas e diálogos em aplicativos de mensagens entre os empresários intimidados e os “mensageiros falando em nome do governo”.

“Eu estou falando de coisas muito graves mesmo, no aspecto de falarem em nome do governo oferecendo benefícios a empresários, intimidando empresários, ameaçando empresários com devassa fiscal, com vigilância sanitária nas empresas. Isso, para mim, é retaliação”, afirma ele.

A revanche seria por conta da eleição de José Adriano, no fim de novembro último, para a presidência do conselho deliberativo do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) no Acre. Com o apoio dos irmãos Viana, o empresário derrotou o nome que teria a simpatia do então governo eleito, agora empossado.

Ele nega ingerências políticas na eleição do Sebrae, afirmando que sua escolha se deu a partir de rodízio realizado entre as federações patronais que possuem assento no conselho.

José Adriano afirmou acreditar que pessoas estariam agindo em nome do governo para interferir na eleição da Fieac, sem a autorização de Gladson Cameli. A votação está marcada para ocorrer no próximo dia 14. Ele tem como concorrente direto o ex-presidente da entidade João Francisco Salomão, que conta com o apoio palaciano.

A votação é feita pelos presidentes dos 10 sindicatos que representam diferentes segmentos da indústria local, como a construção civil, a moveleira e a alimentícia. Visto como favorito, José Adriano tinha garantido o apoio de ao menos oito votos. Desde o início das pressões dos “mensageiros do governo”,, afirma ele, dois empresários decidiram não mais apoiá-lo.

A reportagem procurou a assessoria de imprensa do governador Gladson Cameli para comentar as denúncias, mas não houve retorno da solicitação até o momento.

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