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“Gordo” é preso pela Polícia Militar com moto roubada em Senador Guiomard

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Policiais do 9° Batalhão da Polícia Militar em Senador Guiomard prenderam Welligton Santos de Souza, mais conhecido como Gordo, na noite desta quarta-feira, 05, e com ele uma motocicleta com placa adulterada que havia sido roubada em Rio Branco. A placa original do veículo é NXT 6339, informou a polícia.

Gordo foi preso durante patrulhamento de rotina no bairro Chico Paulo. Ao visualizar a viatura, ele passou a olhar para trás e aparentou nervosismo, o que chamou a atenção dos policiais militares.

Imediatamente, os PMs ordenaram a parada do sujeito e ao verificarem a placa da moto, perceberam a adulteração.

Ao conferir o chassi, verificaram que a placa pertencia, na verdade, a uma motocicleta roubada na noite anterior na capital. Diante dos fatos, o sujeito foi apresentado à autoridade policial pelo crime de receptação.

Gordo também responderá pela adulteração da placa, conforme o art. 311 do Código Penal.

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Cotidiano

Polícia Civil cumpre mandado e prende suspeito de praticar homicídios na capital

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Na manhã desta quarta-feira (12), a Polícia Civil através do Núcleo de Capturas (NEPAC), apresentou a prisão de Wesley Almeida Ferreira, de 20 anos, suspeito pelos crimes contra a vida na capital.

Ele foi preso na terça-feira (11), na rua 1 de Abril, região do bairro Boa União, em Rio Branco, mediante mandado de prisão.

De acordo com o delegado responsável pela captura do foragido, Ricardo Casas, ele tinha dois mandados em seu nome expedidos pela Vara Criminal, sendo um por homicídio e outro por tentativa de homicídio, porém, ele ainda é investigado por outros crimes contra vida.

“Nós tínhamos esses dois mandados a cumprir contra ele, fizemos algumas diligências e conseguimos prendê-lo ontem. É um cidadão perigoso, na facção a qual ele pertence chamam ele de “Alemão” e agora deverá ficar a disposição da justiça sendo tirado de circulação”, disse o delegado.

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Cotidiano

Condutor que atropelou e matou menina de 4 anos não tinha Carteira de Habilitação

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O velório da pequena Ana Paula, de 4 anos, foi marcado por comoção e revolta. A família cobra que a justiça seja feita e destacou que o motorista, que atropelou e matou a criança seja condenado. O pai da menina, Vicente Paulo lembrou que Flamarion Mapes, que conduzia a moto, não era habilitado.

O corpo de Ana Paula chegou a Cruzeiro do Sul no início da madruga de terça-feira (11). A menina foi atropelada no dia 1º e foi deixada na beira da estrada.

Dois dias depois, o condutor que não é habilitado, se apresentou na delegacia e disse não ter ficado no local com medo de represálias de famílias da criança.

A menina foi transferida para Rio Branco e morreu na UTI do Hospital da Criança na manhã da segunda-feira (10). Vicente Paulo, pai da garota, espera que condutor seja impedido de dirigir.

“Lamento que uma pessoa, que não é habilitada para dirigir, pegue uma moto e saia por aí atropelando pessoas inocentes e não seja impedido de dirigir. Hoje sou eu sofrendo essa dor, mas amanhã pode ser outro pai de família”, disse.

“Espero que as autoridades façam alguma coisa. Perdi minha filha e sei que não posso fazer nada para trazer ela de volta. O que estava ao meu alcance para tentar salvar ela foi feito. Agora é esperar que a justiça faça sua parte. Já fui à delegacia e entreguei o atesto de óbito. Espero que quem tirou a vida dela seja punido pela justiça”, lamentou.

O delegado Lindoamar Ventura, que preside o inquérito, disse que ainda não está comprovado que condutor continua dirigindo.

“Estamos concluindo o inquérito para mandar para o Judiciário por homicídio culposo, que é dirigir correndo perigo de dano, sem ser habilitado. Ele foi advertido que não pode dirigir. Se ficar comprovado que ele continua dirigindo é um elemento para pedir a prisão preventiva”, alertou.

Por Adelcimar Carvalho, G1 AC

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Cotidiano

Testemunhas são condenadas pela Justiça do Acre por depoimento falso em audiência

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O Juízo da 1ª Vara Criminal da Comarca de Rio Branco condenou três jovens denunciados no Processo n°0007036-30.2016.8.01.0002 a pagarem prestação pecuniária, no valor de um salário mínimo, em função dos acusados terem negado, durante audiência de instrução e julgamento, depoimento que prestaram na fase inquisitorial, com a finalidade de ajudar dupla que respondia processo criminal por tráfico de drogas.

A juíza de Direito Adamarcia Machado, titular da unidade judiciária, reconheceu que, apesar do falso testemunho dos jovens não ter surtido efeito no resultado do outro processo, eles cometeram crime ao não apresentarem a verdade na audiência judicial.

“Assim, exsurge dos autos, que os réus deram informação falsa em audiência como prova falsa em processo penal. Logo, os acusados faltaram com a verdade ao fazer afirmação perante o Juízo Criminal, sendo que suas alegações não foram provadas, restando comprovado assim o delito previsto no art. 342, § 1º, do Código Penal”, registrou a magistrada.

Na sentença, publicada na edição n° 6.251 do Diário da Justiça Eletrônico, da quinta-feira, 6, a juíza de Direito também destacou a culpabilidade dos acusados. “A culpabilidade dos réus está demonstrada nos autos, uma vez que os réus fizeram afirmações falsas como testemunhas, e sabiam que suas atitudes eram ilegais, agiram dolosamente e no momento da ação tinham condições de atuarem diversamente, mas não o fizeram”.

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