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Quase metade da população do Acre vive na pobreza

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A Síntese de indicadores Sociais (SIS) divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira (5) aponta uma cruel realidade acreana: 17,4% da população vive na extrema pobreza. Ainda segundo os dados, quase metade dos mais de 800 mil habitantes do estado (47,7%) é classificada como pobre.

Os indicadores são referentes a 2017 e mostram estabilidade na comparação com o ano anterior. Em 2016, 47,6% estavam incluídos na linha de pobreza.

O IBGE classifica como pobre pessoas com rendimento diário abaixo dos cinco dólares (equivalente a R$ 20). Já na extrema pobreza está quem vive com menos de dois dólares diários (pouco mais de R$ 7).

A pesquisa do IBGE mostra que, passadas duas décadas de governos petistas no Acre, a realidade da pobreza e da extrema pobreza pouco mudou no período.

Um dos reflexos desta desigualdade na distribuição de renda são os altos índices de violência do estado, que ocupa os primeiros lugares no ranking nacional da criminalidade.

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Destaque 7

Acidente entre carro e moto é registrado em Tarauacá: assista

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Na manhã deste sábado (16), em Tarauacá (AC), ocorreu um colisão entre o condutor de uma moto e um carro, em frente ao Ouro Hotel.

Segundo informações, o motorista da moto (Liu) sofreu escoriações leves. Foi registrado somente prejuízos financeiros para o dono do carro, que perdeu o para-choque com a colisão.

A polícia esteve no local e realizou um acordo entre as partes.

Veja o vídeo:

 

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Destaque 7

Gladson vai encontrar Paulo Guedes para tentar destravar renegociação da dívida

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FOTO: DIEGO GURGEL

Na próxima terça-feira, 19, o governador Gladson Cameli estará em Brasília com o objetivo de se reunir com o Ministro da Economia, Paulo Guedes, para tratar da renegociação de parte da dívida do Estado que ficou travada após a Secretaria do Tesouro Nacional e a Instituição financeira Brasil Atual sinalizarem que a operação de crédito de cerca de R$ 700 milhões ficará apenas para o ano que vem.

O horário do encontro ainda não foi definido devido o Ministro está negociando um acordo com os chineses de uma área de livre comércio entre os países durante o seminário do Banco dos BRICS, formado pelo Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, que se reúnem em Brasília nesta semana.

Com essa sinalização negativa, Cameli declarou a imprensa que como não teria o alívio financeiro de cerca de R$ 100 a R$ 150 milhões por ano, o Estado não teria outra saída a não ser decretar calamidade financeira e nem mesmo convocar os candidatos aprovados em concurso. O governador chegou a afirmar que para renegociar a dívida, a Reforma da Previdência deveria ser aprovada como contrapartida para operação financeira.

Porém, nesta quinta-feira, 14, durante agenda em Cruzeiro do Sul, Cameli afirmou ao ac24horas que está tratando o assunto com bastante responsabilidade e que somente após se sentar com o Ministro, deverá tomar uma decisão definitiva com sua equipe econômica sobre o futuro do Acre.

“Vamos tratar desse assunto. Só vou ter uma posição concreta após essa reunião para definirmos aí realmente uma situação, mas nós não vamos nada, em resumo, que politize a situação que é muito séria”, explicou.

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