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Quase metade da população do Acre vive na pobreza

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A Síntese de indicadores Sociais (SIS) divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira (5) aponta uma cruel realidade acreana: 17,4% da população vive na extrema pobreza. Ainda segundo os dados, quase metade dos mais de 800 mil habitantes do estado (47,7%) é classificada como pobre.

Os indicadores são referentes a 2017 e mostram estabilidade na comparação com o ano anterior. Em 2016, 47,6% estavam incluídos na linha de pobreza.

O IBGE classifica como pobre pessoas com rendimento diário abaixo dos cinco dólares (equivalente a R$ 20). Já na extrema pobreza está quem vive com menos de dois dólares diários (pouco mais de R$ 7).

A pesquisa do IBGE mostra que, passadas duas décadas de governos petistas no Acre, a realidade da pobreza e da extrema pobreza pouco mudou no período.

Um dos reflexos desta desigualdade na distribuição de renda são os altos índices de violência do estado, que ocupa os primeiros lugares no ranking nacional da criminalidade.

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Destaque 7

Primeira-dama Michelle Bolsonaro usa bolsa fabricada no Juruá em casamento do enteado

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Depois da duquesa Meghan Markle, esposa do príncipe Harry, da Inglaterra, ser vista usando um tênis de látex fabricado com produto extraído por extrativistas do Acre, foi a vez da primeira-dama Michelle Bolsonaro, esposa do presidente Jair Bolsonaro, aparecer com um produto originário das “Terras de Galvez”.

O fato se deu na noite deste sábado, 25, durante o casamento de um dos filhos do presidente. Michelle escolheu uma bolsa de mão pequena, conhecida como Clutch. Totalmente artesanal, o acessório foi fabricado pelo artesão Maqueson Pereira da Silva, morador do município de Cruzeiro do Sul, região do Juruá.

Nas redes sociais, a secretária de Empreendedorismo e Turismo do Acre, Eliane Sinhasique, comemorou o feito: “artesanato acreano é o mais valioso do Brasil!” O artesanato local esteve em alta neste mês de maio, quando participou do 12º Salão de Artesanato, em Brasília.

A peça usada pela primeira-dama é apenas similar às que foram apresentadas no evento, já que todas as fabricações do artesão Maqueson são exclusivas. As clutches feitas em marchetaria custam, em média, R$ 1,5 mil.

Em Brasília, o Acre foi homenageado e ganhou o dois estandes para apresentar peças que contam a cultura, culinária, história e a arte do povo acreano.

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Destaque 7

Pouco comentada pelos acreanos, Igrejinha de Ferro é lembrada nas páginas de turismo

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Com o título “Turismo pelo Acre revela diversidade e história pela cultura brasileira”, o Diário On Line deste fim de semana destaca os pontos que merecem visitação na cidade de Rio Branco, como a Igrejinha de Ferro, que nem todos os acreanos já ouviram falar.

Ela está localizada no 4º BIS. Trata-se de uma igreja revestida de placas de aço, conhecida como Igrejinha de Ferro e , apesar do apelido, o nome oficial da paróquia é Igreja Nossa Senhora da Conceição e foi idealizada por Joaquim Victor, proprietário do seringal Bom Destino.

O seringueiro construiu a igreja após fazer uma promessa para que Plácido de Castro saísse vitorioso na Revolução Acreana, em 1903, quando o estado foi incorporado ao território brasileiro.

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