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Aliado dos Viana, Leandro Domingos tenta negar que vitória de seu candidato teve a mão do Palácio Rio Branco

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O empresário Leandro Domingos, presidente da Fecomércio, que conseguiu emplacar o nome de Marcos Lameira como presidente do Sebrae na eleição da instituição ocorrida nesta quarta-feira, 05, com a ajuda do governo de Sebastião Viana que está a 20 dias do fim, tenta negar qualquer influência política petista/vianista no pleito que resultou na vitória de seu candidato.

Talvez não seja coincidência, mas o discurso de Domingos, carregado de independência política, ocorre exatamente em um momento em que ficou fácil se autoproclamar independente. Afinal, o reinado dos Viana acaba em 31 de dezembro.

Leandro Domingos foi presidente da Junta Comercial do Acre no governo de Sebastião Viana e sempre manteve relações com os governos petistas, mas agora tenta “salientar” que não tem “partido político”, retórica bastante usada pelos que negam ligações com o poder, embora dele dependa.

“Devemos salientar que o Governo do Estado tinha duas opções de chapas para votar e resolveu votar na nossa. Não temos partido político: trabalhamos na defesa dos empresários do comércio de bens, serviços e turismo. Marcos Lameira é um nome muito preparado para assumir o cargo de superintendente, e nós estamos confiantes de que ele fará um bom trabalho à frente do Sebrae”, diz Leandro Domingos.

Marcos Lameira derrotou o bancário Marivaldo Melo, amigo de Sérgio Petecão que era apoiado por Gladson Cameli.

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Após muita reclamação, ambulatório do Pronto Socorro volta a ser fechado

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A reativação do ambulatório do Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco (Huerb), o Pronto Socorro, não vingou. Com os serviços reabertos à população, o hospital central, que já não suporta esse tipo de atendimento, virou palco de revolta nas primeiras semanas do governo de Gladson Cameli.

Após as inúmeras reclamações, e da falta de profissionais para assumir os consultórios, a Direção do Huerb voltou atrás e resolveu desativar o ambulatório. Agora, como no governo de Sebastião Viana, quem chega à unidade é atendido por apenas um médico, já no setor de Classificação de Risco. De lá, é encaminhado a outras unidades.

“Fizeram um anúncio enorme de que estavam atendendo aqui no Pronto Socorro, mas a gente que é servidor sabe que aqui já não cabia mais esse serviço. Ainda bem que voltaram atrás nessa decisão imatura. Foi um exemplo de despreparo dessa equipe que entrou”, classificou um dos médicos do hospital.

O Gerente Geral do Pronto Socorro, Welber de Lima, explicou, em entrevista à Rede Amazônica Acre, que pacientes com classificação azul ou verde serão encaminhadas para os postos de saúde da Prefeitura de Rio Branco, ou para as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), da rede estadual.

Apenas classificados na cor amarela ou vermelha serão atendidos no Pronto Socorro do Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco. A decisão deve permanecer, já que era a metologia usada pela gestão anterior da pasta da Saúde. O déficit de profissionais também colabora para a decisão.

“Essas alterações eram previstas. Num primeiro momento abrimos a unidade para todos, mas a população sobrecarregou o nosso sistema, e impactou que as emergências não estavam sendo atendidas porque a gente tinha que atender às fichas que não correspondiam à nossa unidade”, explica.

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