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OCA vai funcionar entre 7h30 e 13h30, avisa Governo do Acre

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Sem dizer o porquê à população, a direção da Central de Serviço Público (OCA) em Rio Branco informou por meio de nota que a partir do dia 10 de dezembro o espaço funcionará entre 7h30 e 13h30.

A direção da instituição informa apenas que segue determinação da Secretaria de Gestão Administrativa.

Em abril deste ano, o governo decidiu reduzir o horário da OCA, mas no período eleitoral, por intercessão do senador Jorge Viana, o atendimento ficou entre 7h e 15h. Agora, o governo decidiu fechar a instituição outras vez mais cedo.

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Destaque 5

Expoacre apresentará ações transversais de produção e preservação ambiental

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Evento será aberto oficialmente as 7 horas de sábado, 27 com presença de governadores de Rondônia, Mato Grosso, Roraima e Amazonas. A feira apresenta leilões de bovinos e equinos, novos insumos, equipamentos e maquinários, além de novas tecnologias para o setor.

O ritmo acelerado de máquinas e homens trabalhando no parque de exposições Wildy Viana, em Rio Branco, não deixa dúvidas, os organizadores estão em contagem regressiva para a abertura oficial do maior evento agropecuário do Estado: a Expoacre 2019.

Ao lado do galpão institucional, pela primeira vez, mastros de bandeiras estão erguidos para uma solenidade que promete suntuosidade com a presença dos governadores: coronel Marcos José (RO), Wilson Miranda (AM), Antonio Garcia (RR) e Mauro Mendes (MT), que serão homenageados ainda na primeira noite de Expoacre, com a outorga de insígnias da Ordem da Estrela do Acre.

Antes da homenagem com a maior insígnia do Acre, os governadores, recepcionados por Gladson Cameli, tiram o terno e gravata para participarem da cavalgada, que tem largada prevista para as 9 horas de sábado, 27, da Gameleira.

No espaço histórico da beira do rio Acre, além de cowboys e cowgirls, misturam-se as famosas comitivas, quadriciclo, carroças e outros adereços que voltam a fazer parte da abertura do evento este ano.

O governador Gladson Cameli ainda não confirmou se abre alas da cavalgada montado, o gabinete militar está preparado para a rotineira quebra de protocolo. Cameli deve circular entre as comitivas e andar de quadriciclo.

Longe da avenida Chico Mendes – o percurso da cavalgada acaba no Arena da Floresta – algumas atividades já estarão em andamento. Na área conhecida como “Caminhos do Agronegócio” a abertura será com um curso de tratorista, promovida pela Secretaria de Produção e Agronegócio a partir das 8 horas de sábado. Às 19 horas está prevista a abertura do Espaço Agroflorestal, que reúne exposições das secretarias de meio ambiente (SEMA), o Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac) o Sindicato das Indústrias de Madeireiras e as Associações de Manejo.

No domingo, acontece o primeiro evento no galpão institucional, auditório Rio Acre, promovido pela Secretaria de Industria, Ciência e Tecnologia (SEICT), com uma palestra para o setor de cooperativas.

Ao lado do auditório ficam os gabinetes do governador Gladson Cameli e do governador de Rondônia, e ainda, os maiores parceiros do evento e os setores de comunicação e Casa Civil. A estrutura considerada o “coração institucional” da Feira, funcionará durante o dia, onde o governador do Acre promete despachar normalmente.

A prova de tambor marca a abertura do evento com provas de animais na quarta-feira (31) A prova eliminatória da Vaquejada acontece a partir das 16 horas no Parque de Vaquejada Gil Betão. No sábado tem rodeio eliminatório, disputa que se estende até o domingo. No Tatercal acontecem os leilões de elite da raça Nelore + cruzamento, tipo comercial.

No espaço para shows, no segundo dia de evento (domingo), a Arena recebe a dupla precursora do sertanejo universitário, Jorge e Mateus. A maior atração, Marília Mendonça, canta no mesmo espaço na quarta-feira (31). Camarotes estão esgotados para os dois eventos.

A educação leva para a Expoacre 2019 o Museu Tecnológico, jogos de matemática, robótica (tecnologia) e xadrez. Ainda na área educacional, o Detran, no estande de entrada do parque, apresenta educação no trânsito para crianças.

Para quem gosta de saborear a culinária acreana, existem diversos espaços de restaurantes e bares, com destaque para a Economia Solidária e pequenos negócios.

Os organizadores esperam mais de 60 mil pessoas durante as 9 noites de eventos. Segundo a presidente da comissão organizadora, secretária Eliane Sinhasique, mais de R$ 50 milhões serão movimentados na Feira.

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Destaque 5

Farinha produzida por presidiários será distribuída na ExpoAcre

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Nesta quarta-feira, 24, o diretor do Complexo Penitenciário Manoel Neri, Missael Lima, segue para Rio Branco levando farinha produzida pelos presos de Cruzeiro do Sul para distribuir na Expoacre, que terá início no sábado, 27. Serão distribuídas gratuitamente 600 amostras de 150 gramas para os visitantes da Expoacre e o artesanato será comercializado. A ideia é mostrar à sociedade a importância e o resultado do trabalho dos presos para ressocialização.

“Trabalhando o preso diminui a pena e tem uma pequena renda. O clima atual dentro do presídio melhorou muito com a maior inclusão de presos em atividades como a produção de farinha, horta, lavagem de veículos, corte de cabelo, limpeza e manutenção do presídio e na marcenaria” , cita o diretor.

Dos 870 presos do Complexo Manoel Neri, 102 trabalham, quantidade que vem sendo ampliada na atual gestão, bem como as atividades oferecidas. ” Trabalhando, eles se sentem cidadãos integrados à sociedade”, cita o diretor, que pretende implantar no local a piscicultura e serviços como de borracharia e serralheria.

Na Expojuruá, que será realizada em Cruzeiro do Sul nos dias 31 de agosto e 1° de setembro, também haverá a distribuição gratuita de farinha e a comercialização de artesanato produzidos no Complexo Penitenciário Manoel Neri.

Presos produzem uma tonelada de farinha por mês em Cruzeiro

Mensalmente os presos do Complexo Manoel Neri produzem uma tonelada de farinha. Além de fazer a farinha com a mandioca do presídio, também fazem o produto com macaxeira de produtores locais, por meio de parceria.

O trabalho garante farinha para o consumo interno e a venda no mercado local. A renda média mensal para o presídio é de R$ 2.600. Dinheiro, que segundo o diretor, Missael Melo, serve para a compra de itens como remédios ( os não fornecidos pela rede pública), roupas e artigos de expediente para o presídio. Caso a família do preso necessite, também pode acessar uma parte dos recursos.

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