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Gladson confirma Paulo Wadt para a agricultura e desagrada Petecão

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O governador eleito Gladson Cameli anunciou o pesquisador Paulo Guilherme Salvador Wadt, servidor de carreira da Embrapa, como secretário de Agricultura de seu governo.

Paulo Guilherme Salvador Wadt

Paulo é doutor em agronomia e tem pós-doutorado na área. Ele será o responsável por um setor estratégico para o desenvolvimento do estado. Durante a campanha eleitoral, Cameli prometera colocar o Acre no caminho do agronegócio, por isso a escolha de uma pessoa estritamente técnica. Paulo é uma indicação do PSDB do vice governador Major Rocha.

“Escolhemos um nome qualificado e preparado para colocar em prática nosso projeto de incentivar a produção, com a geração de renda. Estamos colocando as pessoas certas nos lugares certos, pensando no bem da nossa população”, disse.

O anúncio de Gladson deve resultar em um rompimento político entre ele e o senador Sérgio Petecão. Nesta terça-feira, 04, o senador do PSD disse que sairia do governo se Gladson não cumprisse o que lhe prometera: os cargos das secretarias de Agricultura e Produção do Estado. Gladson preferiu atender o PSDB. Petecão havia indicado o ex-deputado estadual Jairo Carvalho e o agrônomo Nilton Craveiro para assumir o setor.

Israel Milani

FILHO DE VANDA MILANI ASSUMIRÁ MEIO AMBIENTE

Já o médico e piscicultor, Israel Milani, assumirá a Secretaria de Meio Ambiente, segundo foi confirmado pelo governador eleito na noite desta terça-feira (04). O futuro secretário de Meio Ambiente, Geraldo Israel Milani Nogueira, é graduado em medicina e pós-graduado em ultrassonografia geral, pecuarista, piscicultor (Pioneiro no sistema semi-intensivo de criação de peixes no estado do Acre e também na Feira Anual de Agricultura Familiar, especificamente, Feira do Peixe). Idealizador e sócio proprietário do primeiro frigorífico de filetamento de peixes no Estado do Acre. Israel é filho da deputada federal eleita, Vanda Milani (Solidariedade)

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Após muita reclamação, ambulatório do Pronto Socorro volta a ser fechado

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A reativação do ambulatório do Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco (Huerb), o Pronto Socorro, não vingou. Com os serviços reabertos à população, o hospital central, que já não suporta esse tipo de atendimento, virou palco de revolta nas primeiras semanas do governo de Gladson Cameli.

Após as inúmeras reclamações, e da falta de profissionais para assumir os consultórios, a Direção do Huerb voltou atrás e resolveu desativar o ambulatório. Agora, como no governo de Sebastião Viana, quem chega à unidade é atendido por apenas um médico, já no setor de Classificação de Risco. De lá, é encaminhado a outras unidades.

“Fizeram um anúncio enorme de que estavam atendendo aqui no Pronto Socorro, mas a gente que é servidor sabe que aqui já não cabia mais esse serviço. Ainda bem que voltaram atrás nessa decisão imatura. Foi um exemplo de despreparo dessa equipe que entrou”, classificou um dos médicos do hospital.

O Gerente Geral do Pronto Socorro, Welber de Lima, explicou, em entrevista à Rede Amazônica Acre, que pacientes com classificação azul ou verde serão encaminhadas para os postos de saúde da Prefeitura de Rio Branco, ou para as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), da rede estadual.

Apenas classificados na cor amarela ou vermelha serão atendidos no Pronto Socorro do Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco. A decisão deve permanecer, já que era a metologia usada pela gestão anterior da pasta da Saúde. O déficit de profissionais também colabora para a decisão.

“Essas alterações eram previstas. Num primeiro momento abrimos a unidade para todos, mas a população sobrecarregou o nosso sistema, e impactou que as emergências não estavam sendo atendidas porque a gente tinha que atender às fichas que não correspondiam à nossa unidade”, explica.

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