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Assuero retira candidatura a presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae no Acre

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O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Acre (Faeac), Assuero Veronez, retirou a candidatura dele para presidente do Conselho Deliberativo Estadual (CDE) do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae), que havia sido registrada no dia 30 de novembro.

Assuero, que se colocou candidato minutos antes do prazo de inscrições se encerrar, conversou com a reportagem do ac24horas minutos antes do início da reunião do CED, tanto para Presidente do Colegiado, como para Diretor-Superintendente, e diretores Administrativo e Financeiro e Técnico. Elegem, ainda, os membros do Conselho Fiscal.

“Nós obedecemos a um critério de rodízio, e eu sempre cumpri isso. Coloquei o meu de última hora, na tentativa de que se precisasse de um nome de composição, de consenso, de conciliação, entre dois seguimentos que estão disputando a eleição”, comentou o presidente.

Veronez falou ainda sobre a já citada interferência política no âmbito do processo eleitoral. Segundo ele, os dois candidatos, os empresários Rubenir Guerra e José Adriano Ribeiro, são candidatos com “desgaste e interferência política”, e a colocação do nome foi para “trazer conciliação”, ao grupo, “tentando ajudar.”

Nesta quarta-feira, os conselheiros também escolherão os próximos diretores Técnico e de Administração e Finanças. Outra escolha será do novo presidente do Conselho Deliberativo Estadual, e, ainda dos membros do Conselho Fiscal. “Esse é um momento muito importante para o Sebrae. Certamente os conselheiros tomarão o melhor rumo”, classifica.

Os membros do Conselho Deliberativo do Sebrae

Atualmente, o Conselho do Sebrae é composto por 15 instituições: Acisa, Banco da Amazônia, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Federação da Agricultura do Estado do Acre, Fecomercio, Federacre, Fieac, Funtac, Iel, Sebrae, Senar, Seplan, Suframa e Ufac. Um total de 15 membros efetivos.

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Cotidiano

Cemaden mantém alto de risco de alagação no Rio Acre e põe Rio Madeira no mapa

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O Centro de Monitoramento e Prevenção de Desastres Naturais (Cemaden) mantém nível alto de risco geo-hidrológico para a Bacia do Rio Acre neste sábado (19) ou seja: apesar da Defesa Civil do Acre avaliar que a cheia vem perdendo força (há sinais de vazante nas cabeceiras) o Cemaden não baixou o alerta. A alagação deve aumentar.

O Cemaden incluiu a Bacia do Rio Madeira no mapa de risco mas com classificação “nível baixo”. O nível do Madeira chegou a 14,70 metros e, segundo os informes de Porto Velho, a Defesa Civil de Rondônia avalia a possibilidade de decretar Estado de Alerta na próxima semana segunda-feira (21).

Para determinar os níveis de risco, o órgão usa as cores vermelho (alto), amarelo (baixo) e branco (sem risco). No País há áreas na região Sul que apresentam risco de níveis alto e baixo. Veja o mapa:

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Cotidiano

Droga que saiu do Acre para o Nordeste é incinerada no interior de Alagoas

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A polícia de Alagoas incinerou nesta sexta-feira (18), 80 tabletes de cocaína apreendidos durante uma operação no setor alagoano. Cerca de R$ 16 milhões em cocaína comprada na Bolívia e embarcada no Acre foram destruídos poucas horas após a detenção das pessoas que faziam o transporte. A polícia acredita ter imposto um forte prejuízo àquela que convenciou-se chamar de ´Conexão Acre-Nordeste´, uma rota que tenta se especializar em levar droga da Amazônia para o Nordeste.

O material foi incinerado após um cumprimento à determinação do Juiz Felipe Munguba, que atua na comarca de Água Branca. A droga foi destruída sob a supervisão da policiais.

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Cotidiano

3 mil pés de açaí na Resex Chico Mendes: produção da unidade vai a 21 t em 2019

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Pesquisadores mapearam 3.000 pés de açaí nativo prontos para ser manejados numa área da Reserva Extrativista Chico Mendes. Cientistas da Embrapa, ICMbio e Ufac fizeram a indicação geográfica de cada um dos açaizeiros com a proposta de atender a 30 extrativistas. “Trabalhamos com uma previsão de estoque de 21 toneladas de fruto, o que daria uma renda de R$ 40 mil, nos valores atuais”, sistematizou a pesquisadora Andréa Alexandre, da Ufac. Para encontrar as árvores, o extrativista poderá usar o GPS do celular.

O Acre ocupa a quarta posição no ranking amazônico de produção desse fruto. O Pará concentra a grande produção. No contexto nacional, a extração acreana representa 2% de tudo o que é coletado e processado no Brasil.

Esse número representa o cultivo nativo mas anos atrás o governo disse ter distribuído mais de 600 mil mudas aos produtores do Acre.

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