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PRB saiu por cima da carne seca

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O PRB foi um dos partidos nanicos que integrava a FPA, que mais saiu fortalecido da última eleição, reelegendo a deputada Juliana Rodrigues (PRB), que sempre teve um forte trabalho social; e o vereador Manuel Marcos (PRB) a deputado federal, meta que poucos acreditavam que conseguiria. A eleição do Marcos ficou na conta das surpresas, porque derrubou deputados federais e outros nomes apontados como muito fortes. O segredo do PRB é que o partido funciona como uma família em harmonia e tem no militante Diego Rodrigues, um exímio articulador nos bastidores. Passou a ser importante ao futuro governo na ALEAC, por ter uma deputada, e na Câmara Federal por ter um parlamentar federal. O PRB fechou o seu ano político com o cacife alto. Na política, mais vale ter estratégias de que máquina pública.

COMO É QUE É?
Quer dizer que o PSDB não se sente contemplado em receber todo o sistema de segurança para indicar os seus dirigentes? E que isso foi um acordo particular entre o Gladson e o Rocha? É este o argumento que os tucanos usam para ficar com a secretaria de Agricultura? Pelo que  bem entendi, o senador Sérgio Petecao (PSD), o mais votado, não indicará nem o vigia do Palácio Rio Branco? Vão brincando de brigar, que assim como o povo coloca e povo tira.

NÃO SERVIU DE EXEMPLO?
A briga entre o Ney Amorim e os irmãos Vianas, que implodiu o PT, não serviu de exemplo?

MARTELO BATIDO
Fonte não se revela nunca. Tenho informação segura de que o governador eleito Gladson Cameli não fará nenhum acordo para a permanência da “Companhia de Selva”, nem nos dois últimos meses que faltam do contrato. Inclusive, já deu esta determinação aos assessores.

CORREÇÃO FEITA
Não é o Paulo Ximenes que anda sendo o cicerone do futuro secretário Alysson Bestene. Mas aliados de campanha do deputado eleito José Bestene (PROGRESSISTA). Correção feita.

O PROBLEMA É A OPERACIONALIDADE
Para o vice-governador Major Rocha, que indicará o futuro secretário de Segurança, por delegação do governador eleito Gladson Cameli, a questão da Polícia Militar é de falta de recursos para melhor operacionalidade, já que, só foi prioridade no atual governo na teoria.

GARANTIA DE RECURSOS
Na tentativa que fará para que o Procurador João Pires volte atrás na negativa e aceite ser o futuro secretário de Segurança, o futuro vice Major Rocha lhe dará todas as garantias de que não faltarão recursos para desenvolver um projeto eficaz de combate à criminalidade.

PRIMEIRO ESCALÃO FECHADO
A previsão nas contas do futuro vice-governador Major Rocha é de que, com a indicação dos nomes que comporão o sistema de Segurança, é possível que toda a equipe do primeiro escalão seja anunciada ainda nesta semana. Os demais secretários já foram revelados.

INDICAÇÃO PESSOAL
Na conversa de ontem entre Gladson Cameli e Major Rocha ficou decidido que, a indicação do nome do novo diretor do DETRAN será da cota pessoal do governador eleito. E tudo está a indicar que o nome para a pasta deverá ser mesmo o de Anderson Lima, tio de Cameli.

NÃO DÁ PARA AVALIAR
Na gestão pública não dá para fazer uma avaliação séria se um nome indicado para ser um secretário de Estado dará ou não conta do recado, antes do governo começar. Muitas vezes os medalhões fracassam e de quem você pouco esperava, acaba sendo um destaque. Por isso, melhor aguardar os 100 dias.

DENTRO DO CONTEXTO
Nenhum governador governa sem uma base no parlamento. Nada mais natural que o Gladson Cameli chame deputados eleitos fora da sua coligação para integrar a sua base de apoio na Assembléia Legislativa. Precisará de votos extras para aprovar projetos de quorum especial.

NÃO TERIA COMO
Gladson Cameli tem apenas treze deputados eleitos por sua coligação. O suficiente para eleger o futuro presidente da ALEAC, mas não tem quorum para aprovar, por exemplo, um Projeto de Emenda Constitucional. Tem de ter uma base sólida de dezesseis deputados para ter folga.

FORA DE CRITÉRIOS POLÍTICOS
Foi uma declaração madura a do vice-governador eleito Major Rocha de que nas indicações para os cargos da Secretária de Segurança e para outros departamentos do sistema, não pode haver critério político, nas escolhas dos nomes. Exatamente isso é que a população espera.

FORA DA PRESSÃO
O presidente da União das Associações dos Moradores de Rio Branco, Oséias Silva, emitiu uma nota coerente em que se posiciona contra pressão de um grupo, para que não seja extinta a secretária municipal de Ação Comunitária, por ser uma atribuição da prefeita Socorro Neri.

FIM DO CABIDE DE EMPREGO
O órgão na verdade vinha funcionando como mero cabide de emprego na Prefeitura de Rio Branco. Presidente de uma associação tem de cobrar da prefeitura melhoria para seu bairro, e não ter cargo gracioso para funcionar como cabo-eleitoral. O Oséias Silva age corretamente.

COMPROMISSO COM A MORALIDADE
Os vereadores têm compromisso com a moralidade em aprovar o projeto de reforma administrava enviado pela prefeita Socorro Neri, por ser sério em todos os sentidos.

DIREITO DE OPINAR
Não vejo como nenhuma injunção o fato daqueles que militaram ativamente contra o PT e a favor da candidatura Gladson Cameli, se manifestem contra alguns nomes de adversários citados, como futuros ocupantes de cargos de confiança. Assim é o jogo da política.

EQUÍVOCO DO JV
A tática do senador Jorge Viana (PT) de entrar num período hibernação política é a mais acertada possível. Mas erra num quesito básico ao falar em FPA. Esta acabou na última eleição com a fragorosa derrota petista.  Mantinha-se enquanto o PT dava cargos aos partidos.

OUTRA CONJUNTURA
De janeiro em diante, fora do governo estadual, fora do governo federal, sem deputado federal, sem senador, a conjuntura do PT será outra. Uma coisa é estar no poder e ter cargos para distribuir e montar uma aliança política, a outra é não ter um pau para dar no gato.

ESPAÇO GENEROSO
O PROGRESSISTA não pode reclamar de nada no futuro governo, porque pegou uma das maiores secretarias do Estado, com cargos em todos os municípios. O que se espera é que na prática a Saúde não seja vista apenas da ótica política, mas sim do bom atendimento ao povo.

CORONEL KINPARA
Não interessa quem o nomeou, o Comandante da PM, Coronel Kinpara, faz um bom trabalho.

DESESPERO TOMOU CONTA
Não são apenas os comissionados demitidos que estão atônitos se receberão ou não neste governo as indenizações. O desespero também tomou conta do secretariado, que vive a mesma incerteza. Só há uma prioridade: pagar dezembro e o décimo terceiro salário.

SITUAÇÃO SE REPETIRIA
Caso a prefeita Socorro Neri não partisse para diminuir o número de secretarias e cargos de confiança, no final da sua administração iria passar pela mesma situação de hoje no Estado.

LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL
A LRF está como uma espada na cabeça do atual governador, porque cheio de dívidas, pela legislação pode ser enquadrado em crime de responsabilidade se deixar contas a pagar para o futuro governo. E se inviabilizar, politicamente, se é que ainda pensa em ser candidato um dia.

ALGUÉM TEM DE TRABALHAR, JV!
O senador Jorge Viana (PT) se mostrou preocupado em suas últimas declarações na mídia, com o problema financeiro que enfrentarão os que nos últimos oito anos ocuparam cargos comissionados no governo, e perderão os empregos. Alguém tem de trabalhar um dia, né JV?

NOME QUE RESTOU
Mesmo derrotado nas urnas, Jorge Viana é o último nome de peso que ainda restou ao PT, após a mais fragorosa derrota do seu partido, no Acre, nesta última eleição estadual.

NOVAS REGRAS
Os partidos tratem de janeiro em diante de começarem a pensar na eleição de 2020, porque acabou a malandragem política de se fazer coligações proporcionais, que era um verdadeiro bazar de negociatas para os dirigentes políticos. Será cada um disputando com chapa própria.

MAIOR VISIBILIDADE
O deputado eleito Roberto Duarte (MDB) teve uma grande visibilidade na mídia, pelo bom trabalho na Câmara Municipal de Rio Branco, embalado por ser da oposição. Na ALEAC, a cobertura da mídia é mais forte, mais crítica, e desta feita mudará de baladeira à vidraça.

OUTRO CONTEXTO
E no mesmo contexto do deputado eleito Roberto Duarte (MDB), também estarão os deputados reeleitos Géhlen Diniz (PROGRESSISTA), Luiz Gonzaga (MDB) e a deputada eleita Antonia Sales (MDB), que sempre foram duros críticos do governo do PT. A pirâmide inverteu.

OUTRA QUE TERÁ DE PROVAR
A deputada Eliane Sinhasique (MDB), foi uma das que mais criticou, cobrou, achincalhou com o governo que se finda dia 31. Tinha a varinha de condão para todos os males. Fazer oposição sempre foi uma beleza, tranqüilo, vamos como se comportará à frente de uma secretaria.

ALAN RICK
Alan Rick é um dos nomes que começa a ser falado dentro da coligação que apoiou o governador eleito Gladson Cameli, para disputar a prefeitura da capital, na eleição de 2020.

A BOLHA EXPLODIU
“O governador foi alertado várias vezes pela sua assessoria econômica já em 2016 de que precisaria diminuir o tamanho do Estado e não ouviu. Empurrou com a barriga. A crise econômica nacional se agravou, caiu o FPE, e faltou dinheiro para manter uma máquina inchada de aliados. E a maioria apenas recebendo sem dar uma contrapartida ao Estado. Chegou a um ponto em que a bolha explodiu e não tem dinheiro para nada”. A observação, centrada, eu ouvi ontem de um importante membro do PT com trânsito na equipe econômica. E foi exatamente o que levou ao caos financeiro com que este governo se encerra. É do jardim da infância da economia de que não se pode gastar no serviço público mais do que arrecada.

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Blog do Crica

Um governo em busca de um rumo

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Seria desprovido de fatos se apontar algum avanço excepcional do governo Gladson Cameli, como é temerário cobrar solução imediata para todo o desmanche deixado, principalmente, pelos últimos quatro anos da administração Tião Viana. Afinal, não se fechou nem 60 dias de gestão. Um ponto, para quem milita na imprensa é importante, o dele vir cumprindo a sua defesa de que em seu governo a liberdade de expressão ia prevalecer. Até aqui tem mantido a postura. É salutar que isso aconteça. Muito embora alguns súditos, na ânsia de agradar, queiram ser mais reais que o rei e se insurgem contra uma simples visita do vice-governador Major Rocha, acompanhado da imprensa no HUERB, com notas toscas, sentimentais e sem sentido. Foi uma defesa do nada. Mas voltando ao governador Gladson Cameli, é preciso que defina de maneira urgente, de forma oficial, quem é o seu articulador político e consulte sempre a PGE quando tomar medidas que impliquem em repercussões jurídicas. Ao praticamente acabar com o IMC, brecou o canal da vinda de recursos internacionais na área ambiental. O que mais tem causado desgaste à sua imagem nas redes sociais é o fato de nomear figuras exponenciais nos governos petistas para cargos de confiança, prática que prometeu abolir. E continua acontecendo. Tem sido muito criticado, neste aspecto. Está tudo muito solto. Sobre medidas práticas pode-se citar como positiva a determinação de concluir as várias obras abandonadas pelo antecessor, definido a contratação dos aprovados nos concursos da Polícia Militar e Civil e de pagar o calote do 13º salário do servidor deixado pela gestão passada. Quer apresentar um pacote de obras concluídas nos 100 dias de governo. E a missão está em boas mãos, do jovem e competente engenheiro Thiago Caetano, Secretário de INFRAESTRUTURA. Na parte política é que está mais resguardado: tem maioria dos deputados estaduais, federais e todos os três senadores ao seu lado. Isso é importante para abrir portas, em Brasília, aprovar projetos, principalmente, agora quando se trata da Reforma da Previdência. Em suma tem que arranjar recursos extras, nos ministérios, fazer empréstimos, se quiser tocar projetos de maior relevância. Pelo tempo exíguo é cedo, muito cedo, para uma análise profunda do governo Gladson. Mas, no momento oportuno será feita. Até porque a lua de mel política com todo novo governante tem prazo de validade. O ponto concreto que se pode antever é de que terá de se esforçar muito para conseguir ser pior que o desastrado governo passado. Não consigo acreditar, mesmo no início de administração, que quebre o recorde negativo. No mais é esperar para ver qual é mesmo o rumo deste governo.

SERVIU DE RISOS

As várias “notas” de setores do PROGRESSISTAS serviram de riso. Eram de “solidariedade” ao secretário Alysson Bestene, a quem em nenhum momento da visita do vice-governador Major Rocha ao HUERB, tenha sido lhe atribuída a culpa pelo caos em que se encontra a saúde.

QUEM É QUE VAI ATRIBUIR?

Como é que pode atribuir ao secretário Alysson, que mal assumiu, o desastre da Saúde?

QUEM É QUE PODE?

E tem um caroço neste angu, o Rocha visitou o HUERB como o governador em exercício, com os mesmos poderes constitucionais que tem o titular do cargo. Se ele, como governador no momento, não podia fazer uma visita a uma unidade de saúde, quem é que pode?

AGRESSÃO DE NADA

O fato de terem sido encontradas portas danificadas e outras mazelas não se pode dizer que culpa lhe cabe, todo mundo sabe o tamanho das dívidas que o secretário de saúde, Alysson Bestene, herdou dos gestores passados. Indicar pontos a serem sanados não é agressão.

PODEM IR SE ACOSTUMANDO

Ainda é cedo para cobranças mais efetivas. Mas os secretários e os que os circundam assimilem de vez que não estão mais na oposição, mas na situação, e que na campanha foi prometido acabar com o caos. Passado os 100 acabou a lua de mel e cobranças acontecerão.

QUEM DISSE FOI QUEM MANDA

Não foi a imprensa, nenhum badeco, que disse que chegado aos 100 dias de governo, o secretário que não apresentasse algum resultado o caminho era o da rua foi o governador Gladson Cameli. E o fez de forma reiterada. Então para todos, mais trabalho e menos faniquitos.

MOEDA DE DOIS LADOS

O ex-presidente do PT, André Kamai, disse em entrevista que o governo Gladson Cameli não é imune às críticas. Governo nenhum é. Pode é deve ser criticado. Mas falta legitimidade a quem foi avalista do desastrado último governo em se arvorar a apontar soluções para os problemas que deixaram.

REAPROXIMAÇÃO CLARA

Nomeações, visitas da cúpula petista, são sinais que estão a indicar uma reaproximação política da prefeita Socorro Neri com o PT. Até aqui vinha dando o seu perfil à sua gestão. Tenho as minhas dúvidas de que uma simbiose com um PT desgastado a ajude politicamente.

CONVERSA COM A IMPRENSA

O secretário de INFRAESTRUTURA ,Thiago Caetano, reúne a imprensa hoje ás 8 horas no Teatrão para fazer uma explanação sobre as ações da sua pasta e os projetos para executar. É um exemplo aos demais secretários de mostrar à opinião pública as metas das suas pastas.

CANDIDATO, SIM SENHOR!

Não sei os demais partidos da coligação que elegeu o governador Gladson Cameli, mas posso adiantar, porque já ouvi mais de uma vez do vice-governador Major Rocha, que o PSDB terá candidato a prefeito da capital. E já chegou aventar convite para filiação do Minoru Kinpara.

OUTRO PORTO

O ex-Reitor Minoru Kinpara, que teve uma votação estupenda na capital sem os recursos dos demais candidatos ao Senado, terá que buscar outro porto político, porque o REDE, seu partido, não atingiu a cláusula de barreira. E, ele tem de preservar o seu novo capital político.

NÃO ESCAPAVA UM

O vereador N.Lima (PSL), sem uma base jurídica, defende o impeachment da prefeita Socorro Neri, sob o argumento que a cidade está cheia de buracos em suas ruas. Se o vetor buracos fosse aplicado em todos os municípios, não escaparia um prefeito de perder o mandato.

MELHOROU A RESOLUTIVIDADE

As execuções continuam em patamares parecidos com o do governo passado, muito altas. Mas chama a atenção nesta nova gestão da segurança, o alto o grau de resolução dos crimes. E também que, os atos da secretaria de Segurança estão tendo uma divulgação ideal e célere.

UMA CORREÇÃO

O deputado Chico Viga é do PHS e a deputada Juliana Rodrigues do PRB. Fica a correção sobre nota que foi publicada com os nomes dos dois parlamentares. Foi um equívoco pela pressa.

CUMPRINDO UM RITUAL

O ex-prefeito de Rio Branco, Marcus Alexandre, que foi derrotado na disputa do governo, chega no horário para cumprir seu expediente na secretaria de INFRAESTRUTURA, e deixa o trabalho dentro do horário. Política, ideologia de lado, falo do cidadão: o Marcus é correto.

O POVO É QUE DÁ O TOM

O prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim, não deve ficar preocupado sobre quem estará ou não estará no seu palanque no próximo ano, quando disputar a reeleição. Se a sua administração chegar em alta na campanha eleitoral, é irrelevante quem estará lhe apoiando.

POVO AVALIOU DIFERENTE

O deputado Jenilson Lopes (PCdoB) avalia que, o ex-prefeito Rodrigo Damasceno não foi tão mal na gestão da prefeitura de Tarauacá, mas errou na dose política. Há controvérsias. Se tivesse sido de fato um prefeito bom na gestão, bem avaliado, as urnas não lhe rejeitariam.

DENTRO DAS LIMITAÇÕES

Dentro das suas limitações oratórias e do nervosismo de início de mandato, o deputado Neném Almeida (PSD), tem sido muito participativo nos debates na ALEAC, na defesa do governo Cameli, ao ponto de ser dito pelos adversários que, quer derrubar o deputado Gerlen Diniz (PROGRESSISTAS) da liderança do governo.

É UM DESASTRE

Toda vez que um filho do Jair Bolsonaro ou a ministra Damares falam, é uma crise no governo ou chacota na imprensa. Deveriam ser proibidos de falar até o fim da gestão do presidente, seria a maior contribuição que poderiam dar para o sucesso da sua corrida para mudar o Brasil.

NÃO É A HECATOMBE

Falando no presidente Jair Bolsonaro, não vem sendo a hecatombe que os petistas previam, ao contrário, vem cumprindo exatamente o papel prometido na campanha e se cercado de bons auxiliares. Não se pode é exigir do Bolsonaro e seus ministros que cultuem os mitos petistas.

NÃO APOSTEM NO INSUCESSO

Não é pelo episódio controverso do carnaval que a competência da secretária de Turismo, Eliane Sinhasique, terá a sua gestão avaliada, mas pelo saldo futuro. O governo mal deu os seus primeiros passos. Conheço a Eliane de décadas, não aposte no fracasso da sua missão.

BOM PARA A DEMOCRACIA

Quando os debates na Assembléia Legislativa acontecem de forma dura, mas qualificada, como está ocorrendo neste início de legislatura, é bom para a população, porque se vê bem representada e para o governo, que vê os seus erros apontados. O pior que pode acontecer a um governador é ter um Legislativo sem uma oposição de qualidade, porque isso acontecendo, vai praticar atos danosos e todos ficarão a lhe dizer amém e sim senhor. Uma oposição forte, propositiva, é da maior importância no parlamento. É unanimidade entre os colegas de imprensa de que a atual composição do Legislativo tende a ser mais ativa, com mais debates importantes do que foi na última safra da ALEAC. A omissão tem de ser varrida.

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