Conecte-se agora

Questão de revolta ou nojo?

Publicado

em

*Sergio Quintanilha

Tenho acompanhado, com vivo interesse, os caminhos que tem percorrido a proposta presidencial do Excelentíssimo Senhor Presidente da República(denunciado como criminoso administrativo financeiro ao STF), que concede o famoso indulto natalino a algumas dezenas de presos, de preferência os envolvidos com crimes desvendados pela famosa e inesquecível Lava Jato e seus desdobramentos.

O indulto natalino, que parece vir desde os decretos 1860 e 2002 de 1996, sofreu ao longo dos anos uma série de alterações, mormente aquelas que dizem respeito aos criminosos que NÃO FARIAM JUS AO BENEFÍCIO, entre eles os que praticaram crimes considerados hediondos, consta na Carta Magna do país em seu art. 84, inciso XII, que diz : Compete do Presidente da República : XII conceder indulto e comutar penas com audiência, se necessário, dos órgãos instituídos em lei”.

,Com a feliz, benéfica e abençoadas atividades levada a efeito pela “Operação Lava Jato”, com todo respeito aos que discordam dos métodos, resultados parciais, prisões e tudo o mais que atingiu seus “deuses” ou intocáveis, os brasileiros viram comprovado que bilhões e bilhões de reais, de dinheiro dos nossos impostos, dinheiro de nosso trabalho (4 meses por ano o brasileiro trabalha somente para pagar impostos), foram ROUBADOS por detentores de cargos públicos, dirigentes ou não, por empresários e funcionários de autarquias ou congêneres que, de uma hora para outra viram suas ladroagens diretas ou indiretas(conivência) expostas ao público, julgadas em primeira instância e algumas até em segunda instância, com parte de seus praticantes, LADRÕES do erário público, atrás das grades ou abençoados com a famigerada delação premiada, presos por tempo ínfimo em suas próprias residências. Num primeiro momento, parece que o montante do dinheiro ROUBADO dos trabalhadores brasileiros ainda não voltou se é que vai voltar algum dia, para os cofres da nação.

Entre os crimes cujos autores não podem ser agraciados aparecem, entre outros, o tráfico de substâncias entorpecentes, os crimes contra as pessoas com requintes de crueldade, enfim crimes que causam, em si, pelas consequências ou pela forma, revolta, antipatia, sentimentos insuportáveis em nossos espíritos cristãos, tenham a rubrica que tiverem.

Tudo indica, pelo decreto manuseado pelo presidente acusado de criminoso, Michel Temer, que em seu bojo, mesmo sendo o autor um aparente fervoroso cristão, quase beato, que dezenas e dezenas de LADRÕES do erário público, canalhas que roubaram o dinheiro destinado a hospitais, educação, segurança, transporte, moradias, tudo previsto na constituição federal não se constituem, INDIRETAMENTE, crimes hediondos. Roubarem dinheiro que poderia ser  utilizado para aquisição de remédios, de aparelhos hospitalares, para pagamento condigno aos professores, para conservação de nossas estradas, para dar segurança pública aos brasileiros e muito mais, nos parece, respeitados outros entendimentos, não são crimes hediondos?

Mas, pasmem, o Excelentíssimo Senhor Presidente Michel Temer, acusado de ser criminoso, entre as pérolas de seu decreto de indulto para 2018, prevê a dispensa das multas e devolução do dinheiro desviado do erário público, isto é nojento!

Todavia, sem desejar desrespeitar, de forma alguma, o saber jurídico dos Eminentes Ministros NOMEADOS por políticos, de acordo com os interesses dos mesmos, tudo faz crer que estão a abençoar, com raras exceções, os termos do malfadado decreto, o escárnio ao povo brasileiro.

Disse neste final de semana o Eminente Presidente do Egrégio Supremo Tribunal Federal, que as “eleições terminaram e é chegado o momento do STF refletir sobre suas posições”. Leia-se julgados.

Os Eminentes Ministros do STF têm obrigação moral, de honorabilidade, honradez, respeito e dignidade para com o povo brasileiro, de rejeitar, sumariamente, os termos do atual decreto de indulto natalino, tirando de seu bojo todo e qualquer benefício para quem ROUBOU o dinheiro público direta ou indiretamente.

PODEM COMPARTILHAR PARA QUE CHEGUE TAMBÉM EM BRASÍLIA

*Sergio Quintanilha é advogado

Propaganda

Cidades

Famílias protestam em Rio Branco por entrega de casas do governo

Publicado

em

FOTO: Notícias da Hora

No início da tarde desta segunda-feira, 24, dezenas de pessoas interditaram a saída da ponte Juscelino Kubitschek, a ponte metálica, no centro de Rio Branco, para exigir a entrega de casas sorteadas pelo governo federal.

Os manifestantes, em sua maioria contemplada com unidades habitacionais no Loteamento Andirá, alegam que participaram de programas de habitação do governo federal e desde 2009 aguardam a entrega das residências prometidas.

Durante o protesto, eles solicitaram a presença de um representante do Acre. Segundo eles, famílias que foram sorteadas recentemente não receberam o imóvel.

Em entrevista à rádio Aldeia FM hoje cedo, o secretário de Infraestrutura e Urbanismo, Thiago Caetano, falou que os cadastros de 2009, pelo menos, não podem mais ser usados para contemplação das casas de habitação.

Caetano disse, ainda, que os cadastros estão sendo atualizados e que em breve o governo irá lançar um programa de construção de casa no interior do Acre.

Continuar lendo

Cidades

Em visita, ouvidor da União enaltece trabalho da prefeitura de Rio Branco

Publicado

em

Durante visita à Ouvidoria do Município de Rio Branco, ocorrida na última quarta-feira, 19, o Ouvidor-Geral da União Adjunto, Fábio Valgas, parabenizou o trabalho desenvolvido na capital acreana. Segundo ele, entre os 5.574 municípios do país, grande parte ainda enfrentam problemas de institucionalização. Já Rio Branco, para ele, possui instalações dignas, com todo um aparato propiciado em favor do cidadão, evidenciando a clara preocupação com as questões que envolvem a governança.

Aqui, Valgas participou do projeto ‘Abraçando o Controle Social’, desenvolvido em parceria com o Conselho Federal de Contabilidade Regional, como forma de incentivar o controle social, por intermédio de ações afirmativas.

Outro fator que motivou a vinda do ouvidor Federal ao Acre foi entrada em vigor do Código de Defesa do Usuário dos Serviços Públicos, disciplinado pela Lei Federal nº 13.460/2017, que obriga União, Estados e Municípios a manterem atividades de ouvidoria e criarem conselhos de usuários de serviços públicos, além de avaliarem a qualidade dos serviços prestados pelo poder público.

“Estamos num trabalho inicial. A orientação da prefeita Socorro Neri é para consolidar esses serviços. Dessa maneira, temos alcançado as respostas adequadas para os usuários dos serviços públicos”, destacou Estefânia Pontes, ouvidora do município.

Continuar lendo
Propaganda

Mais lidas

Copyright © 2019 Ac24Horas - Todos os direitos reservados.