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O posto Ypiranga do Gladson Cameli

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Estamos saindo de um governo desastrado economicamente, rechaçado popularmente, fracassado na gestão, o chamado “Governo dos Procuradores” – pelo grande número destes profissionais instalados na administração. E vamos começar a partir de janeiro um novo governo, que já está sendo nominado como “Governo do TCE”. Alusão ao poderoso Conselheiro do TCE, Antonio Malheiros (foto), o homem por trás de todas as decisões econômicas que o futuro governo irá tomar. Neste pré-governo nada esta sendo feito sem que passe pelas suas mãos. É a pessoa na qual o governador eleito Gladson Cameli mais confia, e uma espécie de faz tudo. Por isso já denominado de “Posto Ypiranga do Cameli”, numa comparação irônica com a peça publicitária que mostra o Posto Ypiranga, como lugar no qual você pode encontrar tudo. Malheiros é também a figura na qual o empresário Eládio Cameli, pai do Gladson, mais confia para aconselhar o filho. A recíproca também se aplica ao Gladson que, na campanha disse em entrevista ao ac24horas que, assim que se aposentar o Conselheiro do TCE será chamado para o seu primeiro escalão. Malheiros fica sempre nas sombras. Não dá muitas entrevistas e é considerado o que se denomina na política de “vaselina”, por nunca ter posições públicas, não se expor, e querer ser agradável a todos. Se essa simbiose Governo x TCE vai dar certo não se sabe, principalmente, na relação com os políticos, com os quais Malheiros nunca teve afinidades. As críticas que já se ouve é que esta relação pode tornar o futuro governo burocrata por ter de depender do aval técnico do Malheiros que, inclusive, é da sua lavra a indicação da técnica do TCE, Semíriames, para secretária de Fazenda. Na verdade uma preposta sua. A grande dúvida é se ele será competente para dar solução a todos os problemas que chegarão ao seu colo. Não é este Super-Homem que uns imaginam, diz quem o conhece. Vamos ver se de fato o “Posto Ypirang”a do TCE terá remédios para todos os males de um governo. Uma pergunta que já está sendo feita pelos políticos, continua no ar: “o TCE não é um órgão fiscalizador dos atos do governo, como ser gestor e fiscalizador?”. E nada mais se disse ou foi perguntado. Se perguntarem se esta bacalhoada luso-brasileira dará certo, confesso: não sei!

AO REI TUDO, MENOS A HONRA!
Parceria entre a mídia é governo é normal e legal. A questão é quando o órgão de comunicação não mantém a dignidade e vira um mero instrumento bajulador. Como se tem a cara lavada de se publicar que a saúde vive às mil maravilhas, quando está um caos? Ao Rei tudo, menos a Honra, já diz o ditado. Pode-se se divulgar os atos de um governo sem ser servil.

COMO É QUE ESTÁ BEM, CARA PÁLIDA?
É muita desfaçatez se querer negar que a saúde está um caos. Faltam medicamentos, pagamento indo para o terceiro mês de atraso no sucateado Hospital do Juruá, a Central de Transplantes parada (não pagaram o médico responsável), dívidas com a empresa particular de hemodiálise, dívidas com fornecedores, e se vem comemorar 33 leitos no HUERB? Menos!

ÚLTIMA TENTATIVA
O Superintendente do SEBRAE, Mâncio Cordeiro, ainda fez uma última tentativa com o senador Sérgio Petecão (PSD) para ver se conseguia manter-se no cargo. Chegou tarde, o candidato do Petecão é o seu afilhado Marivaldo Melo, um nome que tem outros apoios.

O HOMEM DO ALYSSON
Quem deve ter um espaço generoso na futura gestão da secretaria de Saúde é o militante Paulo Ximenes. Pelo menos é a dedução. Médicos contam que ele é quem está chegando nas UPAS e fazendo a apresentação do próximo secretário de Saúde, Alysson Bestene. É o cara!

O PADRE, O PASTOR E A MÃE DE SANTO
Ao se olhar a lista dos demitidos do governo se nota como tão eclética era a composição dos cargos comissionados. Tinha Padre, Pastor e Mãe de Santo. Nem buscar a religiosidade evitou a derrota nas urnas. Não adiantou estes comissionados a gritar na última disputa eleitoral Amém, Aleluia e, Saravá, meu Pai! Provado: Missas, Cultos e Despachos não ganham eleição.

COMISSIONADOS SEMPRE VÃO EXISTIR
Cargos comissionados sempre vão existir em todos os governos. É normal e legal. O Problema é quando você inverte o critério nas suas ocupações, colocando afilhados políticos ao invés de pessoas competentes. O quadro incha, como aconteceu, e acaba tendo que  fazer demissões.

AGORA TÁ EXPLICADO
Quando se vê na lista dos demitidos aquele famoso Pastor ganhando uma bela bolada todo mês se conhece agora porque na campanha, ele permitiu que o PT fizesse um comício dentro da sua igreja para os então candidatos Marcus Alexandre e Jorge Viana discursarem.

NÃO MISTURA
Critica-se o Pastor da IBB, Agostinho Gonçalves, por sua militância política. Mas, mesmo apoiando ao governo o seu congregado Marcus Alexandre, nunca abriu as portas do templo para um comício do seu candidato. Preserva a identidade religiosa da IBB. Merece respeito.

JV DISTANTE
Não foi por falta de aviso do senador Jorge Viana (PT) o que está acontecendo no fim do governo do irmão. Toda vez que ousou apresentar uma sugestão foi rechaçado pela tropa de choque do governador, que foi às redes sociais, aos jornais aliados, para lhe atacar. A história mostra que o JV estava certo quando defendia uma correção de rumo na atual administração.

UM EPISÓDIO MARCANTE
Um episódio marcante neste contexto aconteceu quando Jorge Viana reuniu a imprensa para um café da manhã no Mercado do Bosque. Deu algumas opiniões sobre o que considerava errado na gestão do seu irmão e apanhou de todos os lados dos secretários do governador.

É MUITO IMPROVÁVEL
Com o comissionado demitido com quem se encontra é sempre um poço de mágoa. E que estava nas suas projeções receber dezembro, e não vai acontecer. E para complicar a notícia que trazem é de que, dificilmente, vão receber as suas indenizações este ano. É uma barra!

CONTA SIMPLES
Com as cerca de 2 mil demissões de comissionados que aconteceram nestes últimos meses, uma conta bem simples pode ser feita. Cada um deles deve ter em média quatro dependentes dos seus salários. Isso significa que indiretamente 8 mil pessoas foram atingidas pelos cortes.

MAIORIA DESCONTENTE
Conversei com vários amigos que foram demitidos do governo. E a maioria esmagadora demonstrando mágoa com o governador. Raros foram os que não externaram protesto.

NÃO É SÓ MULTAR
Não é errado o RBtrans multar os que estacionam nas vagas dos idosos ou de deficientes físicos sem o carro identificado. A questão é que o órgão tem como meta uma sanha por multar, transformando isso numa indústria. Cadê as campanhas educativas do órgão?

OS MAIS VISADOS
Os deputados derrotados que assumirão secretarias no próximo governo serão os mais visados pela opinião pública e pela imprensa e, por um fato natural: foram os que mais criticaram o governo que está saindo e na tribuna tinham solução para todos os males do Estado.

MANDATO REAL
Para valer, a prefeita Socorro Neri começa o seu mandato no dia 1º de janeiro, depois desta Reforma Administrativa e corte de cargos de confiança que promoveu. Até aqui tinha sido uma espécie de mandato-tampão do Marcus Alexandre, porque não governava com os seus.

PRISÃO E SOLTURA
Duas notícias policiais chamaram atenção no fim de semana. Uma elogiável, a prisão de um comandante de facção, num serviço de inteligência do sistema de segurança, e a outra condenável; quando dez pessoas acusadas de tentativa de homicídio presas com drogas e munições de armas de uso restrito das forças policiais foram soltas. O certo é o errado.

SINCERIDADE
O vice-governador Major Rocha tem um ponto que pode se destacar como positivo: sua sinceridade quando quer manifestar a sua opinião a respeito de um fato. Coisa rara na política.

A COR DA CHITA É OUTRA
Familiares do vice-governador Major Rocha têm que entender que o Major Rocha não foi eleito “Imperador do Mundo” e nem a Mara Rocha “Imperadora das Galáxias”, e como tal serão passíveis de críticas. Quem está na vida pública é vidraça e não poderá escapar das pedradas.

FIM DA NOVELA
Com a conversa que Gladson Cameli e o Major Rocha terão esta semana acontecerá o fim da novela da Segurança, com as indicações dos nomes que comandarão os seus postos. Indicados pelo Rocha ou não, estes nomes sairão. Não pode é mais ficar neste impasse de puxa-encolhe. A reunião decisiva pode ocorrer hoje.

MARCADO PELA SERIEDADE.
Quem termina um mandato marcado pela seriedade é a deputada Leila Galvão (PT), que se comportou dentro dos princípios éticos que devem reger todos os que entram para a atividade política. Ninguém mais do que ela dedicou-se a buscar soluções para os problemas do Alto Acre, região em que tinha a sua principal base eleitoral. Mas, na política, ser ético, no Acre, não ganha eleição. O que ganha é a compra de votos, principalmente, no tocante às eleições de deputado estadual. O capital usado pela Leila na campanha foi a sinceridade e mostrar a sua atuação. Mas a compra de votos descaradas no seu reduto impediu a sua reeleição. Uma pena para o parlamento, que perde uma parlamentar atuante, e uma pena para Brasiléia, pois, quem comprou votos no município somente vai aparecer novamente daqui quatro anos. A Leila errou em ponto na campanha política ao medir todos com a sua régua da lealdade.

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Ilderlei: Gladson precisa ter o pulso forte”

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A frase foi dita pelo prefeito de Cruzeiro do Sul, Ilderlei Cordeiro, na abertura do programa de entrevistas do ac24horas, “Direto da Redação”, programa de estúdio que teve a sua estréia ontem, e que terá como entrevistadores o jornalista Astério Moreira e eu. O primeiro entrevistado, prefeito Ilderlei, foi questionado sobre a sua administração, se falou sobre política, como a conturbada relação com o ex-prefeito Vagner Sales e uma possível disputa da reeleição. Não se furtou de encarar perguntas polêmicas, como por exemplo, o que achava dos primeiros cinco meses do governo Gladson Cameli. Para o prefeito, falta ao governador sentar na cadeira de governador e dar as ordens, ter pulso forte, e não ficar governando focado no que dizem os seus assessores mais diretos. Nega que tenha traído o ex-prefeito Vagner Sales, e não o reconhece como único responsável pela sua eleição. Uma reunião que ficou de ter ontem com o governador Gladson definirá se continuará ou não no PROGRESSISTAS, partido no qual é filiado e está reivindicando ser o presidente da executiva regional. Veja a entrevista no ac24horas.

TEMA QUE UNIFICOU

A proposta apresentada ontem pela deputada Antonia Sales (MDB) do governo aumentar o percentual orçamentário da Defensoria Pública passando de 0,9% para 2%, encontrou aparente guarida nos demais parlamentares, principalmente, os do interior, onde não há uma efetiva ação dos Defensores. A discussão deve ser travada na chegada da LDO na ALEAC.

MEIO TERMO

Na sua experiência de vários governos, o deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) vislumbrou dificuldade da proposta de 2,0% ser aceita pela equipe econômica do governo; e sugeriu que, a peça orçamentária da Defensoria Pública seja de 1,5%, um meio termo para superar impasses.

PEDIDOS EM CASCATA

Conversando ontem como um integrante da equipe econômica do governo, este alertou que não haveria como justificar a fixação do orçamento da Defensoria Pública em 2,0%, aumento de mais de 100º% do teto atual que é de 0,9%. “Como explicar, por exemplo, para o Judiciário, MPE, que você está reajustando em mais de 100% o orçamento da Defensoria e não serem também aquinhoados”? Fez a pergunta. Para ele, haveria pedidos de aumento em cascata.

VERBA ESPECÍFICA

Caso se consiga da equipe econômica do governo este reajuste no orçamento da Defensoria, que acho improvável no teto reivindicado, deveria ser uma verba carimbada específica para a contratação de mais Defensores e vedado o uso em reajuste salarial aos Defensores Públicos.

ONDE PASSA UM BOI PASSA UMA BOADA

E por um princípio simples. As demais categorias iriam montar acampamento na porta do governador Gladson Cameli e, também, exigir reajuste salarial. O pedido da deputada Antonia Sales (MDB) não é algo tão simples de ser atendido, tem de ver o tamanho da implicação no orçamento estadual. Mas dará um bom debate, precisamos de uma Defensoria Pública presente em todos os municípios. Mas lembrar que no governo não existe só a Defensoria.

GLORIOSO ATACA NOVAMENTE

O braço sindical do MDB, comandado pelo presidente da FIEAC, José Adriano, bateu ontem no governo Gladson Cameli, em um vídeo divulgado lhe responsabilizando pela derrocada dos empresários no Acre. O MDB, ao que parece, escolheu o governador como seu alvo fixo e saco de pancadas. Deve ser constrangedor para as secretárias Maria Alice e Eliane Sinhasique.

NÃO VI UMA DEFESA

Não vi um posicionamento político do governador Gladson Cameli a este respeito, como nenhum parlamentar que lhe apóia rebateu e ele ficou calado, ficará valendo o que foi divulgado sobre o setor industrial, verdadeiro ou não. Não me cabe defender o governo.

É O DONO DOS VOTOS?

O deputado Neném Almeida (SD) ameaçou ontem da tribuna de que o candidato que não ajudar a recuperar as ruas da Cadeia Velha não terá votos dos moradores em 2020. Falou com tanta autoridade na ALEAC que, quem assistiu saiu pensando que ele é o dono dos votos.

CALDO ESTÁ ENGROSSANDO

Virou unanimidade na da base de apoio do Gladson Cameli o movimento para marcar uma reunião com o governador para discutir o papel do MDB no governo. Não aceitam o MDB ter duas secretárias, diretorias, CECs, e formar e votar na ALEAC sempre com o PT e o PCdoB.

PROPOSTA QUE ROLA

A proposta que será levada ao governador Gladson Cameli é a demissão das secretárias Maria Alice, Eliane Sinhasique, de ocupantes de diretorias, deixando no governo apenas os cargos ligados ao grupo do deputado Vagner Sales (MDB), que vem votando a favor do governo.

COMPLETAMENTE INCOMODADA

Um dos deputados da base passou à coluna que a secretária Maria Alice é uma das mais agastadas com a oposição que o MDB faz ao governo Gladson Cameli, por ser ocupante de uma das pastas mais importantes do governo, depois da fusão da SEPLAN/Administração.

NOME MAIS CRITICADO

O nome mais criticado é o do deputado Roberto Duarte (MDB), hoje o maior oposicionista ao governo Gladson Cameli, sendo mais ferino que os parlamentares do PT e PCdoB. Argumentam os deputados da base que há o agravante do Roberto ser presidente municipal do MDB.

POSIÇÃO PESSOAL

Perguntei ao presidente regional do MDB, deputado federal Flaviano Melo, sobre o que pensava do fato do MDB ser aliado e oposição ao mesmo tempo ao atual governo. Saiu pela tangente e disse que a posição do deputado Roberto Duarte (MDB) é pessoal e não do partido. Ou seja, deu praticamente carta branca para que o parlamentar continue com a pancadaria.

HAVIA DISCIPLINA POLÍTICA

Pode se criticar os governadores do PT por qualquer ângulo que quiserem, mas nas alianças que os sustentavam; a FPA, jamais foi aceito um aliado ter secretarias no governo e votar contra o governo. Se há algo que os governadores do PT tinham era pulso forte na política.

NÃO FOI DE GRAÇA

Não foi de graça que o PT ficou 20 anos do poder. Foi porque os seus governadores sabiam usar o poder e tinham o pulso firme para tomar decisões políticas, o que falta ao Gladson Cameli é exatamente a falta de pulso e mostrar que tem a caneta que nomeia e demite.

TORNA INVIÁVEL O GOVERNO

Qualquer governador que ficar refém de um deputado ou de um partido, ficando no canto do ringue, a tendência natural é a de não ser respeitado pelos aliados, pela frouxidão dos atos.

FALANDO DE GULODICE

Um fato cômico aconteceu logo após a aprovação da reforma política do governo. Um dos integrantes da base chegou junto ao presidente da ALEAC, deputado Nicolau Junior (PROGRESSISTAS), e falou: “vamos agora ao Gladson, quero saber quantos cargos terei”.

APOSTANDO NA UNIDADE

O prefeito de Cruzeiro do Sul, Ilderlei Cordeiro, é um otimista. Diz que se for candidato á reeleição não tem dúvida que terá o apoio do ex-prefeito Vagner Sales. Tudo é possível em política, mas no presente caso me recuso a acreditar neste apoio. Mais fácil ganhar na MEGA.

NOMES SURGINDO

Os nomes vão surgindo como candidatos da oposição à prefeitura de Mâncio Lima. Entre eles, Josimar (PSDB) e Wilssilene (PROGRESSISTAS). O prefeito Isac Lima (PT) sairá à reeleição.

DADO COMO CERTO

Dirigentes do SD dão como certa a filiação do deputado Fagner Calegário (PV) no partido.

FORA DE CENA

Quem saiu de cena foi o vice-governador Major Rocha, que tem evitado os temas polêmicos.

MOSTRADO EQUILÍBRIO

Mesmo nos momentos mais tensos na ALEAC o presidente Nicolau Junior (PROGRESSISTAS) mostra ponderação e equilíbrio na condução dos debates na casa. É um pacificador nato.

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Blog do Crica

Não pode é fazer politicagem

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A prefeita Socorro Neri determinou com acerto à sua equipe que nas vias estruturantes e de grande tráfego, não recupere apenas os buracos, mas também os pontos em que o asfalto está trincado e com desnível. Aliás, desnível resultante de serviço mal feito por empresas contratadas pelo DEPASA, órgão do governo. Se não se tiver este cuidado, depois será acusada de ter aplicado mal os recursos limitados que tem e de ter feito um serviço porco. Na gestão pública as decisões devem ser técnicas, e não para o gestor ser agradável para este ou para aquele grupo político. Porque se assim não for a Prefeitura será acusada de tapar um buraco numa semana e pouco tempo depois a mesma rua estar com buracos. Não pode também é por politicagem prometer que vai asfaltar todas as ruas da capital como fizeram e deu no fracasso que deu. É a primeira vez que vejo alguém ser criticada por estar fazendo um bom serviço.

DEPOIS RECLAMAM DO GOVERNO

O governo passado construiu uma moderna Estação de Tratamento de Esgoto na Cidade do Povo. Pois bem, foi toda destruída. Vândalos roubaram os fios, as bombas, e a sucatearam, deixando-a inoperante. Não vai demorar estarão reclamando de falta de saneamento, bueiros entupidos e cobrando do governo pelo que foi vandalizado. Podem aguardar que vai ocorrer.

DEFININDO O PARTIDO

Márcio Pereira, filho do ex-prefeito Luiz Pereira, confirmou à coluna a sua candidatura a prefeito de Plácido de Castro, faltando apenas definir o partido, que pode ser pelo PTB. Márcio é um político jovem com idéias modernas, que fogem à mesmice da política tradicional.

FRASEOLOGIA DA BALSA PARA MANACAPURU

Após ouvir ontem vários lamentos de deputados contrários à reforma e que foram derrotados pela base do governo, o deputado Luiz Tchê (PDT), usou a fraseologia da “Balsa Para Manacapuru, que simboliza os derrotados no embate político: “É o choro do surubim”, disse.

OUTRA VERSÃO IRÔNICA

O deputado Fagner Calegário (PV) usou do bom humor para falar sobre a derrota da oposição na votação da reforma política do governo: “estou numa rebordosa, numa ressaca”. E não deixou de alfinetar o governo ao recomendar que, os desempregados procurem a Casa Civil.

QUEM SÃO OS MEMBROS DO CARTEL?

Uma boa pergunta para afirmação feita pelo governador Gladson Cameli de que um “cartel” está boicotando a administração da secretaria de Saúde. Que Cartel é este? Profissionais da Saúde? Grupos Políticos? Fogo amigo? Empresários? Quem são? Foi uma acusação grave.

O CÔNCAVO E O CONVEXO

O artigo com o título acima, publicado no ac24horas pelo ex-deputado Luiz Calixto, define com maestria o que é o MDB e seu comportamento. Vale a pena ser lido. Sintetizando, o MDB sempre se divide em duas alas: uma incrustada no governo e a outra fazendo a oposição. Se o governo der certo o MDB colaborou. Se não der certo, diz que foi crítico. É bom ler na íntegra.

COMO DISSE CHE GUEVARA

Ninguém é mais oposição na ALEAC ao governo Gladson que o deputado Daniel Zen (PT). Piada pensar o contrário. A diferença é que faz uma oposição dura, sem gritos, mas com classe, na tribuna. Como disse o velho Che Guevara: pode-se ser duro, mas sem jamais perder a ternura.

POSTAGEM IRÔNICA

O secretário de Infraestrutura, Thiago Caetano, fez ontem uma postagem irônica nas redes sociais: “É rolo compressor na Assembléia. “É rolo compressor nas rodovias”. Alusão à aprovação da reforma administrativa na ALEAC e às obras do governo na rodovia AC-40.

REGISTRE A TENDÊNCIA, JV!

O guerreiro petista Marcos Fernandes critica o ex-senador Jorge Viana por estar querendo mudar o PT de fora para dentro, montando um grupo com Binho Marques, Raimundo Angelim e Marcus Alexandre. “Se quer criar uma nova Tendência, registre-a no partido”, comentou ontem à coluna com ironia. O PT é dominado hoje pela Tendência “Democracia Radical”.

COBROU, MAS NÃO FOI DECISIVO

Por respeito ao bom deputado Roberto Duarte (MDB), faço uma correção ao seu discurso de ontem, na ALEAC, de que os projetos dos ramais só chegaram na CEF porque alertou para o fim do prazo. De fato cobrou. Mas a força tarefa já trabalhava na montagem mais de mês.

FALANDO DE RAMAIS

Ainda sobre ramais, o governo tem de gastar bem os 94 milhões de reais. Não adianta pulverizar os recursos em serviços de raspagem, porque fica um trabalho porco, que não resistirá ao inverno. Certo, o critério de maior produção e população para a escolha dos ramais. Tem que acabar no serviço público se politizar obras e fazer por cima da pausada.

ATÉ PARECE…….

Quem assiste os deputados do PCdoB e do PT criticando na tribuna da ALEAC o fato do governo atual criar novos cargos de confiança e conhece como era o jogo nos governos do PT, fica rindo. Até não parece que nos governos do PT não tinham CECs e os ocupantes indicados por eles. Tá bom: aproveitem e contem uma piada do português ou se preferirem de papagaio.

REVOLTA NA BASE

Deputados da base governista comentavam ontem em uma roda na ALEAC que vão chamar o líder do governo, deputado Luiz Tchê (PDT), para uma conversa séria sobre o MDB. Diziam que não aceitam ver o MDB com secretarias, diretorias e em sua maioria ser oposição ao Gladson.

VOCÊS QUE SE ENTENDAM

Para estes deputados é cômodo o MDB ser oposição na ALEAC e lotado de cargos e secretarias no governo. Vocês que são políticos que se entendam. Por mim, o Gladson Cameli pode dar quantos cargos quiser ao MDB e nomear quem bem entender para as 450 CECs. Até petistas.

ENFRAQUECENDO O MORO

Fora o deputado Alan Rick (DEM), que não estava no plenário, e a deputada federal Mara Rocha (PSDSB) que votou a favor de fortalecer as ações do Ministro da Justiça, Sérgio Moro, o restante da bancada federal acreana votou contra deixar o COAF nas mãos do Moro, enfraquecendo suas ações. Depois que reclamam que o Brasil é o país da impunidade

SEM HIPOCRISIA

O líder do governo, deputado Luiz Tchê (PDT) não usou da hipocrisia e disse que a base do governo tem sim o direito de indicar pessoas para ocupar cargos de confiança na relação aprovada de 450 CECs. Desde que sejam competentes e não meros filhados, sem problema.

ESPERANDO O RESULTADO

Desde a discussão sobre a sua instalação disse que a CPI da ENEGISA era dotada de boas intenções, mas que não teria condições legais de reduzir um centavo das contas de energia elétrica. Todos querem a redução. Mas não é justo ficar iludindo o consumidor com a CPI.

NÃO SABE NEM EM QUEM VOTOU

O deputado Jonas Lima (PT) diz que o povo vai cobrar dos deputados que votaram a favor da reforma administrativa do governo nas urnas. Jonas, se você fizer uma enquete com a população para saber em quem votou na última eleição, a maioria nem se lembra. Quanto mais daqui quatro anos….

A LEGALIDADE É INDISCUTÍVEL

Na política, cada deputado é dono do seu voto e livre para decidir se votará contra ou a favor de um projeto. Quando se trata de uma aberração, cabe a crítica. O que não se aplica ao caso da reforma. Pode-se concordar ou discordar, mas não se discute a sua legalidade. Ora, pois!

É FOGO AMIGO?

A secretária do Turismo, Eliane Sinhasique, postou que: “se tem pessoas que te incomodam, essas pessoas são as que não vestem a camisa! Pessoas que parecem estar fazendo as coisas por fazer…” Fogo amigo, ou algum boicote interno ao seu trabalho dentro do governo, Eliane?

NÃO VAI PARA O SACRIFÍCIO

É improvável que o professor Marcelo Siqueira vá para o sacrifício sendo candidato a prefeito de Cruzeiro do Sul só com a cara e a coragem. Sem estrutura não passaria de uma aventura.

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