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Deixando o comandante comandar o barco

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O senador Sérgio Petecão (PSD) foi o candidato ao Senado mais votado do Acre. Aliás, uma votação estupenda! Mas não está entre os que mais estão na briga por cargos no futuro governo. Os que tiveram votação pífia comparada à sua, são os mais os gulosos. Alguns, querendo transformar pastas importantes num feudo do grupo partidário. Sérgio Petecão tem dito que, o Gladson Cameli é quem governa e que deve escolher com quem quer governar. Fez apenas uma indicação para a Secretaria de Agricultura, mas ressalvando que se houver algum veto não haverá rebeldia de sua parte. Petecão (foto) sabe que a oposição chegou ao poder condenando todo este quadro que PT está deixando, de compadrio e de aparelhamento da máquina estatal, com afilhados incompetentes. E sabe também que, se o Gladson não fizer uma boa administração, sua passagem pelo poder será efêmera. Os políticos devem ser contemplados, mas dentro de um contexto em que dê liberdade para o governador compor uma equipe ao seu perfil. Porque no frigir dos ovos, se fracassar, a culpa não será atribuída aos deputados, senadores, dirigentes políticos, mas exclusivamente à pessoa do governador. E parece que o Petecão tem entendido o papel. Mas o mesmo não se pode dizer de outros políticos. A montagem do secretariado é o primeiro passo para se fazer um bom governo. Ou não!

DE GAULLE TINHA RAZÃO
Quando o estadista francês Charles De Gaulle, falecido, proferiu a frase de que o Brasil não é um país sério, tinha razão. Com o país numa grave crise econômica, o STF puxa um aumento salarial que, em efeito cascata terá um impacto anual de R$ 243 milhões no Executivo.

NÃO CAIRAM NA REAL?
Falando em cascata, o Estado se desmoronando em dívidas diversas e ainda se vê a falácia que o Acre goza de saúde fiscal. Com um final melancólico de governo e não caíram na real que fracassaram? Em qualquer roda, não se fala em outra coisa a não ser nesta derrocada.

NÃO ESTARIAM DEMITINDO NINGUÉM
Se o Estado estivesse com as finanças no azul, o governo não precisaria demitir ninguém.

NEM AS URNAS ENSINARAM
Nem a fragorosa derrota nas urnas trouxe um pouco de humildade à cúpula do atual governo.

“O PODER É AFRODISÍACO”
A frase acima é do saudoso deputado Hermelindo Brasileiro (PDS), ao explicar na tribuna da ALEAC, a enxurrada de adesões de adversários ao governo Nabor Junior (MDB). A frase, dita há décadas, se aplica ao que se está vendo em relação ao governador eleito Gladson Cameli.

QUEM MELHOR SOUBE SEPARAR
Já acompanhei o mandato de governadores do Wanderley Dantas até o atual. Quem melhor soube afastar do seu gabinete os bajuladores foi o ex-governador Binho Marques. Cercou-se de uma equipe essencialmente técnica, afastou os serviçais e deixou o governo numa fase boa.

NÃO FICOU DISTANTE
O governo do Jorge Viana também não ficou distante do comportamento avesso a pegajosos.

NÃO PENSAREI DUAS VEZES
Conheço o vice-governador Rocha e o governador eleito Gladson Cameli, bem antes de chegarem ao governo. O Rocha como colega de redação do “O RIO BRANCO” e o Gladson na campanha de deputado federal. Mas não pensarei duas vezes se tiver que criticar suas ações.

NO MESMO DIAPASÃO
E usando o mesmo diapasão que uso para modular as críticas que faço ao atual governador.

O MESMO SE APLICA
E o mesmo se aplica quando tiver que criticar a ação de um secretário do futuro governo, ou dar espaço para algum ato falho. E por um simples fato: governadores passam e a coluna fica. E entre algum ocupante do poder ficar magoado com uma crítica e o leitor, ficarei com o leitor.

O PODER NÃO É ETERNO
O problema de quem chega ao poder com gula e mete os pés pelas mãos e achar que o mandato de governador e de prefeito é eterno, quando tem data para terminar. Se torna arrogante, só aceita conviver com quem bate palmas, a arrogância cega e vem o fracasso.

MAIS REAL QUE O REI
Tem futuro secretário do governador eleito Gladson Cameli que nem assumiu e já dá pinta de mais real do que o Rei, postando fotos, anunciando uma revolução na sua pasta, sem ao menos saber qual o recurso que terá disponível. Acorde: será secretário de um Estado pobre.

SEM O MÍNIMO SENTIDO
A intenção do PSDB em querer indicar um nome para a Secretaria de Agricultura, como disse à coluna o deputado Luiz Gonzaga (PSDB), só é válida para marcar posição. Não haveria sentido do senador Sérgio Petecão (PSD), mais votado até que o Cameli, ficar sem espaço no governo.

CARRO NA FRENTE DOS BOIS
Tenho visto ações na imprensa de começar a endeusar futuros secretários do governador eleito. Esta turma só pode ter bola de cristal para avaliar que este ou aquele secretário fará uma gestão espetacular. Menos pessoal, bem menos! Nem tomar posse, eles tomaram.

DEPOIS DE SABER O TAMANHO
Cada partido só vai saber qual será o seu quinhão no segundo e terceiro escalão do governo, quando se conhecer o tamanho do desenho da Reforma Administrativa anunciada pelo governador eleito. Até porque não se sabe ainda quais os cargos que desaparecerão.

PODE BATER NO PEITO
O deputado Jonas Lima (PT) pode bater no peito e dizer que sua eleição não deveu em nada de ajuda pelo seu partido.  Foi mérito pessoal. Tinha era muito torcedor no PT pela sua derrota.

COLO LARGO
As demissões no PRÓ-SAÚDE, pelo que divulgou o MTB, vão continuar em curso no primeiro ano do governador eleito Gladson Cameli. Houve apenas a extensão de prazo para que todos os servidores do órgão sejam demitidos. Mais um abacaxi a descascar no largo colo do Cameli.

PROMESSA DE CAMPANHA
Não sei como o novo governo pretende sair da enrascada que os governos do PT meteram os servidores do Pró-Saúde, que fizeram um concurso que lhe foi dito como legal. Depois derrubado na justiça. Na campanha, Gladson Cameli prometeu resolver a questão se ganhasse.

OUTRO ABACAXI
Outro abacaxi que terá que se descascado no futuro governo: o dos aprovados no concurso para a PM, que foram enganados pela gestão atual, e até hoje não foram contratados.

“TENHO PENA DO GLADSON”
A frase, eu ouvi ontem num supermercado da cidade de um recém demitido do governo e que conhece com poucos as entranhas financeiras da atual administração: “Tenho até pena do que o Gladson vai pegar quando assumir o governo. Só vai saber quando as cobranças chegarem”. É a segunda vez que ouço previsão neste sentido de quem esteve no âmago do poder.

CLIMA DE VELÓRIO
As demissões de quase 800 cargos de confiança por ordem do governador, mas em ato assinado pela vice-governadora Nazaré Araújo, deixou o governo em clima de velório, tirando o sentido do Natal para todas as famílias dos exonerados. Não receberão dezembro e é pouco provável que recebam as suas indenizações. É o que dá a falta de um planejamento financeiro.

FICOU MUITO CLARO
Quando o governo tem de demitir antes do seu término é uma mostra clara que o Estado se encontra no vermelho. Se estivesse no azul manteria todos até o final de dezembro. Não é para ninguém comemorar um fracasso deste porte, mas para se lamentar. E para servir de exemplo ao governador eleito Gladson Cameli para não entupir sua gestão de afilhados.

NÃO SAIRÃO CONTENTES
A cúpula do governo não espere que a legião dos demitidos se mostre agradecida.

TERIA QUE FAZER O MESMO
Caso a prefeita Socorro Neri não tivesse feito um corte profundo na estrutura da PMRB e nos seus cargos de confiança, por certo teria que repetir este triste filme do governo em 2020.

PRATICAMENTE A SEGURANÇA
No futuro governo, praticamente, só falta definir os nomes dos que irão ocupar os postos de comando das pastas do sistema de segurança, o que deverá ocorrer nesta semana que entra, com as chegadas do Gladson Cameli e do Major Rocha. Até lá tudo ficará na estaca zero.

FATO A INVESTIGAR
Um fato a se investigar é como se deu a transferência da Fábrica de Camisinha à iniciativa privada. Com certeza, este será um fato que merece ser esmiuçado na Assembléia Legislativa.

NADA MAIS NATURAL
Um governador, um prefeito, o presidente de um País, trabalhar para ter uma base parlamentar que lhe dê sustentação política é a o fato mais natural no jogo da política. O prefeito de Cruzeiro do Sul, Ilderlei Cordeiro, apenas segue o roteiro, na eleição da Câmara Municipal.

PODER DITA A MAIORIA
Na gestão do ex-prefeito Vagner Sales, em todas as eleições para a presidência da Câmara Municipal de Cruzeiro do Sul, este trabalhou para o presidente da casa ser do seu grupo e conseguiu. Qual o problema do prefeito Ilderlei Cordeiro brigar para seu grupo fazer o presidente? Na política, quem dita a maioria é quem se encontra no poder. E ponto!

O TAL PLANO DE CONTIGÊNCIA
A prefeita Socorro Neri lançou o seu plano para diminuir ao máximo o impacto do período chuvoso. É tal “Plano de Contingência”, discutido nos debates durante a campanha política.

FICOU ENTRE QUATRO PAREDES
A Agência de Notícias do Governo propaga que o atual governador chegou perto de atingir a entrega de 14 mil unidades habitacionais. Sei que construiu muito, não sei se neste montante. É sempre bom duvidar. Mas se foi verdade, pela fraca divulgação, ficou entre quatro paredes.

HISTÓRIA DA PATA
É a velha história da pata: por não saber cacarejar, coloca seus ovos e ninguém fica sabendo.

INIMIGO DOS PREFEITOS
Está batendo na porta o grande inimigo dos prefeitos: época invernosa. Cruzeiro do Sul já está sofrendo com a cheia do Juruá, desabrigando famílias. O resultado das enchentes é que, além de desabrigar pessoas, cria despesas extras para o poder público e destrói obras pelas cidades.

AINDA NÃO SE FALOU DOS ESCOMBROS
Tem se falado muito sobre o caos que tomou conta de alguns setores importantes da administração que se finda dia 31 de dezembro, mas tem muito mais problemas abaixo da ponta do iceberg, no caso das obras abandonadas. Como o complexo industrial de Tarauacá, o complexo do peixe em Cruzeiro do Sul, as praças de esportes no entorno do estádio Arena da Floresta. E o interior do próprio estádio, com a maioria das cadeiras das arquibancadas quebradas. Outro pepino: as obras da ZPE completamente depredadas. E muitas outras. Tudo implicará em muitos gastos para o próximo governador. A equipe de transição está deixando isso dentro ou fora do bornal de problemas da gestão que vai entrar? Tem de colocar na conta.   

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Blog do Crica

Base do governo prepara CPI da Anac, Depasa e Ruas do Povo

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O que dá para rir, também, dá para chorar. Alegria de minoria no parlamento costuma ter duração fugaz. Com o vice-governador Major Rocha agora envolvido diretamente na parte política, uma reunião está marcada para o início da próxima semana, que pode ser na segunda ou terça-feira, com a bancada governista para afinar ainda mais os discursos na defesa do governo Gladson Cameli e colocar os deputados de oposição e os rebelados no quadrado dos deputados minoritários. Estará em discussão a apresentação de CPIs para investigar o DEPASA, ANAC (Peixes da Amazônia, ZPE, Fábrica de Tacos, Fábrica de Camisinhas) e o HUERB. O vice- governador Major Rocha diz que, a partir de agora, o jogo será duro: “quem for da base do governo será tratado como base pelo governo. Quem for oposição ou integrar o grupo dos chamados “independentes, será tratado como adversário. Ou você é governo, ou não é governo. A base tem de estar coesa. E, eu farei de tudo para isso vir a acontecer”, prometeu. Todos os ex-gestores dos órgãos que serão alvos de CPIs que os governistas pretendem criar, serão chamados a depor, estejam ou não ocupando mandatos parlamentares. “Temos de passar tudo a limpo, sempre fui a favor de CPI”, diz Rocha. Prenúncio de bons debates na ALEAC.

O JOGO ERA BRUTO

O vice-governador Major Rocha diz que, ao contrário do PT, sempre foi a favor da instalação de CPI, do debate. Lembra que no governo passado, todo projeto seu era vetado, e para ser aprovado tinha que colocar no nome de um deputado da FPA. Erra assim que funcionava, diz.

NÃO PASSAVA NADA

Nenhum projeto que tinha a minha assinatura, por mais que fosse beneficiar a população, o governo do PT não deixava passar, lembra o vice-governador Major Rocha. Tudo era derrubado, relembra a sua passagem pela Assembléia Legislativa

MAIORIA É PARA SER USADA

Sobre a “CPI da ENERGISA”, o vice Major Rocha diz não ser contrário que venha ser realizada, Mas lembra que na composição deve ser seguido o critério da proporcionalidade das bancadas e a maioria pode indicar o Presidente e o Relator da CPI, porque assim funciona no parlamento.

ROBERTO DUARTE FORA

A coluna tem informação de um deputado da base do governo que participou do café da manhã da última segunda-feira, que um ponto foi levantado e acatado por unanimidade: não aceitarão o deputado Roberto Duarte (MDB) participando. Seu isolamento começará pela derrubada de seus requerimentos e projetos que tramitarem na ALEAC. “O Roberto será tratado como um deputado de oposição”, disse á coluna o parlamentar governista.

DOIS TRATORES

O certo é que o barco da oposição vai passar a navegar em mar revolto e não mais em águas plácidas. O vice-governador Major Rocha é um trator com os adversários; e, com o deputado Luiz Tchê (PDT), preparado, bom de debate, corajoso, o a oposição perderá seu protagonismo.

INVERSÃO DE VALORES

O vice Major Rocha e o deputado Tchê (PDT) têm razão de que estava tendo uma inversão de forças na ALEAC com uma oposição dando o rumo dos debates no parlamento. Acompanhei governador na ALEAC desde o Wanderley Dantas, e nunca vi minoria comandar a maioria.

BASICAMENTE O QUE QUERIAM

Ainda que em minoria os deputados da oposição ditaram até aqui, as normas na ALEAC, ante uma maioria calada, desorganizada e sem poder de reação. Mesmo inusitado, isso aconteceu.

ESTAVA SEM COMANDO

O que aconteceu também neste início de legislatura, foi o que a coluna vinha colocando sempre de que não havia uma cabeça de pulso forte que pudesse congregar os deputados da base, o que será suprido com a entrada do vice-governador e do chefe do gabinete civil, Ribamar Trindade, no centro dos debates. O governador Gladson Cameli deixou solto.

MINORU ESTÁ NA MIRA

O PSDB não desistiu de ter o professor Minoru Kinpara para ser o candidato do partido a prefeito de Rio Branco. A informação que tenho é de que os dirigentes tucanos vão insistir no convencimento para a sua filiação, porque o consideram como sendo o candidato ideal.

EXISTEM CAMINHOS E CAMINHOS

Se o deputado Roberto Duarte (MDB) quer cumprir o seu mandato sem buscar uma candidatura majoritária está com a postura certa de virar oposição ao governo. Mas, se quiser ser candidato à PMRB, não vejo como boa estratégia colar a imagem ao PT e PCdoB, na ALEAC. Por um motivo simples: ambos foram justamente os partidos que o eleitor varreu do poder.

COMO É QUE VAI CRITICAR?

Numa eleição para a PMRB, como é que, ele vai criticar as gestões do PT e PCdoB, aliança que estava na gestão do ex-prefeito Marcus Alexandre, de quem foi um adversário ferrenho, e que hoje são os seus aliados na Assembléia Legislativa? O PT e PCdoB estarão juntos numa aliança no próximo ano, com candidaturas próprias, ou apoiando a prefeita Socorro Neri. Será o jogo.

NÃO PASSAVA NADA

O endurecimento da base do governo depois desse novo formato em ajustes, não pode ser criticado pela oposição. Nos governos do Binho, do Jorge Viana e do Tião Viana a oposição não aprovava nada, tinham o domínio dos seus deputados em todas as votações que aconteciam.

GOVERNO É PARA GOVERNAR

As urnas é que decidem: quem ganha governa. E não estavam errados os governadores do PT quando usavam o poder em sua plenitude, impondo um rumo, o poder é para ser usado mesmo. “Aos vencedores, as batatas”, já dizia o velho ditado. Governo fraco é um fracasso.

OU FALA OU CALA

O deputado Fagner Calegário (PV) fez ontem, a acusação mais grave neste início de debate da “CPI DA ENERGISA”, ao jogar no ar a suspeição de que parlamentares estariam numa suposta lista de propina da empresa para amolecer. Ou fala os nomes ou a acusação cai no descrédito.

QUAIS SÃO OS PROPINEIROS?

Acusação de tamanha gravidade se faz com provas em mãos. Se não tem, não se deve fazer.

PELO MENOS METADE

A esperança dos que foram induzidos de que a “CPI da ENERGISA” vai baixar o preço da energia, que tem nos principais condutores os deputados Jenilson Lopes (PCdoB) e Evaldo Magalhães (PCdoB), é de que ao seu final, a próxima conta venha com valor pela metade.

A MÃO QUE AFAGA…..

Estamos na era das redes sociais. Assim como se tornou viral que a “CPI da ENERGISA” derrubará o valor da conta de luz, o povo não aceitará outro resultado, que não seja este. E não derrubando, como disse o poeta, “a mão que afaga, é a mesma que apedreja”.

CHAPA EM DISCUSSÃO

O ex-prefeito de Senador Guiomard, Celso Ribeiro, pode reaparecer na política, na eleição do próximo ano no município numa chapa majoritária, como vice da candidata à prefeita Branca Menezes (PSDB). As primeiras conversas com dirigentes tucanos, já foram entabuladas neste sentido.

PELÉ CAMPOS

O ex-vereador de Feijó, Pelé Campos, é o rei em levar rasteiras de aliados. Sempre prometem que será candidato a prefeito, mas antes da convenção mudam a prosa. Desta feita, parece que disputará mesmo a prefeitura de Feijó pelo PSDB, é o nome do vice-governador Major Rocha.

REVISTA DO ZEN

Bem elaborada a revista “Acre Que Queremos”, do deputado Daniel Zen (PT), com um resumo das principais ações do primeiro mandato na ALEAC. É uma prestação de contas dos últimos quatro anos. A publicação mostra de forma transparente ao povo sua produção parlamentar.

TEVE MAIS DIFÍCIL

O presidente do PT, Cesário Braga, continua com a lamúria depois da derrota do Fernando Haddad (PT) a presidente, vendo tempos negros em tudo que acontece no Brasil. Costuma lamentar em suas postagens que “Tá Difícil!”. Difícil, Cesário, foi suportar a atrapalhada Dilma.

APELO DE UM PAI

Postagem que me chegou. Como é uma cobrança política, publico: “governador, mande consertar as pontes e os porquinhos do Canal da Maternidade, começando pelo Palheiral e João Eduardo, onde levo meu filho Igor, 3 anos, para passear, e parece uma cidade devastada”.

RESERVADO Á BANDIDAGEM

Além da destruição como foi entregue o “Parque da Maternidade” ao novo governo, abandonado, estruturas quebradas, na escuridão, o logradouro virou parada de bandidos na parte noturna e se tornou um perigo se trafegar no espaço, com os constantes assaltos. O
governo não pode mais ficar olhando pelo retrovisor, não bastasse o esgoto do Canal a céu aberto, agora se soma a violência.

CORTE RASO NA GASTANÇA

Leio na entrevista do colega Astério Moreira, no ac24horas, de que, o chefe do gabinete civil Ribamar Trindade, reduziu em apenas 100 dias, as despesas do órgão, que foram de 2 milhões e 154 mil reais no governo passado, para 299 mil reais. Foi um corte raso na gastança.

FOI PRECISO LEVAR UMAS PAULADAS

Foi preciso o governador Gladson Cameli levar umas pauladas na Assembléia Legislativa para entender que sem uma afinação com os deputados que estavam na sua aliança não governa. O que vinha causando surpresa é que o Gladson veio do parlamento e sabe como é que as coisas funcionam. A entrada do vice-governador Major Rocha no processo político foi um saque inteligente do governo, porque é habilidoso na conversa com os aliados e muito duro, quando se trata de peitar os adversários. Com esta nova afinação, o Gladson poderá ter a paz de saber que os seus projetos que forem enviados para o Legislativo serão aprovados, por uma larga margem de votos. Faltava conversa. Agora, deliberou-se que, a cada 15 dias haverá uma reunião dos deputados da base com os que comandam o governo. A prosa será mudada na ALEAC.

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Blog do Crica

Tchê desmonta a farsa da CPI

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O discurso de ontem do deputado Luiz Tchê (PDT) serviu para desnudar a farsa da oposição com a “CPI da Energisa”. Foi a fala mais lúcida e real de todas que abordaram o assunto. Começou dizendo que não passava de um populismo vulgar. O que é verdade. Desmontou os pilares de barro em que se sustentaram os principais articuladores da CPI, deputados Edvaldo Magalhães (PCdoB) e Jenilson Lopes (PCdoB) para instalar a peça investigativa. Primeiro que a CPI não tem força jurídica para baixar o preço da energia, como foi falsamente propagandeado na opinião pública, destacou. A questão do reajuste da tarifa é da competência de um órgão federal, a ANEEL, na qual a ALEAC não tem jurisdição. Sobre investigar o contrato e a privatização da Eletroacre, destacou Tchê ser outra falácia, porque os contratos são públicos, não é preciso de CPI para ter acesso. Obrigar o governo estadual a baixar a alíquota do ICMS, a CPI também não tem este poder, porque a ALEAC não pode legislar sobre tributação e finanças do Estado. Tchê foi cirúrgico ao dizer que estava retirando a sua assinatura da CPI, para não burlar a boa-fé do povo. “não vou adotar um discurso populista de que a CPI vai baixar a conta de luz por ser mentira, nem vou servir de suporte para candidato a prefeito de Rio Branco se promover, já basta o que aconteceu com a Telexfree, que denunciei ser uma pirâmide, insistiram em enganar a população, e os investidores saíram lesados”. O deputado Luiz Tchê foi franco com a claque levada por deputados para aplaudir os seus discursos e vaiar os adversários. “Eles estão enganando vocês, a CPI não vai baixar o preço da tarifa de energia, e eu não vou fazer parte dessa enganação”, disse Tchê referindo-se aos manifestantes.

PAULADA NA DEMAGOGIA

O discurso do deputado Luiz Tchê (PDT) foi uma paulada na demagogia da CPI da Energisa.

NÃO SE SABE QUEM MANDA

Ao que parecem, as trapalhadas neste início de governo do Gladson Cameli estão se refletindo também na Assembléia Legislativa, onde a base de apoio ao governo somente existe na ficção. Se me perguntarem quem na prática é o articulador político do governo, eu direi que não sei.

BARRADO NO CAFÉ

O governo considera, como já coloquei em colunas passadas, o deputado Roberto Duarte (MDB), um “caso perdido”. Tanto é assim que não é convidado mais nem para tomar café.

PARA REFLEXÃO DAS MULHERES

Da Ministra Damares Alves, ontem, na Câmara dos Deputados: “Na minha concepção cristã, mulher no casamento é submissa ao homem”. As senhoras e senhoritas concordam?

PMRB NAS RUAS

A prefeita Socorro Neri anunciou para o próximo dia 22 o início da “Operação Verão”. Estarão nas ruas 700 trabalhadores, 33 equipes, 250 máquinas e equipamentos, com investimentos de 50 milhões de reais. 227 bairros serão beneficiados e cerca de 1.500 ruas atingidas. Não podia era jogar dinheiro pelo ralo com tapa-buracos no pique do inverno.

VOLUME MAIOR

O volume da “Operação Verão” deste ano é superior ao colocado nas ruas ano passado.

HORA DA VERDADE

Quando terminar esta CPI e os populares que apoiaram verem que não houve queda nas suas contas de luz, podem ficar certos os deputados que criaram a falsa expectativa, vão se ferrar na opinião pública, porque os que foram contra farão o maior carnaval nas suas imagens.

NAS ASAS DA GOL

O governador Gladson Cameli é um apaixonado pela aviação. Quando se procura o homem, ele já emendou uma viagem atrás da outra. Devia aproveitar e fazer um curso de piloto.

CENSURA VOLTOU

Não foi nem preciso se instalar outra ditadura militar no país. A censura à imprensa voltou com a sua garra afiada e vinda do STF, que justamente deveria ser o guardião da liberdade de expressão. A censura ao O ANTAGONISTA é odiosa. Ninguém do Judiciário está acima da lei.

PROTESTO COM VIGOR

De onde menos se esperava da bancada federal acreana veio um protesto com vigor contra a censura ao site O ANTAGONISTA, que faz um jornalismo sem amarras. O senador Márcio Bittar (MDB), condenou o ato de censura por Ministros do STF. Estamos na ditadura da toga?

JÁ DIZIA O SARNEY

Há uma frase do senador Sarney (MDB) que se aplica como uma luva ao ato de censura, que vem recebendo repúdio de entidades diversas e uma condenação nacional: “a pior ditadura é a da toga”. Frase perfeita, porque neste caso, não há mais a quem se recorrer de uma violência.

NÃO PRECISA DE CPI

Ontem foi travada uma discussão entre deputados da base do governo acerca da montagem de CPIs sobre o HUERB, UPA de Cruzeiro do Sul, DEPASA e Ruas do Povo. Não vejo sentido, porque todas as informações sobre estes órgãos estão com o governo, basta acionar o MP.

SAIU DO LIMBO

O senador Jorge Viana (PT) saiu ontem do limbo para distribuir aos jornalistas uma tabela mostrando os tetos e reajustes do ICMS sobre a tarifa de energia elétrica de todos os governadores. Não captei o sentido, talvez, para mostrar que não foi único a adotar a medida.

O JOGO VAI COMEÇAR

O prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim, prepara o lançamento de uma grande frente de obras com a chegada do verão, que envolverá um investimento na ordem de 17 milhões de reais. Serão aplicados em escolas, pavimentação da cidade, e outros setores.

FIRME COM A CPI

Quem tem se mostrado firme na defesa da CPI é a deputada Meire Serafim (MDB), que foi ontem à tribuna para reiterar este apoio. A parlamentar deixou de integrar a base do governo.

O FILHO É TEU

O deputado José Bestene (PROGRESSISTAS) tece ironias sobre a valentia inesperada de deputados da ex-base do Tião Viana: “HUERB está 15 anos parado, dinheiro jogado no ralo na Saúde, Habitação, nunca falaram nada, e só agora viraram valentes contra o governo”?

FOI DE SE BELISCAR

O deputado Roberto Duarte (MDB), um dos críticos mais ferozes do governo na ALEAC, foi ontem à tribuna para encher o governador Gladson Cameli de elogios por cumprir a promessa de contratar os concursados da PM e Polícia Civil. Foi de se beliscar para ver se não era sonho.

COMEÇOU O DISSE NÃO DISSE

O deputado Roberto Duarte (MDB), que é advogado respeitado, já sentiu que a CPI pode ser um tiro no pé, se o preço da tarifa de energia elétrica não for reduzido. Ontem, no seu discurso, já veio na tribuna com a versão real de que a CPI não vai reduzir o preço da energia.

COMO É QUE É, EDVALDO?

Quer dizer que há uma cobrança abusiva do ICMS pelo Estado em cima da conta de luz, meu bom deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB)? Uma perguntinha, sem ofender: por qual razão ficou calado quando o Jorge Viana, de cujo governo era líder na ALEAC, aumentou o teto do ICMS e não se viu um pio contrário seu na tribuna? Fez foi na verdade comandar a aprovação.

UMA CONVERSA SÓ

Fiquei escorado na parede das galerias só para captar o que diziam os manifestantes que foram levados por deputados da oposição para protestar na ALEAC. Uma conversa só: todos acreditando que a CPI baixará o preço da conta de luz. Venderam alho por bugalho ao povo.

ALGUÉM TERÁ DE ESPIRRAR

Nesta briga entre o presidente do PSL, Pedro Valério, e o secretário-geral Tião Bocalom, alguém vai ter que espirrar, Não há mais lugar para ambos, após tantas acusações trocadas.

ESTE FILME É ANTIGO

A deputada federal Mara Rocha (PSDB) anunciou a criação de um projeto para criação de abelhas. Este filme eu vi no governo passado, com promessa de vender mel até para o Japão em dólares. Não se conhece nem um pingo do mel resultante daquele projeto. Pé atrás!

APERTA O DR. ROXINHO

O deputado Fagner Calegário (PV) reclama de que o governo não paga via FUNTAC há 3 meses os empresários que tocam a Fábrica de Camisinhas de Xapuri, e que por conta disso a empresa pode fechar e acontecer demissão. Aperta o pescoço do Dr. Roxinho, Calegário!

EMPREGO E RENDA

O deputado federal Alan Rick (DEM) está empenhado em buscar soluções junto ao Ministério da Saúde para que a fábrica de camisinhas, que dá emprego a cem famílias, possa continuar funcionando.

MIL VEZES O TCHÊ

Prefiro mil vezes uma posição firme e aberta como esta do deputado Luiz Tchê (PDT), de mostrar as falácias da CPI da Energisa, do que alguns deputados que posam para a platéia.

AUSTERIDADE TOTAL

A mesa diretora da ALEAC, com a dupla Nicolau Junior (PROGRESSISITAS) na presidência e o deputado Luiz Gonzaga (PSDB) na primeira secretaria deu uma enxugadas nos gastos da casa.

PODE INDICAR O VICE

A deputada Maria Antonia (PROS), que reforçou as suas bases políticas em Brasiléia desde a última eleição com o marido Deda, disse ontem à coluna de que não descarta o seu grupo indicar o vice na chapa da prefeita Fernanda, que disputará a reeleição no próximo ano.

BASE PARA VALER

O vice-governador Major Rocha reuniu ontem a base do governo para um café da manhã e saíram todos afinados na defesa do governo na Assembléia Legislativa. “Daqui para frente quem é governo será governo, e quem não for governo que se junte com a oposição, nesta nova cara da base não há lugar para quem não tem uma posição definida”, afirmou Rocha. Da reunião participou também o secretário Ney Amorim. Rocha disse que a tônica na ALEAC será a de todo o parlamento: quem tem minoria esperneia, quem for maioria é quem dá as cartas. Rocha promete que de hoje em diante a oposição será colocada do seu tamanho: minoritária.

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