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Deixando o comandante comandar o barco

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O senador Sérgio Petecão (PSD) foi o candidato ao Senado mais votado do Acre. Aliás, uma votação estupenda! Mas não está entre os que mais estão na briga por cargos no futuro governo. Os que tiveram votação pífia comparada à sua, são os mais os gulosos. Alguns, querendo transformar pastas importantes num feudo do grupo partidário. Sérgio Petecão tem dito que, o Gladson Cameli é quem governa e que deve escolher com quem quer governar. Fez apenas uma indicação para a Secretaria de Agricultura, mas ressalvando que se houver algum veto não haverá rebeldia de sua parte. Petecão (foto) sabe que a oposição chegou ao poder condenando todo este quadro que PT está deixando, de compadrio e de aparelhamento da máquina estatal, com afilhados incompetentes. E sabe também que, se o Gladson não fizer uma boa administração, sua passagem pelo poder será efêmera. Os políticos devem ser contemplados, mas dentro de um contexto em que dê liberdade para o governador compor uma equipe ao seu perfil. Porque no frigir dos ovos, se fracassar, a culpa não será atribuída aos deputados, senadores, dirigentes políticos, mas exclusivamente à pessoa do governador. E parece que o Petecão tem entendido o papel. Mas o mesmo não se pode dizer de outros políticos. A montagem do secretariado é o primeiro passo para se fazer um bom governo. Ou não!

DE GAULLE TINHA RAZÃO
Quando o estadista francês Charles De Gaulle, falecido, proferiu a frase de que o Brasil não é um país sério, tinha razão. Com o país numa grave crise econômica, o STF puxa um aumento salarial que, em efeito cascata terá um impacto anual de R$ 243 milhões no Executivo.

NÃO CAIRAM NA REAL?
Falando em cascata, o Estado se desmoronando em dívidas diversas e ainda se vê a falácia que o Acre goza de saúde fiscal. Com um final melancólico de governo e não caíram na real que fracassaram? Em qualquer roda, não se fala em outra coisa a não ser nesta derrocada.

NÃO ESTARIAM DEMITINDO NINGUÉM
Se o Estado estivesse com as finanças no azul, o governo não precisaria demitir ninguém.

NEM AS URNAS ENSINARAM
Nem a fragorosa derrota nas urnas trouxe um pouco de humildade à cúpula do atual governo.

“O PODER É AFRODISÍACO”
A frase acima é do saudoso deputado Hermelindo Brasileiro (PDS), ao explicar na tribuna da ALEAC, a enxurrada de adesões de adversários ao governo Nabor Junior (MDB). A frase, dita há décadas, se aplica ao que se está vendo em relação ao governador eleito Gladson Cameli.

QUEM MELHOR SOUBE SEPARAR
Já acompanhei o mandato de governadores do Wanderley Dantas até o atual. Quem melhor soube afastar do seu gabinete os bajuladores foi o ex-governador Binho Marques. Cercou-se de uma equipe essencialmente técnica, afastou os serviçais e deixou o governo numa fase boa.

NÃO FICOU DISTANTE
O governo do Jorge Viana também não ficou distante do comportamento avesso a pegajosos.

NÃO PENSAREI DUAS VEZES
Conheço o vice-governador Rocha e o governador eleito Gladson Cameli, bem antes de chegarem ao governo. O Rocha como colega de redação do “O RIO BRANCO” e o Gladson na campanha de deputado federal. Mas não pensarei duas vezes se tiver que criticar suas ações.

NO MESMO DIAPASÃO
E usando o mesmo diapasão que uso para modular as críticas que faço ao atual governador.

O MESMO SE APLICA
E o mesmo se aplica quando tiver que criticar a ação de um secretário do futuro governo, ou dar espaço para algum ato falho. E por um simples fato: governadores passam e a coluna fica. E entre algum ocupante do poder ficar magoado com uma crítica e o leitor, ficarei com o leitor.

O PODER NÃO É ETERNO
O problema de quem chega ao poder com gula e mete os pés pelas mãos e achar que o mandato de governador e de prefeito é eterno, quando tem data para terminar. Se torna arrogante, só aceita conviver com quem bate palmas, a arrogância cega e vem o fracasso.

MAIS REAL QUE O REI
Tem futuro secretário do governador eleito Gladson Cameli que nem assumiu e já dá pinta de mais real do que o Rei, postando fotos, anunciando uma revolução na sua pasta, sem ao menos saber qual o recurso que terá disponível. Acorde: será secretário de um Estado pobre.

SEM O MÍNIMO SENTIDO
A intenção do PSDB em querer indicar um nome para a Secretaria de Agricultura, como disse à coluna o deputado Luiz Gonzaga (PSDB), só é válida para marcar posição. Não haveria sentido do senador Sérgio Petecão (PSD), mais votado até que o Cameli, ficar sem espaço no governo.

CARRO NA FRENTE DOS BOIS
Tenho visto ações na imprensa de começar a endeusar futuros secretários do governador eleito. Esta turma só pode ter bola de cristal para avaliar que este ou aquele secretário fará uma gestão espetacular. Menos pessoal, bem menos! Nem tomar posse, eles tomaram.

DEPOIS DE SABER O TAMANHO
Cada partido só vai saber qual será o seu quinhão no segundo e terceiro escalão do governo, quando se conhecer o tamanho do desenho da Reforma Administrativa anunciada pelo governador eleito. Até porque não se sabe ainda quais os cargos que desaparecerão.

PODE BATER NO PEITO
O deputado Jonas Lima (PT) pode bater no peito e dizer que sua eleição não deveu em nada de ajuda pelo seu partido.  Foi mérito pessoal. Tinha era muito torcedor no PT pela sua derrota.

COLO LARGO
As demissões no PRÓ-SAÚDE, pelo que divulgou o MTB, vão continuar em curso no primeiro ano do governador eleito Gladson Cameli. Houve apenas a extensão de prazo para que todos os servidores do órgão sejam demitidos. Mais um abacaxi a descascar no largo colo do Cameli.

PROMESSA DE CAMPANHA
Não sei como o novo governo pretende sair da enrascada que os governos do PT meteram os servidores do Pró-Saúde, que fizeram um concurso que lhe foi dito como legal. Depois derrubado na justiça. Na campanha, Gladson Cameli prometeu resolver a questão se ganhasse.

OUTRO ABACAXI
Outro abacaxi que terá que se descascado no futuro governo: o dos aprovados no concurso para a PM, que foram enganados pela gestão atual, e até hoje não foram contratados.

“TENHO PENA DO GLADSON”
A frase, eu ouvi ontem num supermercado da cidade de um recém demitido do governo e que conhece com poucos as entranhas financeiras da atual administração: “Tenho até pena do que o Gladson vai pegar quando assumir o governo. Só vai saber quando as cobranças chegarem”. É a segunda vez que ouço previsão neste sentido de quem esteve no âmago do poder.

CLIMA DE VELÓRIO
As demissões de quase 800 cargos de confiança por ordem do governador, mas em ato assinado pela vice-governadora Nazaré Araújo, deixou o governo em clima de velório, tirando o sentido do Natal para todas as famílias dos exonerados. Não receberão dezembro e é pouco provável que recebam as suas indenizações. É o que dá a falta de um planejamento financeiro.

FICOU MUITO CLARO
Quando o governo tem de demitir antes do seu término é uma mostra clara que o Estado se encontra no vermelho. Se estivesse no azul manteria todos até o final de dezembro. Não é para ninguém comemorar um fracasso deste porte, mas para se lamentar. E para servir de exemplo ao governador eleito Gladson Cameli para não entupir sua gestão de afilhados.

NÃO SAIRÃO CONTENTES
A cúpula do governo não espere que a legião dos demitidos se mostre agradecida.

TERIA QUE FAZER O MESMO
Caso a prefeita Socorro Neri não tivesse feito um corte profundo na estrutura da PMRB e nos seus cargos de confiança, por certo teria que repetir este triste filme do governo em 2020.

PRATICAMENTE A SEGURANÇA
No futuro governo, praticamente, só falta definir os nomes dos que irão ocupar os postos de comando das pastas do sistema de segurança, o que deverá ocorrer nesta semana que entra, com as chegadas do Gladson Cameli e do Major Rocha. Até lá tudo ficará na estaca zero.

FATO A INVESTIGAR
Um fato a se investigar é como se deu a transferência da Fábrica de Camisinha à iniciativa privada. Com certeza, este será um fato que merece ser esmiuçado na Assembléia Legislativa.

NADA MAIS NATURAL
Um governador, um prefeito, o presidente de um País, trabalhar para ter uma base parlamentar que lhe dê sustentação política é a o fato mais natural no jogo da política. O prefeito de Cruzeiro do Sul, Ilderlei Cordeiro, apenas segue o roteiro, na eleição da Câmara Municipal.

PODER DITA A MAIORIA
Na gestão do ex-prefeito Vagner Sales, em todas as eleições para a presidência da Câmara Municipal de Cruzeiro do Sul, este trabalhou para o presidente da casa ser do seu grupo e conseguiu. Qual o problema do prefeito Ilderlei Cordeiro brigar para seu grupo fazer o presidente? Na política, quem dita a maioria é quem se encontra no poder. E ponto!

O TAL PLANO DE CONTIGÊNCIA
A prefeita Socorro Neri lançou o seu plano para diminuir ao máximo o impacto do período chuvoso. É tal “Plano de Contingência”, discutido nos debates durante a campanha política.

FICOU ENTRE QUATRO PAREDES
A Agência de Notícias do Governo propaga que o atual governador chegou perto de atingir a entrega de 14 mil unidades habitacionais. Sei que construiu muito, não sei se neste montante. É sempre bom duvidar. Mas se foi verdade, pela fraca divulgação, ficou entre quatro paredes.

HISTÓRIA DA PATA
É a velha história da pata: por não saber cacarejar, coloca seus ovos e ninguém fica sabendo.

INIMIGO DOS PREFEITOS
Está batendo na porta o grande inimigo dos prefeitos: época invernosa. Cruzeiro do Sul já está sofrendo com a cheia do Juruá, desabrigando famílias. O resultado das enchentes é que, além de desabrigar pessoas, cria despesas extras para o poder público e destrói obras pelas cidades.

AINDA NÃO SE FALOU DOS ESCOMBROS
Tem se falado muito sobre o caos que tomou conta de alguns setores importantes da administração que se finda dia 31 de dezembro, mas tem muito mais problemas abaixo da ponta do iceberg, no caso das obras abandonadas. Como o complexo industrial de Tarauacá, o complexo do peixe em Cruzeiro do Sul, as praças de esportes no entorno do estádio Arena da Floresta. E o interior do próprio estádio, com a maioria das cadeiras das arquibancadas quebradas. Outro pepino: as obras da ZPE completamente depredadas. E muitas outras. Tudo implicará em muitos gastos para o próximo governador. A equipe de transição está deixando isso dentro ou fora do bornal de problemas da gestão que vai entrar? Tem de colocar na conta.   

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Blog do Crica

Um governo em busca de um rumo

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Seria desprovido de fatos se apontar algum avanço excepcional do governo Gladson Cameli, como é temerário cobrar solução imediata para todo o desmanche deixado, principalmente, pelos últimos quatro anos da administração Tião Viana. Afinal, não se fechou nem 60 dias de gestão. Um ponto, para quem milita na imprensa é importante, o dele vir cumprindo a sua defesa de que em seu governo a liberdade de expressão ia prevalecer. Até aqui tem mantido a postura. É salutar que isso aconteça. Muito embora alguns súditos, na ânsia de agradar, queiram ser mais reais que o rei e se insurgem contra uma simples visita do vice-governador Major Rocha, acompanhado da imprensa no HUERB, com notas toscas, sentimentais e sem sentido. Foi uma defesa do nada. Mas voltando ao governador Gladson Cameli, é preciso que defina de maneira urgente, de forma oficial, quem é o seu articulador político e consulte sempre a PGE quando tomar medidas que impliquem em repercussões jurídicas. Ao praticamente acabar com o IMC, brecou o canal da vinda de recursos internacionais na área ambiental. O que mais tem causado desgaste à sua imagem nas redes sociais é o fato de nomear figuras exponenciais nos governos petistas para cargos de confiança, prática que prometeu abolir. E continua acontecendo. Tem sido muito criticado, neste aspecto. Está tudo muito solto. Sobre medidas práticas pode-se citar como positiva a determinação de concluir as várias obras abandonadas pelo antecessor, definido a contratação dos aprovados nos concursos da Polícia Militar e Civil e de pagar o calote do 13º salário do servidor deixado pela gestão passada. Quer apresentar um pacote de obras concluídas nos 100 dias de governo. E a missão está em boas mãos, do jovem e competente engenheiro Thiago Caetano, Secretário de INFRAESTRUTURA. Na parte política é que está mais resguardado: tem maioria dos deputados estaduais, federais e todos os três senadores ao seu lado. Isso é importante para abrir portas, em Brasília, aprovar projetos, principalmente, agora quando se trata da Reforma da Previdência. Em suma tem que arranjar recursos extras, nos ministérios, fazer empréstimos, se quiser tocar projetos de maior relevância. Pelo tempo exíguo é cedo, muito cedo, para uma análise profunda do governo Gladson. Mas, no momento oportuno será feita. Até porque a lua de mel política com todo novo governante tem prazo de validade. O ponto concreto que se pode antever é de que terá de se esforçar muito para conseguir ser pior que o desastrado governo passado. Não consigo acreditar, mesmo no início de administração, que quebre o recorde negativo. No mais é esperar para ver qual é mesmo o rumo deste governo.

SERVIU DE RISOS

As várias “notas” de setores do PROGRESSISTAS serviram de riso. Eram de “solidariedade” ao secretário Alysson Bestene, a quem em nenhum momento da visita do vice-governador Major Rocha ao HUERB, tenha sido lhe atribuída a culpa pelo caos em que se encontra a saúde.

QUEM É QUE VAI ATRIBUIR?

Como é que pode atribuir ao secretário Alysson, que mal assumiu, o desastre da Saúde?

QUEM É QUE PODE?

E tem um caroço neste angu, o Rocha visitou o HUERB como o governador em exercício, com os mesmos poderes constitucionais que tem o titular do cargo. Se ele, como governador no momento, não podia fazer uma visita a uma unidade de saúde, quem é que pode?

AGRESSÃO DE NADA

O fato de terem sido encontradas portas danificadas e outras mazelas não se pode dizer que culpa lhe cabe, todo mundo sabe o tamanho das dívidas que o secretário de saúde, Alysson Bestene, herdou dos gestores passados. Indicar pontos a serem sanados não é agressão.

PODEM IR SE ACOSTUMANDO

Ainda é cedo para cobranças mais efetivas. Mas os secretários e os que os circundam assimilem de vez que não estão mais na oposição, mas na situação, e que na campanha foi prometido acabar com o caos. Passado os 100 acabou a lua de mel e cobranças acontecerão.

QUEM DISSE FOI QUEM MANDA

Não foi a imprensa, nenhum badeco, que disse que chegado aos 100 dias de governo, o secretário que não apresentasse algum resultado o caminho era o da rua foi o governador Gladson Cameli. E o fez de forma reiterada. Então para todos, mais trabalho e menos faniquitos.

MOEDA DE DOIS LADOS

O ex-presidente do PT, André Kamai, disse em entrevista que o governo Gladson Cameli não é imune às críticas. Governo nenhum é. Pode é deve ser criticado. Mas falta legitimidade a quem foi avalista do desastrado último governo em se arvorar a apontar soluções para os problemas que deixaram.

REAPROXIMAÇÃO CLARA

Nomeações, visitas da cúpula petista, são sinais que estão a indicar uma reaproximação política da prefeita Socorro Neri com o PT. Até aqui vinha dando o seu perfil à sua gestão. Tenho as minhas dúvidas de que uma simbiose com um PT desgastado a ajude politicamente.

CONVERSA COM A IMPRENSA

O secretário de INFRAESTRUTURA ,Thiago Caetano, reúne a imprensa hoje ás 8 horas no Teatrão para fazer uma explanação sobre as ações da sua pasta e os projetos para executar. É um exemplo aos demais secretários de mostrar à opinião pública as metas das suas pastas.

CANDIDATO, SIM SENHOR!

Não sei os demais partidos da coligação que elegeu o governador Gladson Cameli, mas posso adiantar, porque já ouvi mais de uma vez do vice-governador Major Rocha, que o PSDB terá candidato a prefeito da capital. E já chegou aventar convite para filiação do Minoru Kinpara.

OUTRO PORTO

O ex-Reitor Minoru Kinpara, que teve uma votação estupenda na capital sem os recursos dos demais candidatos ao Senado, terá que buscar outro porto político, porque o REDE, seu partido, não atingiu a cláusula de barreira. E, ele tem de preservar o seu novo capital político.

NÃO ESCAPAVA UM

O vereador N.Lima (PSL), sem uma base jurídica, defende o impeachment da prefeita Socorro Neri, sob o argumento que a cidade está cheia de buracos em suas ruas. Se o vetor buracos fosse aplicado em todos os municípios, não escaparia um prefeito de perder o mandato.

MELHOROU A RESOLUTIVIDADE

As execuções continuam em patamares parecidos com o do governo passado, muito altas. Mas chama a atenção nesta nova gestão da segurança, o alto o grau de resolução dos crimes. E também que, os atos da secretaria de Segurança estão tendo uma divulgação ideal e célere.

UMA CORREÇÃO

O deputado Chico Viga é do PHS e a deputada Juliana Rodrigues do PRB. Fica a correção sobre nota que foi publicada com os nomes dos dois parlamentares. Foi um equívoco pela pressa.

CUMPRINDO UM RITUAL

O ex-prefeito de Rio Branco, Marcus Alexandre, que foi derrotado na disputa do governo, chega no horário para cumprir seu expediente na secretaria de INFRAESTRUTURA, e deixa o trabalho dentro do horário. Política, ideologia de lado, falo do cidadão: o Marcus é correto.

O POVO É QUE DÁ O TOM

O prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim, não deve ficar preocupado sobre quem estará ou não estará no seu palanque no próximo ano, quando disputar a reeleição. Se a sua administração chegar em alta na campanha eleitoral, é irrelevante quem estará lhe apoiando.

POVO AVALIOU DIFERENTE

O deputado Jenilson Lopes (PCdoB) avalia que, o ex-prefeito Rodrigo Damasceno não foi tão mal na gestão da prefeitura de Tarauacá, mas errou na dose política. Há controvérsias. Se tivesse sido de fato um prefeito bom na gestão, bem avaliado, as urnas não lhe rejeitariam.

DENTRO DAS LIMITAÇÕES

Dentro das suas limitações oratórias e do nervosismo de início de mandato, o deputado Neném Almeida (PSD), tem sido muito participativo nos debates na ALEAC, na defesa do governo Cameli, ao ponto de ser dito pelos adversários que, quer derrubar o deputado Gerlen Diniz (PROGRESSISTAS) da liderança do governo.

É UM DESASTRE

Toda vez que um filho do Jair Bolsonaro ou a ministra Damares falam, é uma crise no governo ou chacota na imprensa. Deveriam ser proibidos de falar até o fim da gestão do presidente, seria a maior contribuição que poderiam dar para o sucesso da sua corrida para mudar o Brasil.

NÃO É A HECATOMBE

Falando no presidente Jair Bolsonaro, não vem sendo a hecatombe que os petistas previam, ao contrário, vem cumprindo exatamente o papel prometido na campanha e se cercado de bons auxiliares. Não se pode é exigir do Bolsonaro e seus ministros que cultuem os mitos petistas.

NÃO APOSTEM NO INSUCESSO

Não é pelo episódio controverso do carnaval que a competência da secretária de Turismo, Eliane Sinhasique, terá a sua gestão avaliada, mas pelo saldo futuro. O governo mal deu os seus primeiros passos. Conheço a Eliane de décadas, não aposte no fracasso da sua missão.

BOM PARA A DEMOCRACIA

Quando os debates na Assembléia Legislativa acontecem de forma dura, mas qualificada, como está ocorrendo neste início de legislatura, é bom para a população, porque se vê bem representada e para o governo, que vê os seus erros apontados. O pior que pode acontecer a um governador é ter um Legislativo sem uma oposição de qualidade, porque isso acontecendo, vai praticar atos danosos e todos ficarão a lhe dizer amém e sim senhor. Uma oposição forte, propositiva, é da maior importância no parlamento. É unanimidade entre os colegas de imprensa de que a atual composição do Legislativo tende a ser mais ativa, com mais debates importantes do que foi na última safra da ALEAC. A omissão tem de ser varrida.

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