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Videomaker do ac24horas mostra o martírio de quem necessita de transporte público em Rio Branco

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O Videomaker do ac24horas, Kennedy Santos, mostra o martírio para quem necessita de transporte público em Rio Branco. Em meio ao impasse entre os trabalhadores e empresários do Transporte Coletivo, sobre a paralisação dos serviços ou não, o maior prejudicado sempre é o usuário que atualmente paga R$ 4, mas quem usa a bilhetagem eletrônica, desembolsa R$ 3,80, sendo considerada uma das tarifas mais caras do país.

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Após muita reclamação, ambulatório do Pronto Socorro volta a ser fechado

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A reativação do ambulatório do Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco (Huerb), o Pronto Socorro, não vingou. Com os serviços reabertos à população, o hospital central, que já não suporta esse tipo de atendimento, virou palco de revolta nas primeiras semanas do governo de Gladson Cameli.

Após as inúmeras reclamações, e da falta de profissionais para assumir os consultórios, a Direção do Huerb voltou atrás e resolveu desativar o ambulatório. Agora, como no governo de Sebastião Viana, quem chega à unidade é atendido por apenas um médico, já no setor de Classificação de Risco. De lá, é encaminhado a outras unidades.

“Fizeram um anúncio enorme de que estavam atendendo aqui no Pronto Socorro, mas a gente que é servidor sabe que aqui já não cabia mais esse serviço. Ainda bem que voltaram atrás nessa decisão imatura. Foi um exemplo de despreparo dessa equipe que entrou”, classificou um dos médicos do hospital.

O Gerente Geral do Pronto Socorro, Welber de Lima, explicou, em entrevista à Rede Amazônica Acre, que pacientes com classificação azul ou verde serão encaminhadas para os postos de saúde da Prefeitura de Rio Branco, ou para as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), da rede estadual.

Apenas classificados na cor amarela ou vermelha serão atendidos no Pronto Socorro do Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco. A decisão deve permanecer, já que era a metologia usada pela gestão anterior da pasta da Saúde. O déficit de profissionais também colabora para a decisão.

“Essas alterações eram previstas. Num primeiro momento abrimos a unidade para todos, mas a população sobrecarregou o nosso sistema, e impactou que as emergências não estavam sendo atendidas porque a gente tinha que atender às fichas que não correspondiam à nossa unidade”, explica.

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