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Sempre na defesa

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O deputado federal Alan Rick (DEM), que é hoje o parlamentar acreano mais próximo do presidente eleito Jair Bolsonaro, tem usado esta aproximação para se empenhar na luta de procurar garantir os médicos brasileiros formados na Bolívia no programa Mais Médico. É uma luta meritória, a do Alan (foto), porque estes estudantes, enquanto atendem no programa podem ficar estudando para passar no exame de revalidação de diplomas e assim ganhar o CRM. O Alan Rick tem um ponto diferencial no seu mandato, ao de ser pragmático em suas ações. A sua reeleição fica por isso na cota dos resultados eleitorais considerados justos.

NOME PARA A AGRICULTURA
O deputado Luiz Gonzaga (PSDB) esteve ontem com o futuro chefe do gabinete civil, do governador eleito Gladson Cameli, José Ribamar, para comunicar que o PSDB tem como opção um nome de extrema competência, de passagem pela EMBRAPA, para ser secretário de Agricultura.

TIRADA DA PAUTA
A secretaria de Agricultura foi prometida ao senador Sérgio Petecão (PSD), para dar agora a pasta ao PSDB haveria uma trombada com o PSD, que indicou o deputado Jairo Carvalho (PSD) para ser o secretário, nome que está encontrando muita reação negativa do setor produtivo.

DO LADO ESQUERDO DO PEITO
Conversei com o senador Petecão (PSD) a respeito da secretaria de Agricultura. Sabe das reações negativas ao nome do deputado Jairo Carvalho (PSD) para o órgão, mas me disse que não vai recuar por ser um companheiro leal, e que vetá-lo ou não depende do Gladson Cameli.

HERANÇA DA PREVIDÊNCIA
O deputado Daniel Zen (PT) fez ontem um relato sobre o déficit da previdência estadual e isentou os governos do PT pelo rombo financeiro do órgão. Lembrou Zen que, quem sacou dinheiro do Fundo Previdenciário, não repôs, e gerou a situação, foram governos da oposição.

NÃO MENTIU
O deputado Daniel Zen (PT) não mentiu. Os vintes anos dos governos do PT resultaram no caos financeiro em que vive hoje o Estado, mas nem o Jorge Viana, o Binho Marques e o atual governador, sacaram um centavo do Fundo Previdenciário para dar uma outra destinação.

A JÓIA ENFERRUJOU
Acabou o governo. Até a jóia da coroa enferrujou. A Central de Transplantes pode parar pela falta de pagamento aos seus profissionais. O médico que comanda os transplantes deu o prazo até hoje, para receber os meses de salários atrasados, que somam cerca de 180 mil reais.

FILA DA MORTE
A questão é que pessoas que precisam deste atendimento especializado para fazer um transplante de fígado estão numa espécie de fila da morte, sem o transplante vão morrer. Não há justificativa para acabar de forma triste uma das poucas coisas que funcionava no governo.

É SÓ UM EXEMPLO
O problema da Central de Transplante é só a ponta do iceberg dos pepinos mais graves que o futuro secretário de Saúde, Alisson Bestene, vai ter de enfrentar. Aliás, do sucesso da sua gestão dependerá a permanência da boa aceitação do governo Cameli, que começará em alta.

COMO SE MUDA RADICALMENTE?
Quem teve contato com o atual governador quando era senador, no primeiro mandato, conheceu uma figura agradável e humanista, encerra o segundo mandato de maneira irreconhecível, perdeu toda a sensibilidade, ficou belicoso. Como se muda radicalmente?

FOI DEMOCRATA
O deputado Ney Amorim encerrará a sua passagem pela Assembléia Legislativa num clima de respeito com a imprensa, durante todo o período que comandou a Casa. Nunca ficou emburrado, cortou espaços ou deixou de dar entrevistas, mesmo quando foi criticado.

NÃO DISPUTA A PMRB
Sobre o seu futuro político o deputado Ney Amorim, que deixou o PT, falou à coluna que não tem pressa em se filiar a outro partido, porque não será candidato na eleição de 2020. Ney, descartou totalmente a possibilidade de disputar a prefeitura de Rio Branco.

CASA AJUSTADA
O prefeito de Cruzeiro do Sul, Ilderlei Cordeiro, conseguiu muitos avanços, mas ainda tem muitas demandas da cidade a serem resolvidas. Mas já conseguiu o ideal na gestão, que é o equilíbrio fiscal. Pode nos últimos dois anos cumprir as suas metas e chegar em 2020 por cima.

CORTES NECESSÁRIOS
Desempregar alguém machuca, mexe com a família, enfim, é muito ruim. Mas no caso do prefeito Ilderlei Cordeiro, este não tinha alternativa ao não ser deixar a folha salarial no limite de gastos, ou não receberia mais recursos e poderia responder por crime de responsabilidade.

QUESTÃO DO DETRAN
O vice-governador eleito Major Rocha deverá colocar na pauta da conversa que terá com o governador eleito Gladson Cameli, na próxima semana, a questão do DETRAN. Rocha defende que o bolo financeiro do órgão seja destinado para bancar as atividades da Segurança Pública.

VOLTA AO VELHO ENTENDIMENTO
Caso o vice-governador eleito Major Rocha tenha a garantia que os recursos da arrecadação do DETRAN irão para a Segurança Pública, não tenho dúvida que, ele retomará o acordo de indicar o nome do novo secretário de Segurança e demais setores do órgão.

PAUTA DAS CONVERSAS
Não sei quem será o articulador político do Gladson Cameli, espera-se que seja alguém com afinidade na área, para saber medir o que é bom para a composição da futura base do governo na ALEAC e Câmara Federal. O PRB, com o deputado federal eleito Manuel Marcos e a deputada reeleita, Juliana Rodrigues, não podem ficar fora de futuras negociações políticas.

TEMPOS DE VACAS MAGRAS
Será importante para o Gladson Cameli atrair para a sua base de apoio os deputados federais eleitos Jesus Sérgio (PDT) e Manuel Marcos (PRB), porque são equilibrados e terão algo que o futuro governo precisará e muito nestes tempos de vacas magras: emendas parlamentares.

O MP NÃO PODE ASSISTIR
O Ministério Público não pode ser espectador do que está ocorrendo no Hospital do Juruá, com todo seu corpo clínico e administrativo entrando para o terceiro mês de salários atrasados, faltando medicamentos, em greve, porque o governo não paga as religiosas que são as gestoras. Mais prejudicados que os profissionais são os moradores de Cruzeiro do Sul.

DAR O XEQUE-MATE
O governador eleito Gladson Cameli tem de chegar e dar o xeque-mate nesta questão das indicações dos novos gestores da Segurança Pública, Agricultura, Meio-Ambiente e DETRAN, porque esta indefinição virou um angu de caroço. Não pode mais empurrar com a barriga.

DIVISÃO COM EQUILÍBRIO
O deputado Luiz Gonzaga (PSDB) me disse que vai defender que os cargos do Estado no Vale do Juruá sejam indicados pelos deputados da oposição eleitos pela região. Não pode, segundo ele, ser direcionado apenas para um grupo político, para evitar descontentamentos.

ERA O ASSUNTO
Já tinha tocado neste ponto, destacando a minha surpresa. Ontem, numa roda de amigos o tom da conversa foi o mesmo: quais as afinidades entre as secretarias de Pequenos Negócios e Turismo. A conclusão a que se chegou na roda da discussão foi unânime: “nenhuma”.

AO NÃO SER PARA AGRADAR
Não sei quem foi a cabeça iluminada do futuro governo que teve esta idéia tosca da junção.

RESERVA DE MERCADO
O Conselheiro do TCE, Antonio Malheiros, que é a pessoa mais importante do próximo governo depois do Gladson Cameli, vai apenas contar tempo para a sua aposentadoria e, em seguida ser nomeado secretário da Fazenda. Até lá, ele continuará distribuindo as cartas.

POSIÇÃO INFLEXÍVEL
O senador Márcio Bittar (MDB) vem mantendo uma posição inflexível em não indicar nenhum nome como sugestão para ocupar secretarias. Não se trata de descontentamento, mas da convicção de que deve ser dada liberdade ao Gladson para escolher seus auxiliares.

PONTO DE APOIO
Márcio Bittar (MDB) deverá se posicionar sempre no Senado na defesa do governo Bolsonaro.

NÃO PODE SER TERRA ARRASADA
Mudanças têm que acontecer no atual modelo da condução do sistema estadual de segurança pública. Um choque de gestão é necessário que ocorra, com o aporte de mais recursos e de condições para que continue o incessante combate à criminalidade. Mas não pode ser uma mudança de terra arrasada, tem que se pegar as experiências que deram certo e adotá-las, com alguma modificação que se fizer necessária. Na Segurança Pública não comporta politicagem, tem que ser na base do profissionalismo. Mesmo porque o governo que começa em janeiro ganhou a eleição com o discurso que em um ano Rio Branco deixaria de ser uma das capitais mais violentes do país. Por isso, é preciso cautela nas escolhas do novo secretário de Segurança e do comandante da PM. A população não pode continuar refém de bandidos.

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Blog do Crica

Um governo em busca de um rumo

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Seria desprovido de fatos se apontar algum avanço excepcional do governo Gladson Cameli, como é temerário cobrar solução imediata para todo o desmanche deixado, principalmente, pelos últimos quatro anos da administração Tião Viana. Afinal, não se fechou nem 60 dias de gestão. Um ponto, para quem milita na imprensa é importante, o dele vir cumprindo a sua defesa de que em seu governo a liberdade de expressão ia prevalecer. Até aqui tem mantido a postura. É salutar que isso aconteça. Muito embora alguns súditos, na ânsia de agradar, queiram ser mais reais que o rei e se insurgem contra uma simples visita do vice-governador Major Rocha, acompanhado da imprensa no HUERB, com notas toscas, sentimentais e sem sentido. Foi uma defesa do nada. Mas voltando ao governador Gladson Cameli, é preciso que defina de maneira urgente, de forma oficial, quem é o seu articulador político e consulte sempre a PGE quando tomar medidas que impliquem em repercussões jurídicas. Ao praticamente acabar com o IMC, brecou o canal da vinda de recursos internacionais na área ambiental. O que mais tem causado desgaste à sua imagem nas redes sociais é o fato de nomear figuras exponenciais nos governos petistas para cargos de confiança, prática que prometeu abolir. E continua acontecendo. Tem sido muito criticado, neste aspecto. Está tudo muito solto. Sobre medidas práticas pode-se citar como positiva a determinação de concluir as várias obras abandonadas pelo antecessor, definido a contratação dos aprovados nos concursos da Polícia Militar e Civil e de pagar o calote do 13º salário do servidor deixado pela gestão passada. Quer apresentar um pacote de obras concluídas nos 100 dias de governo. E a missão está em boas mãos, do jovem e competente engenheiro Thiago Caetano, Secretário de INFRAESTRUTURA. Na parte política é que está mais resguardado: tem maioria dos deputados estaduais, federais e todos os três senadores ao seu lado. Isso é importante para abrir portas, em Brasília, aprovar projetos, principalmente, agora quando se trata da Reforma da Previdência. Em suma tem que arranjar recursos extras, nos ministérios, fazer empréstimos, se quiser tocar projetos de maior relevância. Pelo tempo exíguo é cedo, muito cedo, para uma análise profunda do governo Gladson. Mas, no momento oportuno será feita. Até porque a lua de mel política com todo novo governante tem prazo de validade. O ponto concreto que se pode antever é de que terá de se esforçar muito para conseguir ser pior que o desastrado governo passado. Não consigo acreditar, mesmo no início de administração, que quebre o recorde negativo. No mais é esperar para ver qual é mesmo o rumo deste governo.

SERVIU DE RISOS

As várias “notas” de setores do PROGRESSISTAS serviram de riso. Eram de “solidariedade” ao secretário Alysson Bestene, a quem em nenhum momento da visita do vice-governador Major Rocha ao HUERB, tenha sido lhe atribuída a culpa pelo caos em que se encontra a saúde.

QUEM É QUE VAI ATRIBUIR?

Como é que pode atribuir ao secretário Alysson, que mal assumiu, o desastre da Saúde?

QUEM É QUE PODE?

E tem um caroço neste angu, o Rocha visitou o HUERB como o governador em exercício, com os mesmos poderes constitucionais que tem o titular do cargo. Se ele, como governador no momento, não podia fazer uma visita a uma unidade de saúde, quem é que pode?

AGRESSÃO DE NADA

O fato de terem sido encontradas portas danificadas e outras mazelas não se pode dizer que culpa lhe cabe, todo mundo sabe o tamanho das dívidas que o secretário de saúde, Alysson Bestene, herdou dos gestores passados. Indicar pontos a serem sanados não é agressão.

PODEM IR SE ACOSTUMANDO

Ainda é cedo para cobranças mais efetivas. Mas os secretários e os que os circundam assimilem de vez que não estão mais na oposição, mas na situação, e que na campanha foi prometido acabar com o caos. Passado os 100 acabou a lua de mel e cobranças acontecerão.

QUEM DISSE FOI QUEM MANDA

Não foi a imprensa, nenhum badeco, que disse que chegado aos 100 dias de governo, o secretário que não apresentasse algum resultado o caminho era o da rua foi o governador Gladson Cameli. E o fez de forma reiterada. Então para todos, mais trabalho e menos faniquitos.

MOEDA DE DOIS LADOS

O ex-presidente do PT, André Kamai, disse em entrevista que o governo Gladson Cameli não é imune às críticas. Governo nenhum é. Pode é deve ser criticado. Mas falta legitimidade a quem foi avalista do desastrado último governo em se arvorar a apontar soluções para os problemas que deixaram.

REAPROXIMAÇÃO CLARA

Nomeações, visitas da cúpula petista, são sinais que estão a indicar uma reaproximação política da prefeita Socorro Neri com o PT. Até aqui vinha dando o seu perfil à sua gestão. Tenho as minhas dúvidas de que uma simbiose com um PT desgastado a ajude politicamente.

CONVERSA COM A IMPRENSA

O secretário de INFRAESTRUTURA ,Thiago Caetano, reúne a imprensa hoje ás 8 horas no Teatrão para fazer uma explanação sobre as ações da sua pasta e os projetos para executar. É um exemplo aos demais secretários de mostrar à opinião pública as metas das suas pastas.

CANDIDATO, SIM SENHOR!

Não sei os demais partidos da coligação que elegeu o governador Gladson Cameli, mas posso adiantar, porque já ouvi mais de uma vez do vice-governador Major Rocha, que o PSDB terá candidato a prefeito da capital. E já chegou aventar convite para filiação do Minoru Kinpara.

OUTRO PORTO

O ex-Reitor Minoru Kinpara, que teve uma votação estupenda na capital sem os recursos dos demais candidatos ao Senado, terá que buscar outro porto político, porque o REDE, seu partido, não atingiu a cláusula de barreira. E, ele tem de preservar o seu novo capital político.

NÃO ESCAPAVA UM

O vereador N.Lima (PSL), sem uma base jurídica, defende o impeachment da prefeita Socorro Neri, sob o argumento que a cidade está cheia de buracos em suas ruas. Se o vetor buracos fosse aplicado em todos os municípios, não escaparia um prefeito de perder o mandato.

MELHOROU A RESOLUTIVIDADE

As execuções continuam em patamares parecidos com o do governo passado, muito altas. Mas chama a atenção nesta nova gestão da segurança, o alto o grau de resolução dos crimes. E também que, os atos da secretaria de Segurança estão tendo uma divulgação ideal e célere.

UMA CORREÇÃO

O deputado Chico Viga é do PHS e a deputada Juliana Rodrigues do PRB. Fica a correção sobre nota que foi publicada com os nomes dos dois parlamentares. Foi um equívoco pela pressa.

CUMPRINDO UM RITUAL

O ex-prefeito de Rio Branco, Marcus Alexandre, que foi derrotado na disputa do governo, chega no horário para cumprir seu expediente na secretaria de INFRAESTRUTURA, e deixa o trabalho dentro do horário. Política, ideologia de lado, falo do cidadão: o Marcus é correto.

O POVO É QUE DÁ O TOM

O prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim, não deve ficar preocupado sobre quem estará ou não estará no seu palanque no próximo ano, quando disputar a reeleição. Se a sua administração chegar em alta na campanha eleitoral, é irrelevante quem estará lhe apoiando.

POVO AVALIOU DIFERENTE

O deputado Jenilson Lopes (PCdoB) avalia que, o ex-prefeito Rodrigo Damasceno não foi tão mal na gestão da prefeitura de Tarauacá, mas errou na dose política. Há controvérsias. Se tivesse sido de fato um prefeito bom na gestão, bem avaliado, as urnas não lhe rejeitariam.

DENTRO DAS LIMITAÇÕES

Dentro das suas limitações oratórias e do nervosismo de início de mandato, o deputado Neném Almeida (PSD), tem sido muito participativo nos debates na ALEAC, na defesa do governo Cameli, ao ponto de ser dito pelos adversários que, quer derrubar o deputado Gerlen Diniz (PROGRESSISTAS) da liderança do governo.

É UM DESASTRE

Toda vez que um filho do Jair Bolsonaro ou a ministra Damares falam, é uma crise no governo ou chacota na imprensa. Deveriam ser proibidos de falar até o fim da gestão do presidente, seria a maior contribuição que poderiam dar para o sucesso da sua corrida para mudar o Brasil.

NÃO É A HECATOMBE

Falando no presidente Jair Bolsonaro, não vem sendo a hecatombe que os petistas previam, ao contrário, vem cumprindo exatamente o papel prometido na campanha e se cercado de bons auxiliares. Não se pode é exigir do Bolsonaro e seus ministros que cultuem os mitos petistas.

NÃO APOSTEM NO INSUCESSO

Não é pelo episódio controverso do carnaval que a competência da secretária de Turismo, Eliane Sinhasique, terá a sua gestão avaliada, mas pelo saldo futuro. O governo mal deu os seus primeiros passos. Conheço a Eliane de décadas, não aposte no fracasso da sua missão.

BOM PARA A DEMOCRACIA

Quando os debates na Assembléia Legislativa acontecem de forma dura, mas qualificada, como está ocorrendo neste início de legislatura, é bom para a população, porque se vê bem representada e para o governo, que vê os seus erros apontados. O pior que pode acontecer a um governador é ter um Legislativo sem uma oposição de qualidade, porque isso acontecendo, vai praticar atos danosos e todos ficarão a lhe dizer amém e sim senhor. Uma oposição forte, propositiva, é da maior importância no parlamento. É unanimidade entre os colegas de imprensa de que a atual composição do Legislativo tende a ser mais ativa, com mais debates importantes do que foi na última safra da ALEAC. A omissão tem de ser varrida.

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