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Rocha e Gladson terão conversa final sobre segurança

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O vice-governador eleito Major Rocha (foto) ligou ontem antes do seu embarque ao Panamá, para dizer que após a volta do Gladson Cameli de New York, na próxima semana, deverão sentar em Rio Branco para aclarar de vez a questão da escolha dos novos dirigentes do sistema de segurança pública, que está num impasse. Rocha (foto) disse à coluna que, não se trata de nenhuma briga, mas de encontrar um caminho. “Não posso assumir a responsabilidade de indicar nomes para a Segurança se não tiver a garantia que terei recursos para tocar com sucesso a pasta”, ressaltando ser este o ponto principal que vai ser discutido no encontro. Rocha cita o DETRAN, que poderia ser o canal que supriria a Segurança das verbas necessárias para a sua manutenção. Não quis falar sobre nomes, porque tudo vai depender da reunião programada para a semana que entra. Até lá, a definição ficará em compasso de espera.

TEORIA E PRÁTICA
Ninguém foi mais duro crítico que o médico José Ribamar á condução do sistema de saúde pelo atual governador. Tinha razão, tanto é que está encerrando num mar de dívidas e caos. Como número 2 da Saúde do próximo governo, será cobrado pelas soluções. Sem desculpas!

CRIA OS FILHOS
No serviço público, quem assume o comando de uma secretaria é como casar com a viúva, terá que criar os filhos. Não é porque o atual governo não obteve sucesso, que se amaciará o próximo. O que  os secretários do próximo governo não podem ser piores que os atuais.

PERDA DE NOÇÃO
Museu é importante para preservação do patrimônio histórico. Não se discute. Mas num momento que vive o atual governo, devendo Deus e o mundo, com serviços básicos parados ou se arrastando, era prioritário investir milhões na construção de um Museu neste clima?

SAIRIA POR CIMA
Caso o atual governador tivesse dado prioridade aos pagamentos dos credores, dos profissionais de saúde, à conclusão de obras inacabadas, terminaria a sua administração por cima, de bem com a opinião pública e não estaria terminando seu ciclo de forma melancólica.

COMENTÁRIO DO MOMENTO
A prefeita Socorro Neri deu uma aula á equipe do futuro governo, que trabalha na elaboração de um projeto para reduzir o tamanho do paquiderme que é a máquina estatal, de como fazer uma Reforma Administrativa de vergonha. Espera-se que a Reforma no Estado não seja meia boca.

A FACA DO MALHEIROS
Vamos saber quando for anunciado o pacote da Reforma do Estado qual será o tamanho do corte da faca do Conselheiro do TCE, Antonio Malheiros, que é o principal articulador do futuro governo é o homem mais próximo do governador eleito Gladson Cameli..

É PRECISO SER HOMEM?
A vereadora Lene Petecão (PSD) disse na tribuna da Câmara Municipal de Rio Branco que “a prefeita Socorro Neri fez uma Reforma de macho”. Não foi diminuir o papel da nova mulher?

AGORA, INÊS É MORTA!
Deputados e vereadores que até ontem estavam gritando na primeira fila do gargarejo do atual governador e aplaudindo as suas ações, mesmo as erradas, não têm moral agora para lhe criticar. Depois que o leão perdeu os dentes é muito cômodo colocar a mão na boca do leão.

NÃO PODE SE OMITIR
Há um dado em relação ao governador que caminha para a porta de saída que não pode ser omitido, sob pena de se ser injusto: não há até aqui na justiça nenhuma ação com acusação de corrupção praticada por ele. Como gestor, ele foi um desastre, mas sairá de mãos limpas.

EXEMPLO DE SENA MADUREIRA
O prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim, confirmou ontem à coluna de que disputará a presidência da Associação dos Prefeitos do Acre, decisão comunicada ao MDB. Tem bagagem para a disputa, porque em todas as pesquisas é um dos prefeitos melhores avaliados do Acre.

GESTÃO INTINERANTE
Nos planos do prefeito Mazinho para a direção da AMAC está tornar o órgão mais ativo e presente, com visitas semanais a todos os municípios para discutir as demandas com os prefeitos e prioridades de projetos para obras. Seria uma gestão para sacudir a AMAC.

NÃO FOI A CRISE ECONÔMICA
A prefeita de Tarauacá, Marilete Vitorino, tem a sua administração rejeitada até pelos aliados. Não é por falta de recursos, nem a crise econômica, que a deixa mal avaliada, foi falta mesmo de gestão, porque prefeitos de outros municípios conseguiram fazer obras e estão bem avaliados.

NÃO BRIGA POR SECRETARIA
Quem esteve ontem pela ALEAC foi o ex-prefeito Vagner Sales. Disse que não está brigando para ser secretário e nem para indicar todos os cargos do futuro governo no Juruá, embora garanta que reivindicará espaços. “Se não for dado, também, não tem problema”, falou.

CENTRADO EM DOIS NOMES
Na verdade a próxima administração terá na Assembléia Legislativa dois deputados que podem se tornar nos seus maiores críticos na oposição: Daniel Zen (PT) e Jenilson Lopes (PCdoB), este mais comedido. Jonas Lima (PT) é um crítico moderado. E Edvaldo Magalhães (PCdoB) tem flancos.

PAPEL CUMPRIDO
Quem vai encerrando o mandato com o dever cumprido e bem cumprido é o deputado Luiz Gonzaga (PSDB), principalmente, em relação às demandas do Juruá, sua principal base eleitoral. Dizia ontem que dá dó ver o Hospital do Juruá, que era uma referência, virar sucata.

SEGREDO DO GONZAGA
Sobre o deputado Luiz Gonzaga (PSDB) um amigo do Juruá comentava ontem que ainda precisa descobrir o mistério das suas eleições: “Luis Carlos, na campanha, você não encontra no Juruá um papel com propaganda do Gonzaga, quando as urnas abrem chove voto”.

ERRO DE AVALIAÇÃO
O líder do governo, deputado Daniel Zen (PT), considera ser um erro se for confirmado que o futuro governo vai acabar com a Fundação Elias Mansour, porque seria um retrocesso que prejudicará os movimentos culturais. Neste aspecto não deixa de ter razão na crítica.

AVISO AOS NAVEGANTES
A Reforma Administrativa anunciada ontem pela prefeita Socorro Neri funcionou também como uma espécie de aviso à enxurrada de ocupantes de cargos de confiança do governo petista derrotado na última eleição: na base do: não venham que, aqui não tem vaga.

SOMENTE SE PARTIR DO TJ
Uma fonte confiável do próximo governo comentou ontem de que Gladson Cameli somente colocará o ex-candidato derrotado Marcus Alexandre (PT) à disposição do TJ, se vier um ofício com requisição da presidência do órgão, mas não tomará a iniciativa da cessão.

NADA SE RESOLVE
Enquanto o governador eleito Gladson Cameli não retornar de New York e o vice-governador Major Rocha do Panamá, nada se resolverá na questão dos nomes para Segurança.

DESCONTAMINAÇÃO
O senador Jorge Viana (PT), adotou com sabedoria um período de descontaminação de tudo o que aconteceu de ruim para ele na última eleição é das fagulhas do desastre como termina o atual governo do seu irmão.

BEM FALADO
Um amigo das antigas fez ontem o seguinte comentário, que achei plausível: “Luis Carlos, de janeiro em diante todo problema que acontecer no Estado, na saúde, segurança, ou qualquer outro órgão, o cobrado por soluções não será mais este governo, mas o que assumiu”.

QUEM TE VIU E QUEM TE VÊ!
Quem viu o Hospital do Juruá no governo Binho Marques, funcionando azeitado, com médicos em todas as especialidades, medicamentos em estoque, salários em dias, e vê hoje o Hospítal do Juruá em greve, salários atrasados, falta de médicos, de medicamentos, é de amargar.

JAIRO É O NOME
O senador Sérgio Petecão (PSD) estava ontem em Brasília enturmando o deputado Jairo Carvalho (PSD), no Ministério da Agricultura. Foi taxativo em relação ao papel do parlamentar no governo Gladson Cameli: “o Jairo é a nossa indicação para secretário da Agricultura”.

SOMENTE SE HOUVER VETO
O senador Sérgio Petecão (PSD) diz que só não levará a indicação do deputado Jairo Carvalho (PSD) para ser o secretário de Agricultura se houver um veto do Gladson Cameli, optando por um nome mais técnico.

NÓ GÓRDIO DO GOVERNO
Uma das maiores preocupações em relação ao sucesso do futuro governo, na avaliação de um ex-gestor do Pronto Socorro de Rio Branco, muito mais do que a Segurança Pública é o bom funcionamento da Secretaria de Saúde. Lembrou que é a pasta mais complexa e difícil de lidar dentro de um governo, porque mexe com vidas, é corporativista, e possui uma logística que tem de estar presente com qualidade em todos os municípios. Citou o caso do esforço do atual governador, que além de ser médico, conhecer o sistema por dentro, ter priorizado a área e estar com a caneta na mão, e ainda assim termina o governo com uma gestão que fracassou na solução dos problemas básicos do órgão. Para este médico o sucesso do governo Gladson Cameli vai passar pelo bom funcionamento do sistema público de saúde. Se der certo se credencia no apoio popular, se fracassar, junto vai toda a sua administração, pontuou o seu comentário. Foi uma análise de quem vivenciou os problemas do sistema na sua entranha.

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