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“Não quero imprensa para me bajular”

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A afirmação feita pelo então candidato ao governo, Gladson Cameli, em uma entrevista com uma rodada de jornalistas no ac24horas, durante a campanha, está se cristalizando na prática. Não tem reagido com ataques de faniquitos às primeiras críticas e á divulgação de situações delicadas, como a posição assumida pelo vice-Major Rocha de não mais querer indicar o secretário de segurança. Diferente do atual governador e seus áulicos que se espinham a qualquer crítica. Não está errado o Gladson (foto) ao pugnar por uma imprensa livre, opinando sem amarras. Se cercar-se de jornalistas bajuladores fosse a fórmula ideal para um governo ficar bem na opinião pública, o governo que se finda em 31 de dezembro não estaria terminando tão mal e melancolicamente perante a avaliação da população nas pesquisas. O que mais teve durante a sua administração, foi bajulador na imprensa. Alguns destes já começam a mostrar a cara repetindo com o futuro governo que pretendem continuar com o mesmo comportamento sabujo. O puxa-saco na imprensa não acrescenta nada a quem governa, vira um serviçal, uma marionete, cujos cordéis podem ser usados a qualquer momento. A imprensa sem marras é fundamental. Espera-se que a afirmação do governador eleito Gladson Cameli de que não quer uma imprensa para lhe bajular marque uma nova era nas relações entre a imprensa e os que estão no poder. Não haverá desta coluna, nenhum problema em reconhecer avanços e acertos da próxima administração, como também não haverá muro para impedir a critica quando preciso. Até porque, imprensa é crítica, o resto é armazém de secos e molhados, já disseram. E como há no Acre armazéns de secos e molhados.

FALANDO EM LIBERDADE DE IMPRENSA
Faço questão de registrar que a direção do jornal OPINIÃO tem sido exemplar quando se trata de liberdade de imprensa. Mesmo tendo parcerias legais com o governo nunca pediu para uma nota com críticas á atual admini9stração deixar de ser publicada. E, eu imagino, as pressões que deve ter sofrido!

NÃO PODE FICAR NA NOTÍCIA
Este sumiço de documentos no TCE não pode ficar só na notícia. A direção do órgão tem que vir a publico falar sobre o caso, porque, não houve nenhum arrombamento no tribunal.

CANDIDATURA MANTIDA
O deputado Géhlen Diniz (PROGRESSISTA), mesmo sabendo do favoritismo da candidatura do deputado Nicolau Junior (PROGRESSISTA) para a presidência da ALEAC mantém a candidatura.

SOLUÇÃO DE CONTINUIDADE
A preocupação do futuro secretário de Saúde, Alysson Bestene, de procurar evitar que haja descontinuidade no atendimento médico e na manutenção do estoque de medicamento é pertinente. Se não houver uma continuidade mínima no início de governo agrava o caos.

COMO DEPARTAMENTOS
Cultura e Esportes não terão secretarias, serão departamentos da Secretaria de Educação.

MESMO CARINHO
O que se espera é que o secretário Alisson Bestene tenha o mesmo carinho que teve o atual governador com o pleno funcionamento da Central de Transplantes, um marco na Saúde.

O “MALUCO” ESTAVA CERTO
“É um maluco”, bradou o atual governador acreano quando disputava o governo em 2014, ao se referir a um comentário do então candidato ao Palácio Rio Branco, Tião Bocalon, de que a Previdência estadual estava quebra e iria piorar. O “Maluco” do Bocalon estava certo.

PREOCUPAR EM FAZER MELHOR
Que se dê a destinação jurídica ao que for encontrado de errado na atual gestão, mas o foco principal dos próximos secretários deve ser fazer uma gestão superior à que se finda. Mesmo porque após alguns meses fora do poder, o governador atual será mais um anônimo na multidão.

RALO FECHADO
O governador eleito trilha um bom caminho ao acabar com as chamadas “subsecretarias”, que nada mais eram de que nichos para agasalhar afilhados políticos. A medida fecha o ralo.

PODER SUBIU A CABEÇA
Qualquer amador em política sabia que chapa de Federal formada pelo PT-PSB-PCdoB era temerária, porque só tinha cabeça, não completaram com candidaturas medianas. Veio a onda anti-PT e o partido não elegeu ninguém. Ainda estavam com a cabeça que o poder tudo pode.

OUTRO ERRO
Outro erro fatal da cúpula petista foi partir para destroçar a candidatura mais viável para Federal, a do deputado federal Raimundo Angelim (PT), e acabou sem mel e sem cabaça.

MUDANÇA DE COMPORTAMENTO
Os deputados da oposição que foram reeleitos e deverão compor a base do futuro governo terão que se acostumar ao tempo de vidraça, passaram oito anos com a baladeira nas mãos disparando contra o governo que termina. O cipó de aroeira voltará ao lombo de quem deu.

MANIFESTAÇÃO DE SIMPATIA
Em recente conversa na ALEAC, o deputado Josa da Farmácia (PODEMOS), manifestou a simpatia em integrar a futura base do governo na Casa. Sempre foi um deputado moderado.

BOLSONARO, PERFEITO!
O presidente Jair Bolsonaro partiu para acabar com o balcão de negócios que beneficiava presidentes de partidos, negociações políticas serão feitas com as bancadas parlamentares.

NOME COM BAGAGEM
Raimundo Fernandes é um nome cotado para ocupar a direção da Rádio Difusora Acreana. Fernandes é um dos mais antigos da emissora e tem bagagem como radialista. Boa escolha.

SEGUNDO ESCALÃO
O segundo escalão do governo não deve ser nomeado de imediato, é a informação que se tem.

NÃO ESPEREM CHUVA NO ROÇADO
Os prefeitos não esperem por parcerias tão cedo com o governo que começa em janeiro, pelo simples fato de se iniciar com os cofres secos, tendo como prioridade não atrasar o pagamento.

COMO GOVERNADOR, UM BOM MÉDICO
O atual governador, que é médico, tem dito a amigos que depois de deixar o poder voltará a dar aulas na UFAC e a clinicar. Já manteve, inclusive, contatos com clínicas particulares. Como governador, é um médico respeitado. É o que se pode dizer ao seu respeito.

ATÉ AQUI VEM BEM
O que se ouve sobre a prefeita Socorro Neri é que até aqui vem se conduzindo bem na PMRB. Até dentro da oposição é elogiada.Mesmo tendo sido um bom prefeito, Marcus Alexandre, foi bem substituído e não deixou saudades. Ninguém é insubstituível na gestão pública.

CARGOS FEDERAIS
A partir de janeiro vai entrar na ciranda a discussão por cargos federai, com o INCRA e DNIT sendo as jóias da coroa. Fala-se no Tião Bocalon para o INCRA, um nome de afinidade na área.

POEIRA SENTAR
O PT ainda não se reuniu para avaliar a derrota esmagadora que sofreu em todas as esferas na última eleição no Acre. Deve estar deixando a poeira sentar para não avaliar no emocional.

QUADRO DE PESO
A última eleição não só foi derrota nas urnas para o PT, mas também perdeu um dos seus quadros mais promissores, o deputado Ney Amorim, que deixou o partido após ser caçado pelos irmãos Viana durante a disputa do Senado. Ney perdeu, mas saiu com uma boa votação.

MULHERES LEMBRADAS
Quatro mulheres estarão no primeiro escalão do futuro governo. Semírames Maria (FAZENDA), Eliane Sinhasique (TURISMO E ECOMIA EMPREENDEDORA), Maria Alice (GESTÃO ADMINISTRATIVA), Ana Paula (INCLUSÃO SOCIAL).

NÃO REPERCUTIU BEM
Não repercutiu bem na classe médica a divulgação nesta coluna de que o deputado Nelson Sales (PROGRESSISTA) tinha sido convidado para ocupar um dos setores mais complicados do sistema de saúde: Fundação Hospitalar. Pelo fato do cogitado não ter afinidade com a área. A caixa do e-mail quase lotou de tantas críticas.

NOMEAÇÃO DE UM MÉDICO
Contados oito amigos médicos com os quais conversei, estes se disseram decepcionados com a possível indicação de Nelson Sales, um político, para a Fundação Hospitalar. Todos revoltados.

MUITOS ELOGIOS
Sobre a Eliane Sinhasique ser a futura secretária de Turismo e Empreendedorismo, ouvi muitos elogios, até de adversários do futuro governo. Vamos ver se comprova na prática a teoria.

UMA CONCEPÇÃO SOBRE O SECRETARIADO
Tenho uma concepção sobre o secretariado do governador eleito Gladson Cameli. Qualquer projeção que se fizer sobre os seus perfis fica apenas no campo da ilação, porque não assumiram. E não se pode ter uma noção de competência antes dos 100 dias no governo.

QUEDA DE RENDIMENTO É BRABO
Alguns dos ocupantes de cargos de confiança do governo são estabilizados profissionalmente e não terão problemas após o dia 31 de dezembro, quando estarão na rua. Mas a maioria dos comissionados tem como profissão ser cargo de confiança. Estes vão sofrer com a bruta queda na renda. Não será mole pular de 19, 12, 15 mil reais, para 2 a 3 quatro mil reais mensais.

MERCADO FECHADO
E isso se conseguirem entrar em um mercado de trabalho que se encontra saturado.

REFORMA ADMINISTRATIVA
Está prevista para hoje a entrega do projeto de reforma administrativa da PMRB á Câmara Municipal de Rio Branco. Está seguindo a máxima de que não se gasta mais que se arrecada.

PERCALÇOS NATURAIS
Este desentendimento inicial entre o governador Gladson Cameli e seu vice Major Rocha por conta de nomeações na área de segurança é natural. Não se trata de nenhum sinal que a próxima administração será uma bagunça. Mesmo porque o próximo governo só começa no dia 1º de janeiro. Não apostem muito em brigas entre os políticos, porque, comumente, acabam se acertando. É cedo para se fazer uma análise de algo que ainda está para iniciar. E mesmo porque será muito difícil que a futura gestão consiga o feito de ser pior que a atual.  

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Blog do Crica

Um governo em busca de um rumo

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Seria desprovido de fatos se apontar algum avanço excepcional do governo Gladson Cameli, como é temerário cobrar solução imediata para todo o desmanche deixado, principalmente, pelos últimos quatro anos da administração Tião Viana. Afinal, não se fechou nem 60 dias de gestão. Um ponto, para quem milita na imprensa é importante, o dele vir cumprindo a sua defesa de que em seu governo a liberdade de expressão ia prevalecer. Até aqui tem mantido a postura. É salutar que isso aconteça. Muito embora alguns súditos, na ânsia de agradar, queiram ser mais reais que o rei e se insurgem contra uma simples visita do vice-governador Major Rocha, acompanhado da imprensa no HUERB, com notas toscas, sentimentais e sem sentido. Foi uma defesa do nada. Mas voltando ao governador Gladson Cameli, é preciso que defina de maneira urgente, de forma oficial, quem é o seu articulador político e consulte sempre a PGE quando tomar medidas que impliquem em repercussões jurídicas. Ao praticamente acabar com o IMC, brecou o canal da vinda de recursos internacionais na área ambiental. O que mais tem causado desgaste à sua imagem nas redes sociais é o fato de nomear figuras exponenciais nos governos petistas para cargos de confiança, prática que prometeu abolir. E continua acontecendo. Tem sido muito criticado, neste aspecto. Está tudo muito solto. Sobre medidas práticas pode-se citar como positiva a determinação de concluir as várias obras abandonadas pelo antecessor, definido a contratação dos aprovados nos concursos da Polícia Militar e Civil e de pagar o calote do 13º salário do servidor deixado pela gestão passada. Quer apresentar um pacote de obras concluídas nos 100 dias de governo. E a missão está em boas mãos, do jovem e competente engenheiro Thiago Caetano, Secretário de INFRAESTRUTURA. Na parte política é que está mais resguardado: tem maioria dos deputados estaduais, federais e todos os três senadores ao seu lado. Isso é importante para abrir portas, em Brasília, aprovar projetos, principalmente, agora quando se trata da Reforma da Previdência. Em suma tem que arranjar recursos extras, nos ministérios, fazer empréstimos, se quiser tocar projetos de maior relevância. Pelo tempo exíguo é cedo, muito cedo, para uma análise profunda do governo Gladson. Mas, no momento oportuno será feita. Até porque a lua de mel política com todo novo governante tem prazo de validade. O ponto concreto que se pode antever é de que terá de se esforçar muito para conseguir ser pior que o desastrado governo passado. Não consigo acreditar, mesmo no início de administração, que quebre o recorde negativo. No mais é esperar para ver qual é mesmo o rumo deste governo.

SERVIU DE RISOS

As várias “notas” de setores do PROGRESSISTAS serviram de riso. Eram de “solidariedade” ao secretário Alysson Bestene, a quem em nenhum momento da visita do vice-governador Major Rocha ao HUERB, tenha sido lhe atribuída a culpa pelo caos em que se encontra a saúde.

QUEM É QUE VAI ATRIBUIR?

Como é que pode atribuir ao secretário Alysson, que mal assumiu, o desastre da Saúde?

QUEM É QUE PODE?

E tem um caroço neste angu, o Rocha visitou o HUERB como o governador em exercício, com os mesmos poderes constitucionais que tem o titular do cargo. Se ele, como governador no momento, não podia fazer uma visita a uma unidade de saúde, quem é que pode?

AGRESSÃO DE NADA

O fato de terem sido encontradas portas danificadas e outras mazelas não se pode dizer que culpa lhe cabe, todo mundo sabe o tamanho das dívidas que o secretário de saúde, Alysson Bestene, herdou dos gestores passados. Indicar pontos a serem sanados não é agressão.

PODEM IR SE ACOSTUMANDO

Ainda é cedo para cobranças mais efetivas. Mas os secretários e os que os circundam assimilem de vez que não estão mais na oposição, mas na situação, e que na campanha foi prometido acabar com o caos. Passado os 100 acabou a lua de mel e cobranças acontecerão.

QUEM DISSE FOI QUEM MANDA

Não foi a imprensa, nenhum badeco, que disse que chegado aos 100 dias de governo, o secretário que não apresentasse algum resultado o caminho era o da rua foi o governador Gladson Cameli. E o fez de forma reiterada. Então para todos, mais trabalho e menos faniquitos.

MOEDA DE DOIS LADOS

O ex-presidente do PT, André Kamai, disse em entrevista que o governo Gladson Cameli não é imune às críticas. Governo nenhum é. Pode é deve ser criticado. Mas falta legitimidade a quem foi avalista do desastrado último governo em se arvorar a apontar soluções para os problemas que deixaram.

REAPROXIMAÇÃO CLARA

Nomeações, visitas da cúpula petista, são sinais que estão a indicar uma reaproximação política da prefeita Socorro Neri com o PT. Até aqui vinha dando o seu perfil à sua gestão. Tenho as minhas dúvidas de que uma simbiose com um PT desgastado a ajude politicamente.

CONVERSA COM A IMPRENSA

O secretário de INFRAESTRUTURA ,Thiago Caetano, reúne a imprensa hoje ás 8 horas no Teatrão para fazer uma explanação sobre as ações da sua pasta e os projetos para executar. É um exemplo aos demais secretários de mostrar à opinião pública as metas das suas pastas.

CANDIDATO, SIM SENHOR!

Não sei os demais partidos da coligação que elegeu o governador Gladson Cameli, mas posso adiantar, porque já ouvi mais de uma vez do vice-governador Major Rocha, que o PSDB terá candidato a prefeito da capital. E já chegou aventar convite para filiação do Minoru Kinpara.

OUTRO PORTO

O ex-Reitor Minoru Kinpara, que teve uma votação estupenda na capital sem os recursos dos demais candidatos ao Senado, terá que buscar outro porto político, porque o REDE, seu partido, não atingiu a cláusula de barreira. E, ele tem de preservar o seu novo capital político.

NÃO ESCAPAVA UM

O vereador N.Lima (PSL), sem uma base jurídica, defende o impeachment da prefeita Socorro Neri, sob o argumento que a cidade está cheia de buracos em suas ruas. Se o vetor buracos fosse aplicado em todos os municípios, não escaparia um prefeito de perder o mandato.

MELHOROU A RESOLUTIVIDADE

As execuções continuam em patamares parecidos com o do governo passado, muito altas. Mas chama a atenção nesta nova gestão da segurança, o alto o grau de resolução dos crimes. E também que, os atos da secretaria de Segurança estão tendo uma divulgação ideal e célere.

UMA CORREÇÃO

O deputado Chico Viga é do PHS e a deputada Juliana Rodrigues do PRB. Fica a correção sobre nota que foi publicada com os nomes dos dois parlamentares. Foi um equívoco pela pressa.

CUMPRINDO UM RITUAL

O ex-prefeito de Rio Branco, Marcus Alexandre, que foi derrotado na disputa do governo, chega no horário para cumprir seu expediente na secretaria de INFRAESTRUTURA, e deixa o trabalho dentro do horário. Política, ideologia de lado, falo do cidadão: o Marcus é correto.

O POVO É QUE DÁ O TOM

O prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim, não deve ficar preocupado sobre quem estará ou não estará no seu palanque no próximo ano, quando disputar a reeleição. Se a sua administração chegar em alta na campanha eleitoral, é irrelevante quem estará lhe apoiando.

POVO AVALIOU DIFERENTE

O deputado Jenilson Lopes (PCdoB) avalia que, o ex-prefeito Rodrigo Damasceno não foi tão mal na gestão da prefeitura de Tarauacá, mas errou na dose política. Há controvérsias. Se tivesse sido de fato um prefeito bom na gestão, bem avaliado, as urnas não lhe rejeitariam.

DENTRO DAS LIMITAÇÕES

Dentro das suas limitações oratórias e do nervosismo de início de mandato, o deputado Neném Almeida (PSD), tem sido muito participativo nos debates na ALEAC, na defesa do governo Cameli, ao ponto de ser dito pelos adversários que, quer derrubar o deputado Gerlen Diniz (PROGRESSISTAS) da liderança do governo.

É UM DESASTRE

Toda vez que um filho do Jair Bolsonaro ou a ministra Damares falam, é uma crise no governo ou chacota na imprensa. Deveriam ser proibidos de falar até o fim da gestão do presidente, seria a maior contribuição que poderiam dar para o sucesso da sua corrida para mudar o Brasil.

NÃO É A HECATOMBE

Falando no presidente Jair Bolsonaro, não vem sendo a hecatombe que os petistas previam, ao contrário, vem cumprindo exatamente o papel prometido na campanha e se cercado de bons auxiliares. Não se pode é exigir do Bolsonaro e seus ministros que cultuem os mitos petistas.

NÃO APOSTEM NO INSUCESSO

Não é pelo episódio controverso do carnaval que a competência da secretária de Turismo, Eliane Sinhasique, terá a sua gestão avaliada, mas pelo saldo futuro. O governo mal deu os seus primeiros passos. Conheço a Eliane de décadas, não aposte no fracasso da sua missão.

BOM PARA A DEMOCRACIA

Quando os debates na Assembléia Legislativa acontecem de forma dura, mas qualificada, como está ocorrendo neste início de legislatura, é bom para a população, porque se vê bem representada e para o governo, que vê os seus erros apontados. O pior que pode acontecer a um governador é ter um Legislativo sem uma oposição de qualidade, porque isso acontecendo, vai praticar atos danosos e todos ficarão a lhe dizer amém e sim senhor. Uma oposição forte, propositiva, é da maior importância no parlamento. É unanimidade entre os colegas de imprensa de que a atual composição do Legislativo tende a ser mais ativa, com mais debates importantes do que foi na última safra da ALEAC. A omissão tem de ser varrida.

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