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O episódio Major Rocha

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Para início de conversa a coluna é independente e não briga com a notícia. Liberdade de imprensa é o meu norte. Antes de dar a notícia de que o vice-governador Major Rocha (foto) tinha abdicado de indicar os ocupantes das direções dos cargos do sistema de segurança pública, que corria nos bastidores, fui checar em fontes confiáveis. O primeiro com quem consegui falar foi com o deputado Luiz Gonzaga (PSDB) que confirmou Rocha não querer apontar mais nenhum nome para a secretaria de Segurança. Depois falei com o próprio Rocha, que ressaltou a sua decisão de abrir mão de qualquer indicação. E ressalvando que como o governador Gladson Cameli tinha escolhido o chefe do Gabinete Militar e o diretor do DETRAN, órgãos da área de segurança, ele achou por bem deixar que indique os demais restantes. “Não vou indicar mais ninguém, quem vai escolher e nomear é o governador, mas não implica em briga política, mas de uma decisão pessoal”, explicou. Na sua visão há formas de ajudar o governo sem ser responsável por indicações de secretários. Ponto final. Não há motivo para chiliques. Não esperem nunca que eu engavete notícias. E fim de conversa.

PONTO POSITIVO
Mas neste tacacá apimentado tem um ponto positivo: o governador eleito Gladson Cameli ter reduzido o tamanho do paquiderme estatal para 14 secretarias e acabar com a farra de subsecretarias, que na verdade era um armazém de afilhados políticos e um ralo de recursos.

ESPERA-SE O MESMO
O mesmo comportamento se espera na redução do cabide de emprego dos comissionados.

TUDO PARA DAR CERTO
Neste caminho da redução da máquina estatal o futuro governo tem tudo para dar certo. Até porque conseguir ser pior do que o governo que está se encerrando em janeiro será difícil.

CUIDADO COM AS SUGESTÕES
A prefeita Socorro Nery tenha cuidado com a sugestão que andou recebendo para na Reforma Administrativa colocar na secretaria municipal de Saúde. Dizem ser a indicada mal humorada.

ESTE SERÁ COBRADO
O deputado Jairo Carvalho (PSD), que vai para a Secretaria de Agricultura, área que mais criticava do atual governo na Assembléia Legislativa, será por isso um dos mais cobrados. Terá que dar solução para todos os problemas agrícolas que denunciava com a sua língua afiada.

VALEM MENOS DO QUE PENSAM
Quem quiser ser colunista social do futuro governador ou de deputado que seja. Quem quiser  bajular, que bajule. Aliás, os bajuladores valem menos do que pensam que valem. Imprensa tem que ser livre para cobrar, seja de deputado, do padre ou do governador. Em bom tempo o próprio Cameli já disse que prefere uma imprensa que lhe cobre ao puxa-saco. Viu, sabujos?

NÃO OCUPE CARGO PÚBLICO
Quem não quiser ser criticado não ocupe cargo público, entre num mosteiro e vire monge.

OUTRO QUE PROVARÁ DO VENENO
O deputado Nelson Sales (PROGRESSISTA) fui o mais duro crítico do atendimento pelo sistema público de saúde, com ataques diários aos dirigentes do setor e ao governador. Foi convidado para comandar o setor mais venenoso da Saúde: a Fundação Hospitalar, um poço de críticas.

SONHAVA MAIS ALTO
Na verdade, o deputado Nelson Sales (PROGRESSISTA) sonhava mais alto: secretário de Saúde.

ENFIM, UM CARGO
Tanto peregrinou que, o professor Carlitinho será Assessor Especial do futuro governo.

GASTOU POR CONTA
O ex-candidato a deputado federal Rudiley Estrela estava tão certo que seria o futuro diretor do DETRAN que, coitado, já teria encomendado o terno da posse. Até parabéns pela indicação recebeu em profusões. Deu chabu na nomeação. A vaga será do Aderson Lima, tio do Gladson.

UMA BOA PERGUNTA
Depois do deputado Jairo Carvalho (PSD) insistir para que seu nome fosse enviado para ser o secretário de Agricultura, o senador Sérgio Petecão (PSD), com a sua verve de humor, lhe perguntou: “Jairo, meu amigo, tu sabe ao menos plantar um pé de caju”. Risadas gerais.

APENAS BONS AMIGOS
O presidente da Assembléia Legislativa, deputado Ney Amorim, me disse ontem que entre ele e o deputado Nicolau Junior (PROGRESSISTA) existe apenas uma boa amizade, mas nenhum acordo que implique na manutenção de cargos de confiança do seu grupo, como se propala.

NO MESMO TOM
O deputado Nicolau Junior (PROGRESSISTA) também foi no mesmo tom, ressaltando ser amigo  do presidente Ney Amorim, a quem diz respeitar, mas nega acordo para manter cargos atuais, caso venha a ser eleito para comandar a próxima mesa diretora da Assembléia Legislativa.

SEMPRE OS DOIS LADOS
A coluna sempre terá ao dispor do citado o mesmo espaço para a sua versão. Assim é o bom jornalismo. Mas não entrará jamais no cordão dos bajuladores para ser agradável a ninguém. E  tentar conseguir contratos no futuro. Não existe nada que me causa mais asco que o pegajoso.

POTE DE VASELINA
Depois que o TCE soltou um Relatório detonando com a saúde fiscal e o empreguismo do atual governo, o Conselheiro Antonio Malheiros pegou seu pote de vaselina para tentar amaciar o estrago feito, incensando o governador. Agora Inês é morta, não conserta o estrago, jamais!

COMENTÁRIO PETISTA
“Não sou do time dos que torcem para o quanto pior melhor, afinal, se as coisas derem errado no futuro governo, é o povo quem sofrerá. Contudo, se o vice-governador eleito, supostamente, rompe com o governador eleito antes mesmo do governo iniciar, boa coisa é que não se pode esperar da futura gestão”. O comentário acima é do deputado Daniel Zen (PT).

NÃO ESQUECEU O APOIO
O senador Márcio Bittar (MDB) não esqueceu o apoio que recebeu na campanha do Coronel Ulisses Araújo (PSL), ex-candidato a governador, em todas as visitas que fez em Cruzeiro do Sul para agradecer os votos, ambos estiveram juntos. Lealdade é uma virtude na política.

PARCERIA INTERESSANTE
Caso o governador eleito Gladson Cameli esteja pensando em ampliar as suas parcerias políticas, poderia buscar o PRB que tem um deputado estadual e um deputado federal.

DISCUSSÃO ESTÉRIL
Não entro nesta discussão estéril sobre os formados em Medicina na Bolívia. É muito simples: faz o Revalida, passa e ganha o CRM. Tenho amigos, formados na Bolívia, que passaram no Revalida, estão com CRM e, são bons profissionais. Não pode haver é a política do coitadinho.

O QUE NÃO FAZER
Se os próximos ocupantes da máquina estatal quiserem acertar é só fazer o inverso do que fez o governo que se findará dia 31 de dezembro. O primeiro é deixar de lado a arrogância.

O BICHO ESTÁ PEGANDO
Não é só dentro do governo que finda que pipoca greve e há grita por salários atrasados. Até o Hospital Santa Juliana, da Prelazia, não paga os médicos há três meses, e estes já ameaçam fazer uma paralisação no atendimento a pacientes do SUS, na próxima terça feira.

FIM DO APARATO
O governador eleito Gladson Cameli terá uma equipe mínima de segurança e não o aparato do atual governo de mais de 80 policiais, que poderiam estar nas ruas defendendo a população.

HÁ QUE SE DAR UM CRÉDITO
O futuro secretário de Saúde, Alyson Bestene, é um jovem, nunca comandou uma secretaria complexa e de grande porte, por isso precisa se cercar de assessores mais experientes para dar à população um atendimento digno na área. Todo novo gestor merece crédito de confiança.

VAMOS COBRAR
O Gladson Cameli diz que a partir da posse os secretários terão 120 dias para mostrar algum resultado, algum avanço na pasta, e se isso não acontecer é rua. Vamos observar e cobrar.

DEPUTADOS NO PODER
Três deputados estarão na equipe do futuro governador: Jairo Carvalho (Agricultura), Nelson Sales (FUNDAÇÃO HOSPITALAR) e Eliane Sinhasique (Pequenos Negócios e Turismo).

NADA CONTRA
Nada contra os que bajulam o atual governador. São pagos regiamente para isso, ora, pois.

TROCA DE FOCO
No melancólico governo que vive seus últimos dias o foco foi lotar as secretarias de Procuradores do Estado. O foco do futuro governo será o da República do TCE. Vieram de lá as indicações da secretária de Fazenda, Chefe do Gabinete Civil, e do número dois da ASSECOM. Tudo chancelado pelo homem mais forte no próximo  governo depois do Gladson Cameli: Conselheiro do TCE, Antonio Malheiros.

RESPOSTAS IMEDIATAS
O governador eleito Gladson Cameli terá a partir de janeiro que oferecer em 100 dias uma resposta aos dois calcanhares de Aquiles do atual governo: saúde e segurança pública. Em qualquer pesquisa que for feita estes dois setores sempre aparecerão como os mais criticados pela população. Em que pese o esforço pessoal do governador, houve algum avanço, mas existem muitos gargalos no sistema estadual de saúde, como falta de médicos, TFD quase parado, filas imensas para consultas, exames e cirurgias, ou seja, bem abaixo do ideal prometido no início desta administração nos seus 8 anos no poder. No setor de segurança aconteceu uma queda nos índices de matança, mas continuamos a ter no Estado uma das capitais mais violentas do país. O interior, como Cruzeiro do Sul e Sena Madureira, também já estão tomados pela onda de execuções. Se conseguir passar à população que algo mudou neste campo, o futuro governador começará bem a sua administração. As cobranças serão inevitáveis.

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Blog do Crica

Ilderlei: Gladson precisa ter o pulso forte”

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A frase foi dita pelo prefeito de Cruzeiro do Sul, Ilderlei Cordeiro, na abertura do programa de entrevistas do ac24horas, “Direto da Redação”, programa de estúdio que teve a sua estréia ontem, e que terá como entrevistadores o jornalista Astério Moreira e eu. O primeiro entrevistado, prefeito Ilderlei, foi questionado sobre a sua administração, se falou sobre política, como a conturbada relação com o ex-prefeito Vagner Sales e uma possível disputa da reeleição. Não se furtou de encarar perguntas polêmicas, como por exemplo, o que achava dos primeiros cinco meses do governo Gladson Cameli. Para o prefeito, falta ao governador sentar na cadeira de governador e dar as ordens, ter pulso forte, e não ficar governando focado no que dizem os seus assessores mais diretos. Nega que tenha traído o ex-prefeito Vagner Sales, e não o reconhece como único responsável pela sua eleição. Uma reunião que ficou de ter ontem com o governador Gladson definirá se continuará ou não no PROGRESSISTAS, partido no qual é filiado e está reivindicando ser o presidente da executiva regional. Veja a entrevista no ac24horas.

TEMA QUE UNIFICOU

A proposta apresentada ontem pela deputada Antonia Sales (MDB) do governo aumentar o percentual orçamentário da Defensoria Pública passando de 0,9% para 2%, encontrou aparente guarida nos demais parlamentares, principalmente, os do interior, onde não há uma efetiva ação dos Defensores. A discussão deve ser travada na chegada da LDO na ALEAC.

MEIO TERMO

Na sua experiência de vários governos, o deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) vislumbrou dificuldade da proposta de 2,0% ser aceita pela equipe econômica do governo; e sugeriu que, a peça orçamentária da Defensoria Pública seja de 1,5%, um meio termo para superar impasses.

PEDIDOS EM CASCATA

Conversando ontem como um integrante da equipe econômica do governo, este alertou que não haveria como justificar a fixação do orçamento da Defensoria Pública em 2,0%, aumento de mais de 100º% do teto atual que é de 0,9%. “Como explicar, por exemplo, para o Judiciário, MPE, que você está reajustando em mais de 100% o orçamento da Defensoria e não serem também aquinhoados”? Fez a pergunta. Para ele, haveria pedidos de aumento em cascata.

VERBA ESPECÍFICA

Caso se consiga da equipe econômica do governo este reajuste no orçamento da Defensoria, que acho improvável no teto reivindicado, deveria ser uma verba carimbada específica para a contratação de mais Defensores e vedado o uso em reajuste salarial aos Defensores Públicos.

ONDE PASSA UM BOI PASSA UMA BOADA

E por um princípio simples. As demais categorias iriam montar acampamento na porta do governador Gladson Cameli e, também, exigir reajuste salarial. O pedido da deputada Antonia Sales (MDB) não é algo tão simples de ser atendido, tem de ver o tamanho da implicação no orçamento estadual. Mas dará um bom debate, precisamos de uma Defensoria Pública presente em todos os municípios. Mas lembrar que no governo não existe só a Defensoria.

GLORIOSO ATACA NOVAMENTE

O braço sindical do MDB, comandado pelo presidente da FIEAC, José Adriano, bateu ontem no governo Gladson Cameli, em um vídeo divulgado lhe responsabilizando pela derrocada dos empresários no Acre. O MDB, ao que parece, escolheu o governador como seu alvo fixo e saco de pancadas. Deve ser constrangedor para as secretárias Maria Alice e Eliane Sinhasique.

NÃO VI UMA DEFESA

Não vi um posicionamento político do governador Gladson Cameli a este respeito, como nenhum parlamentar que lhe apóia rebateu e ele ficou calado, ficará valendo o que foi divulgado sobre o setor industrial, verdadeiro ou não. Não me cabe defender o governo.

É O DONO DOS VOTOS?

O deputado Neném Almeida (SD) ameaçou ontem da tribuna de que o candidato que não ajudar a recuperar as ruas da Cadeia Velha não terá votos dos moradores em 2020. Falou com tanta autoridade na ALEAC que, quem assistiu saiu pensando que ele é o dono dos votos.

CALDO ESTÁ ENGROSSANDO

Virou unanimidade na da base de apoio do Gladson Cameli o movimento para marcar uma reunião com o governador para discutir o papel do MDB no governo. Não aceitam o MDB ter duas secretárias, diretorias, CECs, e formar e votar na ALEAC sempre com o PT e o PCdoB.

PROPOSTA QUE ROLA

A proposta que será levada ao governador Gladson Cameli é a demissão das secretárias Maria Alice, Eliane Sinhasique, de ocupantes de diretorias, deixando no governo apenas os cargos ligados ao grupo do deputado Vagner Sales (MDB), que vem votando a favor do governo.

COMPLETAMENTE INCOMODADA

Um dos deputados da base passou à coluna que a secretária Maria Alice é uma das mais agastadas com a oposição que o MDB faz ao governo Gladson Cameli, por ser ocupante de uma das pastas mais importantes do governo, depois da fusão da SEPLAN/Administração.

NOME MAIS CRITICADO

O nome mais criticado é o do deputado Roberto Duarte (MDB), hoje o maior oposicionista ao governo Gladson Cameli, sendo mais ferino que os parlamentares do PT e PCdoB. Argumentam os deputados da base que há o agravante do Roberto ser presidente municipal do MDB.

POSIÇÃO PESSOAL

Perguntei ao presidente regional do MDB, deputado federal Flaviano Melo, sobre o que pensava do fato do MDB ser aliado e oposição ao mesmo tempo ao atual governo. Saiu pela tangente e disse que a posição do deputado Roberto Duarte (MDB) é pessoal e não do partido. Ou seja, deu praticamente carta branca para que o parlamentar continue com a pancadaria.

HAVIA DISCIPLINA POLÍTICA

Pode se criticar os governadores do PT por qualquer ângulo que quiserem, mas nas alianças que os sustentavam; a FPA, jamais foi aceito um aliado ter secretarias no governo e votar contra o governo. Se há algo que os governadores do PT tinham era pulso forte na política.

NÃO FOI DE GRAÇA

Não foi de graça que o PT ficou 20 anos do poder. Foi porque os seus governadores sabiam usar o poder e tinham o pulso firme para tomar decisões políticas, o que falta ao Gladson Cameli é exatamente a falta de pulso e mostrar que tem a caneta que nomeia e demite.

TORNA INVIÁVEL O GOVERNO

Qualquer governador que ficar refém de um deputado ou de um partido, ficando no canto do ringue, a tendência natural é a de não ser respeitado pelos aliados, pela frouxidão dos atos.

FALANDO DE GULODICE

Um fato cômico aconteceu logo após a aprovação da reforma política do governo. Um dos integrantes da base chegou junto ao presidente da ALEAC, deputado Nicolau Junior (PROGRESSISTAS), e falou: “vamos agora ao Gladson, quero saber quantos cargos terei”.

APOSTANDO NA UNIDADE

O prefeito de Cruzeiro do Sul, Ilderlei Cordeiro, é um otimista. Diz que se for candidato á reeleição não tem dúvida que terá o apoio do ex-prefeito Vagner Sales. Tudo é possível em política, mas no presente caso me recuso a acreditar neste apoio. Mais fácil ganhar na MEGA.

NOMES SURGINDO

Os nomes vão surgindo como candidatos da oposição à prefeitura de Mâncio Lima. Entre eles, Josimar (PSDB) e Wilssilene (PROGRESSISTAS). O prefeito Isac Lima (PT) sairá à reeleição.

DADO COMO CERTO

Dirigentes do SD dão como certa a filiação do deputado Fagner Calegário (PV) no partido.

FORA DE CENA

Quem saiu de cena foi o vice-governador Major Rocha, que tem evitado os temas polêmicos.

MOSTRADO EQUILÍBRIO

Mesmo nos momentos mais tensos na ALEAC o presidente Nicolau Junior (PROGRESSISTAS) mostra ponderação e equilíbrio na condução dos debates na casa. É um pacificador nato.

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Blog do Crica

Não pode é fazer politicagem

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A prefeita Socorro Neri determinou com acerto à sua equipe que nas vias estruturantes e de grande tráfego, não recupere apenas os buracos, mas também os pontos em que o asfalto está trincado e com desnível. Aliás, desnível resultante de serviço mal feito por empresas contratadas pelo DEPASA, órgão do governo. Se não se tiver este cuidado, depois será acusada de ter aplicado mal os recursos limitados que tem e de ter feito um serviço porco. Na gestão pública as decisões devem ser técnicas, e não para o gestor ser agradável para este ou para aquele grupo político. Porque se assim não for a Prefeitura será acusada de tapar um buraco numa semana e pouco tempo depois a mesma rua estar com buracos. Não pode também é por politicagem prometer que vai asfaltar todas as ruas da capital como fizeram e deu no fracasso que deu. É a primeira vez que vejo alguém ser criticada por estar fazendo um bom serviço.

DEPOIS RECLAMAM DO GOVERNO

O governo passado construiu uma moderna Estação de Tratamento de Esgoto na Cidade do Povo. Pois bem, foi toda destruída. Vândalos roubaram os fios, as bombas, e a sucatearam, deixando-a inoperante. Não vai demorar estarão reclamando de falta de saneamento, bueiros entupidos e cobrando do governo pelo que foi vandalizado. Podem aguardar que vai ocorrer.

DEFININDO O PARTIDO

Márcio Pereira, filho do ex-prefeito Luiz Pereira, confirmou à coluna a sua candidatura a prefeito de Plácido de Castro, faltando apenas definir o partido, que pode ser pelo PTB. Márcio é um político jovem com idéias modernas, que fogem à mesmice da política tradicional.

FRASEOLOGIA DA BALSA PARA MANACAPURU

Após ouvir ontem vários lamentos de deputados contrários à reforma e que foram derrotados pela base do governo, o deputado Luiz Tchê (PDT), usou a fraseologia da “Balsa Para Manacapuru, que simboliza os derrotados no embate político: “É o choro do surubim”, disse.

OUTRA VERSÃO IRÔNICA

O deputado Fagner Calegário (PV) usou do bom humor para falar sobre a derrota da oposição na votação da reforma política do governo: “estou numa rebordosa, numa ressaca”. E não deixou de alfinetar o governo ao recomendar que, os desempregados procurem a Casa Civil.

QUEM SÃO OS MEMBROS DO CARTEL?

Uma boa pergunta para afirmação feita pelo governador Gladson Cameli de que um “cartel” está boicotando a administração da secretaria de Saúde. Que Cartel é este? Profissionais da Saúde? Grupos Políticos? Fogo amigo? Empresários? Quem são? Foi uma acusação grave.

O CÔNCAVO E O CONVEXO

O artigo com o título acima, publicado no ac24horas pelo ex-deputado Luiz Calixto, define com maestria o que é o MDB e seu comportamento. Vale a pena ser lido. Sintetizando, o MDB sempre se divide em duas alas: uma incrustada no governo e a outra fazendo a oposição. Se o governo der certo o MDB colaborou. Se não der certo, diz que foi crítico. É bom ler na íntegra.

COMO DISSE CHE GUEVARA

Ninguém é mais oposição na ALEAC ao governo Gladson que o deputado Daniel Zen (PT). Piada pensar o contrário. A diferença é que faz uma oposição dura, sem gritos, mas com classe, na tribuna. Como disse o velho Che Guevara: pode-se ser duro, mas sem jamais perder a ternura.

POSTAGEM IRÔNICA

O secretário de Infraestrutura, Thiago Caetano, fez ontem uma postagem irônica nas redes sociais: “É rolo compressor na Assembléia. “É rolo compressor nas rodovias”. Alusão à aprovação da reforma administrativa na ALEAC e às obras do governo na rodovia AC-40.

REGISTRE A TENDÊNCIA, JV!

O guerreiro petista Marcos Fernandes critica o ex-senador Jorge Viana por estar querendo mudar o PT de fora para dentro, montando um grupo com Binho Marques, Raimundo Angelim e Marcus Alexandre. “Se quer criar uma nova Tendência, registre-a no partido”, comentou ontem à coluna com ironia. O PT é dominado hoje pela Tendência “Democracia Radical”.

COBROU, MAS NÃO FOI DECISIVO

Por respeito ao bom deputado Roberto Duarte (MDB), faço uma correção ao seu discurso de ontem, na ALEAC, de que os projetos dos ramais só chegaram na CEF porque alertou para o fim do prazo. De fato cobrou. Mas a força tarefa já trabalhava na montagem mais de mês.

FALANDO DE RAMAIS

Ainda sobre ramais, o governo tem de gastar bem os 94 milhões de reais. Não adianta pulverizar os recursos em serviços de raspagem, porque fica um trabalho porco, que não resistirá ao inverno. Certo, o critério de maior produção e população para a escolha dos ramais. Tem que acabar no serviço público se politizar obras e fazer por cima da pausada.

ATÉ PARECE…….

Quem assiste os deputados do PCdoB e do PT criticando na tribuna da ALEAC o fato do governo atual criar novos cargos de confiança e conhece como era o jogo nos governos do PT, fica rindo. Até não parece que nos governos do PT não tinham CECs e os ocupantes indicados por eles. Tá bom: aproveitem e contem uma piada do português ou se preferirem de papagaio.

REVOLTA NA BASE

Deputados da base governista comentavam ontem em uma roda na ALEAC que vão chamar o líder do governo, deputado Luiz Tchê (PDT), para uma conversa séria sobre o MDB. Diziam que não aceitam ver o MDB com secretarias, diretorias e em sua maioria ser oposição ao Gladson.

VOCÊS QUE SE ENTENDAM

Para estes deputados é cômodo o MDB ser oposição na ALEAC e lotado de cargos e secretarias no governo. Vocês que são políticos que se entendam. Por mim, o Gladson Cameli pode dar quantos cargos quiser ao MDB e nomear quem bem entender para as 450 CECs. Até petistas.

ENFRAQUECENDO O MORO

Fora o deputado Alan Rick (DEM), que não estava no plenário, e a deputada federal Mara Rocha (PSDSB) que votou a favor de fortalecer as ações do Ministro da Justiça, Sérgio Moro, o restante da bancada federal acreana votou contra deixar o COAF nas mãos do Moro, enfraquecendo suas ações. Depois que reclamam que o Brasil é o país da impunidade

SEM HIPOCRISIA

O líder do governo, deputado Luiz Tchê (PDT) não usou da hipocrisia e disse que a base do governo tem sim o direito de indicar pessoas para ocupar cargos de confiança na relação aprovada de 450 CECs. Desde que sejam competentes e não meros filhados, sem problema.

ESPERANDO O RESULTADO

Desde a discussão sobre a sua instalação disse que a CPI da ENEGISA era dotada de boas intenções, mas que não teria condições legais de reduzir um centavo das contas de energia elétrica. Todos querem a redução. Mas não é justo ficar iludindo o consumidor com a CPI.

NÃO SABE NEM EM QUEM VOTOU

O deputado Jonas Lima (PT) diz que o povo vai cobrar dos deputados que votaram a favor da reforma administrativa do governo nas urnas. Jonas, se você fizer uma enquete com a população para saber em quem votou na última eleição, a maioria nem se lembra. Quanto mais daqui quatro anos….

A LEGALIDADE É INDISCUTÍVEL

Na política, cada deputado é dono do seu voto e livre para decidir se votará contra ou a favor de um projeto. Quando se trata de uma aberração, cabe a crítica. O que não se aplica ao caso da reforma. Pode-se concordar ou discordar, mas não se discute a sua legalidade. Ora, pois!

É FOGO AMIGO?

A secretária do Turismo, Eliane Sinhasique, postou que: “se tem pessoas que te incomodam, essas pessoas são as que não vestem a camisa! Pessoas que parecem estar fazendo as coisas por fazer…” Fogo amigo, ou algum boicote interno ao seu trabalho dentro do governo, Eliane?

NÃO VAI PARA O SACRIFÍCIO

É improvável que o professor Marcelo Siqueira vá para o sacrifício sendo candidato a prefeito de Cruzeiro do Sul só com a cara e a coragem. Sem estrutura não passaria de uma aventura.

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