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A boa comida faz sucesso no Novo Mercado Velho de Rio Branco

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Longe de ser um lugar pomposo, luxuoso ou refinado, o novo Mercado Velho, carrega em sua história momentos de resistência, lutas.
Em tempos difíceis, chegou a ser descriminado por abrigar bêbados e pessoas em situação de rua. Rodeado por ratos, era também lugar preferidos de prostitutas e desocupados. Era um amontoado de lojas onde seus proprietários não demonstravam a menos preocupação com a segurança deles próprios, e de quem passava por ali. Tragédia anunciada.

Em 2006 o antigo Mercado Municipal, ressurgiu das cinzas para se tornar o maior ponto turístico de Rio Branco. Foi restaurado! Com cores vivas e marcantes, traz em sua reconstrução detalhes de uma época próspera e romântica.

Hoje, mudou de nome: é conhecido como Novo Mercado Velho. De frente paro rio, onde suas águas descem lentamente, é imponente e soberano. Ao contrário dos comércios que o rodeia, não tem um dia sequer que não receba uma visita ilustre.

As pensões que antes quase não recebia clientes, hoje estão lotadas, é ponto preferido de artistas, turistas, trabalhadores que aproveitam a hora do almoço, ou a brisa do fim da tarde para um bom passeio ou saborear as delícias da culinária acreana.

Vale a pena ver esse vídeo. O Videomaker do ac24horas conversou com turistas, visitantes e trabalhadores, personagens que continuam fazendo com que a história de nossa cidade seja cada mais mais rica e alegre.

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Destaque 2

Acreano tem de bancar R$357 para cobrir rombo de R$300 milhões da previdência no Estado

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O déficit previdenciário do Acre é de R$300 milhões com custo de R$357 para cada acreano. Esse valor é o menor do País mas reflete uma situação negativa e que, pela sua própria natureza, só piora se não forem feitos ajustes regulares. Os dados tem como base o ano de 2017 e foi produzido pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan). A entidade realizou um trabalho com estatísticas previdenciárias que refletem a tendência de degradação das contas nos Estados.

Além disso, o Acre tem quatro de suas 22 cidades onde o número de aposentados é igual ou maior que o de trabalhadores na ativa. Em Sena Madureira tem 1,5 aposentado para cada pessoa trabalhando. Feijó, Cruzeiro do Sul e Tarauacá a proporção é de 1/1. Os demais, tem menos -algo entre 0,2 a 0,9/1.

No país, uma em cada três cidades já tem mais aposentados do INSS que trabalhadores com carteira assinada, que contribuem para o Regime Geral da Previdência Social.

O governador Gladson Cameli está seriamente preocupado com a questão e está promovendo mudanças no Acreprevidência. Os útlimos anos foram especialmente cruéis e agravaram o panorama fiscal do Acre: em 2017, o gasto com pessoal foi a 63% da receita corrente líquida, bem acima do limte prudencial estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Em 2018, voltou a baixar mas todo cuidado é pouco. “Em 2016, auge da crise econômica, entre as 27 unidades da federação, apenas duas ultrapassaram o limite máximo de despesa: RJ e RN. Em 2017, esse número subiu paraquatro (RJ, TO, AC e RR). Já em 2018, foram cinco estados gastando acima do limite legal (MG, MT, TO, RR e PB)”, relata a Firjan.

No todo a situação não é brincadeira mas há uma parte que Gladson terá de mexer q ue pode constituir-se em um vespeiro: no Acre, a remuneração de um trabalhador ativo é cerca de R$1.000,00 menor que o de um aposentado. Enquanto um aposentado ganha média de R$4 mil o trabalhador ativo recebe R$3 mil. O Acre está entre os 14 Estados onde essa situação prevalece.

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Cohab: 64,8 mil pessoas moram em conjuntos e loteamentos do governo em Rio Branco

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O relatório divulgado na segunda semana de abril pelo Governo do Estado, mostra que 64.855 pessoas moram nos 24 conjuntos e loteamentos administrados pela Companhia de Habitação do Estado do Acre (Cohab). De pouca visibilidade, a Cohab mostra em seus balanços ativos superiores em cerca de R$ 12 milhões sobre os passivos.

Ao fazer uma retrospectiva de 2018, a diretoria diz que a regularização fundiária não deve significar apenas a existência de um título registrado em cartório, mas deve ser compreendida como uma solução integrada que envolve os gestores públicos de diversos órgãos no empreendimento de esforços para exercer a cidadania e justiça social no Acre.

“Vale ressaltar, o quanto foi imprescindível, ao longo do exercício financeiro de 2018, o fortalecimento da parceria da Companhia com os demais órgãos públicos, tais como: Iteracre, Prefeitura Municipal de Rio Branco e o Ministério Público Estadual. As intervenções da Cohab sempre foram legítimas, respeitando a ética, a moral e os bons costumes, e sempre fez parte de nossa gestão pública e de uma política de regularização fundiária. Foram estabelecidas diretrizes e ações estratégicas que se desenvolveram, sempre sob uma perspectiva de fazer o bem aos mais desprovidos da sorte em nossa sociedade”. O documento é assinado pelo ex-presidente Carlinhos Santiago.

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