Conecte-se agora

Advogados aclamam Erick Venâncio presidente da OABAC

Publicado

em

O advogado Erick Venâncio foi confirmado como presidente da Ordem dos Advogados do Brasil no Acre durante a eleição da entidade ocorrida nesta sexta-feira, 23. Ele obteve 90% dos votos. 10% são a soma de nulos e brancos. É a maior quantidade de votos já recebida por um candidato na história da OAB local. Erick e sua vice, a advogada Marina Belandi, encabeçaram chapa Uma Ordem Para Todos, a única inscrita para concorrer à presidência da a instituição.

Pelo menos 1, 7 mil advogados foram às urnas em Rio Branco, Cruzeiro do Sul, Tarauacá e Epitaciolândia.

Venâncio passa a comandar a Ordem dos Advogados, conforme o Regimento Interno da entidade, a partir de 1º de janeiro. Uma solenidade em data ainda não confirmada deve marcar a posse do presidente eleito.

Após a apuração do votos, Erick salientou que seus colegas reconheceram o trabalho iniciado há 12 anos por Florindo Poersch (in memorian), que teve continuidade com o atual presidente Marcos Vinicius Jardim Rodrigues e que vai seguir com ele.

“Essas eleições mostraram a maturidade institucional dos advogados acreanos, que reconheceram o trabalho realizado nos últimos 12 anos e nos confiaram mais um mandato. Essa confiança deve ser honrada com trabalho e seriedade. As eleições acabam agora e esse gestão será de todos os advogados acreanos.”

Conheça Erick Venâncio

Erick Venâncio (39 anos) é rio-branquense, bacharel em Direito, formado pela Faculdade de Direito de Marília, advogado, pós-graduado em Direito dos Serviços Sociais Autônomos pelo IDP e em Direito Público pelo ICAT/AEUDF, ambos em Brasília – DF, atualmente cursando Mestrado em Direito e Ciência Jurídica na Universidade Clássica de Lisboa. Foi conselheiro seccional, presidente de comissões e secretário-geral da OAB/AC, além de vogal da Junta Comercial do Estado do Acre, na vaga destinada à OAB/AC. Conselheiro Federal da OAB por dois mandatos, onde foi membro de todas as Câmaras e do Órgão Especial, secretário da Comissão Nacional de Legislação – CNL, presidente da Comissão Nacional do Advogado em Início de Carreira – CNAIC e representante institucional do Conselho Federal da OAB perante o Conselho Nacional do Ministério Público – CNMP, onde hoje é conselheiro na vaga destinada à OAB e ouvidor Nacional do Ministério Público. Foi membro de diversas bancas de concursos públicos na área jurídica.

Anúncios

Destaque 6

Fernando Vannucci, apresentador, morre aos 69 anos em São Paulo

Publicado

em

O apresentador e jornalista Fernando Vannucci morreu aos 69 anos, em Barueri, na Grande São Paulo, na tarde desta terça-feira (24). Vannucci deixa quatro filhos.

Segundo Fernandinho Vannucci, filho do apresentador, na manhã desta terça, ele passou mal em casa, em Alphaville, e foi levado para o hospital.

De acordo com informações da Guarda Civil Municipal de Barueri, Vannucci foi levado ao Pronto-Socorro central da cidade, onde morreu. A causa da morte ainda não foi divulgada.

No ano passado, Vannucci sofreu um infarto e ficou internado no Hospital Oswaldo Cruz, onde passou por uma angioplastia coronária. Ele chegou a colocar um marcapasso. Em 2001, foi operado do coração e , em 2004, colocou um stent.

Nascido em Uberaba, Vannucci começou a trabalhar em rádio ainda adolescente. Na década de 70, entrou na TV Globo, em Minas Gerais, e depois foi transferido para a Globo do Rio de Janeiro. Na emissora, apresentou jornais como o Globo Esporte, RJTV, Esporte Espetacular, Gols do Fantástico, entre outros.

Na passagem pela Globo, Fernando Vannucci cobriu seis Copas do Mundo: 1978, 1982, 1986, 1990, 1994 e 1998 e ficou marcado pela criação do bordão “Alô, você!”.

Ele também trabalhou em TV Bandeirantes, TV Record, Rede TV. Desde 2014, ele atuava como editor de esportes na Rede Brasil de Televisão.

Vannucci deixa Fernandinho, Frederico, Júlia e Antônio Henrique.

Continuar lendo

Destaque 6

Rússia projeta vacina 95% eficaz e a metade do preço das concorrentes

Publicado

em

Os desenvolvedores da vacina russa Sputnik V anunciaram nesta terça (24) que um segundo estudo preliminar com voluntários da fase 3 dos testes do imunizante contra a Covid-19 mostrou uma eficácia de 91,4%.

A expectativa dos russos é que ela atinja 95% e custe, ao fim, metade do preço de suas competidoras ocidentais, talvez ainda menos.

O anúncio, com sabor de déjà-vu por ser semelhante a dados já propagandeados, busca sanar dúvidas acerca da confiabilidade dos estudos russos e vem na esteira de comunicados de eficácia dos principais imunizantes que já estão sendo negociados no mercado para tentar deter a pandemia do novo coronavírus.

É a geopolítica da vacina em pleno curso.

Na semana passada, as americanas Pfizer e Moderna haviam anunciado eficácia em estudos de fase 3 acima de 90%. Na segunda (23), a sueco-britânica AstraZeneca e a Universidade de Oxford (Reino Unido) disseram ter finalizado testes iniciais e atingido até 90% de eficácia.

Já a chinesa Coronavac, comprada pelo governo de São Paulo e que será fabricada no Instituto Butantan se for eficaz, tem registrado eficácia ainda maior nos testes feitos na China. Se tudo der certo, estará disponível em janeiro no estado.

Segundo o Instituto Gamaleya, o fabricante da vacina, a eficácia foi medida em 18.794 dos cerca de 40 mil voluntários russos que tomaram as duas doses da Sputnik V ou de um placebo, mantendo o chamado duplo cego, quando nem paciente nem pesquisador sabe quem recebeu o quê.

No ensaio, para cada 3 vacinados, 1 foi inoculado com placebo. A próxima avaliação ocorrerá com um grupo de 78 infectados, que deverá encerrar a fase 3.

A Rússia é o quinto país do mundo em número de casos da doença, com 2,1 milhão de infecções, e vive uma segunda onda severa. Já morreram 37 mil pessoas, número proporcionalmente baixo —são 254 mortes por milhão de habitantes, ante 795 no Brasil, terceiro colocado do ranking de casos.

Os dados foram obtidos 28 dias depois da primeira dose, 7 dias após a segunda. Neste grupo, houve 39 casos confirmados de infecção da Covid-19, apenas 8 em pessoas que haviam de fato recebido o imunizante.

Os dados preliminares após 42 dias da primeira dose, 21 após a segunda, indicaram uma proteção ainda maior, de 95%, mas eles não foram disponibilizados ainda. Eles serão enviados para revisão em artigo para uma publicação científica internacional, provavelmente a mesma The Lancet britânica que já editou outros estudos com a vacina.

Entre esses voluntários e os outros 22 mil que ainda estão na primeira dose, não houve eventos adversos ou efeitos colaterais graves registrados, segundo o Gamaleya.

“Os dados comprovam o que encontramos nos estudos até aqui, uma eficácia de 91%-92%. Esperamos dados ainda melhores depois que os voluntários que receberam a segunda dose tenham mais tempo para seus corpos reagirem”, afirmou o diretor do Gamaleya, Alexander Gintsuburg.

Patrocinador da Sputnik V, o Fundo Direto de Investimento Russo, anunciou que a Hungria se uniu à rede de fabricantes potenciais, tornando-se o primeiro país da União Europeia a associar-se aos russos. Em entrevista à Folha há dois meses, seu presidente, Kirill Dmitriev havia dito que estava em negociações com europeus e americanos.

Nesta terça (24), Dmitiriev afirma que o imunizante custará metade do preço da maioria de seus competidores ocidentais —tudo depende de cada acordo de produção, mas a vacina da Pfizer (EUA) sai por US$ 19,50 (R$ 105 hoje) cada uma de suas duas doses, enquanto a também americana Moderna custa US$ 25 (R$ 136) cada uma das duas inoculações necessárias.

Ele afirmou que o valor pode ficar abaixo dos US$ 10 (R$ 54) para cada uma das duas doses, a depender do arranjo. Os cidadãos russos não pagarão nada.

No caso do contrato da Coronavac com o Butantan, a dose sai a US$ 10,4 (R$ 57). Já no acordo da AstraZeneca com o governo federal, sai a US$ 19 (R$ 103). Mas ambas incluem transferência de tecnologia para produção local —no caso da Fiocruz, a estimativa era de um custo pouco acima de US$ 3 (R$ 16) por dose.

A Sputnik V foi vista inicialmente como um grande golpe publicitário do governo de Vladimir Putin, devido ao anúncio de que ela havia sido a primeira a ser registrada no mundo, em agosto. Até seu nome remonta ao sucesso do primeiro satélite artificial, lançado pelos soviéticos em 1957 para assombro do mundo.

Na realidade, era uma autorização emergencial para uso na população civil, mas não há a vacinação em massa sugerida pelo anúncio —e sim uma expressiva fase 3, a final, além da imunização emergencial de pessoal médico. Isso levou a diversas críticas na comunidade científica, desprezadas pelo fundo soberano como exemplos de russofobia.

O sucesso dos dados preliminares, contudo, levou diversos países a assinarem acordos para fornecimento do imunizante, inclusive no Brasil —Paraná e da Bahia têm entendimento para a compra da Sputnik e, no caso do estado sulista, eventual produção local.

Ainda não há ensaios clínicos no Brasil, cujo Ministério da Saúde tem uma carta de intenções para eventual compra do produto russo.

Eles ocorrem também na Índia, Belarus, Emirados Árabes e Venezuela, entre outros países. Segundo Dmitriev, presidente do fundo soberano russo, há 1,2 bilhão de doses encomendadas do imunizante, embora a capacidade de produção dependa de acordos com outros países.

A vantagem competitiva que os russos dizem ter é na forma de aplicação das doses: são usados dois vetores diferentes, adenovírus causadores de resfriado em humanos, que já são usados há décadas em medicamentos e formam a base da vacina contra o ebola.

As vacinas de Pfizer e da Moderna usam uma técnica inovadora na qual a proteína da espícula que une o vírus às células é levada para produzir resposta imune por meio de material genético (RNA mensageiro). Já os chineses da Coronavac usam o tradicional vírus inativado para a mesma reação.

Continuar lendo

Destaque 6

Amapá volta a ter 100% de energia após 22 dias de apagão

Publicado

em

Por

Foto: Emiliano Capozoli/Divulgação

A LMTE (Linhas de Macapá Transmissora de Energia) concluiu na madrugada de hoje o restabelecimento da carga de energia em dois transformadores na sua subestação, que pegou fogo no dia 3 de novembro e provocou um blecaute em 13 dos 16 municípios do Amapá. Com isso, segundo a LMTE, o estado volta a ter 100% no fornecimento de energia de forma definitiva, dando fim ao rodízio.

Em nota, o MME (Ministério de Minas e Energia) também confirmou a retomada integral do fornecimento de energia no estado.

Segundo relatos de moradores, em Macapá, o fornecimento foi restabelecido de madrugada em bairros como Centro, Laguinho, Muca, Beirol, São Lázaro, Renascer, Perpétuo Socorro, Trem e Marabaixo.

O fornecimento também foi normalizado nas demais cidades do interior que foram atingidas pelo apagão. A dona de casa Wane Azevedo, 25, disse que o fornecimento em Santana, segundo município mais populoso do estado, segue de forma ininterrupta desde as 15h30 de ontem. “Mesmo assim a gente fica apreensivo”, admitiu ela.

Montagem do transformador começou no dia 18

A previsão era de que a montagem do segundo transformador, que veio do município de Laranjal do Jari, a 265 km de Macapá, fosse concluída no dia 26 de novembro, mas a empresa conseguiu antecipar o prazo.

“A LMTE está integralmente mobilizada desde o acidente e trabalhou incansavelmente em conjunto com os demais órgãos governamentais para que a carga voltasse a 100% antes do prazo máximo estabelecido. A companhia reforça que se solidariza com todos os amapaenses e informa que seguirá empenhada a minimizar os impactos e em transportar energia segura para o estado do Amapá”, escreveu a empresa em nota

A montagem do transformador começou no dia 18, após uma viagem de quase 30 horas de balsa entre as cidades de Laranjal do Jari e Macapá. Apenas com a ativação desse equipamento é que o Amapá volta a ter 100% da carga necessária para atender a população.

A CEA (Companhia de Eletricidade do Amapá), responsável pela distribuição de energia para o consumidor, confirmou que com a ativação dos transformadores, o fornecimento voltará a ser como era antes do apagão, dando fim ao rodízio de energia.

“Com este transformador operando, o fornecimento foi garantido em 100% para atender os 13 municípios que foram afetados com o acidente na Subestação Macapá no dia 3 de novembro”, informou a companhia, em nota.

Agora, o trabalho do Comitê de Acompanhamento de Crise será focado na instalação de um terceiro transformador que deverá ser em breve transportado de Boa Vista (RR) até Macapá para só assim dar a segurança recomendada para evitar novos blecautes.

Crise energética

O Amapá enfrenta problemas com o fornecimento de luz desde o dia 3 de novembro, quando a subestação de energia elétrica da capital Macapá pegou fogo e provocou um blecaute em 13 dos 16 municípios. A energia começou a ser restabelecida no dia 7, mas em regime de rodízio que operava com falhas e recebeu muitas críticas dos moradores. Um novo apagão no Amapá ocorreu na noite de 17 de novembro.

Além da falta de energia, o amapaense também sofreu nos primeiros dias de apagão com a falta do fornecimento de água tratada, falta de internet e falta de alimentos. Houve uma corrida aos postos de combustível onde havia geradores de energia, e comerciantes tiveram prejuízos com produtos que acabaram estragando.

No último sábado (21), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) esteve no Amapá para ativar os geradores termoelétricos contratados para ajudar no fornecimento de energia elétrica. A expectativa era que os equipamentos fornecessem eletricidade suficiente para amenizar a crise, mas o estado continuou tendo dificuldades para fornecer integralmente o serviço.

Na capital, Bolsonaro desfilou em um carro com metade do corpo para fora e ouviu xingamentos de alguns moradores.

Na noite de ontem, vários moradores reclamaram de uma queda abrupta na eletricidade. A CEA informou que naquele momento o estado possuía apenas uma carga extra de energia para distribuição ao consumidor e, por isso, durante a noite o fornecimento foi suspenso em algumas regiões para seguir o rodízio, pois era o horário de pico no consumo de energia.

Medidas compensatórias

Durante sua visita ao Amapá, o presidente Bolsonaro prometeu que deverá editar nos próximos dias uma Medida Provisória numa tentativa de compensar os amapaenses prejudicados pela falta de energia elétrica. Por meio da MP, o governo federal vai cobrir a conta de energia da população lesada com o apagão. O pagamento deve ser equivalente a um mês de luz.

A Justiça Federal chegou a conceder o direito de pagamento de mais duas parcelas de R$ 600 do auxílio emergencial para a população carente do Amapá. No entanto, após recurso do Governo Federal, o desembargador I’talo Fioravanti Sabo Mendes, do TRF-1 (Tribunal Regional Federal da 1ª Região), decidiu suspender a decisão.

Continuar lendo

Destaque 6

Após demissão de Raymson, diretor de contabilidade pode deixar a Sefaz

Publicado

em

O governo do estado está fazendo mais mudanças na Secretaria de Fazenda. Após, na semana passada, o governador exonerar Raymson Ribeiro Bragado do cargo de secretário adjunto do Tesouro Estadual, o diretor de contabilidade geral do estado decidiu também deixar o cargo.

O pedido de exoneração de Pedro Nogueira Brilhante Júnior foi feito ao governador por meio de uma carta. O ac24horas teve acesso ao documento onde Pedro pede sua exoneração “por motivo de ausência de alinhamento e comunicação com os interesses da minha gestão frente a Contabilidade Fiscal do Estado”.

Na edição desta terça-feira, 24, do Diário Oficial, Gladson Cameli publica a exoneração de Pedro. Para sua vaga de diretor, foi nomeado Eduardo Alves Maia Neto.

Continuar lendo

Bombando

Newsletter

INSCREVER-SE

Quero receber por e-mail as últimas notícias mais importantes do ac24horas.com.

* indicates required

Recomendados da Web

Mais lidas