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O lixo que vira luxo e transforma a vida de catadores na cidade de Rio Branco

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Deveria ser uma profissão como tantas outras, mas os catadores de recicláveis estão longe de receber o reconhecimento digno pela importância dos serviços que prestam à sociedade.

Se não são reconhecidos publicamente pelo que fazem, financeiramente fazem mágica ao reaproveitar o que para muitos não passa de lixo.

Só no CATAR, associação que representa número próximo de vinte membros, seus associados trabalham em média oito horas por dia para dar conta da demanda de material reaproveitável jogados nas ruas de Rio Branco.

Contando com pouco apoio, esses trabalhadores, em sua maioria, exercem a profissão por falta de oportunidade, tendo na profissão de catador única esperança de honrar compromissos comuns na vida familiar.

A equipe do ac24horas, não encontrou dificuldades para entrar no mundo dos “renegados”, como eles mesmo se denominam. No entanto, o que percebemos foi um povo alegre, feliz e orgulhoso pelo que faz.

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Acre 01

Técnico do Nauas vende farinha de Cruzeiro do Sul para sustentar a equipe de futebol

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O técnico e presidente do Nauas Esporte Clube, Zacarias Lopes, quer aproveitar o principal item da economia de Cruzeiro do Sul, a farinha de mandioca, para bancar as despesas do time e manter a equipe profissional atuante.

No fundo do quintal de casa, ee montou uma mini indústria de beneficiamento da famosa farinha de Cruzeiro, onde embala o produto com a marca Nauas. Para o empreendimento, Zacarias juntou o amor ao clube, economias da família e o conhecimento de marketing, que tem por formação. Há duas semanas fez a primeira entrega: dez toneladas de farinha para a maior rede de supermercados de Rio Branco, o Araújo. E já prepara uma nova remessa, que ele vai de novo entregar no próprio caminhão.

Zacarias conta que ainda não teve lucro por causa da enorme concorrência no ramo, o que baixou o preço do produto. Mas ele não desiste e acaba de voltar de uma viagem à Porto Velho, onde fez prospecção de mercado, e poderá vender a farinha cruzeirense.

Ele cita que com a folha de pagamento, encargos, logística de treino e transporte, as despesas chegam a R$ 200 mil. ” No futebol profissional há regras até para o treino e é tudo caro, então a farinha que é o carro chefe da economia de Cruzeiro do Sul, poderá ser a saída para os problemas financeiros do clube, que fará 96 anos agora em outubro e faz parte da história de Cruzeiro do Sul”.

O amor de Zacarias pelo Clube Nauas, também é compartilhado pela família. A sede do clube é na casa dele, onde há kitnets para os jogadores. Foi com R$ 20 mil da poupança que havia feito para o filho, que Zacarias investiu na mini indústria, que ainda não deu lucro. A esposa dele, Janete que atua em duas escolas como professora, diz ” que é tudo por amor ao meu marido e ao Nauas”.

O Nauas, conhecido como Cacique do Juruá, foi fundado em 1923 e é o segundo do Acre, atrás do centenário Rio Branco Futebol Clube.
Este ano no Campeonato Acreano foi rebaixado para a segunda divisão, mas como não há times suficientes pra essa competição específica, no próximo ano, voltará a disputar a série A do estadual.

Em 2011 o Nauas foi vice campeão do Campeonato Acreano de Futebol e também já jogou na Série D do Campeonato Brasileiro.

Segundo Zacarias, o time surgiu em Cruzeiro do Sul a partir do clube social com esse mesmo nome. ” Segundo as pessoas dessa época, o Nauas era um clube de dança e diversão onde os mais pobres podiam frequentar sem e o rigor exigido em um outro clube da sociedade cruzeirense que havia. Então o Nauas é de todos os cruzeirenses”, destaca Zacarias, triste pelo fato do time não poder jogar em Cruzeiro do Sul, onde o Estádio Arena da Floresta, está totalmente depredado e sem uso há mais de um ano.

Confira a reportagem da TV Juruá sobre o caso:

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Acre 01

Ausência do Estado do Acre em mapa causa revolta na internet e gera discussão

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Uma publicação da Editora Agir no Instagram está rendendo muita polêmica entre os internautas acreanos.

É que a publicação da venda de um livro de receitas nordestinas mostra na capa um mapa do Brasil. A revolta dos internautas é que o estado do Acre foi simplesmente cortado da representação dos estados brasileiros.

Dezenas de comentários invadiram a publicação para reclamar da editora. Diversos internautas afirmam que é falta de respeito com a história de um estado que lutou para ser brasileiro. Outros dizem que nunca mais irão comprar um livro da referida editora por conta do desrespeito.

A editora está no mercado desde 1944 e já editou livros consagrados como o Auto da Compadecida e o Pequeno Príncipe.

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