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Minoru vê com naturalidade sua não ida para a Educação: “torço para esse governo dê certo”

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O ex-reitor da Ufac, Minoru Kimpara, candidato ao Senado pela Rede derrotado nas eleições deste ano, encara com naturalidade a não confirmação de seu nome como secretário de Educação do governo de Gladson Cameli.

Ele reconhece que há na equipe do governador eleito pessoas capazes para assumir o cargo e disse que torce para que a gestão que vai comandar o Estado a partir de 1º de janeiro tenha êxito. A declaração de Minoru Kimpara foi dada ao ac24horas na manhã desta segunda-feira, 12, após Gladson descartar seu nome como chefe da Educação no futuro governo.

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“Eu não tenho objeção nenhuma e não sou daqueles que torce para o quanto pior melhor. Muito pelo contrário. Estou torcendo para que esse governo dê certo. O povo do Acre merece que esse governo dê certo. Vou torcer e pedir a Deus que o novo governo possa acertar. Dando certo é bom pra todo mundo. Espero que seja feita a vontade de Deus, e vai ser, e sucesso para o novo governo. O novo governo tem o direito de escolher a equipe que ele pretende escolher. Tem pessoas realmente competentes que apoiaram o Gladson”, reforça o professor Minoru.

O ex-reitor chegou a ser consultado pelo vice-governador eleito Major Rocha a pedido de Gladson e fez algumas considerações como a indicação de uma equipe própria de trabalho para comandar a Educação. A informação da provável indicação de Minoru vazou na imprensa e causou mal-estar entre oposicionistas apoiadores de Cameli, o que também acabou pesando para a não confirmação do professor como secretário.

O senador Sérgio Petecão (PSD), aliado de Gladson foi um dos que reagiu com contrariedade assim que soube da indicação. “Vi agora pela imprensa a notícia de que o professor Minoru teria sido convidado a assumir a pasta da Educação, uma das Pastas mais importantes de um governo. Nada contra, confesso que gostaria mesmo era que um dos nossos guerreiros tivesse essa oportunidade, pois tenho certeza que temos pessoas tão competentes quanto ele. Só para uma reflexão”, declarou o senador há três semanas.

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Destaque 2

Após vitória no domingo, Bocalom amanhece no Terminal Urbano agradecendo votação

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Foto: Divulgação/Assessoria

Eleito prefeito de Rio Branco com 104.746 votos válidos (62,93%) no domingo (29), Tião Bocalom esteve na manhã desta segunda-feira, 30, na região do Terminal Urbano agradecendo eleitores e apoiadores. Animado, o Progressista abraçou e beijou todos o que podia e foi saudado por taxistas e mototaxistas da região.

Acompanhado de seu fiel escudeiro, o ex-diretor-presidente da Emater Valtim José da Silva, Bocalom fez uma caminhada no comércio do centro da cidade. “A hora é de agradecer”, disse Bocalom.

O ac24horas apurou que existe a expectativa de que Bocalom já se reúna com os vereadores eleitos ainda esta semana. Apesar de ter sinalizado uma transição pacífica, a prefeita Socorro Neri (PSB), derrotada nas urnas com 61.702 votos (37,07%), ainda não entrou contato com equipe do prefeito eleito para tratar sobre o assunto.

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Cotidiano

Bocalom não vai participar de debate para evitar que seja alvo de “mentiras e ataques”

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O coordenador geral de campanha de Tião Bocalom, Artur Neto, emitiu uma Nota nesta sexta-feira, 27, afirmando que o candidato e líder das pesquisas, Tião Bocalom (Progressistas) não irá participar do debate da TV Acre, programado para ocorrer às 21h30.

Em Nota, o marqueteiro afirmou que Tião Bocalom sempre demonstrou respeito pela população e demais adversários, mas que neste segundo turno, devido aos ataques, em estratégia adotada por Socorro Neri (PSB) desistiu de participar.

Segundo Artur, Neri preferiu adotar um discurso rasteiro com baixarias, buscando o convencimento do eleitor por meio da distorção da verdade, porém não citou as possíveis “distorções” feitas por Neri.

“Preferimos orientar nosso candidato a não participar do debate da renomada Rede Amazônica (TV Acre). Exigimos respeito ao nosso candidato e que os próprios eleitores também sejam respeitados. Ataques e mentiras não fazem e nem farão, em momento nenhum, parte de nossa estratégia de campanha”, escreveu em nota.

Por fim, o coordenador afirmou que durante o primeiro turno, Tião Bocalom participou de todos os seis debates, e encerrou dizendo que o progressista prefere terminar a campanha nas ruas conversando com a população.

“Como estamos na reta final das eleições, acabamos por decidir que iremos terminar nossa campanha, da mesma maneira que iniciamos, junto ao povo, nas ruas, conversando, ouvindo nossa querida gente, repudiando todo e qualquer ataque pessoal”, afirmou.

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Blog do Crica

Rumo à esquerda separa Bittar e Gladson

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O RESULTADO DA ELEIÇÃO MUNICIPAL deixou o senador Márcio Bittar (MDB) e o governador Gladson Cameli, no caminho de rompimento político. As alianças com a esquerda foram o pomo da discórdia. Entre as reclamações abertas do Bittar estão o não cumprimento de acordo pelo qual o Gladson apoiaria a candidatura do Fagner Sales (MDB) a prefeito de Cruzeiro do Sul, e a candidata do MDB a prefeita de Brasiléia, Leila Galvão (MDB). Em Cruzeiro do Sul, o apoio foi para a chapa do professor Zequinha (PP), na qual estavam o PT e o PCdoB. E, em Brasiléia, nem apareceu na campanha da Leila, o que favoreceu a candidatura da prefeita Fernanda Hassem, que é do PT. Se engajar no palanque da prefeita Socorro Neri, onde estão PDT, PSB e PV, que no plano nacional fazem oposição ao presidente Jair Bolsonaro, de quem Márcio Bittar (MDB) é um árduo defensor, também é um ponto que ajudou no seu afastamento do governador. Para fechar o pacote, Bittar diz que, se sentiu traído e confrontado ideologicamente em Mâncio Lima, onde o governador Gladson colocou um adesivo com o 13 no peito, e apoiou à reeleição o petista Isaac Lima. “Não aceito”, enfatiza. São posições de quem não me quer ao seu lado na eleição de 2022, revela um irritado Márcio Bittar (MDB). Márcio diz que vai comandar a campanha de reeleição do Bolsonaro no estado, e no seu palanque não haverá espaço para aliados de partidos de esquerda, como o PDT, PV e PSB. Bittar promete estar num palanque alternativo na eleição presidencial e na disputa do Governo e Senado, no Acre. Para mostrar o seu descontentamento, foi o primeiro a declarar apoio ao candidato  Tião Bocalon (PP); na disputa da PMRB, que não é apoiado pelo Gladson. É um nó górdio político para o governador desatar.

IBOPE CONFIRMA FAVORITISMO
A RODADA de pesquisa do IBOPE, a primeira no segundo turno, mostrou o que está na boca da população, que o candidato Tião Bocalon (PP) é amplo favorito na corrida para o segundo turno. O Bocalon apareceu com 65% das intenções de votos contra 28% da prefeita Socorro Neri (PSB). É muito voto para dar uma virada.

TESE ERRADA
SEMPRE disse aqui no espaço do BLOG que segundo turno é uma outra eleição, apenas em tese. Mas na prática é uma continuidade do primeiro turno. Quem votou no Tião Bocalon (PP) tende a votar de novo, e ainda ganhará mais votos com base nas novas alianças. O IBOPE apenas confirmou esta realidade

TERRA DE MURO BAIXO
PARA A SUA PROPOSTA de tentar reverter a derrota larga no primeiro turno para o candidato Tião Bocalon (PP), o primeiro programa eleitoral da candidata Socorro Neri (PSB) pode ser considerado bom e mais planejado politicamente. Mas erraram quando colocaram para tecer elogios á sua gestão, assessores e ex-assessores da prefeitura municipal, todas figuras conhecidas.

NÃO VAI PESAR
TANTO PARA a candidata Socorro Neri (PSB), como para o candidato Tião Bocalon (PP), o horário eleitoral não terá o dom de mexer no resultado, até porque faltam só seis programas.

EMPATIA COM ELEITOR
O QUE PODE mexer no resultado do segundo turno seria quem chegou atrás conseguir uma empatia com o eleitor que não teve no primeiro turno. Teria de haver uma reversão de 47 mil votos. Uma missão, convenhamos, muito complicada e difícil de ocorrer. O tempo é exíguo e não aconteceu nenhum fato novo.

TIRO CURTO
O QUE TORNA a eleição de segundo turno mais complicada para reverter votos é o fato de ser uma campanha de tiro curto. No domingo da próxima semana, todos voltarão às urnas para votar.

JOGO DO PODER
O TIROTEIO do primeiro turno contra a prefeita Socorro Neri (PSB) por parte dos outro seis candidatos, foi um fato natural. Porque a briga era exatamente em torno do cargo que ocupa.

NÃO SE PODE NEGAR
E DENTRO deste contexto não há como negar que foi uma briga desproporcional. Alguns candidatos entraram só para descontruir a sua imagem de boa gestora, esquecendo suas candidaturas. E, teve que passar a campanha na defesa. Faltou no caso, uma boa assessoria política na condução da campanha.

NINGUÉM PODE NEGAR
A PREFEITA Socorro Neri (PSB) cometeu muitos erros políticos, isso é inquestionável. Não se preparou politicamente para uma campanha, não se planejou para quem queria ser candidata, mas ninguém pode deixar de reconhecer que, ela foi uma gestora honesta e vai concluir este mandato sem mácula. Perder é do jogo.

OS CAMINHOS SÃO ÍNGREMES
ACONTECE é que numa campanha política, existem outros ingredientes que estão mais além do que uma boa gestão. Quando um candidato cai na graça do povo, é difícil mudar. A Socorro foi uma boa gestora, mas não foi uma boa política.

CHEIO DE EXEMPLOS
E quando um candidato cai na graça do povão, não tem máquina estatal, municipal, apoio de partido político que consiga reverter,  a tendência de votar num determinado nome. Exemplos de quem ganhou eleição majoritária sem a máquina do poder: Jorge Viana (PT), Flaviano Melo (MDB) e Gladson Cameli (PP) e etc…

DIFÍCIL, MUITO DIFÍCIL
TENHO COLOCADO neste espaço que não existe nada mais difícil na política do que a transferência de votos. Se o leitor atentar para as pesquisas, mesmo a sua candidata Socorro Neri (PSB) não tendo se saído bem no primeiro turno, a avaliação do governo e do governador sempre ficaram num patamar positivo.

MIRANDO 2022
MAS, O GOVERNADOR Gladson  vai ter que, em 2021 refazer pontes que foram quebradas com aliados na campanha municipal. Vai ter que começar por uma repactuação de cargos no poder com os partidos, onde siglas de pouca ou nenhuma expressão têm mais de cem cargos, enquanto partidos grandes ocupam pequenos espaços ou nenhum. Isso é desproporcional.

NÃO ESTAVA NO SCRIPIT
QUEM FEZ uma campanha que atropelou as pesquisas foi o prefeito eleito Delegado Sérgio Lopes (PSDB), em Epitaiolândia. Nunca foi tido favorito, mas na reta final decolou e se elegeu.

PROJEÇÃO PESSOAL
O Delegado Sérgio Lopes (PSDB) pode se jactar de ter vencido  a eleição; por conquistar a confiança do eleitorado, não teve nenhum medalhão político que tenha influenciado na sua vitória.

DERROTA DE UM CLÃ
A VITÓRIA do Delegado Sérgio Lopes (PSDB) teve o condão de derrotar o clã dos Hassem, em Epitaciolândia, comandado pelos ex-prefeitos Luiz Hassem e André Hassem, varridos da cena política nesta eleição. Acabou a hegemonia naquele município.

PASSO PARA DEPUTADO
O CANDIDATO derrotado Everton Soares (PSL), foi o segundo colocado, mas como é um nome novo na política pode ter dado um passo importante para disputar vaga na ALEAC em 2022.

APOSTANDO ERRADO
QUEM ESTÁ APOSTANDO que uma vitória do Tião Bocalon (PP) para a prefeitura de Rio Branco vai significar entupir as secretarias de afilhados está enganado, não vai jogar fora conseguir o poder fora depois de cinco derrotas seguidas.

FRASE MARCANTE
“Liberdade significa responsabilidade. É por isso que tanta gente tem medo dela”. Bernard Shaw.

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Destaque 2

Candidatos derrotados nas urnas voltam ao TRE para recontar votos e ameaçam fechar BR-364

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Foto: Sérgio Vale/ac24horas

Um dia após iniciarem um movimento nas redes sociais, dezenas de candidatos a vereador em Rio Branco que não conseguiram se eleger retornaram na manhã desta quinta-feira, 19, a Sede do Tribunal Regional Eleitoral do Acre, localizado na Avenida Antônio da Rocha Viana, para questionar novamente a contagem dos votos.

Os derrotados nas urnas apontam para suposta fraude devido a um possível erro na contagem dos votos. Uma confusão ocorreu durante a verificação dos boletins de urnas expostos no mural fixado fora das seções eleitorais e o candidato Janes Peteca garante que, ao notar que obteve menos de 800 votos, ficou desconfiado. “Eu e minha equipe vimos que tiramos o dobro dos votos”, explicou, garantindo que as pessoas que se sentiram lesadas irão procurar a Polícia Federal.

Com uma movimentação intensa de candidatos e temendo aglomeração por causa da pandemia de coronavírus, o juiz eleitoral titular da 9ª Zona, Robson Ribeiro, determinou que cada candidato tenha 20 minutos para verificar os Boletins de Urna.

Um grupo no WhatsApp foi formado com candidatos para tentar mobilizar uma grande manifestação. A intenção dos candidatos é irem até a Sede da Polícia Federal ainda nesta quinta e fechar a rotatória da Uninorte.

Ao ac24horas, o juiz Robson Ribeiro afirmou não ver qualquer motivo para alarde. “Não vejo nada de diferente do normal. O que eles [candidatos] podem fazer é uma representação, justificando, trazendo algum elemento que possa demonstrar alguma possível falha, mas até agora não teve nenhum procedimento”, atesta o juiz.

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Bombando

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