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Projetando para 2020

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O Coronel Ulisses Araújo (PSL) foi o primeiro a anunciar o seu futuro político, após a sua derrota para o governo: disputará a prefeitura de Rio Branco em 2020. Sabe que uma aproximação com o governo do Gladson Cameli em nada ajudará neste seu sonho, porque seriam remotas as chances de vir a ser apoiado pelo novo governo que se instala em janeiro. O próximo. Cameli já avisou e esta coluna publicou que, não há lugar para ele em sua equipe. Resta mesmo ao Ulisses (foto) sedimentar o seu caminho se quiser ser competitivo para a PMRB. Não se sabe ainda qual será o seu tamanho no governo Jair Bolsonaro, como presidente do PSL. Ficará com a indicação dos cargos federais no Acre? É uma pergunta sem resposta. A lembrar que seu partido não tem, deputado federal ou senador, que é o que vale em Brasília  

CARIOCA E CESÁRIO NA LISTA DE ESPERA?
Perguntaram ontem: você sabe que o Cícero Furtado, que era os olhos e ouvidos do governador e da Chefe do Gabinete, Márcia Regina, recém demitido, foi convidado pelo futuro secretário de Obras, Thiago Caetano, para integrar sua equipe? Não sabia. Cada um escolhe a sua companhia. Nada contra e nem a favor. Por curiosidade: Carioca e Cesário Braga estão na lista de espera?

LIVRE PARA COBRAR
Não dou palpite e tampouco sugestão na escolha de secretários e ocupantes de cargos comissionados do futuro governo. Não me diz respeito. Cada um no seu quadrado. O meu quadrado como jornalista será de cobrar dos nomeados solução para os problemas das pastas. Que vou cobrar podem ficar certos de que isso vai acontecer, não aceito  patrulhamentos.

DOBRADINHA DE CAMPANHA
É verdade o que escreveu o jornalista Resley Saab, que foi assessor de imprensa na campanha do Ney Amorim ao Senado, de que na reta final houve uma orientação de dentro do governo para descarregar os votos na dobradinha Jorge Viana (PT)-Minoru Kinpara (REDE).

CARTA SEM RANCOR
Mas nada o que aconteceu ao deputado Ney Amorim dentro do PT mexeu com a sua fleuma. A sua carta de desfiliação da sigla foi escrita sem expressões de rancor e num texto de alto nível.

LIVRE ARBÍTRIO
Em um partido político se fica o tempo em que você se sentir identificado e prestigiado. No momento que isso deixa de ocorrer, nada mais natural que se procure outro caminho. Foi o que aconteceu com o Ney Amorim e com tantas outras lideranças ao longo da política acreana.

FORA DE COGITAÇÃO
Não vejo mais clima para o nome do respeitável professor Minoru Kinpara (REDE) entrar na roda de discussões sobre a escolha do futuro secretário de Educação, depois daquele episódio de convites, desmentidos e reações negativas, que a hipótese gerou dentro da oposição.

MATEUS, PRIMEIRO OS MEUS
O empresário George Pinheiro trabalha junto aos seus amigos da classe empresarial pela acomodação do seu genro Lauro Santos, no comando do SEBRAE. Mateus, primeiros os meus.

FORA DO DEBATE
O nome do atual dirigente do SABRAE, Mâncio Cordeiro, está fora do debate para continuar.

SENHA PARA O PARAÍSO
Fonte não se revela, quando a conversa é entre amigos.  Um dos futuros assessores do Gladson Cameli revelou haver uma senha para saber quem é ou não prestigiado pelo futuro governador: “se ele der um abraço o cabra é da sua simpatia, mas for um simples aperto de mão, este é apenas suportado.”

ESTE PESSOAL NÃO ENTENDEU?
Quem ocupa cargo comissionado na PMRB ou Estado pode ser demitido a qualquer tempo. É isso o que os ex-ocupantes de cargos de confiança não entenderam após as suas demissões.

NENHUMA RELEVÂNCIA POLÍTICA
O resultado da última eleição mostrou que não é relevante e nem tampouco ajuda numa campanha entupir a PMRB de afilhados de dirigentes políticos e com os próprios. Se fosse relevante o ex-prefeito Marcus Alexandre não teria sofrido uma derrota fragorosa na capital.

APENAS UMA OBSERVAÇÃO
O senador Petecão (PSD) está correto quando diz que não vai atrás do governador eleito Gladson Cameli para discutir nomes e indicações para secretário. E está correto também na sua observação de esperar que a equipe de secretários saia com nomes da oposição.

NÃO DÁ PARA ENTENDER
Estava ontem numa roda em que a pergunta mais discutida foi a seguinte: “por qual razão se deixa um mandato de senador, para ser governador de um Estado quebrado financeiramente, que vive com um pires nas mãos no governo federal”? Referiam-se ao Gladson Cameli.

A NÃO SER QUE MUDE
Estamos há dois anos para a próxima eleição para prefeito. Mas alguns quadros já vão se desenhando. Em Senador Guiomard já se discute uma frente de partidos para o enfrentamento com o prefeito André Maia, que perdeu o apoio, inclusive, do seu PSD.

DECEPÇÃO DE CAMPANHA
O senador Petecão (PSD) não esconde a sua decepção com o prefeito de Senador Guiomard, André Maia, a quem deu apoio na sua eleição, mas não teve a contrapartida que esperava na campanha que findou, quando disputava a reeleição. Teve de buscar novos aliados.

SAIRIA QUEIMADO
É improvável que o ex-prefeito Marcus Alexandre (PT) saia candidato a prefeito em 2020. O  prudente seria se guardar para a disputa do governo em 2022. Se sair para a PMRB e perder, poderá jogar por terra a sua carreira política futura. Na política, um passo em falso é fatal.

SÉRIAS DIFICULDADES
Não consigo ver outro nome que possa conduzir a uma reestruturação do PT acreano, no campo político e de valores morais, de que o senador Jorge Viana (PT). Desde que deixe a infantilidade de ficar gritando Lula livre e a sua histeria contra o Sérgio Moro e Bolsonaro.

VIROU UMA PARANÓIA
Virou uma paranóia este discurso de que o país corre perigo com a vitória do Jair Bolsonaro.

RECONHECER QUE ERROU
O PT acreano não vai sair do atoleiro em que se encontra se seus dirigentes não reconhecerem os seus erros e continuarem achando bodes expiatórios e com a empáfia de que ainda tudo podem. Não adianta ficarem procurando a culpa pelo que aconteceu no quintal do vizinho.

DISCURSO DE CAMPANHA
Não vai além de um discurso de campanha a promessa da deputada federal eleita Perpétua  Almeida (PCdoB) de que as dívidas dos estudantes com o FIES sejam perdoadas. Ela sabe.

FIES
Mais beneficiados pelo FIES do que os estudantes universitários carentes foram os donos de Universidades particulares, que ficaram milionários em cima disso, inclusive, aqui no Estado.

HÁ TODA UMA MÁ VONTADE
É fácil detectar entre os deputados que compunham a hoje morta FPA, uma má vontade em aprovar a prestação de contas do atual governador, principalmente, após a divulgação do parecer do TCE. A maior rejeição é nos perdedores. Acham que foram abandonados pelo PT.

MUITO PROVÁVEL
É muito provável que a prestação de contas do atual governador nem entre em pauta. E é até temerário que entre porque correria o risco de ser rejeitada, tanta é a revolta de ex-aliados.

PAUTAS BOMBAS
O deputado Nelson Sales (PROGRESSISTA) tem alertado para que a oposição fique muito atenta aos projetos com pautas bombas enviados pelo governador para votação na ALEAC e, que se aprovados, podem criar mais embaraços econômicos ao futuro governador.

ÚLTIMAS CABEÇAS A ROLAR
Há uma determinação do governador para que novembro seja fechado com as demissões dos restantes dos cargos comissionados, só ficando os secretários e os ordenadores de despesas.

PREOCUPAÇÃO DO MOMENTO
Amigos demitidos na leva divulgada pelo governo comentavam ontem em uma roda que, a preocupação não é mais com a degola inesperada que sofreram, é que não saiam nesta gestão as suas indenizações. Sabem que se ficarem para o próximo governo, lá não será prioridade.

DIFUSORA ACREANA
A Difusora Acreana está sucateada. Se o futuro governador tiver a sensibilidade de fazer na emissora as modificações técnicas para melhorar sua propagação terá um importante instrumento para divulgar as suas ações. O rádio continua sendo poderoso nos rincões.

CORTE LINEAR
Fala-se num corte linear além do esperado na estrutura da máquina estatal no futuro governo.

BATEU DURO
O vereador Railson Correia (PODEMOS) bateu duro no presidente do partido, Eros Asfury, que por ter perdido o cargo na PMRB, não quer mais a sigla na base de apoio da prefeita Socorro Neri. Não só disse que não aceitará o patrulhamento, como garantiu que o apoio continuará.

NÃO HÁ COMO PUNIR
Não há como punir o vereador Railson Correia por infidelidade partidária, porque foi eleito dentro de um contexto de uma coligação que apoiou a chapa da prefeita Socorro Neri.

NEGOCIAÇÃO COM OS DEPUTADOS
O novo eixo de conversas para parcerias políticas na ALEAC deve mudar de direção, segundo me disse o vice-governador Major Rocha. Deverá ser com os deputados e não com os dirigentes partidários. Na verdade quem tem voto são os parlamentares. Isso é que interessa.

.O JOGO SERÁ OUTRO
Na próxima eleição não será mais permitida a coligação proporcional, que sempre foi uma imoralidade política, o que levará os partidos a serem obrigados a ter as suas chapas de vereadores e candidatos próprios a prefeito. Um partido poderá até apoiar o nome de candidato majoritário de outra sigla, mas isso apenas no campo informal e sem somar votos. Isso é bom para democracia porque levará cada partido a entrar na eleição com a sua cara e não acomodado em alianças, que na verdade não passavam de um grande balcão de negócios. Muito presidente de partido nanico ganhou dinheiro para entrar numa coligação nas eleições.

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Blog do Crica

Ilderlei: Gladson precisa ter o pulso forte”

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A frase foi dita pelo prefeito de Cruzeiro do Sul, Ilderlei Cordeiro, na abertura do programa de entrevistas do ac24horas, “Direto da Redação”, programa de estúdio que teve a sua estréia ontem, e que terá como entrevistadores o jornalista Astério Moreira e eu. O primeiro entrevistado, prefeito Ilderlei, foi questionado sobre a sua administração, se falou sobre política, como a conturbada relação com o ex-prefeito Vagner Sales e uma possível disputa da reeleição. Não se furtou de encarar perguntas polêmicas, como por exemplo, o que achava dos primeiros cinco meses do governo Gladson Cameli. Para o prefeito, falta ao governador sentar na cadeira de governador e dar as ordens, ter pulso forte, e não ficar governando focado no que dizem os seus assessores mais diretos. Nega que tenha traído o ex-prefeito Vagner Sales, e não o reconhece como único responsável pela sua eleição. Uma reunião que ficou de ter ontem com o governador Gladson definirá se continuará ou não no PROGRESSISTAS, partido no qual é filiado e está reivindicando ser o presidente da executiva regional. Veja a entrevista no ac24horas.

TEMA QUE UNIFICOU

A proposta apresentada ontem pela deputada Antonia Sales (MDB) do governo aumentar o percentual orçamentário da Defensoria Pública passando de 0,9% para 2%, encontrou aparente guarida nos demais parlamentares, principalmente, os do interior, onde não há uma efetiva ação dos Defensores. A discussão deve ser travada na chegada da LDO na ALEAC.

MEIO TERMO

Na sua experiência de vários governos, o deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) vislumbrou dificuldade da proposta de 2,0% ser aceita pela equipe econômica do governo; e sugeriu que, a peça orçamentária da Defensoria Pública seja de 1,5%, um meio termo para superar impasses.

PEDIDOS EM CASCATA

Conversando ontem como um integrante da equipe econômica do governo, este alertou que não haveria como justificar a fixação do orçamento da Defensoria Pública em 2,0%, aumento de mais de 100º% do teto atual que é de 0,9%. “Como explicar, por exemplo, para o Judiciário, MPE, que você está reajustando em mais de 100% o orçamento da Defensoria e não serem também aquinhoados”? Fez a pergunta. Para ele, haveria pedidos de aumento em cascata.

VERBA ESPECÍFICA

Caso se consiga da equipe econômica do governo este reajuste no orçamento da Defensoria, que acho improvável no teto reivindicado, deveria ser uma verba carimbada específica para a contratação de mais Defensores e vedado o uso em reajuste salarial aos Defensores Públicos.

ONDE PASSA UM BOI PASSA UMA BOADA

E por um princípio simples. As demais categorias iriam montar acampamento na porta do governador Gladson Cameli e, também, exigir reajuste salarial. O pedido da deputada Antonia Sales (MDB) não é algo tão simples de ser atendido, tem de ver o tamanho da implicação no orçamento estadual. Mas dará um bom debate, precisamos de uma Defensoria Pública presente em todos os municípios. Mas lembrar que no governo não existe só a Defensoria.

GLORIOSO ATACA NOVAMENTE

O braço sindical do MDB, comandado pelo presidente da FIEAC, José Adriano, bateu ontem no governo Gladson Cameli, em um vídeo divulgado lhe responsabilizando pela derrocada dos empresários no Acre. O MDB, ao que parece, escolheu o governador como seu alvo fixo e saco de pancadas. Deve ser constrangedor para as secretárias Maria Alice e Eliane Sinhasique.

NÃO VI UMA DEFESA

Não vi um posicionamento político do governador Gladson Cameli a este respeito, como nenhum parlamentar que lhe apóia rebateu e ele ficou calado, ficará valendo o que foi divulgado sobre o setor industrial, verdadeiro ou não. Não me cabe defender o governo.

É O DONO DOS VOTOS?

O deputado Neném Almeida (SD) ameaçou ontem da tribuna de que o candidato que não ajudar a recuperar as ruas da Cadeia Velha não terá votos dos moradores em 2020. Falou com tanta autoridade na ALEAC que, quem assistiu saiu pensando que ele é o dono dos votos.

CALDO ESTÁ ENGROSSANDO

Virou unanimidade na da base de apoio do Gladson Cameli o movimento para marcar uma reunião com o governador para discutir o papel do MDB no governo. Não aceitam o MDB ter duas secretárias, diretorias, CECs, e formar e votar na ALEAC sempre com o PT e o PCdoB.

PROPOSTA QUE ROLA

A proposta que será levada ao governador Gladson Cameli é a demissão das secretárias Maria Alice, Eliane Sinhasique, de ocupantes de diretorias, deixando no governo apenas os cargos ligados ao grupo do deputado Vagner Sales (MDB), que vem votando a favor do governo.

COMPLETAMENTE INCOMODADA

Um dos deputados da base passou à coluna que a secretária Maria Alice é uma das mais agastadas com a oposição que o MDB faz ao governo Gladson Cameli, por ser ocupante de uma das pastas mais importantes do governo, depois da fusão da SEPLAN/Administração.

NOME MAIS CRITICADO

O nome mais criticado é o do deputado Roberto Duarte (MDB), hoje o maior oposicionista ao governo Gladson Cameli, sendo mais ferino que os parlamentares do PT e PCdoB. Argumentam os deputados da base que há o agravante do Roberto ser presidente municipal do MDB.

POSIÇÃO PESSOAL

Perguntei ao presidente regional do MDB, deputado federal Flaviano Melo, sobre o que pensava do fato do MDB ser aliado e oposição ao mesmo tempo ao atual governo. Saiu pela tangente e disse que a posição do deputado Roberto Duarte (MDB) é pessoal e não do partido. Ou seja, deu praticamente carta branca para que o parlamentar continue com a pancadaria.

HAVIA DISCIPLINA POLÍTICA

Pode se criticar os governadores do PT por qualquer ângulo que quiserem, mas nas alianças que os sustentavam; a FPA, jamais foi aceito um aliado ter secretarias no governo e votar contra o governo. Se há algo que os governadores do PT tinham era pulso forte na política.

NÃO FOI DE GRAÇA

Não foi de graça que o PT ficou 20 anos do poder. Foi porque os seus governadores sabiam usar o poder e tinham o pulso firme para tomar decisões políticas, o que falta ao Gladson Cameli é exatamente a falta de pulso e mostrar que tem a caneta que nomeia e demite.

TORNA INVIÁVEL O GOVERNO

Qualquer governador que ficar refém de um deputado ou de um partido, ficando no canto do ringue, a tendência natural é a de não ser respeitado pelos aliados, pela frouxidão dos atos.

FALANDO DE GULODICE

Um fato cômico aconteceu logo após a aprovação da reforma política do governo. Um dos integrantes da base chegou junto ao presidente da ALEAC, deputado Nicolau Junior (PROGRESSISTAS), e falou: “vamos agora ao Gladson, quero saber quantos cargos terei”.

APOSTANDO NA UNIDADE

O prefeito de Cruzeiro do Sul, Ilderlei Cordeiro, é um otimista. Diz que se for candidato á reeleição não tem dúvida que terá o apoio do ex-prefeito Vagner Sales. Tudo é possível em política, mas no presente caso me recuso a acreditar neste apoio. Mais fácil ganhar na MEGA.

NOMES SURGINDO

Os nomes vão surgindo como candidatos da oposição à prefeitura de Mâncio Lima. Entre eles, Josimar (PSDB) e Wilssilene (PROGRESSISTAS). O prefeito Isac Lima (PT) sairá à reeleição.

DADO COMO CERTO

Dirigentes do SD dão como certa a filiação do deputado Fagner Calegário (PV) no partido.

FORA DE CENA

Quem saiu de cena foi o vice-governador Major Rocha, que tem evitado os temas polêmicos.

MOSTRADO EQUILÍBRIO

Mesmo nos momentos mais tensos na ALEAC o presidente Nicolau Junior (PROGRESSISTAS) mostra ponderação e equilíbrio na condução dos debates na casa. É um pacificador nato.

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Blog do Crica

Não pode é fazer politicagem

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A prefeita Socorro Neri determinou com acerto à sua equipe que nas vias estruturantes e de grande tráfego, não recupere apenas os buracos, mas também os pontos em que o asfalto está trincado e com desnível. Aliás, desnível resultante de serviço mal feito por empresas contratadas pelo DEPASA, órgão do governo. Se não se tiver este cuidado, depois será acusada de ter aplicado mal os recursos limitados que tem e de ter feito um serviço porco. Na gestão pública as decisões devem ser técnicas, e não para o gestor ser agradável para este ou para aquele grupo político. Porque se assim não for a Prefeitura será acusada de tapar um buraco numa semana e pouco tempo depois a mesma rua estar com buracos. Não pode também é por politicagem prometer que vai asfaltar todas as ruas da capital como fizeram e deu no fracasso que deu. É a primeira vez que vejo alguém ser criticada por estar fazendo um bom serviço.

DEPOIS RECLAMAM DO GOVERNO

O governo passado construiu uma moderna Estação de Tratamento de Esgoto na Cidade do Povo. Pois bem, foi toda destruída. Vândalos roubaram os fios, as bombas, e a sucatearam, deixando-a inoperante. Não vai demorar estarão reclamando de falta de saneamento, bueiros entupidos e cobrando do governo pelo que foi vandalizado. Podem aguardar que vai ocorrer.

DEFININDO O PARTIDO

Márcio Pereira, filho do ex-prefeito Luiz Pereira, confirmou à coluna a sua candidatura a prefeito de Plácido de Castro, faltando apenas definir o partido, que pode ser pelo PTB. Márcio é um político jovem com idéias modernas, que fogem à mesmice da política tradicional.

FRASEOLOGIA DA BALSA PARA MANACAPURU

Após ouvir ontem vários lamentos de deputados contrários à reforma e que foram derrotados pela base do governo, o deputado Luiz Tchê (PDT), usou a fraseologia da “Balsa Para Manacapuru, que simboliza os derrotados no embate político: “É o choro do surubim”, disse.

OUTRA VERSÃO IRÔNICA

O deputado Fagner Calegário (PV) usou do bom humor para falar sobre a derrota da oposição na votação da reforma política do governo: “estou numa rebordosa, numa ressaca”. E não deixou de alfinetar o governo ao recomendar que, os desempregados procurem a Casa Civil.

QUEM SÃO OS MEMBROS DO CARTEL?

Uma boa pergunta para afirmação feita pelo governador Gladson Cameli de que um “cartel” está boicotando a administração da secretaria de Saúde. Que Cartel é este? Profissionais da Saúde? Grupos Políticos? Fogo amigo? Empresários? Quem são? Foi uma acusação grave.

O CÔNCAVO E O CONVEXO

O artigo com o título acima, publicado no ac24horas pelo ex-deputado Luiz Calixto, define com maestria o que é o MDB e seu comportamento. Vale a pena ser lido. Sintetizando, o MDB sempre se divide em duas alas: uma incrustada no governo e a outra fazendo a oposição. Se o governo der certo o MDB colaborou. Se não der certo, diz que foi crítico. É bom ler na íntegra.

COMO DISSE CHE GUEVARA

Ninguém é mais oposição na ALEAC ao governo Gladson que o deputado Daniel Zen (PT). Piada pensar o contrário. A diferença é que faz uma oposição dura, sem gritos, mas com classe, na tribuna. Como disse o velho Che Guevara: pode-se ser duro, mas sem jamais perder a ternura.

POSTAGEM IRÔNICA

O secretário de Infraestrutura, Thiago Caetano, fez ontem uma postagem irônica nas redes sociais: “É rolo compressor na Assembléia. “É rolo compressor nas rodovias”. Alusão à aprovação da reforma administrativa na ALEAC e às obras do governo na rodovia AC-40.

REGISTRE A TENDÊNCIA, JV!

O guerreiro petista Marcos Fernandes critica o ex-senador Jorge Viana por estar querendo mudar o PT de fora para dentro, montando um grupo com Binho Marques, Raimundo Angelim e Marcus Alexandre. “Se quer criar uma nova Tendência, registre-a no partido”, comentou ontem à coluna com ironia. O PT é dominado hoje pela Tendência “Democracia Radical”.

COBROU, MAS NÃO FOI DECISIVO

Por respeito ao bom deputado Roberto Duarte (MDB), faço uma correção ao seu discurso de ontem, na ALEAC, de que os projetos dos ramais só chegaram na CEF porque alertou para o fim do prazo. De fato cobrou. Mas a força tarefa já trabalhava na montagem mais de mês.

FALANDO DE RAMAIS

Ainda sobre ramais, o governo tem de gastar bem os 94 milhões de reais. Não adianta pulverizar os recursos em serviços de raspagem, porque fica um trabalho porco, que não resistirá ao inverno. Certo, o critério de maior produção e população para a escolha dos ramais. Tem que acabar no serviço público se politizar obras e fazer por cima da pausada.

ATÉ PARECE…….

Quem assiste os deputados do PCdoB e do PT criticando na tribuna da ALEAC o fato do governo atual criar novos cargos de confiança e conhece como era o jogo nos governos do PT, fica rindo. Até não parece que nos governos do PT não tinham CECs e os ocupantes indicados por eles. Tá bom: aproveitem e contem uma piada do português ou se preferirem de papagaio.

REVOLTA NA BASE

Deputados da base governista comentavam ontem em uma roda na ALEAC que vão chamar o líder do governo, deputado Luiz Tchê (PDT), para uma conversa séria sobre o MDB. Diziam que não aceitam ver o MDB com secretarias, diretorias e em sua maioria ser oposição ao Gladson.

VOCÊS QUE SE ENTENDAM

Para estes deputados é cômodo o MDB ser oposição na ALEAC e lotado de cargos e secretarias no governo. Vocês que são políticos que se entendam. Por mim, o Gladson Cameli pode dar quantos cargos quiser ao MDB e nomear quem bem entender para as 450 CECs. Até petistas.

ENFRAQUECENDO O MORO

Fora o deputado Alan Rick (DEM), que não estava no plenário, e a deputada federal Mara Rocha (PSDSB) que votou a favor de fortalecer as ações do Ministro da Justiça, Sérgio Moro, o restante da bancada federal acreana votou contra deixar o COAF nas mãos do Moro, enfraquecendo suas ações. Depois que reclamam que o Brasil é o país da impunidade

SEM HIPOCRISIA

O líder do governo, deputado Luiz Tchê (PDT) não usou da hipocrisia e disse que a base do governo tem sim o direito de indicar pessoas para ocupar cargos de confiança na relação aprovada de 450 CECs. Desde que sejam competentes e não meros filhados, sem problema.

ESPERANDO O RESULTADO

Desde a discussão sobre a sua instalação disse que a CPI da ENEGISA era dotada de boas intenções, mas que não teria condições legais de reduzir um centavo das contas de energia elétrica. Todos querem a redução. Mas não é justo ficar iludindo o consumidor com a CPI.

NÃO SABE NEM EM QUEM VOTOU

O deputado Jonas Lima (PT) diz que o povo vai cobrar dos deputados que votaram a favor da reforma administrativa do governo nas urnas. Jonas, se você fizer uma enquete com a população para saber em quem votou na última eleição, a maioria nem se lembra. Quanto mais daqui quatro anos….

A LEGALIDADE É INDISCUTÍVEL

Na política, cada deputado é dono do seu voto e livre para decidir se votará contra ou a favor de um projeto. Quando se trata de uma aberração, cabe a crítica. O que não se aplica ao caso da reforma. Pode-se concordar ou discordar, mas não se discute a sua legalidade. Ora, pois!

É FOGO AMIGO?

A secretária do Turismo, Eliane Sinhasique, postou que: “se tem pessoas que te incomodam, essas pessoas são as que não vestem a camisa! Pessoas que parecem estar fazendo as coisas por fazer…” Fogo amigo, ou algum boicote interno ao seu trabalho dentro do governo, Eliane?

NÃO VAI PARA O SACRIFÍCIO

É improvável que o professor Marcelo Siqueira vá para o sacrifício sendo candidato a prefeito de Cruzeiro do Sul só com a cara e a coragem. Sem estrutura não passaria de uma aventura.

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