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Projetando para 2020

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O Coronel Ulisses Araújo (PSL) foi o primeiro a anunciar o seu futuro político, após a sua derrota para o governo: disputará a prefeitura de Rio Branco em 2020. Sabe que uma aproximação com o governo do Gladson Cameli em nada ajudará neste seu sonho, porque seriam remotas as chances de vir a ser apoiado pelo novo governo que se instala em janeiro. O próximo. Cameli já avisou e esta coluna publicou que, não há lugar para ele em sua equipe. Resta mesmo ao Ulisses (foto) sedimentar o seu caminho se quiser ser competitivo para a PMRB. Não se sabe ainda qual será o seu tamanho no governo Jair Bolsonaro, como presidente do PSL. Ficará com a indicação dos cargos federais no Acre? É uma pergunta sem resposta. A lembrar que seu partido não tem, deputado federal ou senador, que é o que vale em Brasília  

CARIOCA E CESÁRIO NA LISTA DE ESPERA?
Perguntaram ontem: você sabe que o Cícero Furtado, que era os olhos e ouvidos do governador e da Chefe do Gabinete, Márcia Regina, recém demitido, foi convidado pelo futuro secretário de Obras, Thiago Caetano, para integrar sua equipe? Não sabia. Cada um escolhe a sua companhia. Nada contra e nem a favor. Por curiosidade: Carioca e Cesário Braga estão na lista de espera?

LIVRE PARA COBRAR
Não dou palpite e tampouco sugestão na escolha de secretários e ocupantes de cargos comissionados do futuro governo. Não me diz respeito. Cada um no seu quadrado. O meu quadrado como jornalista será de cobrar dos nomeados solução para os problemas das pastas. Que vou cobrar podem ficar certos de que isso vai acontecer, não aceito  patrulhamentos.

DOBRADINHA DE CAMPANHA
É verdade o que escreveu o jornalista Resley Saab, que foi assessor de imprensa na campanha do Ney Amorim ao Senado, de que na reta final houve uma orientação de dentro do governo para descarregar os votos na dobradinha Jorge Viana (PT)-Minoru Kinpara (REDE).

CARTA SEM RANCOR
Mas nada o que aconteceu ao deputado Ney Amorim dentro do PT mexeu com a sua fleuma. A sua carta de desfiliação da sigla foi escrita sem expressões de rancor e num texto de alto nível.

LIVRE ARBÍTRIO
Em um partido político se fica o tempo em que você se sentir identificado e prestigiado. No momento que isso deixa de ocorrer, nada mais natural que se procure outro caminho. Foi o que aconteceu com o Ney Amorim e com tantas outras lideranças ao longo da política acreana.

FORA DE COGITAÇÃO
Não vejo mais clima para o nome do respeitável professor Minoru Kinpara (REDE) entrar na roda de discussões sobre a escolha do futuro secretário de Educação, depois daquele episódio de convites, desmentidos e reações negativas, que a hipótese gerou dentro da oposição.

MATEUS, PRIMEIRO OS MEUS
O empresário George Pinheiro trabalha junto aos seus amigos da classe empresarial pela acomodação do seu genro Lauro Santos, no comando do SEBRAE. Mateus, primeiros os meus.

FORA DO DEBATE
O nome do atual dirigente do SABRAE, Mâncio Cordeiro, está fora do debate para continuar.

SENHA PARA O PARAÍSO
Fonte não se revela, quando a conversa é entre amigos.  Um dos futuros assessores do Gladson Cameli revelou haver uma senha para saber quem é ou não prestigiado pelo futuro governador: “se ele der um abraço o cabra é da sua simpatia, mas for um simples aperto de mão, este é apenas suportado.”

ESTE PESSOAL NÃO ENTENDEU?
Quem ocupa cargo comissionado na PMRB ou Estado pode ser demitido a qualquer tempo. É isso o que os ex-ocupantes de cargos de confiança não entenderam após as suas demissões.

NENHUMA RELEVÂNCIA POLÍTICA
O resultado da última eleição mostrou que não é relevante e nem tampouco ajuda numa campanha entupir a PMRB de afilhados de dirigentes políticos e com os próprios. Se fosse relevante o ex-prefeito Marcus Alexandre não teria sofrido uma derrota fragorosa na capital.

APENAS UMA OBSERVAÇÃO
O senador Petecão (PSD) está correto quando diz que não vai atrás do governador eleito Gladson Cameli para discutir nomes e indicações para secretário. E está correto também na sua observação de esperar que a equipe de secretários saia com nomes da oposição.

NÃO DÁ PARA ENTENDER
Estava ontem numa roda em que a pergunta mais discutida foi a seguinte: “por qual razão se deixa um mandato de senador, para ser governador de um Estado quebrado financeiramente, que vive com um pires nas mãos no governo federal”? Referiam-se ao Gladson Cameli.

A NÃO SER QUE MUDE
Estamos há dois anos para a próxima eleição para prefeito. Mas alguns quadros já vão se desenhando. Em Senador Guiomard já se discute uma frente de partidos para o enfrentamento com o prefeito André Maia, que perdeu o apoio, inclusive, do seu PSD.

DECEPÇÃO DE CAMPANHA
O senador Petecão (PSD) não esconde a sua decepção com o prefeito de Senador Guiomard, André Maia, a quem deu apoio na sua eleição, mas não teve a contrapartida que esperava na campanha que findou, quando disputava a reeleição. Teve de buscar novos aliados.

SAIRIA QUEIMADO
É improvável que o ex-prefeito Marcus Alexandre (PT) saia candidato a prefeito em 2020. O  prudente seria se guardar para a disputa do governo em 2022. Se sair para a PMRB e perder, poderá jogar por terra a sua carreira política futura. Na política, um passo em falso é fatal.

SÉRIAS DIFICULDADES
Não consigo ver outro nome que possa conduzir a uma reestruturação do PT acreano, no campo político e de valores morais, de que o senador Jorge Viana (PT). Desde que deixe a infantilidade de ficar gritando Lula livre e a sua histeria contra o Sérgio Moro e Bolsonaro.

VIROU UMA PARANÓIA
Virou uma paranóia este discurso de que o país corre perigo com a vitória do Jair Bolsonaro.

RECONHECER QUE ERROU
O PT acreano não vai sair do atoleiro em que se encontra se seus dirigentes não reconhecerem os seus erros e continuarem achando bodes expiatórios e com a empáfia de que ainda tudo podem. Não adianta ficarem procurando a culpa pelo que aconteceu no quintal do vizinho.

DISCURSO DE CAMPANHA
Não vai além de um discurso de campanha a promessa da deputada federal eleita Perpétua  Almeida (PCdoB) de que as dívidas dos estudantes com o FIES sejam perdoadas. Ela sabe.

FIES
Mais beneficiados pelo FIES do que os estudantes universitários carentes foram os donos de Universidades particulares, que ficaram milionários em cima disso, inclusive, aqui no Estado.

HÁ TODA UMA MÁ VONTADE
É fácil detectar entre os deputados que compunham a hoje morta FPA, uma má vontade em aprovar a prestação de contas do atual governador, principalmente, após a divulgação do parecer do TCE. A maior rejeição é nos perdedores. Acham que foram abandonados pelo PT.

MUITO PROVÁVEL
É muito provável que a prestação de contas do atual governador nem entre em pauta. E é até temerário que entre porque correria o risco de ser rejeitada, tanta é a revolta de ex-aliados.

PAUTAS BOMBAS
O deputado Nelson Sales (PROGRESSISTA) tem alertado para que a oposição fique muito atenta aos projetos com pautas bombas enviados pelo governador para votação na ALEAC e, que se aprovados, podem criar mais embaraços econômicos ao futuro governador.

ÚLTIMAS CABEÇAS A ROLAR
Há uma determinação do governador para que novembro seja fechado com as demissões dos restantes dos cargos comissionados, só ficando os secretários e os ordenadores de despesas.

PREOCUPAÇÃO DO MOMENTO
Amigos demitidos na leva divulgada pelo governo comentavam ontem em uma roda que, a preocupação não é mais com a degola inesperada que sofreram, é que não saiam nesta gestão as suas indenizações. Sabem que se ficarem para o próximo governo, lá não será prioridade.

DIFUSORA ACREANA
A Difusora Acreana está sucateada. Se o futuro governador tiver a sensibilidade de fazer na emissora as modificações técnicas para melhorar sua propagação terá um importante instrumento para divulgar as suas ações. O rádio continua sendo poderoso nos rincões.

CORTE LINEAR
Fala-se num corte linear além do esperado na estrutura da máquina estatal no futuro governo.

BATEU DURO
O vereador Railson Correia (PODEMOS) bateu duro no presidente do partido, Eros Asfury, que por ter perdido o cargo na PMRB, não quer mais a sigla na base de apoio da prefeita Socorro Neri. Não só disse que não aceitará o patrulhamento, como garantiu que o apoio continuará.

NÃO HÁ COMO PUNIR
Não há como punir o vereador Railson Correia por infidelidade partidária, porque foi eleito dentro de um contexto de uma coligação que apoiou a chapa da prefeita Socorro Neri.

NEGOCIAÇÃO COM OS DEPUTADOS
O novo eixo de conversas para parcerias políticas na ALEAC deve mudar de direção, segundo me disse o vice-governador Major Rocha. Deverá ser com os deputados e não com os dirigentes partidários. Na verdade quem tem voto são os parlamentares. Isso é que interessa.

.O JOGO SERÁ OUTRO
Na próxima eleição não será mais permitida a coligação proporcional, que sempre foi uma imoralidade política, o que levará os partidos a serem obrigados a ter as suas chapas de vereadores e candidatos próprios a prefeito. Um partido poderá até apoiar o nome de candidato majoritário de outra sigla, mas isso apenas no campo informal e sem somar votos. Isso é bom para democracia porque levará cada partido a entrar na eleição com a sua cara e não acomodado em alianças, que na verdade não passavam de um grande balcão de negócios. Muito presidente de partido nanico ganhou dinheiro para entrar numa coligação nas eleições.

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Blog do Crica

Um governo em busca de um rumo

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Seria desprovido de fatos se apontar algum avanço excepcional do governo Gladson Cameli, como é temerário cobrar solução imediata para todo o desmanche deixado, principalmente, pelos últimos quatro anos da administração Tião Viana. Afinal, não se fechou nem 60 dias de gestão. Um ponto, para quem milita na imprensa é importante, o dele vir cumprindo a sua defesa de que em seu governo a liberdade de expressão ia prevalecer. Até aqui tem mantido a postura. É salutar que isso aconteça. Muito embora alguns súditos, na ânsia de agradar, queiram ser mais reais que o rei e se insurgem contra uma simples visita do vice-governador Major Rocha, acompanhado da imprensa no HUERB, com notas toscas, sentimentais e sem sentido. Foi uma defesa do nada. Mas voltando ao governador Gladson Cameli, é preciso que defina de maneira urgente, de forma oficial, quem é o seu articulador político e consulte sempre a PGE quando tomar medidas que impliquem em repercussões jurídicas. Ao praticamente acabar com o IMC, brecou o canal da vinda de recursos internacionais na área ambiental. O que mais tem causado desgaste à sua imagem nas redes sociais é o fato de nomear figuras exponenciais nos governos petistas para cargos de confiança, prática que prometeu abolir. E continua acontecendo. Tem sido muito criticado, neste aspecto. Está tudo muito solto. Sobre medidas práticas pode-se citar como positiva a determinação de concluir as várias obras abandonadas pelo antecessor, definido a contratação dos aprovados nos concursos da Polícia Militar e Civil e de pagar o calote do 13º salário do servidor deixado pela gestão passada. Quer apresentar um pacote de obras concluídas nos 100 dias de governo. E a missão está em boas mãos, do jovem e competente engenheiro Thiago Caetano, Secretário de INFRAESTRUTURA. Na parte política é que está mais resguardado: tem maioria dos deputados estaduais, federais e todos os três senadores ao seu lado. Isso é importante para abrir portas, em Brasília, aprovar projetos, principalmente, agora quando se trata da Reforma da Previdência. Em suma tem que arranjar recursos extras, nos ministérios, fazer empréstimos, se quiser tocar projetos de maior relevância. Pelo tempo exíguo é cedo, muito cedo, para uma análise profunda do governo Gladson. Mas, no momento oportuno será feita. Até porque a lua de mel política com todo novo governante tem prazo de validade. O ponto concreto que se pode antever é de que terá de se esforçar muito para conseguir ser pior que o desastrado governo passado. Não consigo acreditar, mesmo no início de administração, que quebre o recorde negativo. No mais é esperar para ver qual é mesmo o rumo deste governo.

SERVIU DE RISOS

As várias “notas” de setores do PROGRESSISTAS serviram de riso. Eram de “solidariedade” ao secretário Alysson Bestene, a quem em nenhum momento da visita do vice-governador Major Rocha ao HUERB, tenha sido lhe atribuída a culpa pelo caos em que se encontra a saúde.

QUEM É QUE VAI ATRIBUIR?

Como é que pode atribuir ao secretário Alysson, que mal assumiu, o desastre da Saúde?

QUEM É QUE PODE?

E tem um caroço neste angu, o Rocha visitou o HUERB como o governador em exercício, com os mesmos poderes constitucionais que tem o titular do cargo. Se ele, como governador no momento, não podia fazer uma visita a uma unidade de saúde, quem é que pode?

AGRESSÃO DE NADA

O fato de terem sido encontradas portas danificadas e outras mazelas não se pode dizer que culpa lhe cabe, todo mundo sabe o tamanho das dívidas que o secretário de saúde, Alysson Bestene, herdou dos gestores passados. Indicar pontos a serem sanados não é agressão.

PODEM IR SE ACOSTUMANDO

Ainda é cedo para cobranças mais efetivas. Mas os secretários e os que os circundam assimilem de vez que não estão mais na oposição, mas na situação, e que na campanha foi prometido acabar com o caos. Passado os 100 acabou a lua de mel e cobranças acontecerão.

QUEM DISSE FOI QUEM MANDA

Não foi a imprensa, nenhum badeco, que disse que chegado aos 100 dias de governo, o secretário que não apresentasse algum resultado o caminho era o da rua foi o governador Gladson Cameli. E o fez de forma reiterada. Então para todos, mais trabalho e menos faniquitos.

MOEDA DE DOIS LADOS

O ex-presidente do PT, André Kamai, disse em entrevista que o governo Gladson Cameli não é imune às críticas. Governo nenhum é. Pode é deve ser criticado. Mas falta legitimidade a quem foi avalista do desastrado último governo em se arvorar a apontar soluções para os problemas que deixaram.

REAPROXIMAÇÃO CLARA

Nomeações, visitas da cúpula petista, são sinais que estão a indicar uma reaproximação política da prefeita Socorro Neri com o PT. Até aqui vinha dando o seu perfil à sua gestão. Tenho as minhas dúvidas de que uma simbiose com um PT desgastado a ajude politicamente.

CONVERSA COM A IMPRENSA

O secretário de INFRAESTRUTURA ,Thiago Caetano, reúne a imprensa hoje ás 8 horas no Teatrão para fazer uma explanação sobre as ações da sua pasta e os projetos para executar. É um exemplo aos demais secretários de mostrar à opinião pública as metas das suas pastas.

CANDIDATO, SIM SENHOR!

Não sei os demais partidos da coligação que elegeu o governador Gladson Cameli, mas posso adiantar, porque já ouvi mais de uma vez do vice-governador Major Rocha, que o PSDB terá candidato a prefeito da capital. E já chegou aventar convite para filiação do Minoru Kinpara.

OUTRO PORTO

O ex-Reitor Minoru Kinpara, que teve uma votação estupenda na capital sem os recursos dos demais candidatos ao Senado, terá que buscar outro porto político, porque o REDE, seu partido, não atingiu a cláusula de barreira. E, ele tem de preservar o seu novo capital político.

NÃO ESCAPAVA UM

O vereador N.Lima (PSL), sem uma base jurídica, defende o impeachment da prefeita Socorro Neri, sob o argumento que a cidade está cheia de buracos em suas ruas. Se o vetor buracos fosse aplicado em todos os municípios, não escaparia um prefeito de perder o mandato.

MELHOROU A RESOLUTIVIDADE

As execuções continuam em patamares parecidos com o do governo passado, muito altas. Mas chama a atenção nesta nova gestão da segurança, o alto o grau de resolução dos crimes. E também que, os atos da secretaria de Segurança estão tendo uma divulgação ideal e célere.

UMA CORREÇÃO

O deputado Chico Viga é do PHS e a deputada Juliana Rodrigues do PRB. Fica a correção sobre nota que foi publicada com os nomes dos dois parlamentares. Foi um equívoco pela pressa.

CUMPRINDO UM RITUAL

O ex-prefeito de Rio Branco, Marcus Alexandre, que foi derrotado na disputa do governo, chega no horário para cumprir seu expediente na secretaria de INFRAESTRUTURA, e deixa o trabalho dentro do horário. Política, ideologia de lado, falo do cidadão: o Marcus é correto.

O POVO É QUE DÁ O TOM

O prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim, não deve ficar preocupado sobre quem estará ou não estará no seu palanque no próximo ano, quando disputar a reeleição. Se a sua administração chegar em alta na campanha eleitoral, é irrelevante quem estará lhe apoiando.

POVO AVALIOU DIFERENTE

O deputado Jenilson Lopes (PCdoB) avalia que, o ex-prefeito Rodrigo Damasceno não foi tão mal na gestão da prefeitura de Tarauacá, mas errou na dose política. Há controvérsias. Se tivesse sido de fato um prefeito bom na gestão, bem avaliado, as urnas não lhe rejeitariam.

DENTRO DAS LIMITAÇÕES

Dentro das suas limitações oratórias e do nervosismo de início de mandato, o deputado Neném Almeida (PSD), tem sido muito participativo nos debates na ALEAC, na defesa do governo Cameli, ao ponto de ser dito pelos adversários que, quer derrubar o deputado Gerlen Diniz (PROGRESSISTAS) da liderança do governo.

É UM DESASTRE

Toda vez que um filho do Jair Bolsonaro ou a ministra Damares falam, é uma crise no governo ou chacota na imprensa. Deveriam ser proibidos de falar até o fim da gestão do presidente, seria a maior contribuição que poderiam dar para o sucesso da sua corrida para mudar o Brasil.

NÃO É A HECATOMBE

Falando no presidente Jair Bolsonaro, não vem sendo a hecatombe que os petistas previam, ao contrário, vem cumprindo exatamente o papel prometido na campanha e se cercado de bons auxiliares. Não se pode é exigir do Bolsonaro e seus ministros que cultuem os mitos petistas.

NÃO APOSTEM NO INSUCESSO

Não é pelo episódio controverso do carnaval que a competência da secretária de Turismo, Eliane Sinhasique, terá a sua gestão avaliada, mas pelo saldo futuro. O governo mal deu os seus primeiros passos. Conheço a Eliane de décadas, não aposte no fracasso da sua missão.

BOM PARA A DEMOCRACIA

Quando os debates na Assembléia Legislativa acontecem de forma dura, mas qualificada, como está ocorrendo neste início de legislatura, é bom para a população, porque se vê bem representada e para o governo, que vê os seus erros apontados. O pior que pode acontecer a um governador é ter um Legislativo sem uma oposição de qualidade, porque isso acontecendo, vai praticar atos danosos e todos ficarão a lhe dizer amém e sim senhor. Uma oposição forte, propositiva, é da maior importância no parlamento. É unanimidade entre os colegas de imprensa de que a atual composição do Legislativo tende a ser mais ativa, com mais debates importantes do que foi na última safra da ALEAC. A omissão tem de ser varrida.

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