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Sem citar desentendimentos internos, Ney Amorim entrega carta de desfiliação ao PT

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Ao contrário do que muitos esperavam a carta de desfiliação que o deputado Ney Amorim entregou ao presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), na tarde desta quinta-feira (8), não relatou os vários desentendimentos internos que que movimentaram sua campanha ao Senado e que foram responsáveis pela sua saída da legenda que o projeto politicamente em todo o Estado do Acre.

Em tom poético, Ney Amorim narrou sua trajetória no PT, destacando que tudo na vida tem início e fim e que as pessoas precisam se preparar para o final de cada ciclo. Amorim destaca que entrou no partido aos 15 anos, quando seu pai, Josué Amorim foi candidato e chegou ao mandato de vereador pelas fileiras petistas, com apoio dos moradores da Baixada, um dos maiores redutos do PT.

Ele destacou sua participação na construção do partido, deixando uma alfinetada sobra uma possível mudança no projeto petista. “Várias foram as demonstrações de empenho de nossa parte. Percorremos todos os postos e todas as fases de participação na caminhada de crescimento do Partido dos Trabalhadores e do projeto apresentando que tinha um objetivo: O bem coletivo”, destaca Ney.

Segundo Amorim, ele militou nos tempos em que o PT não disponibilizava de recursos financeiros, quando seus militantes pintavam camisetas, fixavam cartazes e balançavam bandeiras nas esquina da cidade. “Nós entregamos, nos empenhamos, apoiamos e defendemos as cores, as ideias e as pessoas”. O dissidente destaca que defendeu a legenda e foi fiel aos seus princípios.

“Mas, como disse no início, tudo que começa um dia acaba. E chegamos ao fim. Eu, Ney Amorim, deputado estadual de três mandatos, presidente da Assembleia Legislativa comunico minha desfiliação do quadros do Partido dos Trabalhadores. Ciente de ter feito a minha parte na construção dessa história e de ter a liberdade democrática de caminhar na direção do que acredito”.

Ney Amorim encerra a carta destacando sua tendência cristã e que vai continuar servindo a quem o procurar. “Vamos estar sempre aqui, onde sempre estivemos, para servir ao maior número de pessoas possível. A todos deixo meu abraço e minha gratidão por tudo que foi partilhado e vivido durante esses anos”, finaliza o deputado que ainda não escolheu novo partido para se filiar.

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Destaque 2

Gladson manda azular Palácio Rio Branco

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O Palácio Rio Branco estará “azulado” neste mês de dezembro. A luz de cor azul foi acesa nesta segunda semana de dezembro marcando os festejos de fim de ano.

O azul é a cor do Progressista, o partido do governador Gladson Cameli. Como coincidência, desde o começo do ano o Governo do Estado vem substituindo as cores avermelhadas utilizadas pelo PT para tons mais azuis e verdes. O estádio Arena Acreana, que se chamava Arena da Floresta, recebeu pintura em azul.

O azul agora chama atenção no mais importante prédio público do Estado do Acre, o Palácio Rio Branco.

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Destaque 2

Kamai diz que Jackson tenta transferir suas responsabilidades para terceiros: “nunca tratei com o senhor Jackson questões eleitorais”

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O ex-chefe da casa civil da Prefeitura de Rio Branco, na gestão de Marcus Alexandre (PT), André Kamai se manifestou através de nota, sobre as declarações do ex-diretor da EMURB em depoimento à justiça que tenta envolver seu nome.

Segundo Kamai, “esse depoimento sem provas é fantasioso e deixa claro a tentativa de transferir as responsabilidades de suas ações para terceiros, afim de se isentar das acusações pelas quais ele responde na justiça”.

Ao justificar as ações de comando do ex-prefeito Marcus Alexandre, André Kamai enfatizou que “é de conhecimento público a ação presente do então prefeito diretamente nos bairros cobrando e orientando os serviços aos seus auxiliares” e, que “os procedimentos internos e administrativos eram conduzidos pelos secretários e a equipe de cada órgão, conforme designação legal”.

Kamai disse que “nunca tratei com o senhor Jackson ou com qualquer outro secretário de questões eleitorais que envolvessem a gestão municipal”.

O ex-chefe da casa civil disse que “mais uma vez o estranho vazamento seletivo de informações de processos que correm em segredo de justiça ignora o depoimento dos demais envolvidos, tentando descaradamente influenciar a opinião pública e até a decisão da justiça”.

Ao encerrar a nota, André Kamai afirma que “desde o início das investigações deste caso, por ordem do então prefeito, o MP/GAECO contou com toda a colaboração e total acesso às informações, momento em que foram adotadas todas as medidas administrativas sugeridas e requisitadas à prefeitura”, concluiu.

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