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Heleno não vê derrota do novo governo em reajustes para STF

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O general da reserva Augusto Heleno, indicado para assumir o Gabinete de Segurança Institucional (GSI), afirmou hoje (8) que não considera uma derrota para o governo eleito a aprovação, pelo Senado, de reajustes para os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e o procurador-geral da República.

“Não é derrota nem preocupação”, disse o general ao chegar para uma reunião no apartamento funcional do presidente eleito Jair Bolsonaro.

Segundo o oficial da reserva, a preocupação é com despesas e gastos. “Tenho certeza que ele [Bolsonaro] não considera derrota. É preocupação até pelos gastos que foram anunciados. Tem que ser muito bem estudado.”

Para o general, o impacto tem de ser analisado pela equipe econômica do governo eleito. “Não dá para fazer essa avaliação aqui. Isso ele [Bolsonaro] tem que avaliar, principalmente o Paulo Guedes, avaliar o impacto.”

Ontem (7) o Senado aprovou o reajuste que altera o subsídio dos 11 integrantes do STF e da atual chefe do Ministério Público Federal, Raquel Dodge, de R$ 33,7 mil para R$ 39 mil, e provoca um efeito cascata sobre os funcionários do Judiciário, abrindo caminho também para um possível aumento dos vencimentos dos parlamentares e do presidente da República.

Defesa
Ao comentar a formatação do Ministério da Defesa, o general Augusto Heleno disse que o aconselhável é que ocorra um “equilíbrio de forças” entre os cargos, envolvendo a Aeronáutica, a Marinha e o Exército. Segundo ele, esse equilíbrio facilita as negociações e agrega conhecimento.

“É necessário uma diversidade de visões e opiniões para as decisões que têm ser tomadas no Ministério da Defesa”, disse, acrescentando que “o que se busca é esse equilíbrio, porque as Forças [Armadas] têm visões diferentes, até estratégicas.”

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Acre

Wherles Rocha faz retratação pública “a bem da verdade”

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Eu, Wherles Rocha, Vice-governador do Estado do Acre, apresento retratação pública, diante de declarações que proferi contra o então Governador do Estado do Acre, Sr. Tião Viana, quando ainda no exercício de mandato parlamentar no ano de 2012, após desentendimento de natureza política, utilizei palavras que ofenderam a sua honra, conforme reconhecido por decisão judicial transitada em julgado.

Reconheço que errei ao usar palavras ofensivas contra a sua honra e a sua dignidade, motivo pelo qual apresento minhas desculpas publicamente.

Reconheço, ainda, sua condição de ex-governador do Estado do Acre, sua vida pública e pessoal que não justificam ataques pessoais ou adjetivos com o propósito de ofendê-lo.

Dessa forma, fica reconstituído um ambiente de respeito mútuo e defesa da vida pública com seus interesses maiores.

Rio Branco – Acre,  15 de dezembro de 2019

Wherles Rocha
Vice-governador do Estado do Ac

 

 

 

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Acre

Médicos denunciam que governo do Acre não pagou salário

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Os médicos que foram contratados recentemente por meio do último processo seletivo realizado pelo governo do estado não ficaram nada satisfeitos com o que caiu em suas contas.

A bronca, segundo um dos médicos contratados e que prefere não ter o nome divulgado, é que o valor do salário está abaixo do que especifica o edital.

“Esse processo seletivo já veio com ajuste nos nossos salários, mas esse ajuste não caiu na conta dos médicos. Até agora ninguém deu nenhuma explicação”, afirma.

Há relatos de profissionais que também não receberam o décimo terceiro salário proporcional como determina a lei.

O último processo seletivo realizado pelo governo do Acre contratou mais de 200 médicos de forma temporária para substituir os profissionais que eram contratados por meio de contratos emergenciais e que o término causou a falta de médicos em várias especialidades, atrasando cirurgias e atendimentos especializados.

O ac24horas procurou Carmem Sílvia Nogueira de Sousa, Chefe do RH da Secretaria Estadual de Saúde (Sesacre), que confirmou a informação. Afirmou ainda que o erro foi identificado e que os médicos vão receber a diferença já no próximo mês. “Quando os novos médicos ingressaram no sistema, a nova tabela de vencimentos não estava atualizada. O que vamos é agora no pagamento de dezembro pagar o valor correto e pagar também a diferença do que não foi recebido pelos profissionais no mês de novembro”, explicou.

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