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Geoglifo do Acre pode ser tombado pelo Iphan

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Geoglifo do Sitio Arqueológico Jacó SáDenominados tatuagens da terra por grupos indígenas atuais, as estruturas conhecidas como geoglifos, herança cultural dos povos amazônicos, são numerosos na região Norte do país. Uma dessas estruturas, localizada no Sítio Arqueológico Jacó Sá, em Rio Branco (AC), poderá ser tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) no dia 09 de novembro. Além de sua importância científica, histórica e afetiva, o geoglifo tem fácil acesso e pode ser identificado claramente por visitantes, sendo um potencial atrativo turístico. Caso o Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural vote a favor, será o primeiro geoglifo tombado pelo Instituto.

Os geoglifos são um tipo de sítio arqueológico, formado por estruturas escavadas no solo, valetas e muretas que representam figuras geométricas de diferentes formas e grandes dimensões: profundidade de meio até quatro metros e larguras que podem ultrapassar os 15 metros. São essenciais para entender o processo de ocupação e povoamento da região amazônica, onde grupos indígenas modificaram o ambiente, imprimindo na terra características de sua identidade. Existem algumas hipóteses sobre o uso dessas estruturas, uma delas indica que corresponderam a monumentos oferecidos a divindades ou eram utilizadas em rituais, devido a sua geometria bem executada e à orientação cardial–celestial. Outras hipóteses apontam que os geoglifos tinham funções mais práticas, como armadilhas para animais, canais para aproveitamento hídrico ou limites para áreas restritas às elites comunitárias.

Pesquisas realizadas sugerem que a antiguidade dessas estruturas é de até 2,5 mil anos. Os estudos vêm quebrando velhos paradigmas sobre as sociedades antigas da Amazônia, que antes acreditava-se serem dispersas e menos desenvolvidas que as populações que habitam regiões vizinhas, fora da floresta. A visibilidade que os geoglifos da Amazônia têm alcançado desde o início dos anos 2000, quando suas reais dimensões físicas foram conhecidas, levou a comunidade acadêmica a debruçar-se cada vez mais sobre o tema. Mesmo assim, restam muitos sítios para serem descobertos. Na época, durante sobrevoo, foram identificados geoglifos na região que compreende a parte oriental do Acre, sul do Amazonas e noroeste de Rondônia. Sabe-se ainda que há incidência dessas estruturas no norte da Bolívia, onde são chamados zanjas circundantes.

Entre afetos, ciência e história: o Sítio Arqueológico Jacó Sá
Localizado na Colônia Bom Começo, a aproximadamente 50 quilômetros do centro de Rio Branco, os geoglifos do Sítio Arqueológico Jacó Sá foram identificados pelo pesquisador Alceu Ranzi por meio de um em sobrevoo nos anos 2000 e mapeado e escavado entre 2007 e 2008. Desde então tem sido objeto de estudo de outros pesquisadores, como as arqueólogas Denise Schaan e Sanna Saunaluoma.

Geoglifo do Sitio Arqueológico Jacó SáO sítio tem duas estruturas principais, cada uma com 20 mil metros quadrados, área de aproximadamente três campos de futebol. As valas das estruturas têm largura média aproximada de 11 metros e profundidade de dois metros e meio. A primeira delas é a figura de um quadrado e, a segunda, que será votada para tombamento, é uma figura formada por um quadrado com uma outra vala circular concêntrica a este.

O geoglifo pode ser inscrito no Livro Histórico, pela estreita vinculação à história produzida pelas populações que remontam ao processo de construção da sociedade brasileira, e no Livro Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico. Neste caso, o destaque é seu valor científico identificado pela comunidade acadêmica, o interesse da sociedade nacional e internacional sobre estes sítios arqueológicos; e por ser um marco na paisagem por sua monumentalidade que pode ser percebida tanto do alto, em sobrevoo, quanto in loco, experiência que instiga a construção das diversas narrativas por meio da interpretação do espaço constituído por valas e pequenos montes de terra.

O tombamento do geoglifo que faz parte do Sítio Arqueológico Jacó Sá é uma forma de valorização e preservação de uma paisagem representativa dos processos de ocupação e transformação da Amazônia, e, ao mesmo tempo, da interação humana com o meio natural. Ao mesmo tempo, os geoglifos se colocam como um patrimônio afetivo para vários grupos indígenas na atualidade que foram expulsos do território acreano em fins do século XIX e início do XX, no período da exploração da borracha.

Os pesquisadores observaram que a dimensão afetiva deixou de ser um traço identitário relacionado apenas aos povos amazônicos, passando a ser também reconhecido pelo próprio Estado. Isso pode ser percebido em iniciativas como a instrução ao tombamento desse tipo específico de sítio e a sua utilização como um atrativo turístico estratégico. Por sua proximidade com a capital, o Sítio Jacó Sá possibilita o estabelecimento de uma rota turística de visitação, também favorecida por serviços como sobrevoo e balonagem, que já existem na região. Essas ações convergem com o propósito do Iphan em estabelecer uma relação sustentável entre o turismo e o patrimônio cultural.

Exemplar único do Patrimônio Mundial
Os dois geoglifos do Sítio Arqueológico Jacó Sá estão na Lista Indicativa a Patrimônio Mundial, junto com os demais geoglifos conhecidos no Acre, estado brasileiro onde há mais ocorrências dessas estruturas. Pela sua excepcionalidade e relevância para a compreensão do período pré-colonial, essas estruturas representam um exemplar significativo do patrimônio histórico. Elas possuem, ainda, grande relevância para a identidade amazônica por se constituir em uma paisagem resultante de marcas sociais e simbólicas que expressam não apenas a capacidade tecnológica de manejo do meio ambiente, mas, acima de tudo, a paisagem com características indígenas.

Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural
O Conselho que avalia os processos de tombamento e registro é formado por especialistas de diversas áreas, como cultura, turismo, antropologia, arquitetura e urbanismo, sociologia, história e arqueologia. Ao todo, são 22 conselheiros, que representam o Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB), a Associação Brasileira de Antropologia (ABA), o Conselho Internacional de Monumentos e Sítios (Icomos), a Sociedade de Arqueologia Brasileira (SAB), o Ministério da Educação, o Ministério do Turismo, o Instituto Brasileiro dos Museus (Ibram), o Ministério do Meio Ambiente, Ministérios das Cidades, e mais 13 representantes da sociedade civil, com especial conhecimento nos campos de atuação do Iphan.

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Cidades

Prefeito reeleito em Mâncio Lima, Isaac Lima diz que é hora de descer do palanque eleitoral

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O prefeito reeleito de Mâncio Lima, Isaac Lima (PT), recebeu nessa segunda-feira, 23, os 5 vereadores eleitos no último dia 15, que vão integram a base de apoio dele na Câmara Municipal. Ele quer ampliar essa sustentação e diz que vai procurar todos os eleitos e buscar entendimento porque para ele é hora de descer do palanque e somar forças em benefício do desenvolvimento do município.

“A partir de agora é desmontar o palanque eleitoral e somar todas as forças para o bem de nossa cidade. Fizemos 5 vereadores, mas, vamos manter diálogo com todos os 11 para que possamos fazer um mandato de união e parceria entre o executivo e legislativo e desenvolvendo as ações para o bem da coletividade”, disse Isaac.

Para a vice-prefeita Ângela Valente, o momento é novo e requer a união de todos os poderes, com ações conjuntas. “Estou muito feliz com essa aproximação. Os poderes tem que trabalhar juntos, esquecendo cor ou sigla partidária. Vivemos um ano difícil, a pandemia do novo coronavírus nos impôs mudanças bruscas e, principalmente nos mostrou que somente o trabalho feito em parcerias, em harmonia é que pode surtir os efeitos desejados”, destacou.

Entre os 5 vereadores do grupo da situação, Mazinho, do Republicanos, partido da vice Ângela Valente e Renan Costa, do PT, de Issac, devem disputar entre si e decidir qual dos 2 será candidato a presidente da Câmara Municipal.

Diversidade na Câmara

Nir do Odilon , do MDB, foi o vereador que mais recebeu votos em Mâncio Lima : 446 votos. O cacique Joel Puyanawa (PT) da Aldeia Barão teve a terceira melhor votação do município alcançando 413 votos.

Vlade Vasconcelos do PSD, que teve 237 votos é o único negro eleito. “Para mim é motivo de orgulho em ser o único vereador negro em Mâncio Lima. Prometo honrar acima de tudo a nossa cor que muitas vezes sofre preconceitos e discriminação. A questão de pele infelizmente ainda é vista no meio político como entrave para alguns cargos e, quero com isso, fazer um mandato proativo, propositivo, defendendo os interesses da nossa população”, contou.

Duas vereadoras foram eleitas em Mâncio Lima.

Veja os eleitos:

Nir do Odilon (MDB) – 446 votos – 4,15%

Prof. Jean Almeida (PT) – 419 votos – 3,90%

Joel Puyanawa (PT) – 413 votos – 3,85%

Alice Rocha (PSDB) – 365 votos – 3,40%

Renan Costa (PT) – 363 votos – 3,38%

Reziane Barros (PP) – 309 votos – 2,88%

Zeca do Pentecostes (MDB) – 285 votos – 2,65%

Raimundo da Marcenaria (PROS) – 267 votos – 2,49%

Mazinho (Republicanos) – 264 votos – 2,46%

Evandro Nascimento (PP) – 254 votos – 2,37%

Vlade Vasconcelos (PSD) – 237 votos – 2,21%

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Cidades

Com maioria, Zequinha acredita que não enfrentará problemas com vereadores

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Zequinha Lima, eleito prefeito do município de Cruzeiro do Sul com 44,15% dos votos válidos, está tranquilo quanto à base de apoio na Câmara Municipal. A coligação que o elegeu tem 8 dos 14 vereadores eleitos. Com a maioria dos parlamentares, Zequinha diz estar agora inteiramente concentrado na transição, mas afirma que vai buscar o diálogo com todos os vereadores de oposição.

“Nossa coligação elegeu oito vereadores. Respeito a todos e o diálogo irá acontecer com todos os vereadores”. Os 8 vereadores da coligação de Zequinha são os 3 eleitos pelo PP, 2 do PROS, 2 do PSD e 1 do PDT. Já a oposição conta com 6 votos: 4 do MDB, 1 do PSDB e 1 do DEM. Os 3 partidos compuseram chapas majoritárias de oposição à Zequinha.

A base de apoio é importante para a gestão porque o Executivo depende do Legislativo para aprovar, além dos Projetos de Lei, o Orçamento do município, Plano Diretor entre outros.

O vereador mais votado de Cruzeiro do Sul, Cristiano Rodrigues do MDB, diz que não chegará à Câmara para brigar com ninguém e que será guiado sempre pela busca do bem estar da população. “Acho que temos que nos unir vereadores e executivo pelo bem maior que é o povo. Sempre com responsabilidade votando o que for melhor para o povo”, citou.

Veja os vereadores eleitos em Cruzeiro do Sul:

Cristiano Rodrigues (MDB) – 1.048 votos – 2,42%

Franciney (PP) – 1.031 votos – 2,38%

Keleu (PP) – 979 votos – 2,26%

Zaldo Moto Taxi (PROS) – 978 votos – 2,26%

Antonio Cosmo (MDB) – 973 votos – 2,25%

Márcio da Farinha (PSDB) – 937 votos – 2,16%

Elter Nobrega (PROS) – 833 votos – 1,92%

Altemar Santa Rosa (MDB) – 828 votos – 1,91%

Noeca (DEM) – 825 votos – 1,91%

Mazinho da BR (MDB) – 813 votos – 1,88%

Clerton Souza (PSD) – 752 votos – 1,74%

Leandro Cândido (PP) – 707 votos – 1,63%

Gilmar da Saúde (PDT) – 675 votos – 1,56%

Betão da BR (PSD) – 507 votos – 1,17%

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Cidades

Câmara de Xapuri permanece sem realizar sessões desde paralisação por pandemia

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Os nove atuais vereadores de Xapuri participaram ativamente da campanha eleitoral deste ano, uma vez que todos foram candidatos à reeleição – a maioria sem sucesso – com a exceção de Gessi Capelão, do PSD, que concorreu à prefeitura, ficando em último lugar na disputa municipal.

Um fato que chama a atenção é que os chamados representantes do povo em Xapuri não estão se reunindo semanalmente em razão das medidas de prevenção ao novo coronavírus, causador da covid-19, mas não se abstiveram de participar das aglomerações de campanha, que não foram poucas.

Questionado a respeito do assunto, o presidente Ronaldo Ferraz (MDB), que acaba de se eleger para o oitavo mandato, disse que a Câmara está funcionando todos os dias, normalmente, mas com quadro de funcionários reduzido. Ele não deu previsão para o retorno dos vereadores aos trabalhos no plenário.

Pelo o que se pôde apurar com alguns deles, as deliberações sobre matérias de urgência e outras providências não estão sendo prejudicadas, pois mediante eventual necessidade eles se reúnem em caráter extraordinário para apreciar expedientes do Poder Executivo, por exemplo.

Ao contrário do que ocorre em Xapuri, a Câmara de Brasiléia pouco parou suas atividades em plenário. No pior momento da crise sanitária, os vereadores do município vizinho adotaram as sessões por meio virtual e, depois de algum tempo, retomaram as reuniões presenciais tomando medidas de prevenção.

A presidência da Câmara de Xapuri não afirmou, mas ao que tudo indica a suspensão dos trabalhos ocorrida há quase oito meses deverá desembocar no recesso parlamentar de fim de ano. Sinal de que boa parte não será mais vista na tribuna, pelo menos até que sejam novamente eleitos, em oportunidade futura.

Renovação

Dos oito vereadores que disputaram a reeleição para o cargo, cinco – Joseni Oliveira, Manoelzinho do Pedro Vieira e Guinaldo Alves, todos do Dem, Fernando da Cageacre (PSD) e Equi (PT) cederão os lugares a outros. Clemilton Lima (Dem), Miranda (PT) e Ronaldo Ferraz (MDB) seguem.

Nem tudo será novo na “Casa do Povo” de Xapuri a partir de janeiro do ano que vem, mas pelo menos cinco novas caras comporão o Legislativo Municipal. Alarice Botelho (PT), Kaíco Roque (Dem), Menudo Melo (PSD), Dim Lopes (PSB) e Alcemir Teodózio (Dem) são os neófitos.

O sexto nome que compõe o grupo que substituirá os que foram solenemente dispensados pelo povo não é tão novo, mas retorna à Câmara após um bom tempo. Eriberto Mota (PSB) já foi vereador por três mandatos e vice-prefeito na chapa de Bira Vasconcelos, em sua primeira eleição, no ano de 2008.

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Cidades

Gerar emprego e renda é um dos grandes desafios para Assis Brasil, segundo prefeito eleito

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A eleição do professor Jerry Correia Marinho (PT) para a prefeitura do pequeno município acreano de Assis Brasil, na fronteira com o Peru e a Bolívia, a 342 quilômetros de Rio Branco, pode ser considerada como uma das mais emblemáticas do estado pela maneira como foi desenhada a trajetória do jovem candidato até a vitória nas urnas, no último dia 15 de novembro.

O resultado também pode ser dado como surpreendente para quem acreditou que o concorrente petista seria apenas um mero coadjuvante na disputa que tinha o atual prefeito, Antônio Zum (PSDB), e o atual vice-prefeito, Zé do Posto (PSD) como concorrentes teoricamente mais fortes, por razões bastante óbvias no cenário político local.

Com um partido ainda bastante desgastado estadual e nacionalmente, sem alianças políticas (o PT disputou a eleição de maneira isolada) e sem a adesão de empresários, a campanha de Correia cresceu e superou dois grupos políticos poderosos, um comandado pelo vice-governador Wherles Rocha (Zum) e outro pelo senador Sérgio Petecão (Zé do Posto).

Haviam ainda na disputa pela prefeitura de Assis Brasil, os candidatos João Júnior (MDB), contando com a estrutura da bancada que o partido possui e o apoio de nomes de peso como o do senador Marcio Bittar e dos deputados federais Flaviano Melo e Jéssica Sales, e Sebastian Pilique (PCdoB), um dos empresários mais ricos do município.

Com poucos recursos financeiros, tendo recebido apenas R$ 28 mil do Fundo Partidário, o petista lançou mão de um expediente que ganhou enorme popularidade durante os meses de isolamento causado pela pandemia de covid-19 para chegar até os eleitores. Foi por meio das lives, como são chamadas as transmissões ao vivo pela internet, que a campanha dele deslanchou.

Em conversa com o ac24horas, Jerry Correia disse que entre os desafios que vislumbra no mandato para o qual foi eleito com 1.583 votos está a geração de emprego e renda. Segundo ele, o município de Assis Brasil é dos campeões do desemprego no Acre, uma realidade que ele sonha transformar por meio da atração de investimentos e incentivo ao turismo.

“Queremos gerar emprego e renda, trazendo dignidade para o nosso povo. Precisamos atrair para Assis Brasil, que está na porta do Pacífico, os investidores, fortalecer o comércio local, mas buscando a vinda de indústrias e fábricas que venham empregar a nossa população. Acredito que vamos conseguir fazer história nos próximos quatro anos”, disse.

Também estão entre as prioridades da futura gestão petista em Assis Brasil a infraestrutura urbana e rural, a qualificação e a valorização dos recursos humanos da prefeitura e o resgate dos eventos culturais do município que, segundo ele, já foram os mais prestigiados da regional do Alto Acre. Para isso, ele diz que vai buscar parcerias com o governo estadual.

“O governo tem demonstrado que deseja fazer parcerias com os prefeitos que querem trabalhar, e sabemos que o povo, que nos deu essa vitória, está com muita vontade porque acreditou no nosso plano de governo e nas nossas propostas, então vamos continuar nesse ritmo, fazendo uma gestão participativa para colocar Assis Brasil no lugar de onde ela nunca deveria ter saído”, complementou.

Se a falta de alianças ou coligação não foi obstáculo para a eleição, também não o será na hora da composição da equipe de governo, uma vez que não haverá disputa por cargos entre partidos. A ausência de amarras políticas, usando-se as palavras do próprio futuro prefeito, permitirão a tranquilidade para que ele monte a melhor equipe, dentro do perfil que almeja para a nova gestão.

“Já estamos conversando e vamos montar uma equipe jovem que também está com muita vontade, ressaltando que não temos nenhuma amarração política e muito menos cargos e secretarias comprometidos com grupos políticos, o que os deixa livres para fazer as melhores escolhas, como já estamos fazendo, com intuito de trazer muita inovação para essa gestão”, concluiu.

Aos 36 anos de idade, formado em Letras pela Universidade Federal do Acre (Ufac), Pedagogia pela Faculdade de Ciências e Tecnologia de Wenceslau Brás e pós-graduado no Ensino de Língua Portuguesa, o novo prefeito já foi vereador, é radialista, blogueiro e poeta, possuindo, apesar da pouca idade, um histórico reconhecido de militância política, social e cultural em Assis Brasil.

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Bombando

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