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FNO do Banco da Amazônia já investiu R$ 140 milhões no Acre

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Uma das linhas de financiamentos mais acessadas pelos empreendedores do Acre junto ao Banco da Amazônia, o FNO Amazônia Sustentável Rural e Não Rural já aportou no Estado, de janeiro a setembro deste ano, o equivalente a R$140 milhões, sendo R$ 68 milhões destinados à projetos para Pessoas Físicas Produtores Rurais e, R$ 72 Milhões destinados à Pessoas Jurídicas Rurais e Não Rurais, em todos os portes e segmentos constantes no estado.

Uma das empresas beneficiadas com essa linha foi a Clinica de doenças renais do Vale do Juruá, atendida pela agencia Avenida Ceará em Rio Branco, uma das 10 unidades que o banco tem no Estado. “O Banco da Amazônia é um grande parceiro do desenvolvimento de nossa região”, relata Srª Alliny Sales Rodrigues.

Para Sales o apoio foi fundamental, pois realizou o sonho da implementação de uma clinica moderna de hemodiálise para que ofertar serviços seguros e de qualidade aos seus pacientes.

O FNO Amazônia Sustentável Rural e Não Rural é destinado a empreendimentos rurais e não rurais, sendo composto com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO), principal fonte de crédito de fomento da Região Norte e um dos principais instrumentos econômico-financeiros de execução da Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR), do Ministério da Integração Nacional.

Com essa linha, o empreendedor pode financiar atividades nas áreas de agricultura, pecuária, aquicultura, pesca de captura e transformação de pescado e da agroindústria de produtos agropecuários, bem como comércio, serviço e, indústria, neste último caso, quando necessário o crescimento e desenvolvimento de um negócio ou atividade econômica, seja ela de micro, pequeno, pequeno-médio, médio e, grande porte.
A linha traz inúmeras vantagens aos clientes, que vão além da possibilidade de desenvolvimento, modernização e aumento da competitividade do empreendimento. “O FNO, nos segmentos PF-Rural, PJ-Rural e, PJ-Não Rural têm um efeito multiplicador, seja pela geração de emprego e renda, seja pelo dinamismo e aquecimento das micro e macroeconomias que este recurso proporciona. As condições do FNO – prazo, taxas, público-alvo – têm um papel fundamental no crescimento do estado do Acre, da região Amazônica e do Brasil, por conseguinte”, declara Diego Lima, Superintendente Regional no Acre.

Para o último trimestre do ano, o Banco da Amazônia tem ainda disponíveis recursos para o Acre. Quem precisar financiar a implantação, ampliação, diversificação, modernização, reforma e relocalização de empreendimentos pode fazer uso do FNO Amazônia Sustentável Rural e Não Rural. Para mais informações, consultar o site do banco www.bancoamazonia.com.br ou procurar uma das unidades da Instituição no Estado.

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Tribunal de Contas do Estado notifica gestores da ZPE do Acre

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A Zona de Processamento de Exportação – ZPE, instalada em Senador Guiomard, é considerada um dos maiores fracassos da gestão do ex-governador Sebastião Viana na área econômica.

Propagada à época como um dos pilares que tornaria o Acre um grande exportador para o mercado asiático, foram investidos milhões de reais na estrutura física, levantada em 2012, foi a primeira ZPE em todo o país a receber autorização alfandegária para funcionar e, por isso, era apresentada como mais um modelo de desenvolvimento da economia acreana.

Passados 7 anos, a ZPE nunca saiu do papel. Até hoje, nenhuma empresa se instalou e a estrutura física se deteriorou ao longo dos anos. Os prometidos 2,5 mil empregos não apareceram e o Acre continua dependente da economia do contracheque.

Mas, se a ZPE não trouxe benefícios, é provável que traga dor de cabeça para os gestores da Administradora da Zona de Processamento de Exportação do Acre S/A – AZPE/AC.

No diário eletrônico do Tribunal de Contas do Estado (TCE) desta segunda-feira, 18, o então Diretor-Presidente da Administradora da AZPE/AC, no exercício de 2017, Michel Marques Abrahão, ex-prefeito de Bujari e ex-Secretário de Estado de Desenvolvimento da Indústria, do Comércio e dos Serviços Sustentáveis (Sedens) nos últimos meses do governo de Sebastião Viana é citado para apresentar defesa a respeito das inconsistência apontadas em Relatório Preliminar de Análise Técnica na prestação de contas. O relator do processo é o conselheiro Antônio Cristovão Correia de Messias.

Michel Marques foi um dos principais assessores do ex-deputado federal Sibá Machado, que também esteve à frente da Sedens, e que não conseguiu se reeleger nas eleições do ano passado. Marques salientou que não sabe do que se trata e que se pronunciará assim que tiver informações sobre a notificação.

Outro citado pelo TCE para apresentar defesa é Carlos Afonso Cipriano dos Santos, empresário e que em 2017 era membro do Conselho Fiscal da AZPE/AC. Em janeiro deste ano, Cipriano foi mantido pelo Gladson Cameli como presidente da Junta Comercial do Acre. Cargo que ocupa desde o ano de 2016. Carlos Afonso também se mostrou surpreso com a notificação do TCE. “Não estava sabendo. Vou me inteirar do que se trata e me manifestarei sobre o assunto”.

Mais duas pessoas foram notificadas pelo Tribunal de Contas do Estado para apresentar defesa, José Aguiar de Prado, membro do Conselho Fiscal da AZPE/AC e José Oliveira de Carvalho, responsável contábil da Administradora da Zona de Processamento de Exportação do Acre.

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