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Em Porto Walter, avião do TFD ‘atola’ e é empurrado pelo governador eleito Gladson Cameli

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Um avião que é usado para transportar pacientes do TFD ‘atolou’ na pista do aeródromo do município de Porto Walter na manhã deste sábado (27) e o governador eleito Gladson Cameli (Progressistas) teve que empurrar para a aeronave sair do buraco. O episódio reforça as denúncias sobre estruturas precárias dos aeródromos dos municípios do interior do Acre.

A pequena aeronave teria saído de Marechal Thaumaturgo para o município de Porto Walter, onde atolou. No momento em que o piloto tentava desatolar o avião, a comitiva de Gladson Cameli estava no local para participar de um agenda de agradecimento de votos realizada por Cameli e lideranças dos partidos de partidos aliados nos municípios isolados do Estado.

Com ajuda de populares, Cameli empurrou o avião bimotor para desatolar e poder seguir viagem para atender pacientes que se deslocam em busca de atendimento médico. O episódio foi registrado em vídeo e fotografias por pessoas que estavam no local para acompanhar a comitiva do chefe do executivo em evento organizado pelo prefeito Zezinho Barbari, do MDB.

A falta de manutenção das pistas dos aeródromos dos pequenos municípios do interior do Estado é mais um problema que novo governador terá que encontrar uma solução. Não é a primeira vez que passageiros precisam empurrar aeronaves atoladas nos buracos de pistas de pouso para pequenas aeronaves.

Os aeródromos que mais apresentam problemas nos últimos anos foram os dos municípios de Jordão, Marechal Thaumaturgo, Santa Rosa, Porto Walter e Manoel Urbano. O órgão responsável pela manutenção das pistas no interior é o Departamento de Estradas e Rodagens do Acre (Deracre).

 

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Advogado condenado por ofender jornalista é nomeado como assessor jurídico do IMAC

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O presidente do Instituto de Meio Ambiente do Acre (IMAC) André Hassem designou nesta segunda-feira, 22, segundo publicação no Diário Oficial, o advogado Leandrius de Freitas Muniz como assessor jurídico do órgão.

O advogado foi condenado pela justiça a indenizar a jornalista Júnia Vasconcelos, então contratada da TV Acre, por ofensas em um grupo de WhatsApp, em março do ano passado. Leandrius fez comentários que foram considerados homofóbicos e ofensivos.

Em fevereiro deste ano, o 3º Juizado Especial Cível da Comarca de Rio Branco condenou, em decisão passível de recurso, o advogado a pagar uma indenização de R$ 10 mil pelas ofensas.

O Sindicato dos Jornalistas do Acre (Sinjac), que à época da divulgação das mensagens, emitiu uma nota repudiando o que considerou uma atitude antiética, covarde, caluniosa e homofóbica, voltou a se manifestar sobre a nomeação.

“Mais uma vez lamentamos que o novo gestor do executivo estadual não se atente aos que o rodeiam. Como alguém que responde processo por calúnia, difamação, entre outros ataques a honra de uma mulher, sem mencionar outras pessoas que possuem historias surreais às atitudes do mesmo é nomeado? Como disse, um lamento para falta de habilidade e gestão do novo governo”, afirmou o presidente do Sinjac, Victor Augusto de Farias.

André Hassem, diretor-presidente do IMAC, procurado, disse o seguinte. “Enquanto presidente do Imac, não posso me manifestar com relação a uma coisa que entendo que é pessoal, ou seja, do próprio indivíduo em questão. Ele foi ‘portariado’ antes da condenação, em fevereiro, mas como procurador da autarquia. No entanto, a nomenclatura do cargo estava errada e por isso foi feita a renomeação dele como assessor. O que aconteceu foi fora do Imac e ele, por ser advogado, cabe a OAB se manifestar sobre isso e não ao presidente do Imac”, disse André.

O ac24horas tentou entrar em contato com o advogado em dois números de telefone fornecidos pela OAB, mas não conseguiu contato.

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Cohab: 64,8 mil pessoas moram em conjuntos e loteamentos do governo em Rio Branco

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O relatório divulgado na segunda semana de abril pelo Governo do Estado, mostra que 64.855 pessoas moram nos 24 conjuntos e loteamentos administrados pela Companhia de Habitação do Estado do Acre (Cohab). De pouca visibilidade, a Cohab mostra em seus balanços ativos superiores em cerca de R$ 12 milhões sobre os passivos.

Ao fazer uma retrospectiva de 2018, a diretoria diz que a regularização fundiária não deve significar apenas a existência de um título registrado em cartório, mas deve ser compreendida como uma solução integrada que envolve os gestores públicos de diversos órgãos no empreendimento de esforços para exercer a cidadania e justiça social no Acre.

“Vale ressaltar, o quanto foi imprescindível, ao longo do exercício financeiro de 2018, o fortalecimento da parceria da Companhia com os demais órgãos públicos, tais como: Iteracre, Prefeitura Municipal de Rio Branco e o Ministério Público Estadual. As intervenções da Cohab sempre foram legítimas, respeitando a ética, a moral e os bons costumes, e sempre fez parte de nossa gestão pública e de uma política de regularização fundiária. Foram estabelecidas diretrizes e ações estratégicas que se desenvolveram, sempre sob uma perspectiva de fazer o bem aos mais desprovidos da sorte em nossa sociedade”. O documento é assinado pelo ex-presidente Carlinhos Santiago.

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