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Demissões feitas por Ilderley em Cruzeiro geram polêmica

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A onda de demissões da Prefeitura de Cruzeiro do Sul, determinadas pelo prefeito Ilderley Cordeiro (MDB), vem sendo motivo de várias manifestações negativas na cidade. As demissões que envolvem funcionários de vários setores têm causado indignação nos moradores.

A população, revoltada com as decisões do prefeito, se reuniu em grupos e resolveu ir para a Câmara de Vereadores, justamente para protestar contra a=os desligamentos no setor de Saúde, onde até médico foram demitidos, um deles, o único ginecologista da cidade. As informações são do site Juruá Online.

Antes disso, idosos que frequentam o Centro do Idoso também compareceram à Câmara para contestar a demissão da coordenadora do centro. Na câmara, os vereadores receberam os moradores conversaram com eles sobre as medidas que podem ser tomadas no âmbito do Poder Legislativo.

Segundo o prefeito Ilderley Cordeiro, as demissões estão ocorrendo devido ao município estar com o gasto alheio à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), sendo necessário reduzir os gastos para continuar a receber recursos da União, principalmente os do Ministério da Defesa.

“Já fui notificado pelo Tribunal de Contas e agora recebemos uma orientação da Associação dos Municípios do Acre. É uma medida dura, mas necessária. Gostaríamos de não ter de fazer isso, mas é preciso. Estamos desligando cerca de 200 funcionários, e agora vamos começar a baixar salários”, explica o prefeito.

O prefeito também afasta da ação as denúncias de que estaria perseguindo profissionais por questões políticas. “Aqueles que falam que é perseguição política estão errados. Eu não estou perseguindo ninguém. Preciso colocar as contas da prefeitura alinhadas com a legislação e estamos fazendo isso”, completa o prefeito.

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Acre registra 164 casos e mais uma morte por Covid-19 em 24 horas

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A Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre), por meio do Departamento de Vigilância em Saúde (DVS), registrou neste sábado, 28, 164 novos casos de contaminação pelo novo coronavírus no Acre.

Mais 1 óbito foi registrado neste sábado, 28, sendo do sexo masculino, cujas iniciais são A. P. L., de 83 anos. Morador de Feijó, sem data de admissão na unidade de saúde, faleceu no dia 13 de novembro, no Hospital Regional do Juruá, em Cruzeiro do Sul. Assim, o número oficial de mortes por Covid-19 sobe para 723 em todo o estado.

O número de infectados subiu de 35.756 para 35.920 nas últimas 24 horas. As novas notificações são resultados de RT-PCR. O Acre, até o momento, registra 98.813 notificações de contaminação pela doença, sendo que 62.433 casos foram descartados.

Atualmente, 460 exames de RT-PCR seguem aguardando análise pelo Laboratório Central de Saúde Pública do Acre (Lacen) ou pelo Centro de Infectologia Charles Mérieux. Pelo menos 30.434 pessoas já receberam alta médica da doença, enquanto 142 pessoas seguem internadas.

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Sexta-feira tem quase 500 novos casos de Covid-19 no Acre

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Não há mais o que discutir, o Acre vive uma segunda onda da pandemia da Covid-19.

No mesmo dia em que o Comitê de Acompanhamento Especial da Covid-19 anunciou que o Alto Acre avança para a fase verde, e Baixo Acre e Juruá permanecem na faixa amarela, o boletim divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre), registrou 452 novos casos de contaminação pelo novo coronavírus no estado.

Assim, o número de infectados subiu de 35.304 para 35.756 nas últimas 24 horas. Das novas notificações, 102 são resultados RT-PCR e 350 são testes rápidos.

O Acre, até o momento, registra 98.481 notificações de contaminação pela doença, sendo que 62.168 casos foram descartados. Atualmente, 543 exames de RT-PCR seguem aguardando análise pelo Laboratório Central de Saúde Pública do Acre (Lacen) ou pelo Centro de Infectologia Charles Mérieux. Pelo menos 30.434pessoas já receberam alta médica da doença, enquanto 135 pessoas seguem internadas.

Nenhuma notificação de óbito foi registrada nesta sexta-feira, 27, fazendo com que o número oficial de mortes por Covid-19 permaneça em 722 em todo o estado.

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Expectativa de vida cresce e mortalidade infantil cai no Acre

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Foto: Sérgio Vale/ac24horas

De acordo com o IBGE, em 2019 a expectativa de vida no Acre era de 74,8 anos, três meses a mais que a estimativa de 2018 (74,5 anos).

Apesar de vir numa crescente, o tempo médio de vida de uma pessoa nascida no Acre continua bem menor que a média nacional: uma pessoa nascida no Brasil em 2019 tinha expectativa de viver, em média, até os 76,6 anos. Esse valor tal qual o do Acre também representa um aumento de três meses em relação a 2018 (76,3 anos).

No levantamento relativo a 2018, a vida média havia acrescidos três meses. Assis, em dois anos a projeção de vida no Acre aumentou seis meses.

A expectativa de vida dos homens passou de 72,8 para 73,1 anos e a das mulheres foi de 79,9 para 80,1 anos, segundo a média nacional.

A expectativa de vida dos acreanos é melhor que a de nascidos em quinze Estados, grande parte localizada na Amazônia e no Nordeste.

Entre as unidades da federação, a maior expectativa de vida foi verificada em Santa Catarina (79,9 anos), com 3,3 anos acima da média nacional, e a menor, no Maranhão (71,4 anos).

Foto: Sérgio Vale/ac24horas

Os acreanos vivem 6,8 anos a menos que as acreanas: uma mulher nascida no Acre vive 78,4 anos enquanto o homem, 71,6 anos.

Essas e outras informações estão disponíveis na Tábua Completa de Mortalidade para o Brasil – 2019, que apresenta as expectativas de vida às idades exatas até os 80 anos, e são usadas como um dos parâmetros para determinar o fator previdenciário, no cálculo das aposentadorias do Regime Geral de Previdência Social.

A probabilidade de um recém-nascido não completar o primeiro ano de vida era no Acre era de 15,3 para cada mil nascimentos. Esse valor é cinco meses menor que a estimativa anterior. A mortalidade infantil segue há vários tendência de queda no Acre mas continua alta em relação à média brasileira.

Foto: Sérgio Vale/ac24horas

No país, a mortalidade infantil era de 11,9 para cada mil nascidos vivos, ficando abaixo da taxa de 2018 (12,4). Essa caiu 91,9% desde 1940, quando chegava a 146,6 óbitos por mil nascimentos.

A mortalidade na infância (crianças menores de 5 anos) também declinou, de 14,4 por mil em 2018 para 14,0 por mil em 2019. Das crianças que vieram a falecer antes de completar os 5 anos de idade, 85,6% teriam a chance de morrer no primeiro ano de vida e 14,4% de vir a falecer entre 1 e 4 anos de idade.

Entre 1940 e 2019 a mortalidade infantil apresentou declínio da ordem de 91,9%, sendo que a taxa de mortalidade entre 1 a 4 anos de idade diminuiu 97,3%. Neste período foram poupadas aproximadamente 135 vidas de crianças menores de 1 ano para cada mil nascidas vivas e 198 vidas de crianças de até 5 anos. Em 1940, a taxa de mortalidade na infância (crianças de até 5 anos) era de aproximadamente 212,1 óbitos para cada mil nascidos vivos. Em 2019, a taxa foi de 14,0 por mil.

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Gasolina e gás de cozinha sobem no Acre na nova tabela do Confaz

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Foto: Marcely Gomes/EmTempo 

Publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (25) a nova tabela do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) traz o preço médio ponderado ao consumidor final (PMPF) de combustíveis.

Essa é a tabela que os Estados e o Distrito Federal adotarão, a partir de 1º de dezembro de 2020.

No Acre, o litro da gasolina poderá ser vendido a R$ 5,08, valor que é R$ 0,03 a mais que o da tabela atual.

O preço do diesel é de R$ 4,51, que é o mesmo do outubro, apesar para efeito de comparação temporal. Já o gás de cozinha não esses mesmos sinais de estabilidade e o preço chega a R$7,15 por kg na planilha divulgada hoje –R$ 0,18 a mais que o valor apontado para a segunda quinzena de novembro.

O governo ainda não conseguiu explicar tantos aumentos em plena pandemia, a aceleração dos preços de produtos da cestas básica, além dos combustíveis e outros produtos e serviços, elevam a inflação no Acre ao ponto de fazer de Rio Branco a capital mais cara do país neste período.

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