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Ministério da Saúde suspende repasse de R$ 6,9 milhões para UPA do Segundo Distrito

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O Ministério da Saúde suspendeu o repasse de R$ 6,9 milhões do incentivo de custeio e qualificação de Unidades de Pronto Atendimento (UPA 24h) da UPA do Segundo Distrito de Rio Branco. A portaria Nº 3.392, DE 19 de outubro de 2018, com a informação sobre suspensão da transferência de recursos foi divulgada no Diário Oficial da União da última segunda-feira (22).

Segundo a portaria do MS, o governo do Acre teria deixando de cumprir com a regra que consolida as normas sobre o financiamento e a transferência dos recursos federais para as ações e os serviços de saúde do Sistema único de Saúde, que define o prazo para os gestores enviarem prestações de contas dos recursos destinados pelo governo federal para área de saúde.

Uma Resolução da Comissão Intergestores define o prazo para os gestores enviarem manifestação ao MS e define a suspensão da transferência dos recursos de custeio referente às habilitações dos serviços de atenção à saúde de média e alta complexidade que não estejam em funcionamento ou não apresentem a produção assistencial registrada nos sistemas de informação em saúde.

A suspensão dos repasses para a UPA do Segundo Distrito acontecem porque os gestores da unidade teriam deixado Sistema de Informações Ambulatoriais (SIA/SUS). A medida que a unidade não alimenta o sistema, o governo federal não repassa os recursos de custeio para compra de remédios e insumos para abastecer a unidade de saúde para que possa entender a população.

A responsabilidade de alimentação do Sistema de Informações Ambulatoriais é do governo do Acre, para que possa comprovar a produção para que governo federal. Quando os gestores da UPA não alimentam o sistema, o governo federal entende que o Estado não precisa dos recursos e faz a suspensão dos repasses até que a situação seja regularizada pelo governo estadual.

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Canal acreano sobre motos levanta questionamento sobre velocidade excessiva no trânsito

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Quem não é apaixonado pelo ronco de uma moto potente? As motocicletas são e sempre foram um desejo do brasileiro, principalmente, os mais jovens.

No Acre não é diferente. Um canal nas redes sociais, inclusive, tem chamado a atenção. Mundo France tem mais de 15 mil seguidores no Instagram e mais de 5 mil inscritos no Youtube.

O apaixonado por motos que é o responsável pelo canal se identifica como Ricardo France. Bem articulado e mostrando muito conhecimento sobre motocicletas, o internauta fala sobre os lançamentos, performances, novidades e tudo que gira em torno do mundo dos apaixonados pelas máquinas de duas rodas.

Ocorre que muita gente também critica o canal por um suposto incentivo à alta velocidade, o que é contra a lei e pode provocar acidentes fatais e incentivar principalmente jovens a pilotar de forma irresponsável no trânsito.

Um leitor, que prefere não se identificar enviou vídeos pedindo providências. “Esse motociclista pratica direção perigosa e ainda posta o conteúdo na internet. Isso influencia que outros jovens façam o mesmo e nossa juventude cada vez mais morra no trânsito”, afirma.

O ac24horas viu vários vídeos no canal e apesar da maioria falar sobre lançamento de novas motos, existem vários onde o excesso de velocidade está presente. Em alguns, o motociclista publica vídeos onde trafega em via pública a mais de 200 quilômetros por hora.

Em um deles, Ricardo mesmo aconselha. ”Galera, não façam esse tipo de pilotagem. Eu faço porque eu quero, sei dos riscos. Se acontecer alguma merda, fudeu. A moto tem seguro, mas eu não. Meu seguro é o todo poderoso, criador dos céus e da terra. Por isso, eu não recomendo vocês fazerem isso”.

A reportagem tentou conversar com Ricardo, mas não obteve sucesso.

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Saúde e emprego são as prioridades do brasileiro para 2021

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Foto: Mauro Pimentel 

Uma pesquisa da Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi) em parceria com a empresa Kantar leva a crer que o impasse na vida dos brasileiros entre a economia, paralisada em decorrência da pandemia do novo coronavírus, e saúde, ainda devam se estender para 2021. Ao menos é o que indica a pesquisa “Perspectivas 2020: Expectativa dos Brasileiros com o Cenário Político & Social” é que essas temáticas são vistas como maiores prioridades a serem atendidas pelo Governo Federal.

De acordo com o levantamento, pelo menos 66% dos entrevistados acreditam que o desemprego aumentará em 2021, principalmente devido à pandemia da Covid-19. E por falar nela, 28% indicaram saúde como foco do próximo ano. Segundo o doutorando em economia pela Universidade de Brasília (UnB), Helder Lara Ferreira Filho, apenas com a implementação da vacina ou com a prorrogação do Auxílio Emergencial, será possível traçar um futuro positivo para os dois temas.

“A taxa de desemprego subiu um pouco, mas ela não foi tão grande graças ao Auxílio Emergencial. Na perspectiva do emprego, no primeiro semestre, vai depender muito da questão da prorrogação ou não do benefício. Se ele não for adiado, provavelmente a taxa de desemprego vai estar elevada logo no início do ano. Ao longo de 2021 pode cair, mas depende do nível de aceleração do crescimento econômico, ou se a pandemia for controlada”.

Segundo os dados da pesquisa, 48% da população recebeu algum auxílio durante a pandemia. O encerramento do benefício, na opinião do consultor da área de Estudos Técnicos do Conselho Nacional de Municípios (CNM), Eduardo Stranz, preocupa os próximos gestores municipais.

“O Auxílio Emergencial dado às pessoas fez com que houvesse um dinamismo na economia e com o encerramento disso temos quase certeza que haverá, sobretudo nas cidades, uma grande preocupação dos próximos gestores sobre emprego e renda. Acreditamos que essa será a prioridade de todo e qualquer prefeito ou prefeita eleita”, aponta

A pesquisa indica ainda que para mais da metade dos entrevistados (51%) a situação do País é ruim ou péssima e o número de atentos e preocupados ficou em 59%, o que indica que a minoria está tranquila com relação à sua fonte de renda.

Fonte da pesquisa: Perspectivas 2020: Expectativas do brasileiro com o cenário político e social

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Adélio disse que tentou matar Bolsonaro por ele ser ‘impostor’

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Em depoimento para a PF (Polícia Federal), Adélio Bispo de Oliveira, autor do atentado à faca contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na campanha presidencial em 2018, chamou o ex-deputado federal de “impostor”, e disse que tinha um “desejo pessoal” de matar o ex-presidente Michel Temer (MDB).

No depoimento, revelado hoje em vídeo pela revista Veja, Adélio afirmou que tinha motivações tanto políticas como religiosas para atentar contra.

“Quando ele (Deus) disse [para matar Bolsonaro], eu fiquei até surpreso. Na política, o que eu tinha interesse mesmo era o Michel Temer. Esse eu tinha interesse”. (Adélio Bispo de Oliveira, autor da facada contra Bolsonaro em 2018).

Motivo político e religioso

Perguntado por quem Adélio chama de “Doutor Rodrigo” sobre se “a motivação [para atentar contra a vida de Bolsonaro] é aquela que o senhor alegou anteriormente”, o autor da facada reafirmou: “As duas, as duas, as duas. A política e a religiosa… Bolsonaro é um impostor”, disse.

“Ele [Bolsonaro] se tentou passar como um homem, digamos assim, na linguagem popular, um homem de Deus”, afirmou Adélio em seguida, explicando porque considera o presidente um “impostor”.

“Aí veio uma revista com um deles que fala que o Bolsonaro é católico, embora foi batizado no Rio Jordão pelo Everaldo, pastor Everaldo”, prosseguiu.

“Muitos evangélicos acreditavam que ele fosse evangélico. Ele tentou plantar essa imagem que fosse evangélica, mas não era. Ele é um impostor. Meramente um impostor. Para tentar se apropriar do voto do meio protestante”, finaliza.

‘Desejo pessoal’ contra Temer

Presidente do Brasil entre 2016 e 2019, Temer chegou a entrar na mira de Adélio. “Era um desejo pessoal. A respeito do Michel Temer, era um desejo meu”, afirmou.

Como não era um ‘desejo de Deus’, e sim pessoal, Adélio não chegou a planejar atentar contra a vida do ex-vice de Dilma Rousseff (PT).

No fim do vídeo divulgado pela revista Veja, Adélio é questionado sobre se ainda tem desejo de tentar, novamente, matar Bolsonaro.

“Em relação ao presidente, se o senhor saísse daqui hoje, o senhor não teria…”, pergunta “Doutor Rodrigo”.

“Não, hoje, hoje… Isso não mais”, responde Adélio.

Medo de morrer

No dia do atentado em Juiz de Fora, no interior de Minas Gerais, Adélio relatou ter tido apenas um medo: de morrer.

Adélio disse que avistou Bolsonaro pela primeira vez no dia do atentado em cima de um carro. Ao redor do então candidato, apoiadores gritavam “Mito, Mito!”. Mais distantes, mulheres protestavam gritando “Lixo, Lixo!”.

Ao olhar para trás, Adélio afirmou ter avistado um policial fardado. “Eu falei ‘Pô, vou tomar uma rajada na nuca'”, relatou.

Adélio narrou ter, na hora, pensado que se tivesse uma arma de fogo ao invés de uma faca, “seria inevitável”.

“A distância era curta […] Era ruim para chegar com a faca. Mas curta demais se eu tivesse com uma arma de fogo. Só que é aquela coisa… Tinha um policial atrás de mim”, afirmou.

“Se eu tivesse uma arma e sacasse, se não fosse muito rápido, ele me derrubaria antes. Porque a distância dele para mim tinha uma linha de fogo aberta, digamos assim”, afirmou.

No depoimento, Adélio relatou ter pensado em desistir do atentado por várias vezes.

“Pessoal empurrando, empurrando. Parece que ele se assustou com a atitude da multidão, jogaram ele para dentro da Câmara Municipal [de Juiz de Fora] e aí já era. Não vai ter jeito. Ali eu pensei em desistir”, disse.

Ao tentar o ataque pela primeira vez, Adélio disse que uma senhora começou a passar mal ao seu lado e foi ajudá-la, tirando-a da multidão.

“Tentei entrar de novo na multidão. Foi, foi, foi. Até que chegou um ponto que falei: dá para tentar. Acabei atingindo o alvo, de uma forma meio distante relativamente, mas atingi o alvo”, narrou.

FBI e Eduardo Bolsonaro

No depoimento, Adélio relatou ter recebido a visita de um agente do FBI, o principal órgão policial de investigação dos Estados Unidos, em Camboriú, no litoral de Santa Catarina, em 2016.

“Eles estiveram lá onde eu trabalhava. Um americano. Disseram que queriam ver um apartamento. Mas não era. Ele não queria ver apartamento. Ele era o FBI. Ele me olhou assim de cima para baixo umas duas ou três vezes”, afirmou.

“Por que ele estava atrás de você?”, perguntou “Doutor Rodrigo”.

“Pelas coisas que posto na internet. Eu até queria saber se eu ver o cara… Porque eu vi pela mídia que o filho do Bolsonaro (Eduardo) estava com um policial americano naquele clube de tiro”, disse.

“Eu queria saber se era o mesmo policial, se era a mesma pessoa que esteve lá em Camboriú em 2016 [com o Eduardo]”, afirmou.

O clube de tiro que Adélio se refere é o Clube e Escola de Tiro 38. Eduardo Bolsonaro visitou o local em agosto de 2016. De acordo com reportagem do jornal Folha de S. Paulo, o filho do presidente usou recursos da cota parlamentar para viajar até Santa Catarina.

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TRF1, que cuida de processos do Acre, sofre ataque hacker

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O Tribunal Regional Federal da 1ª Região sofreu um ataque hacker nesta sexta-feira (27/11) e o site da instituição foi tirado do ar por prevenção. Segundo o Conjur, na noite desta quinta-feira (26) um perfil anônimo no Twitter tinha assumido a autoria do ataque.

Além do Acre, o TRF-1 reúne processos dos seguintes estados: Amazonas, Roraima, Rondônia, Amapá, Pará, Mato Grosso, Tocantins, Maranhão, Piauí, Bahia, Minas Gerais, Goiás e Distrito Federal.

A assessoria do TRF-1 confirmou a invasão e informou que o banco de dados da corte entrou em manutenção para identificar possíveis falhas de segurança. “A equipe do Tribunal está avaliando agora, mas a princípio houve somente uma divulgação de material que já era de domínio público”, diz nota citada pelo Conjur.

O ac24horas tentou acessar o portal do TRF1 no começo da tarde mas o sistema seguia fora do ar.

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