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Corrida: Meia Maratona Rio Branco confirma atletas de 6 estados do Brasil

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Atletas de seis estados já confirmaram presença na Meia Maratona Rio Branco, em homenagem aos 136 da Capital dos Acreanos. A prova ocorrerá no dia 16 de dezembro, e se consagrará como a primeira corrida de rua ambientalmente sustentável da Amazônia brasileira.

A corrida é promovida pela empresa JR Eventos, referência em eventos esportivos para o Acre e Rondônia. Corredores de São Paulo, Maranhão, Amazonas, Rondônia, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, por exemplo, já garantiram presença na competição, que conta com homologação oficial.

A largada da Meia Maratona Rio Branco ocorrerá na Praça dos Três Poderes (Rua Arlindo Porto Leal, Centro), ao lado do Palácio Rio Branco, sede simbólica do Governo do Acre. Com modelo e horário inédito, os corredores ganharão as ruas da cidade às 6 horas, e cortarão as principais vias da cidade, entre o 1º e 2º distritos.

Com previsão de 300 participantes, a Meia Maratona Rio Branco promete ficar marcada na história não apenas em estrutura de prova, mas em modelo, afinal, o Acre mantém protegido mais de 80% de suas florestas, ou seja, é exemplo internacional de preservação ao Meio Ambiente.

Inscrições Abertas: as vagas são limitadas

As inscrições para a Meia Maratona Rio Branco continuam sendo feitas por meio do site www.jreventos.net, e custam R$ 70,00 para todos os percursos: 2KM – Caminhada; 5KM – Corrida ou Caminhada; e 21KM – Corrida. Todos os percursos são individuais e seguem as normas do Atletismo Brasileiro.

A corrida terá camiseta, medalha, pós corrida com frutas, hidratação, banho e muita segurança. Também haverá premiações aos campeões no Geral e por Faixa Etária. Regulamento com os detalhes está no site, bem como imagens ilustrativas do kit. É possível parcelar a inscrição em até 10 vezes no cartão de crédito.

SERVIÇO

O que? Meia Maratona Rio Branco

Onde? Rio Branco, AC

Quando? Dia 16 de dezembro de 2018

Mais informações? https://www.jreventos.net ou duvidasjr@gmail.com

Celular / Whatsapp: (68) 9 9282-5157

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Cidades

Veto a piso de agentes de saúde é derrubado

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Na primeira sessão do Congresso após o primeiro turno das eleições, senadores e deputados comemoraram hoje (17) a derrubada do veto (VET 32/2018) do presidente da República ao piso salarial dos agentes comunitários de saúde e de combate às endemias.

A remuneração nacional estava prevista no projeto de conversão oriundo da Medida Provisória (MPV) 827/2018, aprovada em julho pelo Congresso.

À época, o presidente Michel Temer sancionou a nova regulamentação profissional da categoria, mas vetou os seis pontos do texto que tratavam do reajuste com a justificativa de que matéria aprovada pelo Congresso Nacional criava despesas obrigatórias sem estimativa de impacto orçamentário.

O texto aprovado pelo Congresso fixa a remuneração em R$ 1.250 a partir de 2019. Os agentes receberão R$ 1.400 em 2020 e R$ 1.550 em 2021.

A partir de 2022, o piso será reajustado anualmente em percentual definido na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Parlamentares se revezaram hoje na tribuna com discursos de que a derrubada do veto significa justiça aos agentes de saúde.

O texto será promulgado nos próximos dias pelo presidente do Congresso, Eunício Oliveira (MDB-CE).

Esse foi o único veto apreciado nesta quarta-feira. Com o quórum baixo, parlamentares de vários partidos entraram em obstrução e forçaram o encerramento da sessão.

A medida foi tomada para que os outros 15 vetos previstos para hoje, que não têm tanto consenso quanto o dos agentes comunitários, não corressem risco de não serem derrubados.

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Cidades

Simulacro de metralhadora é apreendido

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A Polícia Civil apreendeu um simulacro de uma submetralhadora no bairro da Cohab, em Cruzeiro do Sul, após uma denúncia de que no local estaria acontecendo uma festa de membros de facção. A polícia agiu rápido para não perder o bote que daria nos criminosos.

O delegado Luis Tonini disse que a polícia já tinha invadido outra comemoração desse grupo criminoso no final de semana. “Conseguimos adentrar outra comemoração deles no sábado e na segunda eles continuaram a festa, diante da informação estivemos no local e fizemos a apreensão dos mesmos”, afirmou.

Com a continuidade das investigações, a polícia descobriu a existência do simulacro que foi apreendido juntamente com um menor. “Continuamos as investigações e conseguimos localizar esse simulacro e recolhe-lo”, afirmou.

O simulacro era utilizado para realizar crimes e intimidar membros de facções rivais e até as forças de segurança. “Eles utilizavam essa arma para cometer assaltos e intimidar, uma vez que se parece muito com uma arma verdadeira e pode ser entendida facilmente como tal”, afirmou.

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Cidades

MPAC debate economia de recursos

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Com a proposta de implementar práticas de sustentabilidade na administração pública, visando à proteção do meio ambiente e à economia de recursos públicos, o Ministério do Meio Ambiente (MMA) e o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) promovem cursos nas cinco regiões do país. Nesta segunda-feira (15), o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) sediou o evento na capital, Rio Branco. A capacitação estende-se até terça (16).

Trata-se do Curso de Sustentabilidade na Administração Pública (Agenda A3P), ministrado pelo instrutor do Pnuma, professor doutor Manoel Alves da Silva. A capacitação reuniu gestores públicos no âmbito municipal, estadual e federal, técnicos do Meio Ambiente, de Finanças, Administração, Recursos Humanos, Educação, Saúde etc. Também participaram, representantes do Legislativo e do Judiciário, além de membros e servidores do MPAC.

A solenidade de abertura foi realizada pelo procurador-geral em exercício, Sammy Barbosa Lopes; e pela coordenadora do Centro de Apoio Operacional de Defesa do Meio Ambiente, Patrimônio Histórico e Cultural, Habitação e Urbanismo, procuradora Rita de Cássia Nogueira Lima, que encabeça a iniciativa no estado.

“É um tema atual e necessário nesse tempo contraditório em que vivemos, onde se fala bastante em sustentabilidade, biodiversidade, mas em várias partes do mundo e até do Brasil existem populações que não possuem mais acesso à água potável, onde o ar não é o mais recomendável, e são bens indispensáveis à sobrevivência humana”, disse Sammy Barbosa.

Na ocasião, Rita de Cássia agradeceu ao Ministério do Meio Ambiente e ao Pnuma pela oportunidade de realizar o curso no MPAC; e à procuradora-geral de Justiça, Kátia Rejane de Araújo Rodrigues, por aceitar a proposta de tornar o MPAC sede do evento. Em decorrência de uma agenda institucional fora do estado, a PGJ não se fez presente na ocasião.

“A data de hoje, dia do educador ambiental, não poderia ser mais significativa, para sermos capacitados quanto ao bom emprego social e econômico dos recursos públicos e ao combate ao desperdício, pois o educador ambiental tem esse papel de promover a conscientização da sociedade, visando à mudança de atitude”, destaca Rita de Cássia.

Em pauta, a qualidade de vida no ambiente de trabalho e a sensibilização dos agentes públicos, mediante uma análise do ciclo de vida. Dessa forma, temas como Gerenciamento de projetos, Construções Sustentáveis, Eficiência Energética e no uso da água e gestão de resíduos (Plano de Gerenciamento) e licitações sustentáveis, foram alguns dos temas discutidos.

“Abordamos desde a questão da construção sustentável à qualidade de vida e o papel da administração pública, enquanto ente que produz resíduos e gera riqueza, que é fundamental para a sustentabilidade”, explica Manoel Alves da Silva.

Assim, a realização do curso vem com uma proposta de ajudar a garantir um país sustentável, com qualidade de vida para a população, em um momento em que o mundo passa por um processo de urbanização onde as áreas verdes estão diminuindo.

“Temos cidades sem saneamento básico, sem água potável, esgoto sanitário, drenagem de águas pluviais. Isso significa ter cidades da idade média com doenças do século passado”, ressalta o instrutor.

É aí que, segundo ele, as instituições públicas possuem um papel crucial na garantia do cumprimento das políticas nacionais de meio ambiente, despontando como um exemplo, antes de cobrar uma postura sustentável da população.

“Queremos ensinar para a população práticas de sustentabilidade, mas é fundamental que nós, primeiro, cumpramos, por meio de medidas internas, como a diminuição da quantidade de copos descartáveis, subtração de consumo de energia, construções sustentáveis com mais áreas verdes, e o devido tratamento de resíduos das obras da própria Administração Pública”.

A capacitação é parte de um programa da Organização das Nações Unidas (ONU) para o Meio Ambiente, e de um conjunto de capacitações da ‘Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P)’, que é um programa do Ministério do Meio Ambiente para estimular órgãos públicos do país a implementarem práticas de sustentabilidade.

André Ricardo – Agência de Notícias do MPAC

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