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“Tentar achar culpados pelos próprios infortúnios é atitude dos covardes”, diz Daniel Zen

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Aberta a temporada das indiretas dentro da FPA. Depois que o ex-governador Binho Marques (PT) usou as redes sociais para praticamente atribuir a derrota dos principais candidatos da coligação a uma distorção do projeto da Florestania durante a administração do governador Sebastião Viana, do PT, agora foi a vez de Daniel Zen usar o twitter para rebater os seus companheiros de partido que procuram culpados para o infortúnio da coligação nas eleições deste ano.

Demonstrando que não gostou das colocações de Binho Marques, Daniel Zen, o deputado que ocupa o cargo de líder do governo na Aleac, contra ataca: “O procedimento padrão pra quem toma uma ré eleitoral é, primeiro se perguntar: o que foi que eu fiz ou deixei de fazer que concorreu pra esse resultado desfavorável? Depois você vai analisar as externalidades. Ficar falando em traição dos outros.. Ah, véi. Para!”, enfatiza Zen em post no Twitter.

Usando o mesmo expediente de Binho, que não citou nomes, Daniel Zen, que foi eleito com as sobras, destaca que alguns líderes petistas estariam abrindo a temporada de caça aos culpados pela derrota do PT e da FPA nas eleições que marcou a volta dos partidos de direita ao poder com a maioria dos cargos. “Olhas para o espelho e se encarar, ninguém quer… Fácil apontar o dedo para o alheio”, reforça o petista numa defesa subliminar ao governador Sebastião Viana.

Elevando o tom das declarações contra os derrotados descontentes, Daniel Zen afirma que “tentar achar culpados pelos próprios infortúnios é atitude típica dos covardes e de má-índole. Se for pra fazer avaliação eleitoral com o alto nível de fel e bílis, como as que tenho lido em algumas postagens, nem contem comigo. Prefiro deixar falando sozinho”, diz o líder do governo do PT, em possível resposta ao posicionamento do ex-governador Binho Marques.

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Destaque 7

Primeira-dama Michelle Bolsonaro usa bolsa fabricada no Juruá em casamento do enteado

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Depois da duquesa Meghan Markle, esposa do príncipe Harry, da Inglaterra, ser vista usando um tênis de látex fabricado com produto extraído por extrativistas do Acre, foi a vez da primeira-dama Michelle Bolsonaro, esposa do presidente Jair Bolsonaro, aparecer com um produto originário das “Terras de Galvez”.

O fato se deu na noite deste sábado, 25, durante o casamento de um dos filhos do presidente. Michelle escolheu uma bolsa de mão pequena, conhecida como Clutch. Totalmente artesanal, o acessório foi fabricado pelo artesão Maqueson Pereira da Silva, morador do município de Cruzeiro do Sul, região do Juruá.

Nas redes sociais, a secretária de Empreendedorismo e Turismo do Acre, Eliane Sinhasique, comemorou o feito: “artesanato acreano é o mais valioso do Brasil!” O artesanato local esteve em alta neste mês de maio, quando participou do 12º Salão de Artesanato, em Brasília.

A peça usada pela primeira-dama é apenas similar às que foram apresentadas no evento, já que todas as fabricações do artesão Maqueson são exclusivas. As clutches feitas em marchetaria custam, em média, R$ 1,5 mil.

Em Brasília, o Acre foi homenageado e ganhou o dois estandes para apresentar peças que contam a cultura, culinária, história e a arte do povo acreano.

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Destaque 7

Pouco comentada pelos acreanos, Igrejinha de Ferro é lembrada nas páginas de turismo

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Com o título “Turismo pelo Acre revela diversidade e história pela cultura brasileira”, o Diário On Line deste fim de semana destaca os pontos que merecem visitação na cidade de Rio Branco, como a Igrejinha de Ferro, que nem todos os acreanos já ouviram falar.

Ela está localizada no 4º BIS. Trata-se de uma igreja revestida de placas de aço, conhecida como Igrejinha de Ferro e , apesar do apelido, o nome oficial da paróquia é Igreja Nossa Senhora da Conceição e foi idealizada por Joaquim Victor, proprietário do seringal Bom Destino.

O seringueiro construiu a igreja após fazer uma promessa para que Plácido de Castro saísse vitorioso na Revolução Acreana, em 1903, quando o estado foi incorporado ao território brasileiro.

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