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“Tentar achar culpados pelos próprios infortúnios é atitude dos covardes”, diz Daniel Zen

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Aberta a temporada das indiretas dentro da FPA. Depois que o ex-governador Binho Marques (PT) usou as redes sociais para praticamente atribuir a derrota dos principais candidatos da coligação a uma distorção do projeto da Florestania durante a administração do governador Sebastião Viana, do PT, agora foi a vez de Daniel Zen usar o twitter para rebater os seus companheiros de partido que procuram culpados para o infortúnio da coligação nas eleições deste ano.

Demonstrando que não gostou das colocações de Binho Marques, Daniel Zen, o deputado que ocupa o cargo de líder do governo na Aleac, contra ataca: “O procedimento padrão pra quem toma uma ré eleitoral é, primeiro se perguntar: o que foi que eu fiz ou deixei de fazer que concorreu pra esse resultado desfavorável? Depois você vai analisar as externalidades. Ficar falando em traição dos outros.. Ah, véi. Para!”, enfatiza Zen em post no Twitter.

Usando o mesmo expediente de Binho, que não citou nomes, Daniel Zen, que foi eleito com as sobras, destaca que alguns líderes petistas estariam abrindo a temporada de caça aos culpados pela derrota do PT e da FPA nas eleições que marcou a volta dos partidos de direita ao poder com a maioria dos cargos. “Olhas para o espelho e se encarar, ninguém quer… Fácil apontar o dedo para o alheio”, reforça o petista numa defesa subliminar ao governador Sebastião Viana.

Elevando o tom das declarações contra os derrotados descontentes, Daniel Zen afirma que “tentar achar culpados pelos próprios infortúnios é atitude típica dos covardes e de má-índole. Se for pra fazer avaliação eleitoral com o alto nível de fel e bílis, como as que tenho lido em algumas postagens, nem contem comigo. Prefiro deixar falando sozinho”, diz o líder do governo do PT, em possível resposta ao posicionamento do ex-governador Binho Marques.

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Destaque 7

Rio Branco está entre 15 cidades “incríveis” para abrir negócios

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A Revista Digital Exame, da Editora Abril, publicou na noite desta terça-feria, 16, uma reportagem em que lista as 15 cidades incríveis e poucos conhecidas para abrir negócios no Brasil e, coloca o Acre em 12º colocação das 15 cidades, segundo mapeamento da Associação Brasileira de Startups, que mostra as regiões afastadas dos polos de inovação, mas que contam com uma forte comunidade de startups.

“Rio Branco, no Acre, possui 11 startups mapeadas pela ABStartups. A maioria atua nos setores de educação (27,27%) e de varejo e atacado; serviços profissionais, científicos ou técnicos; e recrutamento (9,09% cada). Alguns exemplos de negócios inovadores locais são Busca Peças, Lance Certo, Nativus Live e Royal Advice.

Rio Branco é palco de iniciativas como Negócios na Prática, Papo de Empreendedor, Sebrae Startup Day, Startup Weekend, StartupDay e StartupON Rio Branco. Alguns grupos da região são Amazonia Valley e Aquiri Valley. As instituições de ensino IFAC e ITEC oferecem incubadoras, enquanto o Sebrae lab UFAC oferece pré-aceleração e mentoria. A FabriQ é uma aceleradora presente em Rio Branco. Grandes empresas acreanas que se relacionam com a comunidade são, por exemplo, a telecom Cruzeirense, o negócio de consertos e peças automotivas Starmotors e os Supermercados Araújo”, defende Marcos Medeiros, gerente de comunidades da ABStartups e responsável pelo mapeamento.

ENTENDA O QUE É SATARTUPS- Muitas pessoas dizem que qualquer pequena empresa em seu período inicial pode ser considerada uma startup. Outros defendem que uma startup é uma empresa com custos de manutenção muito baixos, mas que consegue crescer rapidamente e gerar lucros cada vez maiores. Mas há uma definição mais atual, que parece satisfazer a diversos especialistas e investidores: uma startup é um grupo de pessoas à procura de um modelo de negócios repetível e escalável, trabalhando em condições de extrema incerteza.

O Brasil possui entre 10 e 15 mil startups – e muitas delas estão em lugares pouco conhecidos por sua inovação, mas muito promissores para quem procura abrir seu próprio empreendimento disruptivo em oceanos mais azuis.

A reportagem explica que a maioria das startups, é bem verdade, está nas metrópoles de que todos se lembram. Belo Horizonte, Florianópolis, São Paulo e Rio de Janeiro são alguns exemplos. Mas um mapeamento da Associação Brasileira de Startups (ABStartups) mostra que há comunidades de startups nascendo em áreas menos saturadas, e exemplo do Acre.

“Toda vez que fixamos os olhares para os grandes centros econômicos do país, deixamos de ver a quantidade de talentos, histórias e grandes cases de sucesso em outras regiões com menor visibilidade. É importante dar mais conexões e janelas para elas, pois assim esses ecossistemas se tornam mais fortes, dando mais suporte aos atuais negócios e inspirando empreendedores – favorecendo o surgimento de mais e melhores startups”, explica Marcos Medeiros, gerente de comunidades da ABStartups e responsável pelo mapeamento.

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Destaque 7

Associações denunciam cortes em banco de horas e redução de carros

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A pouco menos de três meses do fim do atual do governo, o que estava ruim pode ficar pior. Em plena crise na segurança pública e coincidentemente logo após uma disputa eleitoral, o comando da Polícia Militar do Acre resolveu reduzir a frota de veículos  e o chamado banco horas em 50% e ainda diminuir o abastecimento das viaturas. Já no Corpo de Bombeiros houve o corte integral do banco de horas. Nesta segunda-feira, 15, o presidente da Associação dos Militares do Acre, Joelson Dias, e o presidente da Associação dos Praças do Corpo de Bombeiros, Abrahão Carlos Púpio, se manifestaram contra a medida governo.

“O que nos preocupa é que essa medida do comando ela afete a prestação de serviço para a sociedade. A partir do momento que ele diminui a cota do combustível e os BH’s, são menos policiais militares que estarão prestando serviços para a sociedade. O que a gente espera é que além de ele poder fazer uma escala humanizada, ele não deixe a sociedade desguarnecida. É um processo delicado porque nós estamos com um processo muito defasado, como nós vínhamos falando há muito tempo”, disse o presidente da Associação dos Militares.

Abrahão Púpio, do Corpo de Bombeiros, afirmou em ofício ao comando da corporação que considera “tal interrupção, desplanejada, desrespeitosa com o profissional bombeiro militar, com as famílias, mas também com a sociedade usuária de nossos serviços. Em vista do baixo efetivo que possuímos, pouco mais de 500 (quinhentos) homens e mulheres para todo o Estado do Acre, a maior parte das nossas escalas de serviço são preenchidas com serviço no sistema de banco de horas”.

No mesmo ofício, ele compara os cortes ao trabalho escravo. “Inexistem razões para o Estado do Acre não pagar as horas trabalhadas. Não há trabalho escravo no Brasil. Seria afronta ao princípio da legalidade e da dignidade da pessoa humana. Trabalho escravo contemporâneo é o trabalho forçado que envolve restrições à liberdade do trabalhador, onde ele é obrigado a prestar um serviço, sem receber um pagamento ou receber um valor insuficiente para suas necessidades e em relação ao previamente pactuado (quebra do princípio da legalidade)”, diz.

O outro lado: o que dizem os comandos da PM e do Corpo de Bombeiros

O comandante da PM, coronel Marcos Kinpara, disse que ainda não há nada definido sobre os corte e reduções e acrescentou que “há muitos rumores sem veracidade”.

“Não foi nada definido ainda. Estamos verificando as contas, pois não podemos passar nossas pastas com débito, então temos ter responsabilidade.”

Por meio de sua assessoria de imprensa, o comandante do Corpo de Bombeiros, coronel Batista, argumentou que a suspensão ocorreu, como prevê a legislação, porque o limite com despesas do banco de horas alcançou neste mês de outubro o mesmo teto do ano passado. O benefício volta a partir de janeiro, segundo a assessoria.

“O banco de horas ele foi alterado pra quando o trabalho realizado é no final de semana e à noite. Isso aumentou de R$ 18 pra R$ 25 a hora. Com tudo isso, chegou nessa data do mês de outubro e foi gasto igual ao ano passado. E conforme a legislação, quando alcançar o mesmo valor do ano anterior não pode mais haver gastos com esse tipo de despesa. Isso foi o que gerou a suspensão. Nós já alcançamos agora em outubro o mesmo teto alcançado ano passado. Em relação às pessoas que já fizeram banco de horas antes dessa data, o comando está tratando com o governo pra que seja pago.”

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Bastidores da Câmara de Rio Branco fervem em torno da eleição

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Os bastidores da Câmara de Vereadores começaram a fervilhar em torno da eleição da Mesa Diretora que vai comandar a Casa nos próximos dois anos.

Três candidatos, a priori, se colocam à disposição: Antônio Morais (PT), Emerson Jarude (sem partido) e N. Lima (PSL). Rodrigo Forneck, também do PT, não descarta pôr seu nome na disputa.

O petista Antônio Morais começou a campanha pela presidência há mais tempo. Por isso, no momento, ele estaria em vantagem em relação aos seus adversários. Há quem diga que seria Morais o candidato da prefeita Socorro Neri.

Emerson Jarude, que se autoproclama de linha independente na Casa, embora com um viés oposicionista, colocou seu nome à disposição semana passada. Já N. Lima é o nome até aqui da oposição. Tanto o militar da reserva como Jarude tem apoio dos vereadores oposicionistas da Casa, que são seis dos 17. “Vou com a oposição ou independência. Se houver composição estarei com o Jarude senão houver e a oposição lançar um candidato voto na oposição”, diz o líder da oposição na Câmara, Roberto Duarte (MDB).

Forneck, que meses atrás negava qualquer interesse em disputar a presidência, atualmente não descarta a possibilidade. Mamed Dankar, também do PT, chegou ser convidado por alguns dos pares, mas revelou não ter interesse.

A eleição da Mesa Diretora, em especial dos dois principais cargos da Câmara, passa, tradicionalmente, por uma forte articulação do líder da prefeita, no caso o vereador Eduardo Farias (PCdoB).

O comunista garante que a base ainda não tem questão fechada. “Estamos considerando todos os nomes postos até aqui.
Temos na base candidatos a presidente e a primeiro secretário. A prefeita está com o mesmo posicionamento da base, ou seja, dialogar até chegarmos ao consenso da melhor Mesa pra o momento, sempre levando em conta a nossa unidade.
Temos até dezembro pra decidir, não precisamos de pressa ou açodamento”, diz Farias.

São necessários nove votos para um vereador ser eleito para um cargo da Mesa. A base tem 11 dos 17. Farias está seguro de que haverá consenso inclusive com votos da oposição. O comunista talvez não conte com eventuais discordâncias de Railson Correia (Podemos) e Raimundo Neném (PHS).

Não será fácil convencer os dois parlamentares apenas com a argumentação de que há necessidade de consenso ou unidade, embora ambos sejam ligados a Antônio Morais e formem com o vereador do PT o tal “trio do fundão” do plenário.

“O PHS hoje é a segunda maior bancada da base da prefeita, por isso não abrimos mão da primeira secretaria. Sobre o presidente ainda estamos em conversas”, endurece Raimundo Neném (PHS).

O discurso de Neném conflitua com o interesse do PSB, partido de Socorro Neri, em indicar o vereador Artêmio Costa para o cargo de secretário do parlamento mirim.

Railson Correia não engole qualquer possível imposição que chegue com cara de consenso. “Eu só acho que para quem tem a pretensão de ser a candidato à presidência como também aos demais espaços, o melhor caminho primeiro é construir com os seus pares, construir primeiro por dentro”, diz.

Já Artêmio, cotado para assumir a secretaria da Mesa, parece não está disposto a entrar em colisão por causa do cargo. “Existem muitos outros nomes excelentes na base que estão se colocando para a primeira secretaria e que estamos discutindo internamente.

Mamed Dankar já manifestou seu apoio ao correligionário Antônio Morais. “Há tempos me comprometi em votar no Morais, caso ele mantenha sua candidatura.”

O atual presidente da Câmara Municipal, vereador Manuel Marcos (PRB), eleito deputado federal, diz que segue o projeto da Frente Popular. “Fui eleito e virei presidente em um projeto de unidade e vou seguir esse consenso por questão de lealdade”, conclui.

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