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Investigação do GAECO revela que rombo na Emurb foi superior a R$ 13 milhões

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Como parte da terceira fase da “Operação Midas”, a Justiça recebeu do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), mais uma denúncia relativa ao esquema de desvio de recursos públicos na Empresa Municipal de Urbanização de Rio Branco (Emurb).

A “Operação Midas” revelou um esquema fraudulento envolvendo servidores públicos e empresários, a partir da utilização de notas fiscais frias e contratos falsos para justificar o pagamento por serviços não realizados e insumos que não eram entregues. Até a segunda fase, foram constatados mais de 7 milhões de reais de verbas públicas desviadas.

Com a nova denúncia realizada pelo MPAC, onde foi constatado um desvio de mais 6,2 milhões de reais, a soma do valor desviado já ultrapassa 13 milhões de reais.

Em sua terceira etapa, as investigações conduzidas pelo Gaeco apuraram os crimes praticados pelo chamado núcleo de medições, envolvendo a execução fraudulenta de contratos de locação de caminhões basculantes fictícios, sem a correspondente contraprestação. O núcleo era integrado por membros da Diretoria Executiva, além das chefias das Divisões de Transporte, Custos e Controle, e Divisão Administrativa.

Medidas cautelares

Após decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que concedeu liberdade e o cumprimento de medidas cautelares a 15 dos 18 denunciados – incluindo Jackson Marinheiro, ex-diretor-presidente da Emurb e apontado como chefe da organização criminosa -, o MPAC requisitou, por razões de equidade, a aplicação de medidas cautelares diversas da prisão também aos outros três acusados de participação no esquema.

No pedido, os promotores do Gaeco ressaltam que, embora o MPAC resguarde o firme entendimento de que as prisões preventivas deveriam ter sido mantidas e inclusive aplicadas aos três denunciados em questão, “não parece razoável a aplicação de prisão preventiva para quem não tem o mesmo nível de implicação criminal e de atuação na organização criminosa”.

Em sua decisão, o juiz de Direito Danniel Bomfim decretou aos denunciados, em substituição à prisão, o comparecimento mensal em juízo para informar e justificar suas atividades; proibição de acesso a qualquer órgão da Administração Pública Municipal de Rio Branco; proibição de manter contato com os demais corréus e qualquer pessoa relacionada aos fatos objeto da investigação e ação penal; proibição de ausentar-se da comarca e do país, mediante entrega de passaporte; além da suspensão do exercício da função ou atividade econômica.

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Cotidiano

Porta-voz de Sebastião diz que Gladson desconsidera órgãos ao propor auditoria

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O porta-voz do Governo, Leonildo Rosas, criticou em sua página no Facebook nesta terça-feira, 16, a proposta do governador eleito Gladson Cameli (Progressistas) de promover uma auditoria nas contas do Estado. Para o porta-voz, Cameli desconsidera os órgãos de controle como os Tribunais de Contas do Estado e da União.

“Triste daquele que começa a jornada olhando para trás. Tem tudo para não chegar ao destino pretendido. Vejo gente dizendo que, no início de janeiro, irá contratar auditoria externa para ver as contas do governo. Nada contra, pois quem não deve, não teme. Estranho é desconsiderar os órgãos de controle, como TCE e TCU. Como disse o candidato eleito: – A partir de janeiro a responsabilidade será comigo. Não olharei para trás…”. Sei…”, diz.

A proposta de auditoria foi exposta por Cameli durante toda a campanha eleitoral sob a justificativa de que o Estado não tem qualquer transparência sobre os gastos com pessoal, manutenção e estrutura das secretarias.

Procurada pela reportagem, a Assessoria de Imprensa de Gladson Cameli informou que ele está focado no exercício do seu mandato em Brasília como senador da República e, nas demais pautas do estado, ocupado com os trabalhos da sua equipe de transição de governo.

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Cotidiano

Polícia Militar apreende arma de fogo com a sigla “CV” no município de Sena Madureira

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Uma escopeta foi apreendida pela Polícia Militar em Sena Madureira, na tarde da segunda-feira, dia 15. Os trabalhos de ronda e fiscalização estão sendo intensificados. A arma localizada tinha a sigla “CV” [que quer dizer Comando Vermelho] estampada no cabo, o que reforça a força de fogo que a organização detém.

Segundo a polícia, a invasão da Xiburema é um dos locais mais temidos em Sena Madureira, onde já foram registrados vários tiroteios. Constantemente os próprios moradores relatam que os infratores andam armados, colocando medo na comunidade. Situação que preocupa as autoridades. As informações são do site Sena Online.

O major Casagrande, comandante da Polícia Militar na região, disse que a polícia sempre faz rondas no Bairro, mas pediu também o apoio da comunidade. “É importante que os moradores façam denúncias ao 190, não precisa se identificar. Quando verem alguém armado nas Ruas nos comunique imediatamente que iremos tomar as providências”, comentou.

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Cotidiano

Ao debater sobre Haddad, petista provoca: “o vereador N. Lima não tomou o Rivotril dele”

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A disputa entre Jair Bolsonaro e Fernando Haddad pela Presidência da República no segundo turno das eleições foi tema mais uma vez de um debate ríspido entre os vereadores N. Lima, apoiador do militar, e Rodrigo Forneck, cabo eleitoral do petista.

O primeiro a falar foi N. Lima. Ele fez uma relação entre as opções política e religiosa de Haddad e sua vice, a comunista Manuela d’Ávila, que compareceram a uma missa católica em homenagem a Nossa Senhora Aparecida no dia 12 passado e receberam a hóstia sagrada. Quase aos gritos, o vereador considerou um absurdo a participação de ambos na eucaristia por seus posicionamentos contra a família tradicional e a favor do aborto.

Após o discurso de N. Lima, Rodrigo Forneck subiu à tribuna da Casa para dizer que seu adversário é mentiroso e ainda ironizou: “Certamente o vereador N. Lima não tomou o Rivotril dele. Quero pedir desculpas aos presentes. Calma, vereador, calma. Não entre em desespero. Você é mentiroso como seu candidato”.

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