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Após nova derrota, Bocalom agradece votos e afirma que vai continuar na política

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Mesmo com as sucessivas derrotas em disputas majoritárias e o recente fracasso nas eleições deste ano, quando foi candidato a deputado federal, o ex-prefeito de Acrelândia, Tião Bocalom (PSL) não abandonará a política e promete continuar “trabalhando como sempre fiz, por um Acre mais justo com teu Povo”.

Com uma candidatura praticamente sem estrutura financeira, Bocalom conquistou 21.872, votação superior a de um dos deputados federais eleitos que chegou ao cargo com pouco mais de sete mil votos. Bocalom não ficou com uma das oito cadeiras do Acre na Câmara de Deputados por falta de legenda.

O candidato derrotado divulgou uma nota de agradecimento aos eleitores acreanos, destacando que os votos que recebeu foram dados ao projeto que sempre defendeu “e ao respeito que sempre tiveram com a minha pessoa”. Bocalom agradeceu ainda o trabalho voluntário de seus apoiadores.

Bocalom deixa claro em sua nota que vai se empenhar na campanha de segundo turno de Jair Bolsonaro, candidato à Presidência da República pelo seu partido. “Agradeço de forma especial, à minha família, por me apoiar nessa jornada e pela paciência de suportar minha ausência durante o período de campanha”.

Ao final da nota, Tião Bocalom afirma que “embora não tenha sido eleito, apesar de tantos votos, continuarei trabalhando como sempre fiz, por um Acre mais justo com teu Povo”, sinalizando que poderá voltar as disputas eleitorais nas eleições municipais de 2020, tentando se eleger prefeito de Rio Branco.

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Cidades

Veto a piso de agentes de saúde é derrubado

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Na primeira sessão do Congresso após o primeiro turno das eleições, senadores e deputados comemoraram hoje (17) a derrubada do veto (VET 32/2018) do presidente da República ao piso salarial dos agentes comunitários de saúde e de combate às endemias.

A remuneração nacional estava prevista no projeto de conversão oriundo da Medida Provisória (MPV) 827/2018, aprovada em julho pelo Congresso.

À época, o presidente Michel Temer sancionou a nova regulamentação profissional da categoria, mas vetou os seis pontos do texto que tratavam do reajuste com a justificativa de que matéria aprovada pelo Congresso Nacional criava despesas obrigatórias sem estimativa de impacto orçamentário.

O texto aprovado pelo Congresso fixa a remuneração em R$ 1.250 a partir de 2019. Os agentes receberão R$ 1.400 em 2020 e R$ 1.550 em 2021.

A partir de 2022, o piso será reajustado anualmente em percentual definido na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Parlamentares se revezaram hoje na tribuna com discursos de que a derrubada do veto significa justiça aos agentes de saúde.

O texto será promulgado nos próximos dias pelo presidente do Congresso, Eunício Oliveira (MDB-CE).

Esse foi o único veto apreciado nesta quarta-feira. Com o quórum baixo, parlamentares de vários partidos entraram em obstrução e forçaram o encerramento da sessão.

A medida foi tomada para que os outros 15 vetos previstos para hoje, que não têm tanto consenso quanto o dos agentes comunitários, não corressem risco de não serem derrubados.

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Cidades

Simulacro de metralhadora é apreendido

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A Polícia Civil apreendeu um simulacro de uma submetralhadora no bairro da Cohab, em Cruzeiro do Sul, após uma denúncia de que no local estaria acontecendo uma festa de membros de facção. A polícia agiu rápido para não perder o bote que daria nos criminosos.

O delegado Luis Tonini disse que a polícia já tinha invadido outra comemoração desse grupo criminoso no final de semana. “Conseguimos adentrar outra comemoração deles no sábado e na segunda eles continuaram a festa, diante da informação estivemos no local e fizemos a apreensão dos mesmos”, afirmou.

Com a continuidade das investigações, a polícia descobriu a existência do simulacro que foi apreendido juntamente com um menor. “Continuamos as investigações e conseguimos localizar esse simulacro e recolhe-lo”, afirmou.

O simulacro era utilizado para realizar crimes e intimidar membros de facções rivais e até as forças de segurança. “Eles utilizavam essa arma para cometer assaltos e intimidar, uma vez que se parece muito com uma arma verdadeira e pode ser entendida facilmente como tal”, afirmou.

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Cidades

MPAC debate economia de recursos

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Com a proposta de implementar práticas de sustentabilidade na administração pública, visando à proteção do meio ambiente e à economia de recursos públicos, o Ministério do Meio Ambiente (MMA) e o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) promovem cursos nas cinco regiões do país. Nesta segunda-feira (15), o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) sediou o evento na capital, Rio Branco. A capacitação estende-se até terça (16).

Trata-se do Curso de Sustentabilidade na Administração Pública (Agenda A3P), ministrado pelo instrutor do Pnuma, professor doutor Manoel Alves da Silva. A capacitação reuniu gestores públicos no âmbito municipal, estadual e federal, técnicos do Meio Ambiente, de Finanças, Administração, Recursos Humanos, Educação, Saúde etc. Também participaram, representantes do Legislativo e do Judiciário, além de membros e servidores do MPAC.

A solenidade de abertura foi realizada pelo procurador-geral em exercício, Sammy Barbosa Lopes; e pela coordenadora do Centro de Apoio Operacional de Defesa do Meio Ambiente, Patrimônio Histórico e Cultural, Habitação e Urbanismo, procuradora Rita de Cássia Nogueira Lima, que encabeça a iniciativa no estado.

“É um tema atual e necessário nesse tempo contraditório em que vivemos, onde se fala bastante em sustentabilidade, biodiversidade, mas em várias partes do mundo e até do Brasil existem populações que não possuem mais acesso à água potável, onde o ar não é o mais recomendável, e são bens indispensáveis à sobrevivência humana”, disse Sammy Barbosa.

Na ocasião, Rita de Cássia agradeceu ao Ministério do Meio Ambiente e ao Pnuma pela oportunidade de realizar o curso no MPAC; e à procuradora-geral de Justiça, Kátia Rejane de Araújo Rodrigues, por aceitar a proposta de tornar o MPAC sede do evento. Em decorrência de uma agenda institucional fora do estado, a PGJ não se fez presente na ocasião.

“A data de hoje, dia do educador ambiental, não poderia ser mais significativa, para sermos capacitados quanto ao bom emprego social e econômico dos recursos públicos e ao combate ao desperdício, pois o educador ambiental tem esse papel de promover a conscientização da sociedade, visando à mudança de atitude”, destaca Rita de Cássia.

Em pauta, a qualidade de vida no ambiente de trabalho e a sensibilização dos agentes públicos, mediante uma análise do ciclo de vida. Dessa forma, temas como Gerenciamento de projetos, Construções Sustentáveis, Eficiência Energética e no uso da água e gestão de resíduos (Plano de Gerenciamento) e licitações sustentáveis, foram alguns dos temas discutidos.

“Abordamos desde a questão da construção sustentável à qualidade de vida e o papel da administração pública, enquanto ente que produz resíduos e gera riqueza, que é fundamental para a sustentabilidade”, explica Manoel Alves da Silva.

Assim, a realização do curso vem com uma proposta de ajudar a garantir um país sustentável, com qualidade de vida para a população, em um momento em que o mundo passa por um processo de urbanização onde as áreas verdes estão diminuindo.

“Temos cidades sem saneamento básico, sem água potável, esgoto sanitário, drenagem de águas pluviais. Isso significa ter cidades da idade média com doenças do século passado”, ressalta o instrutor.

É aí que, segundo ele, as instituições públicas possuem um papel crucial na garantia do cumprimento das políticas nacionais de meio ambiente, despontando como um exemplo, antes de cobrar uma postura sustentável da população.

“Queremos ensinar para a população práticas de sustentabilidade, mas é fundamental que nós, primeiro, cumpramos, por meio de medidas internas, como a diminuição da quantidade de copos descartáveis, subtração de consumo de energia, construções sustentáveis com mais áreas verdes, e o devido tratamento de resíduos das obras da própria Administração Pública”.

A capacitação é parte de um programa da Organização das Nações Unidas (ONU) para o Meio Ambiente, e de um conjunto de capacitações da ‘Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P)’, que é um programa do Ministério do Meio Ambiente para estimular órgãos públicos do país a implementarem práticas de sustentabilidade.

André Ricardo – Agência de Notícias do MPAC

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