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Enem faz o Governo Federal adiar início do horário de verão

Relógios devem ser adiantados em 60 minutos somente a partir de 18 de novembro

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O Governo Federal alterou, mais uma vez, a data de início do horário de verão, que passa a vigorar em 18 de novembro. A iniciativa visa atender o pedido do Ministério da Educação (MEC), realizado no final de setembro, uma vez que o ajuste dos relógios estava previsto para 04 de novembro, data do primeiro dia de provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018.

A solicitação foi realizada para evitar possíveis transtornos aos participantes: comparecimento ao local de prova depois do horário determinado além de, por questões de logística, aplicar o exame em municípios da região Norte do Brasil. Nestes casos, existem locais que ficariam com até 3 horas de atraso em relação ao horário de Brasília, que define o início e encerramento do exame.

Com a alteração, o horário de verão terá duração 91 dias – 35 a menos em relação ao período de 2017 e 2018, uma vez que a data de encerramento permanecerá igual: 16 de fevereiro de 2019.

Adiado novamente

Esta não foi a primeira vez que o adiamento aconteceu. Em 2017, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) havia solicitado a alteração da data, prevista para o terceiro domingo de outubro, a fim de evitar interferências em um possível segundo turno das Eleições Gerais 2018 do país.

Saiba mais: como as eleições podem ser abordadas no Enem 2018

Posteriormente, em 15 de dezembro de 2017, o Governo Federal editou o Decreto nº 9.242, onde sinalizou que “fica instituída a hora de verão, a partir de zero hora do primeiro domingo do mês de novembro de cada ano, até zero hora do terceiro domingo do mês de fevereiro do ano subsequente, em parte do território nacional, adiantada em sessenta minutos em relação à hora legal”.

Para que serve o Enem?

O Enem é uma das principais portas de entrada do participante nas instituições de ensino superior do Brasil. Uma nota do Enem satisfatória permite o ingresso em IES públicas, por meio do Sistema de Seleção Unificada (SiSU); viabiliza a aquisição de bolsas de estudo em instituições privadas, através do Programa Universidade para Todos (Prouni) e viabiliza a contratação de financiamentos (empréstimos) educacionais, como é o caso do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Estudantes brasileiros também podem usar a nota do Enem para estudar em Portugal. A possibilidade existe desde 2014, quando o MEC firmou convênios interinstitucionais com o governo português. Segundo o órgão brasileiro, mais de 1,2 mil estudantes brasileiros haviam utilizado o exame para cursar a graduação que, hoje, já inclui mais de 30 instituições portuguesas parceiras.

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Cotidiano

Secretaria de educação de Rio Branco lamenta morte de filha de diretora de ensino

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A secretaria de educação do município de Rio Branco emitiu uma nota de pesar no início da noite desta segunda-feira, 24, pelo precoce falecimento da pequena Duda, filha da Diretora de Ensino, professora Gleice Souza e do professor Maxilane, Coordenador Pedagógico da escola Anice Dib Jatene.

De acordo com o secretário municipal de educação, Moisés Diniz, a criança tinha deficiências múltiplas, incluindo autismo, mas ainda assim levava uma vida escolar ativa e alegre. Para os profissionais da educação, Duda era um verdadeiro símbolo de superação.

O velório ocorre na Capela São Francisco e o sepultamento está marcado para esta terça-feira, 25, às 8 horas, no cemitério São João Batista.

“A família SEME se solidariza com a nossa Diretora de Ensino, professora Gleice Souza, e seus familiares e entrega sua dor e sua fé nas mãos do Criador”, solidarizou-se a secretaria, em nota.

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Extra Total

Rocha deixa Mara isolada e diz “que não há nenhum rompimento” com Gladson

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O vice-governador Major Rocha (PSDB) se pronunciou na noite desta segunda-feira, 24, pela primeira vez, após a polêmica envolvendo a sua irmã, a deputada federal Mara Rocha (PSDB) que teria afirmado a correligionários tucanos que deixaria a base do governo do Acre em Brasília caso o governador Gladson Cameli (Progressistas) não exonerasse o secretário de Agricultura e Pecuária, Paulo Wadt. Em resposta, Cameli afirmou que não aceitaria pressão da parlamentar e anunciou que faria uma intervenção da Segurança Pública, o que não ocorreu conforme declarou ao ac24horas antes de iniciar expediente no Palácio Rio Branco. O governador voltou atrás em sua decisão de declarou que a Segurança continua sob o comando de Rocha.

Tentando pôr panos quentes na crise criada entre o governador e a deputada, Rocha pode ter decretado uma ruptura familiar ao afirmar que da parte dele não existe nenhum rompimento com Gladson. “De minha parte quero deixar claro que não há nenhum rompimento com o Governador Gladson Cameli. Entendo que a aliança que constituímos no período pré-eleitoral foi pelo Acre e por isso abri mão de disputar outro cargo. Tenho maturidade suficiente para não embarcar em crises inexistentes. Em crises fabricadas para criar fatos, desgastar o governo e atrapalhar o Acre. Não vou cair nas armadilhas desses que veem nas crises artificiais uma forma de me atacar ou atacar o governo. Não percam seu tempo, não vou me pautar por aqueles que torcem para o quanto pior melhor”, disse Rocha em sua página no facebook.

Ainda em seu comunicado nas redes sociais, o vice-governador deixou a função de coordenar a segurança pública a disposição de Cameli, “caso ele queira rever esse acordo”.

“Não há de minha parte qualquer intenção de brigar para continuar ou não respondendo pela Segurança, não tenho vaidade, quero apenas ajudar. Até hoje fiz tudo aquilo que estava ao meu alcance para devolver a tranquilidade as acreanos. Lembro que assumimos o governo com o Acre figurando em 2° lugar no ranking dos estados mais violentos do Brasil, razão pela qual optei por indicar apenas profissionais da área da segurança pública, sem nenhuma relação ou atrelamento a partido político. Talvez esse não seja o critério mais usual, ainda assim acredito que esse seja um dos muitos motivos para estarmos avançando nessa área. Continuo apostando que vamos vencer essa onda de violência, prova disso é que, mesmo tendo direito, decidi dispensar a utilização de seguranças para mim e meus familiares”, disse Rocha, que em nenhum momento cita o nome de sua irmã, Mara Rocha.

“Quero reforçar que em razão do critério acima exposto e em razão do acordo construído antes da eleição não indiquei nenhum filiado do PSDB ou de qualquer outro partido para ocupar cargos na Segurança Pública. Quem me acompanha sabe que nunca briguei por cargos. Aliás, nos poucos meses que fiz parte do governo Temer, publicamente abri mão de indicar filiados amigos ou parentes. Para quem quiser conferir, basta olhar as nomeações de cargos comissionados no governo do Estado para constatar que não tenho nenhum parente entre as mesmas. Logo, não sou eu ou minha família que estamos pressionando quem quer que seja por cargos”, disse.

Rocha afirmou ainda que espera que todas as demandas do PSDB sejam acolhidas pelo governo. “Com relação ao PSDB, partido que tem a Deputada Federal mais votada, dois Deputados Estaduais e militantes em todos os municípios, entendo que as coisas estão caminhando e em breve teremos boa parte das nossas pautas acolhidas. De resto, continuarei empenhando meus esforços para ajudar a melhorar a vida do nosso povo e sei que o governador Gladson Cameli também tem o mesmo objetivo”, finalizou.

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