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Jair Bolsonaro deixa UTI e vai para unidade semi-intensiva

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O candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) foi transferido na manhã de hoje (16) para uma unidade de cuidados semi-intensivos, segundo boletim divulgado pelo Hospital Israelita Albert Einstein. Ele recebeu alta da Unidade de Terapia Intensiva (UTI), onde estava desde a última quarta-feira (12), quando foi submetido a uma cirurgia de emergênciapara tratar uma aderência que obstruía o intestino delgado.

De acordo com o comunicado, a evolução de Bolsonaro é boa e ele continua sem febre. A alimentação ainda está sendo feita por via endovenosa. O candidato está sendo submetido a medidas de prevenção de trombose e fisioterapia respiratória e motora.

Bolsonaro sofreu uma facada durante um ato de campanha no último dia 6,  em Juiz de Fora (MG) . Após ter sido atendido na Santa Casa da cidade, onde chegou a passar por uma primeira cirurgia, ele foi transferido, a pedido da família, para o Hospital Albert Einstein, na capital paulista, na manhã do dia 7.

Uma nova foto do candidato foi postada no Twitter dele. Na imagem, Bolsonaro aparece na penumbra com as pernas cruzadas e usando a roupa do Hospital Albert Einstein.

Investigações

As investigações sobre o caso são mantidas em sigilo e seguem duas frentes. Na primeira, o agressor teria agido por motivações pessoais, e, na segunda, haveria conexões, com participação de outras pessoas.

Nas investigações, a primeira linha se baseia na apuração de que Adélio Bispo, o agressor confesso, cometeu a ação motivado por questões políticas e religiosas. Quatro telefones celulares e um laptop dele são analisados pelos policiais. Há também informações sobre a existência de um cartão de crédito internacional.

A segunda linha de investigações considera as demais possibilidades: participação de mais pessoais no ato e suspeitas diferentes das alegadas por Adélio nos seus depoimentos à polícia.

Há ainda a possibilidade de a Polícia Civil de Minas Gerais assumir o comando das investigações em substituição à Polícia Federal. Um promotor de Juiz de Fora, onde ocorreu o crime, pediu ao Tribunal de Justiça de Minas Gerais que a questão seja avaliada.

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“A minha caneta está sem tinta”, diz Rocha no comando do Acre

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Com a ausência do governador do Acre Gladson Cameli (Progressistas) até a noite desta terça, 22, o comando do Estado vem sendo exercido pelo vice, Major Rocha (PSDB), desde o último sábado (19). O tucano, ao que tudo indica, vem apenas esquentando a cadeira de Gladson enquanto ele cumpre a agenda em Brasília.

Desde ontem o Diário Oficial não traz nenhum ato assinado pela governadoria ante a ausência do titular do cargo. Decretos com novas nomeações, atos de gestão, cessão de servidor, medidas de austeridade, todos estes atos palacianos parecem ficar praticamente paralisados quando Gladson Cameli não se encontra por terras acreanas.

A minha caneta está sem tinta”, diz o vice. A afirmação não é sobre o esvaziamento de suas atribuições enquanto no exercício de governador. A resposta foi dada quando perguntado sobre se já havia demitido os secretários, prática que era recorrente na política do Acre da década de 1990.

Mas a resposta do tucano pode, sim, cair como uma luva diante da perda de poder quando no comando temporário do governo. A situação chama a atenção quando se comparada com as gestões petistas.

Na ausência de Sebastião Viana (PT) em agendas fora do estado, era comum a sua vice, Nazareth Araújo (PT), assinar pequenos atos administrativos para não comprometer o andamento da gestão.

Desde o início do novo governo, em 1º de janeiro, Rocha assumiu o Palácio Rio Branco em duas ocasiões, sendo essa a mais longa. Em nenhuma delas a caneta tucana pode desfrutar de deslizar pelos papéis oficiais do poder.

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Iapen demite dois agentes e determina afastamento de outros

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O Instituto de Administração Penitenciária do Acre demitiu nesta segunda-feira, 21, os agentes penitenciários Marivaldo Vitor da Silva e Josimar dos Santos Ferreira. A portaria de demissão dos Agepens consta no Diário Oficial e é assinada pelo diretor-presidente Lucas Bolzoni.

De acordo com apuração de ac24horas, Marivaldo Vitor da Silva, preso em fevereiro de 2018 ao tentar entrar no Presídio de Segurança Máxima Antônio Amaro, em Rio Branco, com munição de uso restrito. As investigações apontaram que Marivaldo possuía envolvimento com uma facção criminosa, tendo sido encontradas cartas com pedidos de presos, que teriam tido os materiais solicitados entregues pelo agente, que integrava a turma de servidores do ano de 2012.

Já Josimar foi preso em julho de 2017 após deixar dois celulares na ventilação de uma das celas da unidade prisional Evaristo de Morais, em Sena Madureira. O delegado que investigou o caso, Marcos Frank, informou que o agente confessou o crime e afirmou que estava sendo ameaçado pelos presos. Ele também foi condenado pela justiça, o que ocasionou sua demissão.

Além das portarias de demissões, foram publicadas no diário oficial também 4 portarias investigando agentes penitenciários que no documento tiveram apenas suas iniciais divulgadas. Esses agentes também foram afastados de suas funções pelo prazo de até 60 dias, até o fechamento de processo administrativo.

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Dívida trabalhista do governo do Acre supera R$ 100 milhões

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O governo Gladson Cameli (Progressistas) terá que desembolsar ao longo dos próximos quatro anos mais de R$ 100 milhões para quitar dívidas relacionadas a direitos trabalhistas não pagos pelas gestões anteriores, e cujo acúmulo compromete a capacidade de investimentos do estado. Este é o valor preliminar levantado pela Secretaria de Gestão Administrativa (SGA), responsável pelo gerenciamento da mão-de-obra do Executivo.

O montante é referente ao pagamento de indenizações, promoções, rescisões contratuais, horas-extras e plantões, “São vários débitos que foram deixados pelo governo anterior que, juntos, somam mais de R$ 100 milhões apenas com o servidor público”, diz a secretária Maria Alice Araújo (Gestão Administrativa).

Essa dívida se somará às que ainda estão sendo levantadas por cada secretaria, o que deixará o Orçamento de 2019 ainda mais comprometido, sobrando pouca margem para se aplicar em obra de infraestrutura, por exemplo. As verbas para investimentos terão que vir quase toda de transferências federais por meio de convênios e também das emendas parlamentares.

A folha de pagamento do funcionalismo é o maior peso na conta do Palácio Rio Branco. Cálculos realizados pela Secretaria da Fazenda apontam que em 2019 os contracheques dos servidores vão somar, mensalmente, R$ 230 milhões. A esse valor acrescentam-se os R$ 40 milhões que o Tesouro Estadual transfere para o Acreprevidência cobrir o déficit com as aposentadorias e pensões.

A dívida com o não pagamento do 13º pelo antecessor Sebastião Viana (PT) é um elemento que não estava previsto nas planilhas da gestão progressista. A quitação do débito da segunda parcela do benefício terá um impacto de R$ 70 milhões nas finanças estaduais.

Outro peso são as transferências para os demais Poderes (Judiciário, Legislativo, Ministério Público, Defensoria Pública e Tribunal de Contas), que ficam em quase R$ 50 milhões.

Um dos problemas a ser enfrentado pelo novo governo é com os prestadores de serviços e fornecedores. A SGA constatou que contratos importantes, cuja ausência de execução impacta diretamente nos serviços ao cidadão, não tiveram os valores empenhados pelo governo anterior.

“A rigor, esses contratos deveriam ser empenhados e colocados em restos a pagar. Alguns fornecedores, alguns contratos, os valores de novembro e dezembro não foram empenhados. O não pagamento impacta nos serviços prestados à população”, afirma Maria Alice.

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