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Ao lado de Sebastião, Marcus Viana cumpre agenda no Juruá este fim de semana

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O candidato da Frente Popular ao governo do Acre, Marcus Alexandre Viana (PT) cumpre neste sábado e domingo agenda de campanha nos municípios do Vale do Juruá.

A agenda conta com a participação do governador Sebastião Viana (PT), que passou a ter atuação mais ativa para fazer de Marcus seu sucessor no Palácio Rio Branco.

No sábado, em Cruzeiro do Sul, o petista participou de passeata pelas principais ruas centrais e dos bairros da cidade pedindo voto para Marcus Viana.

Na vizinha cidade de Maneio Lima, a campanha de Marcus Viana foi marcada por uma motocicleata que passou pelas ruas principais da cidade.

Em Rodrigues Alves, no início da noite, a agenda do candidato foi encerrada com um comício. Ele tem andado sempre acompanhado de seus candidatos ao Senado Jorge Viana ( PT) e Ney Amorim (PT).

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Acre 01

Casal encontrado morto no interior do Acre estava em processo de separação

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O casal de agricultores Nelson Luiz Bello e Deusilene Vieira, encontrados mortos em sua residência localizada no Ramal Cumaru, na cidade de Acrelândia, distante cerca de 102 km da capital Rio Branco, nesta segunda-feira, 21, estavam em processo de separação. A informação foi confirmada pelo delegado da cidade, Samuel Mendes.

Durante o depoimento de testemunhas e familiares, o delegado apurou que o casal estavam em processo de separação. “Parece que eles haviam conversado sobre a situação na noite anterior, no domingo. A esposa teria informado que iria embora no dia seguinte para a cidade de Plácido de Castro. Quando chegou o dia, o agricultor matou a esposa no banheiro, com tiro, e depois tirou a própria a vida com um tiro na cabeça”, explicou o delegado.

As autoridades policiais do município informaram que será aberto inquérito policial para averiguar de forma minuciosa as circunstâncias do crime. Na cidade circulava a informação que o agricultor sofria de depressão. O casal era pai de uma jovem de 15 anos que morreu após se jogar em frente de um carro na BR-364, em setembro de 2018.

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Acre 01

Presidente do PSL, Pedro Valério, nega fisiologismo e reafirma apoio a Bittar

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O presidente do PSL no Acre, empresário Pedro Valério, afirmou em nota enviada ao ac24horas que o partido não briga por cargos em nenhuma esfera do poder público. “Não compactuamos com fisiologismos”. Porém, pelo fato da sigla ter vencido a eleição com o presidente Bolsonaro, tendo que governar o Brasil pelos próximos quatro anos o PSL está no direito de indicar nomes ilibados com aptidão técnica e política para as funções.

Sobre a participação do senador eleito Márcio Bittar no apoio ao PSL, Valério disse que, “o Márcio é um aliado ideológico que teve o nosso apoio bem como do próprio presidente Bolsonaro quando esteve no Acre”. Afirmou também que Bittar é grato ao coronel Ulisses e ao PSL e que essa “aliança ideológica, liberal-conservadora vai continuar independente das críticas internas e externas ao partido”.

LEIA MAIS: Coronel Ulisses e Márcio Bittar lutam juntos em Brasília pelos cargos federais no Acre

Dar ao PSL o direito de indicar os cargos no Acre, segundo a nota do partido, é a garantia ao presidente Bolsonaro de que, “nenhum petista ou comunista vai ocupar esses cargos que, em regra, usam o poder para coagir, perseguir e praticar corrupção.

Sobre a possibilidade de outros partidos como PP, MDB, PSD, DEM e o PSDB indicarem cargos federais, ele lembrou que Jair Bolsonaro reiterou bastante que a política do “toma-lá-dá-cá” com o Congresso que levou o Brasil ao fundo do poço acabou. “Apoio político em troca de cargos é coisa do passado”, diz a nota.

Ao mesmo tempo, em aparente contradição, a nota diz que, “os parlamentares federais podem fazer pleitos também e que caberá a articulação política do governo federal decidir quem indicará os cargos: se o PSL ou os políticos que apoiarão Jair Bolsonaro na Câmara e no Senado.

BOCALOM REJEITA O INCRA

O ac24horas apurou que a indicação do ex-prefeito Tião Bocalom, fundador do PSL no Acre, para dirigir o Instituto de Colonização e Reforma Agrária (Incra) não foi aceita por ele. Além do salário ser irrisório, o Incra não tem mais a estrutura que o tornou uma instituição poderosa em todo o país. Bocalom aguarda o desfecho do caso Manoel Marcos acreditando que a vaga de deputado federal será sua, já que obteve mais de 20 mil votos na última eleição.

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Acre 01

Governo do Acre pagará salário de servidores públicos a cada último dia útil do mês

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O governo Gladson Cameli (Progressistas) manterá o cronograma de pagar os salários de todos os servidores do Poder Executivo – ativos e aposentados – apenas no último dia útil dos próximos meses, a começar agora por janeiro. Essa é a única forma encontrada pelo Palácio Rio Branco para fechar as contas no atual momento de crise financeira.

É no último dia do mês que o governo federal realiza a transferência da terceira parcela do Fundo de Participação dos Estados (FPE), principal fonte para cobrir a folha do funcionalismo – mais os recursos da arrecadação própria. Projeções da Secretaria da Fazenda, a partir de análises do Tesouro Nacional, apontam que mais R$ 120 milhões serão enviados do FPE ao Acre até o o dia 31.

A partir de fevereiro, além do salário do mês, será pago a segunda parcela do 13º àqueles que têm até R$ 1.000 para receber. Nos meses seguintes será seguido o escalonamento definido pela Secretaria de Gestão Administrativa (SGA), que seguirá até outubro. Ao todo serão R$ 70 milhões a mais de impacto nos gastos com o contracheque dos mais de 31 mil funcionários.

Será em outubro que o governo Gladson terá quitado 100% de todo o débito com o benefício salarial deixado por Sebastião Viana (PT). Foi a partir da metade do segundo mandato do petista que o estado passou a pagar os salários do funcionalismo no último dia útil do mês.

O inchaço da folha de pagamento aliado à queda nas receitas por conta da recessão econômica que atingiu o país não deram as condições para o governo pagar os salários por secretarias e órgãos, prática iniciada por Jorge Viana (1999-2006); neste modelo, os salários eram depositados a partir do dia 20, sendo concluído até o último dia útil.

Com o cenário de crise assumido pela nova gestão, Gladson Cameli não terá condições de voltar ao antigo modelo, pelo menos até o equacionamento das contas e um cenário de melhoria tanto na economia local quanto na nacional.

Por mês, o governo gasta R$ 230 milhões com a folha de servidores, incluindo neste montante os R$ 40 milhões tirados do Tesouro para cobrir o déficit com aposentados e pensionistas.

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