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“Rio Branco é a capital da hospitalidade”, diz Alckmin

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Durante almoço neste sábado, 15, com o candidato ao governo do Acre, Gladson Cameli (Progressistas), Major Rocha e apoiadores, em um restaurante no 2º Distrito de Rio Branco, o candidato à Presidência da República, Geraldo Alckmin (PSDB), falou em criar uma guarda nacional e reforçar em parceria com os Estados da Amazônia a segurança nas regiões de fronteira. Alckmin reforçou a proposta de criação de um governo itinerante que começa a partir do Acre. O tucano também agradeceu a receptividade dos eleitores acreanos.

“Gladson vai ser um grande governador. Médico tem um olho clínico. Ele e Rocha vão trabalhar a quatro mãos. Caminhamos no mercado municipal [Elias Mansour] e ao lado do terminal rodoviário. E eu quero dizer que Rio Branco é a capital da hospitalidade. Sendo eleito, o primeiro estado que vou me fazer presente é aqui no Acre.”

Ao lado de Alckmin, Gladson afirmou que Major Rocha, seu vice, correligionário do presidenciável, será um parceiro e um vice que vai governar o Estado com ele.

Foto de Luciano Tavares

Cameli citou ainda as futuras parcerias com a eventual gestão de Alckmin para a construção da BR-364, manutenção da BR-317, além da conclusão da ponte do Madeira.b”A ponte sobre o rio Madeira será inaugurada pelo senhor no primeiro semestre do ano que vem” afirmou Cameli.

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Acre

Cientistas sintetizam molécula que elimina vírus da hepatite C

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Pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp) sintetizaram um novo composto que inibe a replicação do vírus da hepatite C em diversos estágios de seu ciclo. O estudo, feito com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), consistiu na combinação de moléculas já existentes para produzir novos compostos biológicos, método denominado bioconjugação.

O novo composto, denominado AG-hecate, também é capaz de agir em bactérias, fungos e células cancerosas.

Segundo um dos autores do estudo, o químico Paulo Ricardo da Silva Sanches, esse tipo de atuação não é comum nos antivirais que normalmente têm alvos específicos isolados, inibindo processos específicos como a entrada do vírus nas células, a síntese do material genético e de proteínas, a montagem e liberação de novas partículas virais.

“O AG-hecate, ao contrário, apresentou ampla atividade, agindo em diversas etapas do ciclo. O composto também apresentou atividade nos chamados ‘lipid droplets’ – gotas de lipídeo no interior das quais o vírus circula nas células e que o protegem do ataque de enzimas. O AG-hecate desestrutura essas gotas de lipídeo e deixa o complexo replicativo do vírus exposto à ação das enzimas celulares”, disse o químico.

Molécula

De acordo com o estudo, o composto também mostrou alto índice de seletividade, o que significa que ele ataca muito mais o vírus do que a célula hospedeira, mostrando potencial para atacar a doença. “Apesar do composto apresentar pequena atividade nos glóbulos vermelhos do sangue, a molécula precisa passar por alterações em sua estrutura para reduzir ainda mais a sua toxicidade. É nisso que estamos trabalhando agora, para que a pesquisa possa evoluir da fase in vitro para a fase in vivo”, afirmou Paulo Ricardo.

O estudo e o desenvolvimento da molécula AG-hecate demorou cerca de dois anos. Até que entre no mercado e passe a ser utilizada serão necessários mais oito anos, já que o tempo médio para planejamento e desenvolvimento desse tipo de medicamento é de dez anos.

Para o professor Eduardo Maffud Cilli, orientador do estudo, a molécula também age em bactérias, fungos e células cancerosas. No caso do câncer, a molécula interage e destrói a membrana da célula afetada. “Além disso, como os vírus do zika e da febre-amarela apresentam ciclos replicativos bastante parecidos com o do HCV, vamos testar a efetividade do AG-hecate também em relação a esses vírus”, concluiu.

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Acre

Prestações de contas eleitorais devem ser apresentadas até sábado

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Os candidatos e partidos políticos que disputaram o segundo turno têm até as 19h deste sábado (17) para prestar contas da campanha à Justiça Eleitoral. No âmbito nacional, participaram do segundo turno das eleições Jair Bolsonaro, eleito presidente pela coligação PSL/PRTB, e Fernando Haddad, pela aliança PT/ PCdoB/Pros, além de seus respectivos vices.

Bolsonaro e o PSL já entregaram as prestações de contas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mas a documentação ainda está pendente de julgamento. Essa etapa é condição para que o presidente eleito seja diplomado no dia 10 de dezembro, data acertada entre o TSE e o governo de transição. Antes do julgamento, a campanha de Bolsonaro terá de apresentar esclarecimentos sobre inconsistências identificadas na prestação de contas.

Também concorreram no segundo turno 28 candidatos a governador, com os respectivos vices, no Amazonas, Amapá, em Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, no Pará, Rio Grande do Sul, em Rondônia, no Rio Grande do Norte, em Sergipe, Roraima, no Rio de Janeiro, em Santa Catarina, São Paulo e no Distrito Federal.

Segundo o TSE, nas prestações de contas devem ser discriminados o total de recursos arrecadados, bem como as despesas de campanha referentes aos dois turnos. É preciso incluir os órgãos partidários que efetuaram doações ou tiveram gastos com as candidaturas.

Quitação eleitoral

Pela legislação eleitoral, o candidato que não prestar contas fica impedido de obter certidão de quitação eleitoral e não poderá ser diplomado. A sanção para o partido que deixar de apresentar as contas é a perda do direito ao recebimento dos recursos do fundo partidário.

Conforme o TSE, “todos os candidatos devem prestar contas, inclusive os que tenham renunciado à candidatura ou desistido dela, bem como os que foram substituídos e aqueles que tiveram o seu registro indeferido pela Justiça Eleitoral”. Nesses casos, a prestação deve abranger o período em que os candidatos “participaram do processo eleitoral, mesmo que não tenham realizado campanha”.

O TSE informa ainda que, no caso de falecimento do candidato, a responsabilidade da prestação de contas é de seu administrador financeiro.

O prazo para os candidatos que disputaram o primeiro turno se encerrou no último dia 6 de novembro. Segundo TSE, das mais de 28 mil prestações aguardadas, o Sistema de Prestação de Contas Eleitorais (SPCE) contabilizou 16.450 entregues, ou seja, 58% do total.

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Acre

Ministério vai lançar edital para repor vagas de médicos cubanos

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O Ministério da Saúde anunciou nesta quarta-feira (14) que vai lançar um edital nos próximos dias para médicos que queiram ocupar as vagas que serão deixadas pelos profissionais cubanos que integram o programa Mais Médicos.

“Será respeitada a convocação prioritária dos candidatos brasileiros formados no Brasil seguida de brasileiros formados no exterior”, diz a nota encaminhada à imprensa na tarde de hoje.

A pasta recebeu ontem (14) o comunicado da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), no qual o governo cubano informa que vai deixar de participar do programa Mais Médicos. Segundo o ministério, 8.332 vagas são ocupadas por esses profissionais. “O governo federal está adotando todas as medidas para garantir a assistência dos brasileiros atendidos pelas equipes da Saúde da Família que contam com profissionais de Cuba”, diz o comunicado.

O governo de Cuba informou que deixará de fazer parte do programa. A justificativa é que as exigências feitas pelo governo eleito são “inaceitáveis” e “violam” acordos anteriores. O presidente eleito Jair Bolsonaro disse, na sua conta do Twitter, que a permanência dos cubanos está condicionada à realização do Revalida pelos profissionais, que é o exame aplicado aos médicos que se formam no exterior e querem atuar no Brasil.

Procurada pela reportagem, a Opas, que intermediou o convênio entre Brasil e Cuba para vinda dos médicos cubanos, diz que foi comunicada pelo governo de Cuba sobre a decisão de não continuar participando do programa e informou o Ministério da Saúde brasileiro. “Devemos ter mais detalhes nos próximos dias. Assim que os tivermos, divulgaremos”, diz nota encaminhada à Agência Brasil.

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