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Chove dentro do Hospital Wildy Viana, unidade entregue há 16 dias em Brasileia pelo governador Sebastião Viana

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Entregue há 16 dias, o Hospital Wildy Viana, em Brasiléia, já tem goteiras e apresenta sérios problemas de infiltrações. É o que mostra um vídeo gravado no interior da unidade durante a chuva que atingiu a cidade na sexta-feira, 14.

As imagens foram gravadas no setor de urgência e emergência, na sala de medicação e no corredor entre os dois setores. A chuva dentro da unidade acabou prejudicando o atendimento ao público.

O hospital teve sua primeira etapa entregue no dia 29 de agosto passado pelo governador Sebastião Viana com laboratório, setor de urgência e emergência, observação, sala de curativos e de gesso e sala de raio-x com parede sem a devida proteção. O governo promete concluir a obra até o final deste ano.

Antes mesmo de entregar a obra, Sebastião Viana foi criticado pela oposição por ter batizado o hospital com o nome de seu pai, o ex-deputado federal Wildy Viana, já falecido, e por ter entregue apenas parte da unidade. Opositores acham que a obra além de mal feita é eleitoreira.

 

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Com Gladson, Acre perde 12% de receita em dois meses

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A gestão de Gladson Cameli perdeu 12% de receita no primeiro bimestre de 2019 em comparação ao mesmo período do ano passado, segundo o Relatório Resumido de Execução Orçamentária (RREO), produzido pela Secretaria de Tesouro Nacional. Como compensação, as despesas caíram 7% no período.

Segundo o Tesouro Nacional, a receita corrente líquida caiu de R$ 441,08 milhões para R$358,61 milhões.

Nos dois primeiros meses deste ano o Acre não fez investimentos, situação que apesar de ter sido comum à maioria dos Estados, pode estar motivando mudanças no alto escalão do Governo. Se essa não é politicamente uma boa notícia, a elevada poupança em relação à receita corrente líquida -algo em torno dos 84% -é tecnicamente algo que chama atenção. O Acre é o 5o maior poupador entre os Estados. A poupança corrente equivale ao valor das receitas correntes menos as despesas correntes liquidadas: é indicador da autonomia para realizar investimentos com recursos próprios ou, quando negativa, da dependência de operação de crédito para realizá-los em uma publicação bimestral que apresenta as informações fiscais consolidadas de cada ente da República Federativa do Brasil. Congrega as informações da execução orçamentária de todos os poderes, Executivo, Legislativo e Judiciário, incluindo também o Ministério Público e a Defensoria Pública, e contempla as esferas Federal, Estadual, Distrital e Municipal. A seguir, os dados extraídos dos demonstrativos dos estados e do Distrito Federal relativos ao 1º bimestre do exercício de 2019.

Não foram localizados técnicos do Estado para comentar os dados do Tesouro. Os dados confirmam a política de austeridade financeira da atual gestão: investimentos caem, gastos reduzem e a poupança é vitaminada. Nesse contexto, apesar das perdas, o resultado primário do 1º bimestre deste ano é 51% superior ao de 2018.

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Destaque 2

Cohab: 64,8 mil pessoas moram em conjuntos e loteamentos do governo em Rio Branco

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O relatório divulgado na segunda semana de abril pelo Governo do Estado, mostra que 64.855 pessoas moram nos 24 conjuntos e loteamentos administrados pela Companhia de Habitação do Estado do Acre (Cohab). De pouca visibilidade, a Cohab mostra em seus balanços ativos superiores em cerca de R$ 12 milhões sobre os passivos.

Ao fazer uma retrospectiva de 2018, a diretoria diz que a regularização fundiária não deve significar apenas a existência de um título registrado em cartório, mas deve ser compreendida como uma solução integrada que envolve os gestores públicos de diversos órgãos no empreendimento de esforços para exercer a cidadania e justiça social no Acre.

“Vale ressaltar, o quanto foi imprescindível, ao longo do exercício financeiro de 2018, o fortalecimento da parceria da Companhia com os demais órgãos públicos, tais como: Iteracre, Prefeitura Municipal de Rio Branco e o Ministério Público Estadual. As intervenções da Cohab sempre foram legítimas, respeitando a ética, a moral e os bons costumes, e sempre fez parte de nossa gestão pública e de uma política de regularização fundiária. Foram estabelecidas diretrizes e ações estratégicas que se desenvolveram, sempre sob uma perspectiva de fazer o bem aos mais desprovidos da sorte em nossa sociedade”. O documento é assinado pelo ex-presidente Carlinhos Santiago.

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