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Ação Social da Defensoria e FAAO registra quase 8 mil atendimentos

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A comunidade do bairro Montanhês e adjacente participaram nesta sexta-feira, 14, da 5ª Edição do projeto “Defensoria ao seu lado, cidadania mais perto de você” e da 3ª Edição do projeto “FAAO na Comunidade”.

A ação promovida pela Defensoria Pública do Estado do Acre (DPE/AC), através do Núcleo da Cidadania e a Faculdade da Amazônia Ocidental (FAAO), juntamente com o apoio de diversos parceiros, realizaram 7.900 atendimentos básicos à comunidade.

“O objetivo desse trabalho é promover direitos, levando cidadania e dignidade a todas as pessoas menos favorecidas”, destacou o Coordenador do Núcleo da Cidadania da DPE/AC, Celso Araújo.

Assistido no atendimento médico, José Marcelo Silva da Rocha falou sobre a importância da ação. “É muito importante porque diminui muito a burocracia, muitas vezes nós da comunidade, temos dificuldade para ter acesso a esses tipos de serviços, então essas ações nos ajudam muito”, disse.


“A FAAO acredita que a transformação social acontece por meio desse tipo de ação, que tem como finalidade levar a extensão da prática acadêmica e atender toda a comunidade, através dos serviços que já são oferecidos de forma permanente pela instituição”, disse o Coordenador do Núcleo de Pós-Graduação da FAAO, Esterferson Rocha.

A usuária da DPE/AC, Adriana Menezes elogiou a organização do evento e agradeceu a iniciativa. “Estou aqui para receber orientação sobre a pensão do meu filho, e com certeza, vou aproveitar para ir a todos os serviços. Nós precisamos de mais eventos como esse, estou gostando muito”, contou.


Serviços oferecidos

Atendimento jurídico cível e criminal; Atendimento médico; Emissão da 1ª via do RG; Atendimento psicológico; Vacinação e Testes Rápidos, Atendimento e cadastro do Bolsa Família; Balcão de negócios “Como iniciar seu próprio negócio”; Orientação financeira e planejamento familiar; Espaço reservado para as crianças com mala de leitura, jogos didáticos, músicas infantis e contação de estórias, foram alguns dos serviços disponibilizados à comunidade.

Além de corte de cabelo; Atividades recreativas; Cinema com pipoca; Teatro; Venda de produtos regionais: bolos, salgados, etc. Orientação e cadastro quanto às vagas de empregos; Conserto de computador e notebook; Oficina de reciclagem; Palestras e rodas de conversas com diversas instituições.


Parceiros

A 5ª edição do projeto contou com a parceria do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), 4º Batalhão de Infantaria de Selva (4º BIS), Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Acre (CBMAC), Polícia Militar do Estado do Acre (PMAC), Instituto Dom Moacir (IDM), Central de Serviço Público (OCA), Senac, Sine, Ótica Brasil, Supermercados Araújo, Miragina e Casa de Carne Floresta.

A ação também contou com o apoio do Governo do Estado do Acre, por meio da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh), Secretaria Estadual de Educação (SEE), Secretaria de Estado de Pequenos Negócios (SEPN), Secretaria de Estado de Políticas para as Mulheres do Acre (SEPMulheres), Secretaria de Estado de Saúde (SESACRE); Prefeitura de Rio Branco, através da Secretaria Municipal de Educação (SEME), Secretaria Municipal de Saúde (SEMSA), Secretaria Municipal de Cidadania e Assistência Social (SEMCAS) e Casa Rosa Mulher.

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Socorro sanciona leis de inclusão de crianças com deficiência

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A prefeita Socorro Neri sancionou, na tarde desta quarta-feira, 14, dois projetos de lei que reforçam no município de Rio Branco, os direitos de inclusão e os princípios constitucionais que regem a gestão publica, como impessoalidade e transparência. A partir de agora, fica proibido o uso de símbolos de governo em objetos oficiais, como veículos, uniformes e maquinários em geral, bem como em prédios públicos e propagandas institucionais. No lugar dos logotipos, deverá ser usado o brasão de armas do município.

A lei complementar 52/2018 é de autoria do vereador Roberto Duarte e foi aprovada por unanimidade na Câmara de Rio Branco. O objetivo do projeto, segundo o parlamentar, é evitar, quando houver mudança de governo, gastos com confecção de identidades visuais, com pinturas e com a troca de objetos que comumente levam as marcas das gestões. O vereador elogiou a decisão da prefeita em sancionar a Lei e destacou também o fato das sanções dos projetos dos vereadores, serem feitas em eventos públicos, destacando a atuação dos parlamentares. “A prefeita confere crédito aos vereadores e respeito a Câmara Municipal” disse ele. Para o vereador o uso do brasão de armas vai gerar economia para o poder executivo “porque cada vez que entra um prefeito novo se traz uma marca nova, uma pintura nova, e isso acarreta despesas desnecessárias aos cofres públicos”, disse Duarte.

A prefeita da capital, Socorro Neri, afirmou que a lei está “perfeitamente alinhada” às suas convicções. Ao tomar conhecimento da aprovação do projeto pela Câmara dos Vereadores, antes mesmo de se posicionar pela sanção, ela imediatamente passou a adotar o brasão nas publicações da prefeitura. “A lei dá ainda mais concretude àqueles princípios constitucionais que regem a gestão pública, em especial o da impessoalidade, o da transparência e o da austeridade. Por isso, concordo integralmente com ela. Tenho por princípio que as ações públicas devem ser de Estado, do poder público, nunca de uma gestão. O público nunca deve se confundir com o privado. Utilizar nosso brasão é dar impessoalidade as nossas ações, garantindo assim o bem coletivo e o interesse público” afirma a prefeita.

O brasão de Rio Branco traz uma coroa de ouro, indicando que se trata do símbolo de uma capital de estado. No caso do brasão da capital tem um significado a mais. Ela representa o título de nobreza de barão, em alusão ao Barão de Rio Branco, uma das personalidades mais importantes da história do Acre e do Brasil. Foi ele um dos principais responsáveis pelo fim dos conflitos que culminaram com a anexação do Acre ao Brasil, por meio da assinatura do Tratado de Petrópolis, que redefiniu as fronteiras do Brasil, que completa 115 anos neste sábado, 17.

Rio Branco acessível

As áreas de lazer e parques infantis, públicas e privadas de Rio Branco, deverão a partir de agora instalar brinquedos adaptados para crianças com deficiência. A prefeita Socorro Neri também sancionou nesta quarta-feira (14) uma lei com a nova determinação.

De autoria do vereador Railson Corrêa, a lei estabelece a obrigatoriedade de instalação de brinquedos adaptados em áreas públicas e em propriedades privadas de uso público, para crianças com necessidades especiais. O objetivo é proporcionar a integração das crianças deficientes com outras crianças. “As crianças que sofrem de algum tipo de deficiência não tem parques adaptados e nem brinquedos adaptados e isso acaba excluindo. Essas crianças merecem toda a nossa atenção e respeito e é isso que está sendo feito hoje aqui com a sanção desse projeto”, afirmou o vereador.

A Lei partiu de uma reivindicação de Higina, mãe de Ana Helena que tem uma deficiência rara e que enfrentou dificuldades pela falta de parques e brinquedos adaptados pra sua filha. “A acessibilidade aos brinquedos era zero. As escolas não possuem brinquedos adaptados e na hora da recreação enquanto as crianças vão para o parquinho, minha filha fica dentro da sala de aula”, lamenta a mãe. Higina diz que “imaginar minha filha usufruindo dos brinquedos como as outras crianças é uma felicidade sem tamanho. E em nome dela e de outras crianças, agradeço ao vereador Railson e a prefeita Socorro Neri pela sensibilidade” afirma.

Para a prefeita, a promoção de uma inclusão mais ampla significa avanço em direção a uma sociedade sem preconceitos. “É a oportunidade de preenchermos uma lacuna que existe na cidade de Rio Branco e de fato tornar nossa capital, cada vez mais inclusiva. Vamos materializar essa Lei em nossos espaços públicos e a prefeitura vai orientar também os empreendimentos privados, para que cumpram a Lei. Parques inclusivos significam crianças brincando e se divertindo, sem nenhuma diferença. Essa foi uma tarde muito feliz, em que se sente prazer em estar na gestão publica, com esses dois projetos de grande relevância” afirmou Socorro Neri”.

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Diretores do RBFC anunciam a volta de Doca Madureira

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Ídolo da torcida estrelada, o meia atacante Doca Madureira foi anunciado nesta terça-feira (13) como o primeiro reforço do Rio Branco FC para a temporada 2019.

Os diretores Alex e Getúlio Junior usaram as redes sociais para anunciar o retorno do jogador que já havia manifestado interesse em encerrar a carreira vestindo a camisa do Estrelão.

Os detalhes da contratação não foram divulgados mas Doca se integra ao grupo já no mês de dezembro para a pré temporada.

Doca voltou ao Acre no inicio do ano depois de atuar por 10 anos no futebol europeu. Atualmente residindo em Sena Madureira, sua cidade natal, ele estava sem clube, apenas participando de jogos comemorativos.

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Destaque 5

RBtrans expulsa taxistas de Boca do Acre de ponto em Rio Branco

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“Vamos oferecer aqui o mesmo tratamento que nossos taxistas recebem lá”. Com essa afirmação o diretor da Superintendência de Trânsito de Rio Branco (RBtrans), Gabriel Forneck, justificou a expulsão de um grupo de taxistas de Boca do Acre, no Amazonas, retirados de um ponto no bairro Cidade Nova, na manhã desta segunda-feira (12).

Forneck explicou que a medida foi adotada por que a prefeitura de Boca do Acre e o Sindicato dos Taxistas daquela cidade não cumpriram um acordo verbal firmado entre as duas gestões, que garantia ponto de parada e direito a lotar o carro em ambas as cidades.

“Havia um acordo verbal para que lá em Boca do Acre os taxistas daqui pudessem parar no ponto e aguardar os passageiros para voltarem lotados. Aqui o pessoal de Boca do Acre sempre teve esse direito, mas lá não permitem que taxista de fora atuem nos pontos. Vamos oferecer aqui o mesmo tratamento dado lá. Iremos prestigiar os profissionais que pagam impostos e atuam de forma legal”, disse Forneck.

Fiscais da RBtrans foram até o ponto onde os taxistas amazonenses paravam, ao lado da antiga rodoviária, notificaram os taxistas estacionados e arrancaram a faixada de identificação do ponto.

O presidente do Sindicato dos Taxistas de Boca do Acre, Milkley de Lima Neves, disse que a ação foi desproporcional e desnecessária, uma vez que, segundo ele, na cidade amazonense os taxistas de Rio Branco pode circular livremente.

Gabriel Forneck desmentiu o sindicalista e reiterou que a partir de agora, os táxis de Boca do Acre não podem estacionar no perímetro de Rio Branco para aguardar passageiros.

Na semana passada, o vice prefeito de Boca do Acre, Carlinhos da Farmácia junto com vereadores, veio a Rio Branco tentar mediar um acordo. O gestor se comprometeu em construir um ponto exclusivo para os carros de Rio Branco. Essa promessa, de acordo com Gabriel Forneck é antiga e nunca foi cumprida.

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